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Diletante Profissional

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This podcast has
246 episodes
Explicit
No
Date created
2018/12/12
Latest episode
2022/05/23
Average duration
10 min.
Release period
20 days

Description

Programa sobre cultura pop, literatura, cinema, crônicas sobre a atualidade, dicas de desenho e pintura e muito mais http://diletanteprofissional.com.br para você. Os áudios também são base para o canal no http://www.youtube.com/diletanteprofissional

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O peso do pássaro morto – dica de teatro
2022/05/23
No áudio falo sobre essa peça que adaptou o livro O Peso do Pássaro morto Ficha técnica completa O PESO DO PÁSSARO MORTOde Aline Bei Idealização e AtuaçãoHelena Cerello DireçãoNelson Baskerville Adaptação DramatúrgicaCristiana BrittoHelena CerelloNelson Baskerville Música Original e Edição de CenasDaniel Maia FigurinoClaudia Schapira Assessoria de ilusionismoHenry VargasKlauss Durães Participações especiaisAline BeiAurora Cerello Participações caninasCaramelo Borges Assessoria de imprensaFernanda TeixeiraArteplural Captação de ImagensHelena Cerello Coordenação de ProduçãoHelena Cerello Realizaçãocia. VADABORDO Serviço: Espaço Parlapatões Praça Franklin Roosevelt, 158, Espaço Parlapatões, Bela Vista São Paulo, SP Sextas-feiras - 21hs até 24/06/22 - R$20,00 https://youtu.be/MysANZYrKNo
Lady X Macbeth – outros detalhes da peça escocesa – dica de teatro
2022/05/20
No áudio falo sobre essa peça que está imperdível. Ficha Técnica:  A partir de “Macbeth” de William ShakespeareTexto: Marcia ZanelattoDireção: Marcio Aurelio e Mara BorbaElenco: Yara de Novaes e Guilherme Leme GarciaDireção de Arte : Mira AndradeFigurino: João PimentaIluminação: Aline SantiniTrilha Sonora: Marcio AurelioVídeo Projeções: Fabi Prado-MOXMotion Design: Lucia GambelliConsultoria Técnica de Projeção: Rodrigo Caldeira BatistaAssistente de Direção: Lígia Pereira e Diogo PasquimOperador de Luz: Igor SaneOperador de Som: Lúdi LucasDireção de Palco: NietzscheFotos: Leekyung KimLogomarca do espetáculo: Laerte KéssimosVisagismo: Andrey BatistaAcessórios: Karina BrilhanteAssessoria de Imprensa: Adriana Monteiro – Ofício das LetrasProdução Executiva: Camila Bevilacqua e Diogo PasquimDireção de Produção: Luís Henrique Luque DaltrozoProdução: Daltrozo ProduçõesRealização: Sesc São Paulo Serviço SESC Consolação - Sextas e Sábados as 21hs, Domingo as 18h até 05/06/22 Ingresso R$40 https://youtu.be/LMu0N1A6Kgs
A pane – Dica de teatro
2022/05/20
No áudio eu falo sobre A Pane, uma peça bem legal com texto do Friedrich Dürrenmatt. Serviço No elenco Antonio Petrin, Oswaldo Mendes, Heitor Goldflus, Roberto Ascar, Cesar Baccan e Marcelo Ullmann. Texto de Friedrich Dürrenmatt e direção de Malú Bazán. Temporada: de 06 de maio a 12 de junho de 2022.Dias e horários: Sextas-feiras às 21h; sábados, às 20h; domingos, às 18h.  Classificação etária: 14 anos Duração: 70 minutos  Ingressos: Sábados e domingos; R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada). Sextas; R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada). https://youtu.be/6LtJ8GzyT1Q
Caderno de Recortes #47 – Jair Bolsonaro/Paul Dmoch
2022/05/14
E aí pessoal? Como estão?Por enquanto eu sigo ilustrando as nossas newsletters com alguns estudos em aquarela. Essas pinturas tem alguma relação com o tema? Não. No geral são fotos que eu encontrei, gostei por algum motivo (normalmente a luz) e que eu tento fazer um estudo para aprender alguma coisa sobre desenho e pintura.Espero que não se importem de compartilhar essas imagens aleatórias com vocês. Ideias roubadas Vera Iaconelli 02/05/22 Jair Bolsonaro Falta um pouco menos de 170 dias para o segundo turno da eleição e um pouco mais de 230 dias para a posse de um novo presidente ou a recondução de Jair Bolsonaro.