
Advertise on podcast: Zheit
This podcast has
12 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
ZheitExplicit
No
Date created
2018/05/22
Latest episode
2026/02/02
Average duration
14 min.
Release period
255 days
Description
Guerra, Series, Musica, Ballet e muita Historia venha conhecer a Zheit!
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Angels in White
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
O corvo abriu a janela
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
From a distant land across the sea
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
CROSSES WITHOUT NAMES
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
From the unknown
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
THE RAVEN OF ZHEIT
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
WHEN THE GUNS FELL SILENT
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
Intro
2026/02/02
Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra.
Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência.
O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece.
Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível.
Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências.
Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança.
Porque a guerra acaba.
O esquecimento, não pode vencer.
Zheit não canta a guerra
Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida.
Entrevista CCB Comando do Corpo de Bombeiros do Paraná
2019/06/24
A Zheit desta vez conheceu o Comando do Corpo de Bombeiros do Paraná.
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