1220490254
Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Advertise on podcast: Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Rating
★★★★☆
4.1
from
37 reviews
Categories
Country
United States
This podcast has
2000 episodes
Publisher
Estadão
Explicit
No
Date created
2017/03/28
Latest episode
2026/10/16
Average duration
65 min.
Release period
2 days

Description

O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento. Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

Unlock Estadão Analisa com Carlos Andreazza podcast Email contact info,
Listeners & Audience details

Email contact information

Direct podcast contact details

Listeners

Audience numbers & engagement insights

Audience details

Podcast Insights

Social media

Check Estadão Analisa com Carlos Andreazza social media presence


Podcast episodes

Check latest episodes from Estadão Analisa com Carlos Andreazza podcast


Andreazza: Lula no Jornal Nacional e os 4 anos em 1 mês | Estadão Analisa
2026/10/16
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi entrevistado pela TV Globo. No próximo dia 25, os brasileiros voltam às urnas para escolher quem governará o País pelos próximos quatro anos. O petista enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Leia mais aqui. Lula disse na entrevista que é a favor de reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Foi a primeira vez que ele se posicionou desta forma. A segurança pública é o calcanhar de Aquiles do governo Lula e é uma das principais preocupações dos eleitores. Em busca de votos, o presidente tenta aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, que tramita no Senado. Nesta quinta-feira, porém, houve um racha entre aliados de Lula e a oposição justamente por causa da questão da maioridade penal. Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tirou a PEC da pauta e adiou a votação. Novas revelações das relações entre o banqueiro e o ministro do Supremo, pois o Marketing de Vorcaro sugeriu adiar evento com Moraes após Magnitsky. Diálogo no celular do banqueiro mostra que advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF, era responsável por definir detalhes de evento em Londres com equipe de Vorcaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andreazza: Vai ter debate. Calor de Lula tira Flávio Bolsonaro do ar-condicionado | Estadão Analisa
2026/10/15
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o cenário eleitoral desse ano. Menos de 24 horas depois de declarar que não participaria do debate presidencial organizado pela Band/Estadão no próximo domingo, o senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro, voltou atrás na decisão. A reviravolta ocorreu após uma reavaliação interna de urgência concluir que o prejuízo político de sua ausência seria consideravelmente maior do que os riscos de estar presente no confronto. Inicialmente, o núcleo de comunicação temia colocar o candidato no debate por avaliar que qualquer erro ou deslize o deixaria exposto a uma semana inteira de sangria nas redes sociais, municiando a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com recortes negativos. Por essa razão, a estratégia inicial previa participação apenas no debate da TV Globo, já na reta final da eleição, o que daria mais tempo de preparação ao candidato. Contudo, dois fatores decisivos alteraram a rota da campanha do PL: Em primeiro lugar, o movimento recente da campanha de Lula nas ruas começou a surtir efeito. Levantamentos internos de tracking realizados por partidos aliados indicam uma leve reação do petista Em segundo lugar, prevaleceu no entorno do candidato a leitura de que a exposição no debate não representa um risco real se Flávio mantiver a serenidade. Aliados sustentam que Lula chega ao confronto com a imagem fragilizada, transmitindo mensagens envelhecidas e carregando a postura de quem saiu em desvantagem no primeiro turno. No Senado, em conversa com o presidente Davi Alcolumbre (União-AP), após a aprovação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado. “Parabéns, presidente. Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”. O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lula lança o seu ‘quem quer dinheiro?’ Flávio Bolsonaro se esconde do debate | Estadão Analisa
2026/10/14
