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Ponto Final, Parágrafo

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Rating
★★★★★
5
from
1 reviews
Categories
Country
Portugal
This podcast has
142 episodes
Publisher
Magda Cruz
Explicit
No
Date created
2018/12/07
Latest episode
2026/10/12
Average duration
68 min.
Release period
41 days

Description

Magda Cruz convida quem escreve, quem edita e quem lê livros. Escritores e editores, jornalistas e especialistas, jornalistas e amantes de livros falam de livros e do impacto deles na vida. Os ouvidos podem ler? Neste podcast, é possível. Quinzenalmente às segundas-feiras.

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Por onde começar a ler Anne Carson? O Guia de Leitura de Madalena Sá Fernandes para a Nobel da Literatura
2026/10/12
Madalena Sá Fernandes é devota a Anne Carson. Antes de a autora vencer o Nobel da Literatura de 2026, a escritora portuguesa já tinha lido e estudado a obra da canadiana. Neste episódio especial, gravado durante o festival Fólio, no hotel The Literary Man, em Óbidos, percebemos sobre que temas escreve Anne Carson, porque vence o Nobel, e Madalena Sá Fernandes traz o Guia de Leitura para a laureada: “Por favor, leiam tudo. Tem sido difícil para mim ler outra coisa desde que conheci Anne Carson”, partilha Madalena. Na reta final deste episódio, conhecemos ainda o novo livro de Madalena Sá Fernandes, “Sótão”. A autora partilha que Anne Carson abriu muito caminho para pessoas como ela, "que não gostam de se associar a um só género" literário: «Não posso esconder que há “Sótão” porque li Anne Carson», confessa no podcast. Identidade visual do podcast: Fotografia de Matilde Fieschi e Design de Hugo Cruz Produção, condução e edição: Magda Cruz Agradecimentos a The Literary Man Hotel, em Óbidos Contacta o podcast em [email protected] Segue a Magda e o Ponto Final, Parágrafo no Instagram e Tiktok Genérico com música "Symphony 40 In G Minor", by The Sweet Hots (https://app.sessions.blue/browse?trackId=5be5ee02-1e7b-4815-8aee-eb420b065b29)
Episódio 93 - Marta Pais Oliveira ensina "Como Caminhar Num Pântano" que é a cidade
2026/10/08
Marta Pais Oliveira publica “Como Caminhar Num Pântano”, mas o romance vencedor do Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho não traz instruções claras de como nos devemos comportar em pântanos. Neste episódio, olhamos para a mulher sem nome que habita este livro para refletir sobre a necessidade de silêncio no meio do urbanismo, da pressa numa sociedade em que somos cada vez mais consumidores do que "fruidores". Em conversa com Magda Cruz, a autora Marta Pais Oliveira fala de como observa as mulheres, que andam sempre com as mãos ocupadas; do que podiam fazer se andassem livres; e de como a linguagem do Teatro "contamina" a do romance. Enquanto gravamos na Livraria da Cassandra, no Porto, uma máquina fotográfica analógica aparece em cima da mesa. Quem vai dispará-la? Neste episódio, conhecemos a programação da Feira do Livro de Espinho, com curadoria de Marta Pais Oliveira e que decorre até 31 de outubro. Identidade visual do podcast: Fotografia de Matilde Fieschi e Design de Hugo Cruz  Fotografia do episódio: Magda Cruz Produção, condução e edição: Magda Cruz Agradecimentos a Livraria da Cassandra, no Porto Contacta o podcast em [email protected] Segue a Magda e o Ponto Final, Parágrafo no Instagram e Tiktok Genérico com música "Symphony 40 In G Minor", by The Sweet Hots (https://app.sessions.blue/browse?trackId=5be5ee02-1e7b-4815-8aee-eb420b065b29)
Melhores leituras de 2025 e revelação do calendário do Clube de Leitura para 2026
2025/12/31