É pouco tempo, mas é quase insuportável.Eu confesso que acreditava que Bolsonaro poderia não ser tão ruim assim. Não porque ele teria qualquer qualidade, mas porque as famosas “Instituições” e o corpo técnico fixo do governo bastariam para conter algo muito fora do normal.A verdade lamentável é que essa ilusão “menos pior” só aconteceria se Bolsonaro tivesse morrido na facada e fosse eleito o corpo empalhado dele.Bolsonaro por ação, omissão e “aura” nunca sairá do hall de piores presidentes da história do Brasil.As ações e omissões acho que já estão mais do que documentadas e evidenciadas, mas eu quero me atentar ao clima de destruição psicossocial que se formou.Na semana passada falei sobre a “Crise de ¼ de vida” e meu querido amigo Ricardo Malta lembrou dessa música dos anos 70. https://youtu.be/ToXGVcrgNZA Talvez seja fácil colher evidências de que essa crise de transição entre a juventude e a vida adulta esteja presente desde muito antes de alguém pensar sobre como seria a geração dos “millenials”, mas no passado recente não era dada a devida atenção para os sofrimentos psicológicos, muitas vezes por ignorância científica mesmo.Hoje vivemos em uma era muito desperta para esses problemas. Não dá para ser simplista e dizer apenas que somos mais sensíveis, “de pele mais fina”. É mais fácil falar sobre os problemas quando eles tem nomes, é mais fácil identificá-los quando alguém faz uma pesquisa ampla e consegue definir padrões do que seria, por exemplo, um “burnout” e como ele se diferencia de outras situações pontuais ou crônicas.E é justamente por causa dessa capacidade social de reconhecer o sofrimento psíquico e de descrevê-lo tanto de forma científica quanto poética (em filmes, livros, músicas, HQs, etc) que Jair Bolsonaro se tornou tão mais destrutivo.Quantos artigos foram escritos nas últimas semanas dizendo que Bolsonaro dará um golpe? Quantos especialistas já detalharam todos os passos, caminhos e repercussões possíveis para esse desdobramento crítico?O medo do golpe se tornou conversa na fila da padaria em alguns lugares. E essa é só uma das palavras que saíram da caixa, sacudiram a poeira e estão aí tomando sol.O nazismo e o fascismo, por exemplo, por mais que a indústria cultural tenha se esforçado por caricaturizar essas doutrinas como o auge da vilania, voltamos a usar esses termos no varejo e algumas pessoas começaram a olhar para isso e pensar: “olha, não é uma ideia tão ruim assim”.O “efeito Bolsonaro” corroeu a oposição ao fazê-la se autoinfantilizar e se autorridicularizar. Não se pronuncia o nome Jair Bolsonaro, como se ele fosse um vilão de Harry Potter. Ele é sempre tratado por apelidos bobos, o que no fim até suaviza a imagem dele e mantém uma ideia de temor diante do nome real dessa família. Passa-se horas falando sobre mamadeira de piroca, vacina com chip e terra plana.
THE NATURAL WAY TO DRAW – exercício 22: parte da forma
2022/05/06
Compre livros e seus materiais de desenho e arte aqui https://amzn.to/31M0tvC Ajude o site enviando um pix para [email protected] Inscreva-se para receber a newsletter https://www.getrevue.co/profile/oliboni Esse é o vigésimo exercício da série de exercícios do livro do Kimon Nicolaides. No primeiro post eu falei sobre quem é Nicolaides e qual a linha de pensamento do livro. Se você não viu esse post ele o ponto de partida. Veja aqui. Veja os cronogramas de exercícios aqui. Você pode ver todas as postagens sobre o livro aqui nessa tag. Exercício: esse exercício é um prolongamento do exercício 7 (desenho modelado). Depois de fazer um desenho modelado da figura como um todo, você deve escolher uma parte da pessoa desenhada e focar exclusivamente nessa parte. A ideia é pegar um trecho do corpo (uma mão, um pé, o ombro etc) e fazer um desenho grande dele buscando o entendimento do “peso” da parte com aquela marcação em que você acompanha o volume da figura e vai escurecendo as áreas mais distantes e deixando mais claro as áreas mais próximas do seu olhar (primeiro plano). A ideia é fazer esse desenho o maior possível, dedicar uma folha inteira só para essa parte do corpo escolhida. Observação: esse bloco do livro é sobre detalhes. Sobre como quando você vê um barco chegando ao longe ele tem uma forma clara que vai ficando mais definida e rica conforme se aproxima, ou, de forma inversa, um sabonete esculpido como um animal vai ficando com menos detalhes conforme se usa, mas mantém sua forma básica. O aprendizado do desenho segue no mesmo sentido. O entendimento do geral e dos detalhes. https://youtu.be/RBQOPJ59cSg
THE NATURAL WAY TO DRAW – exercício 21: contornos do ângulo correto
2022/05/02