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o segundo turno das eleições e da discussão de um tema crucial na disputa deste ano. A 12 dias da votação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira, 13, um pacote de bondades específico para os microempreendedores individuais (MEIs), um público estratégico que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) tem sensibilizado. As medidas são compostas por um perdão a dívidas tributárias com a União (os débitos somam R$ 12,6 bilhões) e um “Pix MEI” de R$ 5 mil, com custo estimado pelo governo em até R$ 5 bilhões e previsão de beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas jurídicas. Fazem parte do pacote, ainda, aumento do teto da categoria e compra de dívidas de empreendedores com instituições financeiras. O Senado vota nesta quarta-feira, 14, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1, com o apoio de última hora do senador Flávio Bolsonaro (PL) - candidato à Presidência que mudou de posição na tentativa de impedir que seu adversário nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), capitalize politicamente com a aprovação da medida. Já o presidente Lula lança uma “Carta para as Famílias Evangélicas Brasileiras” na qual pede apoio ao quarto mandato e afirma ter chegado até aqui “com a proteção divina, orientado por um propósito e missão”. Após terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a campanha de Flávio Bolsonaro ganhou ares burocráticos e foi invadida por um clima de “já ganhou”, ao ponto de o candidato até enviar um “save the date” para o presidente da Colômbia se organizar para vir à sua posse em janeiro. No entanto, as mobilizações pró-Lula na avenida Paulista e em Copacabana, no fim de semana, acenderam o alerta no QG bolsonarista sobre a necessidade de Flávio voltar o mais rapidamente possível para o contato direto com o eleitor e evitar o salto alto que a coordenação da campanha nega ter ocorrido. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa
2026/10/13
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o clima acirrado do segundo turno das eleições no Brasil. No judiciário, o disparo de fake news pelas campanhas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acirraram a guerra de decisões judiciais envolvendo a eleição presidencial deste ano. Decisões conflitantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as campanhas de Lula e Flávio no primeiro turno das eleições de 2026 expuseram uma tensão entre as cortes e provocaram uma disputa sobre os limites da atuação do Supremo em questões eleitorais. O embate contrasta com um histórico em que os tribunais concordaram mais do que divergiram, especialmente no combate à desinformação e na proteção do sistema eleitoral. O Supremo tem competência para rever decisões do TSE em situações previstas na Constituição, como quando há questionamentos sobre a legalidade de uma eleição. Em geral, essa revisão ocorre por meio de recursos apresentados após o julgamento na Corte Eleitoral. Foi o caminho feito pela campanha de Eduardo Paes (PSD), que recorreu ao STF após a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), decisão que abriu caminho para a vitória de Douglas Ruas (PL) no primeiro turno da disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Mas o pedido de Paes foi rejeitado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo   See omnystudio.com/listener for privacy information.
‘Flávio Bolsonaro explora a perspectiva de poder. Lula vai para o tudo ou nada’ | Estadão Analisa
2026/10/09
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a disputa do segundo turno das eleições. A campanha de Flávio Bolsonaro acolhe os náufragos do primeiro turno e os partidos do Centrão, tão rápidos e vorazes como quando pularam em todos os governos eleitos e no barco de Lula quando ele era, ou parecia, favorito no primeiro turno. E uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um vídeo selfie nas redes sociais, no qual ele cobra qual será o voto de Flávio Bolsonaro na discussão do fim da escala 6x1. Segundo Andreazza, é “um projeto muito popular, que fala com as pessoas para valer, que fala com o povo. Com base nisso Lula tenta encurralar Flávio Bolsonaro, que está jogando parado, que está confortável, defendendo a sua vantagem” Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
PT lava roupa suja. Lula fará mais selfies. Flávio Bolsonaro joga parado | Estadão Analisa
2026/10/08
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre os acontecimentos após o primeiro turno das eleições deste ano. Ainda na ressaca do resultado das urnas, dois influentes integrantes do PT baiano conversavam em um restaurante em Brasília: “Tirem o microfone e as redes sociais de Janja e o presidente Lula volta a ter chances de reverter o quadro”. ​A Coluna do Estadão presenciou a cena, que foi seguida desta observação: “O problema é que ninguém tem coragem de falar isso para o presidente”. ​A queixa era sobre a participação da primeira-dama, Rosângela da Silva, na campanha em Salvador. Em um grande ato público, ela resolveu atacar Nikolas Ferreira (PL-MG), chamando de “piá de bosta” aquele que, dias depois, se tornaria o deputado federal mais votado do país, com 3,1 milhões de votos. Ou seja: em vez de impulsionar o marido, deu palanque digital para a oposição. No dia seguinte, ​foi a ex-ministra e