Com pais, lobos e bobas da corte, esta é uma lista de livros que é um caminho sem volta, na medida do impossível. Gravado no Porto, Magda Cruz e Catarina Fernandes partilham as melhores leituras que fizeram em 2025. Não são os melhores livros publicados em Portugal. Estes são livros que as autoras dos podcasts “Ponto Final, Parágrafo” e “Lugar Incomum” gostaram de ler. Entre livros sobre figuras paternais, a devassa da privacidade na internet, um manuscrito comido pelo fogo, temos romance (nacional e estrangeiro), poesia, crónica, reportagem e novela gráfica.  No fim do episódio, é revelado o calendário de livros a ler em 2026 no Clube de Leitura do Ponto Final, Parágrafo. Spoiler: vai ser um ano dedicado às distopias.  Livros mencionados no episódio: “Filho do Pai”, de Hugo Gonçalves “Lobos”, de Tânia Ganho "O Último Avô”, de Afonso Reis Cabral “A Chuva que lança a areia do Saara”, de Ana Margarida de Carvalho “Pés de Barro”, de Nuno Duarte “Livro de Caligrafia”, de Nuno Júdice “Meditação sobre ruínas”, de Nuno Júdice "Lampedusa - Ir e não chegar”, de Ana França “Na medida do impossível, de Tiago Rodrigues “O Caminho de Volta”, de António Jorge Gonçalves “Manda mensagem quando chegares”, de RGB “Tudo o que a chama iluminou”, de Afonso Cruz “O último sonho”, de Pedro Almodóvar “A família Caserta”, de Aurora Venturini “As histórias que nos matam”, de Maria Isaac “Aquário”, de Capicua “Boba da corte, de Tati Bernardi “A livraria perdida”, de Evie Woods “Senhora de si”, de Filipa Mota Nesbitt “O caderno proibido”, de Alba de Céspedes “A Malnascida”, de Beatrice Salvioni “Ideologias”, de Gabriela Prioli “As primas”, de Aurora Venturini  “Inyenzi ou as baratas”, de Scholastique Mukasonga Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: ⁠⁠[email protected]⁠⁠ Segue o Ponto Final, Parágrafo e o Lugar Incomum nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz e Catarina Fernandes Genérico: G. C. Viegas
Melhores leituras de junho com Joana Moreira
2025/07/08
Neste episódio, falamos das nossas leituras do mês de junho.  A minha amiga e camarada Joana Moreira é a nossa convidada. A Joana é jornalista de Cultura do Observador desde 2023. Os artigos que escreve, sobre Literatura, Teatro, Humor, Música ou Cinema, podem muito bem ser a vossa justificação para assinarem o jornal.  Livros mencionados no episódio: “Deus Pátria Família”, de Hugo Gonçalves “Tese sobre Uma Domesticação”, de Camila Sosa Villada “Se esta rua falasse”, de James Baldwin “Open throat”, de Henry Hoke  “Aquilo que o sono esconde”, de Mafalda Santos “Butter”, de Asako Yuzuki “Livro de Caligrafia”, de Nuno Júdice “Meditação sobre ruínas”, de Nuno Júdice  Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: ⁠⁠[email protected]⁠⁠ Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda CruzGenérico: G. C. Viegas
Episódio 92 - Mafalda Santos: “Quis fazer um exercício de manipulação do leitor. Apresento-vos um protagonista execrável, mas consigo dar-vos a volta e pôr-vos a torcer por ele”
2025/06/30
Guionista de teatro e televisão, atriz, encenadora, professora de Interpretação, a atividade profissional de Mafalda Santos estende-se até à escrita. O terceiro romance de Mafalda chama-se “Aquilo que o Sono Esconde”, e foi editado pela Suma de Letras, no início deste ano. Este é um thriller-surrealista, um termo que a própria inventou porque sentia que não havia outro que descrevesse os seus livros.  No podcast “Ponto Final, Parágrafo”, fala do bloqueio de escrita que teve, de como os temas do sono e dos sonhos entraram no universo deste livro, e de como uma história verídica de luta contra uma seguradora inspirou esta obra. Depois de vários meses de promoção do livro, com inúmeros encontros com leitores, apresentações e feiras do livro, a autora conta que se apercebeu de que, inconscientemente, quis manipular o leitor na leitura deste livro ao lhe apresentar um personagem principal horrível, sem competências sociais básicas, e, mesmo assim, colocar o leitor do lado de Jaime, torcendo, mesmo por ele. Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: ⁠⁠[email protected]⁠⁠ Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais
Episódio 91 - Nuno Duarte, Prémio LeYa 2024: “Até há seis meses nem era escritor. Tive o atrevimento e correu bem”
2025/06/16