Compre livros e seus materiais de desenho e arte aqui https://amzn.to/31M0tvC Ajude o site enviando um pix para [email protected] Inscreva-se para receber a newsletter https://www.getrevue.co/profile/oliboni Esse é o vigésimo exercício da série de exercícios do livro do Kimon Nicolaides. No primeiro post eu falei sobre quem é Nicolaides e qual a linha de pensamento do livro. Se você não viu esse post ele o ponto de partida. Veja aqui. Veja os cronogramas de exercícios aqui. Você pode ver todas as postagens sobre o livro aqui nessa tag. Exercício: o exercício começa igual ao exercício 16 (estudo do ângulo correto), que é um exercício meio chato de fazer porque depende de uma pessoa ou um objeto real. A ideia é observar uma pessoa e imaginar como ela ficaria se você olhasse a partir de outro ponto de vista. A diferença aqui é que depois fazer o estudo por 10 minutos, você fará por 5 minutos o exercício de contornos cruzados (ex. 3) ainda desse ponto de vista imaginário. Feito isso, você deve se movimentar para o ponto de vista que você imaginou e observar se o seu estudo ficou correto ou onde errou. Não é preciso corrigir o desenho, a ideia é só entender. Observações: nesse ponto Nicolaides volta a falar sobre as linhas e o contorno. Quando a observamos uma pessoa, as linhas que usamos para delimitá-la em um desenho (o contorno) não existem, a menos que você pegue um giz e risque as linhas na pessoa. Para ele é importante perceber que a figura está dentro das linhas e que, na verdade, essas linhas não existem. As linhas, se for pensar sobre elas, são causadas pela figura. Nicolaides diz que ao desenhar uma linha é preciso preservar tudo o que foi aprendido a partir dela. As pessoas veem essas “linhas desenhadas” em todos os lugares, muitas delas são contorno. Pense sobre uma linha como um contorno quando ela tiver a qualidade de contorno, quando ela passa aquela sensação de que se pode passar o dedo por ela, quando ela vem de uma forma tridimensional, quando há convicção de que a linha é causada pela figura. A linha não pode ser só uma demarcação de tamanho, ela deve representar ao máximo tudo que você sabe sobre o que está sendo desenhado. https://youtu.be/18Gex4FwTVs
Caderno de Recortes #43 – lula à provençal/Antoon van Dyck
2022/04/09
Oi pessoal, como vocês passaram a semana?Seguimos com os estudos de aquarela no lugar dos recortes, por enquanto. Ideias roubadas Lenio Luiz Streck - FSP 04/04/22 O herói que precisamos Vários amigos estão engajados nas redes na empreitada para tirar Bolsonaro e, como mostram as pesquisas, a melhor chance do país nesse sentido é a volta do Lula.Lula vinha exibindo uma postura “moderada”, com acenos ao centro e a política tradicional. O principal gesto nesse sentido foi a retirada de Geraldo Alckmin do ostracismo em que havia se metido após ter naufragado na eleição passada e de ter perdido a influência que exercia no PSDB ao ser traído por João Doria.A esquerda mais radical torce o nariz para o conhecido picolé de chuchu, mas Alckmin tem o seu valor por transmitir uma aura de estabilidade institucional.Só que então, de repente, para o desespero desses amigos, Lula lembrou de onde veio e soltou algumas declarações. FSP - 08/04/22 Uol 06/04//22 De pronto começaram a falar que Lula não queria mais ser presidente, que estava dando munição ao inimigo.O que eu achei mais curioso é o tanto que se preocuparam com: como vou defender o ex-presidente agora?Sei que esse ano vai ser muito difícil, que essa eleição vai ser bem pior que a anterior. Mesmo quando falaram que o Bolsonaro estava acabado, olhando por cima da cerca da bolha ficava claro que há todo um contingente que não pensaria muito ao se deparar com “a escolha difícil” (proclamada pelo Estadão em 2018) e voltaria correndo para os braços do mito.Sei que é importante, inclusive para a manutenção das estruturas democráticas do país, que Bolsonaro saia na próxima eleição.Mas, para reconstruir o país não basta sequestrar votos com memes e falas suaves. O Brasil precisa de um ponto de inflexão social em que se repense o caminho que temos seguido. É urgente que a sociedade como um todo tenha consciência das premissas que têm norteado nossa (falta de) política pública, desse nosso retrocesso em busca do autoritarismo e dos valores arcaicos que não tem mais espaço no debate público.Sem esse momento de catarse, não importa quem ganhará, pois não há como mudar nada sem avaliar e ver se estamos no ponto em que já aceitamos de fato que os rumos dos últimos anos foram um erro de percurso.Já falei outras vezes por aqui que não sou militante, admiro muito quem é, mas não é algo que eu tenho em mim.Contudo, tem um