ex-senadora Kátia Abreu, que comanda o PT no Tocantins, que teve coragem de falar. Não diretamente ao presidente, mas em alto e bom tom num encontro do PT, para a mensagem chegar a Lula. E suas declarações passaram a ser tratadas como um “desabafo coletivo no PT”. ​A ex-senadora criticou a postura protagonista de Janja, que por vezes se sobrepõe a Lula. Listou deslizes como o fato de a primeira-dama cantar música gospel em comícios, embora não seja evangélica. ​Na reta final do primeiro turno, Janja também usou uma medalha de Nossa Senhora Aparecida após boatos sobre a padroeira. A primeira-dama exibiu o colar com a imagem da santa católica em ato público na sexta-feira, 28, ao lado de Lula, e logo virou alvo de críticas por suposto oportunismo religioso, já que nunca se declarou católica, e sim praticante da umbanda. Do outro lado, a necessidade de construir pontes com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e o receio de municiar a oposição com a tese de que o governo Lula, em dobradinha com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tentaria um “golpe judicial” caso Flávio seja eleito presidente fez a Polícia Federal arquivar rapidamente o pedido de investigação sobre a suposta interferência dos Estados Unidos na eleição do Brasil. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, declarou que havia iniciado um procedimento para averiguar se houve ingerência externa no pleito. Horas depois, quando as urnas mostraram vitória de Flávio sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, os bolsonaristas dispararam o alerta. O termo “golpe judicial” começou a circular em conversas reservadas no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Andrei foi chamado para uma reunião no gabinete do ministro Alexandre de Moraes na terça-feira, 6. No encontro extra-agenda, a conclusão foi de que não havia respaldo do TSE, da Procuradoria-Geral da República e nem de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) para sustentar a investigação. Portanto, insistir no caso traria mais problemas para o STF, especialmente aos ministros ligados a Lula. E a orientação agora é tentar criar pontes com Flávio. Procurado por meio da assessoria, Moraes não se manifestou. ​A PF confirmou o arquivamento nesta quarta-feira, 7. O pedido de investigação havia sido provocado por uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agenda clara: Flávio Bolsonaro vem para acertar as contas com o STF | Estadão Analisa
2026/10/07
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) que afirmou nesta terça-feira, 6, que a direita terá, a partir de 2027, maioria para fazer os presidentes da Câmara e do Senado, além de realizar mudanças constitucionais. “O Brasil me deu um Congresso mais à direita do que é hoje, com maioria no Senado, para fazer presidente do Senado. Com maioria na Câmara, para fazer presidente da Câmara. Para mudarmos a Constituição, para redemocratizar esse País, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, declarou no evento em que recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), em Goiânia. Flávio voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse, sem citar nomes, que os “mesmos que tiraram Bolsonaro do Poder colocaram o filho dele”. Durante o discurso, apoiadores do senador presentes no local gritaram “Fora Moraes”. o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e parte dos seus aliados, adotaram uma repentina “mansidão” em relação aos bolsonaristas. Nesta terça-feira, 6, Moraes autorizou a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a cumprir pena no regime semiaberto. “Débora do Batom”, como ficou conhecida, foi condenada a 14 anos de prisão por pichar a estátua da Justiça em frente ao STF, durante os atos golpistas de 8 de janeiro. Ela virou uma espécie de símbolo dos excessos do Supremo na aplicação de penas nesse episódio e foi tema de muita conversa entre eleitores neste ano. Somente agora conseguiu essa progressão. Horas depois, o ministro Gilmar Mendes determinou o arquivamento de um pedido de investigação, por suspeita de estupro e suborno, contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que é o vice da chapa à presidencial de Flávio. A Procuradoria-Geral da República não havia encontrado elementos que justificassem uma investigação. As três decisões ocorreram em sequência e têm um fator político em comum: foram proferidas depois de a crise do Supremo impactar diretamente no resultado das urnas e Flávio Bolsonaro terminar à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da disputa pela Presidência por 47,03% contra 45,16%. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andreazza: O peso da perspectiva de poder para Flávio. STF, tenso. Lula, perdido | Estadão Analisa
2026/10/06