Nuno Duarte passou de desconhecido do público leitor a vencedor do Prémio LeYa. Em 2024, foi o escolhido pelo júri com o seu primeiro livro, “Pés de Barro”, em que ficciona a construção da Ponte sobre o Tejo - hoje Ponte 25 de Abril -, a partir de um pátio em Alcântara, onde vive Victor, que vem trabalhar na ponte, e Dália, a muda que cheira a chocolate. A que chegou a ser Ponte Salazar era, para o escritor, o “símbolo máximo do Estado Novo”. E, nesta entrevista a Magda Cruz, deixa um ponto assente: não podia escrever um livro passado durante o Estado Novo que não batesse no regime. Nuno Duarte nasceu anos antes da Revolução dos Cravos, detesta a ditadura e sublinha que é um tempo a que não quer voltar, apesar de sentir algum saudosismo, nos dias de hoje, vindo de algumas pessoas. Neste episódio do “Ponto Final, Parágrafo”, Nuno Duarte reflete sobre a importância do Prémio LeYa, sobre se tornar escritor e sobre como não sente pressão do mercado editorial para escrever um novo romance. Aliás, já escrevia o segundo livro quando nem sabia da atribuição do prémio, e ideias para três ou quatro livros não lhe faltam, garante. Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: ⁠⁠[email protected]⁠⁠ Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais
Episódio 90 - Hugo Gonçalves: “Não sou alguém a quem a mãe e o pai morreram e decidiu escrever um livro. Sou um escritor que decidiu pegar nesta matéria-prima, como já pegou em outras”
2025/06/02
Hugo Gonçalves é autor de vários romances. Na Companhia das Letras, estão publicados, por exemplo, “Revolução” e “Deus Pátria Família”. Em 2019, Hugo publicava o livro “Filho da Mãe”, que foi finalista dos prémios P.E.N. Clube e Fernando Namora. Agora, este ano, chega-nos “Filho do Pai”.  Neste episódio do podcast “Ponto Final, Parágrafo”, o escritor e guionista explica como é que os dois livros se interligam, mantendo a independência. Este díptico retrata a perda da mãe de Hugo, aos oito anos, e a do pai, quando tinha 45 anos e, como nós, ultrapassava os tempos de pandemia. Em entrevista à jornalista Magda Cruz, o autor detalha a técnica incutida no novo livro ,“Filho do Pai”, explora a intenção do escritor quando revela um detalhe mas oculta outros, por exemplo, de como foi a última conversa que teve com o pai, José Capote Gonçalves. Na reta final de uma conversa em que se fala muito de pilosidades faciais, descobrimos o tema do livro em que Hugo Gonçalves está a trabalhar, e que espera publicar no final do próximo ano. Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: ⁠⁠[email protected]⁠⁠ Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais
Melhores livros de maio com Rita da Nova
2025/05/30
Todos os meses, convido pessoas leitoras e falamos das leituras que fizemos naquele mês.  Em maio, a nossa convidada é Rita da Nova. Publicou o primeiro livro em nome próprio em 2023, “As Coisas que Faltam”. No ano seguinte, pudemos ler “Quando os Rios Se Cruzam”, e acaba de editar “Apesar do Sangue” - que já vai na terceira edição.  Livros mencionados no episódio: “Apesar do Sangue”, de Rita da Nova “Moby Dick”, de Herman Melville “Ensaio sobre a lucidez”, de José Saramago “Pés de barro”, de Nuno Duarte “Caruncho”, de de Layla Martínez “Doze contos peregrinos”, de Gabriel Garcia Marquez "Filho do pai", de Hugo Gonçalves “Falar Piano e Tocar Francês”, de Martim Sousa Tavares “All Fours”, de Miranda July Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: ⁠⁠[email protected]⁠⁠ Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda CruzGenérico: G. C. ViegasLogótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais
Episódio 89 - Inês Meneses: «Já que tive a sorte de fazer da rádio o meu trabalho, que me dê prazer. O segredo da vida é: “Vai sempre atrás do prazer. Se não te dá prazer, não faças”»
2025/05/19
No ano em que o programa de rádio “Fala com ela” faz 20 anos, Inês Meneses vem falar-nos deste espaço em que passa todo o tipo de pessoas e de qual o segredo para a continuidade. Como se mantém um programa durante duas décadas? A autora e comunicadora responde que o que a alimenta é o prazer e a curiosidade. À jornalista Magda Cruz, Inês conta que a pergunta é o âmago do seu trabalho. Mantém o programa “O Amor É”, com o psiquiatra Júlio Machado Vaz, a crónica “O Coração ainda bate” e o podcast “Cultas e Vinho Verde”. Inês desdobra-se em vários formatos, mas é a pergunta que, de uma maneira ou de outra, sempre lá está. Neste episódio do podcast “Ponto Final, Parágrafo”, falamos do seu novo livro, “Linhas de valor acrescentado”, um título que surgiu durante uma insónia, e onde fala muito sobre a vida, o amor e a amizade. Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: [email protected] Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas
Episódio 88 - David Erlich: “A má Política não tem relação com a Filosofia. A Filosofia tem uma relação com a Política quando a Política é boa e quando a Filosofia não é dogmática”
2025/05/18
Terminados os vários debates frente-a-frente com vista às eleições legislativas, o filósofo David Erlich reflete sobre a relação da Política com a Filosofia - e está em crer que tem tido lugar uma TikTokização da Política.  Não sabemos se os políticos leram o "Retórica", de Aristóteles, mas a filosofia está em cada discurso e debate em que os políticos participam. Nos próximos tempos, teremos não uma, mas três chamadas às urnas. Temos eleições legislativas, autárquicas e presidenciais. Como pode a filosofia ajudar-nos nos dias que vivemos? A Política e a Filosofia sempre andaram de mãos dadas? E será que vivemos tempos de espetacularização da Política?  É com uma reflexão sobre retórica que começa este episódio do podcast “Ponto Final, Parágrafo”, em que falamos sobre o novo livro de David Erlich, “A Bebedeira de Kant”, editado pela Editora Planeta.  Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: [email protected] Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas
Episódio 87 - Ana França: «Gostava muito que “Lampedusa - Ir e não chegar” contribuísse para a normalização da experiência migrante»
2025/05/07
Depois de “Ali Está o Taras Shevchenko com Um Tiro na Cabeça: Diário da Ucrânia”, fruto de um mês de reportagem na guerra na Ucrânia, a jornalista Ana França publica “Lampedusa - Ir e não chegar”, também pela Tinta-da-China.  O livro começa na margem sul do mediterrâneo, em outubro de 2013, mês do mais trágico naufrágio na rota de imigração mais mortal do mundo. Neste episódio, a repórter explica porque é importante ir aos locais para fazer bom jornalismo, o que viu em Lampedusa das três vezes que foi à ilha e como dá voz a esta história. “Lampedusa - Ir e não chegar” segue o curso dos dez anos que passaram desde o dia que quase foi capaz de transformar a Europa e a forma como a sociedade e classe política olham para os migrantes. Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: [email protected] Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais
Melhores livros de abril com Joana da Silva
2025/05/02
Todos os meses, convido pessoas leitoras e falamos das leituras que fizemos naquele mês.  A segunda convidada destes episódios é a grande leitora Joana da Silva, que faz, juntamente com Rita da Nova, o belo podcast "Livra-te". Livros mencionados no episódio: All fours, de Miranda July Lampedusa - Ir e não voltar, de Ana França Heartburn, de Nora Ephron Comer, Beber, de Filipe Melo e Juan Cavia James, de Percival Everett O Retorno, de Dulce Maria Cardoso My Husband, de Maud Ventura Notas sobre o Luto, de Chimamanda Ngozie Adichie You Are Here, de David Nicholls Biografia de Sophia, de Isabel Nery Say You’ll Remember Me, de Abby Jimenez A Bebedeira de Kant, de David Erlich Penance, de Eliza Clark Great Big Beautiful Life, de Emily Henry People We Meet on Vacation, de Emily Henry The Reading List, de Sara Nisha Adams Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: ⁠[email protected]⁠ Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais
Episódio 86 - Marco Neves: "Quando as pessoas procuram livros sobre a língua, é para evitar erros. O meu objetivo é levá-las a ver além disso, a sentir um pouco de prazer com a língua, com a leitura"
2025/04/07