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as perspectivas para o segundo turno da eleição presidencial. Um dia após a eleição de ao menos 31 senadores que defendem, total ou parcialmente, a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira, 5, que “conjunturas se alternam”, mas que o Tribunal “permanecerá”. A declaração foi feita na abertura da Semana da Constituição, realizada na Biblioteca do STF em comemoração aos 38 anos da Constituição de 1988 e aos 40 anos do processo constituinte. Fachin não mencionou diretamente o resultado das eleições nem a nova composição do Senado. “Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem. O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá”, afirmou o ministro. No mercado financeiro, a volatilidade da Bolsa, do dólar e dos juros voltou ao centro do radar com a eleição presidencial de 2026. Quem viu o Ibovespa cair aos 120 mil pontos ou o dólar superar os R$ 6,26 em dezembro de 2024 devido à preocupação do mercado financeiro com a situação das contas públicas do Brasil não poderia imaginar que o pleito, evento que definirá a condução da política econômica dos próximos quatro anos e o enfrentamento do quadro fiscal, faria tanta diferença no preço dos ativos domésticos. No segundo turno, a tendência é de volatilidade maior, não menor. E não havia mostra melhor disso do que ocorreu no pregão desta segunda-feira (2). O Ibovespa deu um salto de 7,07%, a maior alta diária desde 24 de março de 2020, na pandemia da covid-19. Isso fez o índice fechar aos 206.911,89 pontos, o maior patamar da história. Durante o pregão de ontem, o índice chegou a bater nos 209.605,7 pontos, também recorde. O dólar, por sua vez, teve queda de 4,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,0018. Como mostramos aqui, o rali está relacionado à expectativa de um ajuste fiscal após Flávio ficar à frente de Lula por uma diferença de quase 2 pontos porcentuais, vencendo a primeira etapa do pleito por 47,03% a 45,16% dos votos válidos. Já no PT, à procura de culpados pela passagem do senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT vai dar uma guinada na comunicação da campanha. Um dia depois de assistir à onda bolsonarista invadir o País, Lula participou de duas reuniões: uma mais reservada, apenas com o seleto grupo de coordenadores de sua campanha, e outra com aliados do PT e de outros partidos. Sem meias palavras, a ordem de Lula para a equipe foi direta: “mudar tudo” para conseguir se aproximar dos jovens, das mulheres e do espectro ideológico de centro. O núcleo de coordenação da campanha será ampliado, com a participação de partidos aliados, como o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, e terá maior presença de integrantes do Nordeste, como o líder do PT no Senado, Camilo Santana. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
STF puxador de votos. Lula no passado. E o eleitor agora diante Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
2026/10/05
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o resultado das eleições. A passagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu uma crise no PT. A partir de agora, a principal estratégia da campanha de Lula à reeleição será explorar o medo contra um possível retorno da família Bolsonaro ao poder. Flávio, por sua vez, vai jogar parado, aproveitando a vantagem obtida com a onda da direita no País. No QG do presidente, a avaliação é de que será difícil virar votos porque há um clima antipetista no País. Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) plantaram, ao longo das últimas semanas, sementes de um confronto que abalou as instituições e, em muitos aspectos, interferiu na disputa eleitoral. Decisões pouco convencionais, confronto entre integrantes da Corte e atropelos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusive mudando regras de debates e forçando um cenário que poderia ser favorável a Lula, tiveram uma resposta convicta nas urnas. A direita cresceu de forma consistente no Congresso e nos governos estaduais e chega em vantagem na disputa presidencial. A maioria dos eleitos para o Senado neste domingo, 4, defende a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e também uma limitação aos mandatos dos integrantes da Corte. O resultado foi compilado a partir de respostas a levantamento do Estadão com os candidatos que registravam, nas últimas semanas, melhor desempenho numérico em pesquisas. Há dúvidas de como parte do STF reagirá a esse cenário em que está contra a parede. Garantir a vitória de Lula no segundo turno, para alguns ministros, pode significar equilibrar moderadamente o jogo. É o presidente quem indicará ao menos três, e talvez quatro, ministros para a Suprema Corte. Se Flávio vencer, a segunda proteção para Moraes e companhia, que até aqui tem garantido que ele não seja investigado por ordem do Plenário do Tribunal, também cairá cedo ou tarde. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo   See omnystudio.com/listener for privacy information.
A bancada de Lula no STF mete a mão: Gilmar Mendes e seus dinos ditam a eleição | Estadão Analisa
2026/10/02
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre as decisões dos ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabaram protegendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indicam um recado de que se pode “fechar o TSE” e acabaram por matar o debate que seria realizado na Globo na noite desta quinta-feira, 1. A poucas horas do início do debate, Gilmar atendeu a um pedido do Solidariedade para garantir a participação de Renan na vaga aberta pela desistência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O partido pediu que fosse derrubada a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, que havia rejeitado a inclusão do candidato, e que a Globo fosse obrigada a colocá-lo no encontro. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes pela desistência de participação e posterior cancelamento do debate na Globo para pedir voto útil em si mesmo numa tentativa de fechar a eleição no primeiro turno, no próximo domingo. Na transmissão, Flávio criticou o que chamou de “censura” e “interferência do Judiciário” e pediu um “voto de revolta” dos brasileiros em sua sigla. Trata-se de uma tentativa de criar um movimento pelo voto útil e atrair os votos que iriam para os adversários, principalmente Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou não poder interferir no pedido de vista do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que adiou a análise da Corte sobre abrir ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes pela relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Lula, o pedido de vista é um direito dos ministros do STF, e cabe a ele respeitar a “autonomia” do Poder Judiciário. Por outro lado, ele avaliou haver fundamentos na decisão do ministro e defendeu que outros membros do Supremo que tenham tido contato com o ex-dono do Master também sejam investigados. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andreazza: Eleição medieval. Dino, o novo Xandão, forja guerra religiosa | Estadão Analisa
2026/10/01
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país. De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis. Dino cita episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como Salvador, São Pedro e Londrina. Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano. A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF. A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro. E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas. Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país. De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis. Entre os casos citados por Dino na decisão estão episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como a quebra de uma imagem de santa em uma paróquia de Salvador, a destruição de imagens sacras na Catedral de São Pedro, em Rio Grande (RS), e o vandalismo em uma loja de artigos religiosos em Londrina (PR). Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Flávio Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano. A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF. A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro. E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas. Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andreazza: Contra a censura do mal, o TSE paralelo de Gilmar, Moraes e Dino | Estadão Analisa
2026/09/30
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que aconselharam o presidente, Edson Fachin, a não pautar no plenário o julgamento sobre as notícias falsas ligando Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4. Para parte dos integrantes da Corte, a discussão sobre o assunto na frente das câmeras da TV Justiça poderia inflamar ainda mais o ambiente eleitoral. Na noite desta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para o dia seguinte sessão virtual para votar a derrubada de publicações. A guerra santa promovida após vir à tona uma notícia falsa de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, pretendia tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil ressuscitou a batalha entre duas alas do Supremo Tribunal Federal (STF), às vésperas das eleições. De um lado da Suprema Corte está o grupo de André Mendonça, que é evangélico, integrado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e por Luix Fux. De outro, a ala liderada por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin. O primeiro grupo, como se sabe, virou a tropa de choque de Flávio. O segundo cerra fileiras para defender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa novo mandato. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andreazza: Todo mundo escolhendo o próprio juiz: Fux suspende decisão de Dino | Estadão Analisa