Marco Neves está constantemente a pôr a nossa língua no microscópio e a analisar de que materiais é feita. Trabalha como professor, autor, tradutor, revisor, conversador e divulgador da língua portuguesa. No podcast “Ponto Final, Parágrafo”, explica que objetivos tem quando escreve e fala sobre língua, a sua origem e mudanças. Nas redes sociais, tem chegado a muita gente, através da divulgação científica sobre linguística em vários formatos, como vídeos sobre língua e cultura. Apresenta também vários programas sobre língua, como “Português Suave”, na Rádio Observador, onde desconstrói erros frequentes da língua, e “Assim ou Assado”, que mantém com o músico Sam The Kid. Marco Neves publica agora o livro “Queria? Já Não Quer? - Livro sobre mitos e histórias da língua portuguesa”, pela Guerra e Paz. Em entrevista a Magda Cruz, apresenta alguns mitos que fazem parte deste livro, como a origem da palavra inglesa “tea” e a confusão com a expressão “mal e porcamente”. Quanto ao Acordo Ortográfico, deveríamos implementar plenamente o Novo, de 1990, voltar ao Antigo, de 1911, ou há outros caminhos?  Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: [email protected] Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: Nuno Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais Foto: João Pedro Morais
Melhores livros de março com Catarina Fernandes (Lugar Incomum)
2025/03/31
Todos os meses, convido pessoas leitoras e falamos das leituras que fizemos naquele mês.  Começamos esta série de episódios com a minha amiga Catarina Fernandes, que podem conhecer melhor pelo nome Lugar Incomum.  A Catarina é revisora, tradutora, formadora e, sobretudo, uma grande leitora. Tem também um belo de um podcast chamado "Lugar Incomum". Livros mencionados no episódio: Aquário, de Capicua (Companhia das Letras) Três mulheres na cidade, de Lara Moreno (Alfagura) Noites Brancas, de Dostoievski (Relógio d’Água) O Tio Vânia, de Tchekov (Relógio d’Água) Homem-Objeto, de Tati Bernardi (Tinta-da-china) Nem todas as árvores morrem de pé, de Luísa Sobral (Dom Quixote) Mataram a cotovia, de Harper Lee (Relógio d’Água) Bandolim, de Adília Lopes (Assírio&Alvim) Só neste país, de Filipe e Liliana Valente (Clube do Autor) Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: [email protected] Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Genérico: G. C. Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais Foto: João Pedro Morais
Episódio 85 - Luísa Sobral: «Gosto de quando a Literatura não me mostra só um lado da história. Não quero que me digam: “É suposto sentires-te assim". No meu romance, tentei dar os dois lados»
2025/03/24
A reconhecida cantautora portuguesa estreia-se agora com um romance. Depois de dois livros de literatura infantil, Luísa Sobral publica Nem Todas as Árvores Morrem de Pé, editado pela Dom Quixote.  Revela que, ao longo da vida, devido à sua profissão de cantora e compositora, desenvolveu uma grande capacidade de se intrometer na vida dos outros, roubando-lhes histórias com a perícia dos carteiristas do elétrico 28. É quase o caso deste romance: o livro que surge de uma notícia partilhada por uma amiga, que contava a história de um casal alemão a viver em Vila Real. Luísa tinha o final da história, bastava-lhe inventar o início. Para isso, rebobina a vida das personagens até à Alemanha pós-Segunda Guerra Mundial, e monta um enredo junto do Muro de Berlim, que dividiu famílias - incluindo a da protagonista. Neste episódio do podcast “Ponto Final, Parágrafo”, gravado ao vivo na Livraria Buchholz, em Lisboa, Luísa conta-nos como foi o processo de escrita do livro, que desafios teve na construção do seu primeiro romance, que inspirações encontrou - e até canta para o público presente a canção que lhe surgiu antes de escrever a obra. Considera contribuir no Patreon para ter acesso a episódios bónus, crónicas e novas rubricas: patreon.com/pontofinalparagrafo Contacto do podcast: [email protected] Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Captação de áudio: José Barata Genérico: G. C. Viegas Logótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro Morais Foto: João Pedro Morais

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