2026/09/29
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito. Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão. Já no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, mandou ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, reclamando da interferência de ministros do STF em decisões da Corte eleitoral. Nunes Marques fala em “elevada preocupação com episódios reiterados de indevida sobreposição de competência e de violação ao juiz natural” de uma corte sobre a outra. O presidente do TSE citou o mecanismo segundo o qual um ministro pode julgar um pedido feito ao STF mesmo sem ter sido sorteado o relator da causa. O episódio mais recente aconteceu no domingo, 27, quando Flávio Dino liberou em redes sociais publicações com a informação falsa de que Flávio Bolsonaro, se eleito, pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. O vice-presidente do TSE, André Mendonça, havia banido a notícia falsa das redes na sexta-feira, 25, a pedido da campanha de Flávio. Dino revogou a decisão a partir de um pedido do ator Antônio Tabet, dono de um perfil em rede social que teve o conteúdo retirado do ar por determinação de Mendonça. O processo no qual Dino tomou a decisão, no entanto, tratava originalmente postagens sobre o ex-deputado Deltan Dallagnol. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
‘Desintegração do STF: De Moraes para Mendonça. De Moraes para Dino’ | Estadão Analisa
2026/09/28
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a grave crise institucional do STF. A desaprovação da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal vem aumentando entre os brasileiros. É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 26. A avaliação negativa passou de 40% em maio deste ano para 47% agora. O índice é o mais alto já registrado desde o início da série histórica, em 2019. A avaliação positiva é de 18% - a mais baixa já verificada, e que se repetiu no levantamento de dezembro de 2019. Na atual pesquisa, 31% consideram o trabalho do STF regular, e 4% não opinaram. O aumento da desaprovação acontece na esteira das revelações sobre indícios que ligam ministros da Corte a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Como revelou o Estadão, Alexandre de Moraes e o banqueiro trocaram 52 mensagens em 21 dias. Algumas delas a poucos dias de Vorcaro ter sido preso. As últimas notícias envolvem relações com Kássio Nunes Marques e Luiz Fux, com supostos vínculos e pagamentos aos filhos dos ministros. André Mendonça, por sua vez, confirmou encontro com Vorcaro no início de 2025. Os ministros negam ilegalidades. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Andreazza: Entre Moraes e Flávio Bolsonaro, a prioridade de Vorcaro | Estadão Analisa
2026/09/25
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as relações de Alexandre de Moraes e Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, viajou da Flórida a Brasília, em 19 de janeiro de 2025, em um avião que tinha entre os cotistas o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. O jato é o mesmo usado em outra viagem pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a revista piauí, imagens mostram o ministro e sua esposa Viviane Barci de Moraes desembarcando de uma aeronave no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. O avião, do modelo Legacy 650, pertencia à empresa Prime You, que tinha Vorcaro como sócio. Ainda sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro tentou fazer contato telefônico com o banqueiro durante os quatro dias anteriores à primeira prisão do banqueiro, ocorrida em 17 de novembro do ano passado. Flávio enviou mensagens perguntando se Vorcaro poderia atender a uma ligação, efetuou ligações que não foram atendidas e, ao final, pediu para que o dono do Banco Master lhe desse “uma luz”. Procurada pelo Estadão, a assessoria do senador não respondeu. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.  Acesse: https://estadao.me/RW4Jzo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast reviews

Read Estadão Analisa com Carlos Andreazza podcast reviews


4.1 out of 5
37 reviews
★☆☆☆☆
VY00008 2024/10/07
Mudança de formato
Ficou bem ruim depois que virou Estadão Analisa, deviam ter mantido o formato de antes, uma pena. Agora é só um rant bem longo, chato e demorado tendo...
★★★★★
CarlosBorgesJr 2024/04/15
Jornalismo Sério e Imparcial
Jornalismo Sério e Imparcial, parabéns a toda a equipe.
★☆☆☆☆
MikeyCB85 2020/12/01
Left wingers.
Left-wing news. Very biased. Stopped listening a few weeks ago
check all reviews on apple podcasts

Podcast sponsorship advertising

Start advertising on Estadão Analisa com Carlos Andreazza relevant audience podcasts


What do you want to promote?