discurso no final da fase do Peter Capaldi como Doctor Who (seriado de ficção científica da BBC) que considero ser necessário nesse momento para todos que desejam batalhar por uma causa.Abaixo tem a íntegra e o vídeo, porque a atuação do Capaldi é sensacional. Vencer? Acha que é sobre isso? Eu não tento vencer. Não faço isso porque quero vencer alguém, ou porque odeio alguém ou porque quero culpar alguém. Não é pela diversão, Deus sabe que não é fácil. Não é porque funciona, isso dificilmente acontece. Faço o que faço pois é certo. Porque é decente. E acima de tudo, é generoso. Apenas isso. Apenas generoso. Se eu fugir hoje… boas pessoas irão morrer. Se eu ficar e lutar, alguns podem viver. Talvez não muitos ou por muito tempo. Talvez nada disso faça sentido. Mas é o melhor que posso fazer, então farei isso. E ficarei aqui fazendo isso até morrer. E vocês também vão morrer. Algum dia. Como será? Já pensaram nisso? Pelo que vocês morreriam? Quem eu sou é onde eu estou. E onde estou… é onde eu caio. Fique comigo. Essas pessoas estão apavoradas. Talvez possamos ajudar um pouco. Por que não? Apenas no final. Seja generosa.(Tradução da legenda da série) Essa frase em negrito é a minha preferida em todo o Doctor Who, mas ela funciona melhor em inglês “Who I am is where I ...
Caderno de Recortes #42 – livros para quem?/Aaron Shikler
2022/04/04
Como vocês estão? Essa semana atrasei um pouco a edição porque me empolguei cozinhando e assando. Ultimamente tenho gostado muito de fazer pão sírio, hoje dei o passo seguinte que é fazer o homus para acompanhar ele. Enfim, mas nada disso vem ao caso, vamos para a edição da semana que, de novo, veio acompanhada por um estudinho em aquarela em vez dos recortes. Traças FSP 21/03/22 Quem acompanha o mercado editorial tem visto várias editoras abordarem a questão do preço do papel desde o início da pandemia.Mesmo sendo responsável por apenas uma parte do custo do livro, esse fator faz com que as editoras aumentem os preços, reduzam os pagamentos aos colaboradores, apertem as margens de lucro e/ou desistam de publicar alguns títulos.Sim, o livro é um negócio. Apesar de boa parte do mercado ser movido por empresas pequenas e trabalhadores apaixonados, o livro é um negócio. Se no fim do dia a conta não fecha, a editora quebra. FSP 21/03/22 Pensando estritamente do lado empresarial, sobra poucas saídas para as editoras além de um estrada que leva para a elitização dos livros.Publicações de sucessos de vendas em formato de livros objetos com projeto gráfico para ninguém por defeito e preços elevados para o editor ter margem de manobra financeira.E, como sempre, o jogo empresarial é brutal. Trechos do Painel das Letras - FSP 26/03/22 Assim, tanto pelo lado da edição, como pelo lado da venda, a tendência parece ser clara, um foco estreito no que vende bem e que dê bom lucro.Afinal, o livro é um negócio, e essa é a cara do futuro dessa empreitada. Imagem da capa da FSP de 02/04/22 (o emoji é por minha conta) Agora, pensem comigo, o livro é um negócio e a maioria das empresas são baseadas no conceito de “escala”, ou seja, você barateia o produto na expectativa de vender mais e lucrar na quantidade. Então, por que no ramo editorial ninguém parece se questionar: o que temos que fazer para vender mais livros?Esse é o ponto em que o liberal na economia se enrola e lança a ideia de que “só rico lê no Brasil”.Essa afirmação pode não ser uma verdade no momento, ou no passado, mas tem tudo para ser certeira para as próximas gerações.Veja o exemplo das Histórias em Quadrinhos, essa modalidade de leitura servia de porta de entrada para a literatura tanto pelo conteúdo, quanto pelo preço e o acesso. Disponíveis em todas as bancas, por valores modestos, os quadrinhos eram um meio de comunicação em massa. Hoje, apesar de ainda estarem entre os itens mais vendidos, as HQs chegam a cada vez menos bancas e a elitização parece um caminho sem volta. A grande questão nessa conversa toda é que sim, o livro é um negócio, mas, a leitura e cultura não.Quando as editoras são deixadas para resolver todas as questões por si só, a tendência é essa espiral em que se publica cada vez menos para um grupo cada vez menor.Esse ciclo só é quebrado por um investimento massivo e multidisciplinar que envolve a educação e a forma como a arte e a cultura são pensadas no país. Sim, estamos falando de algo que a iniciativa privada pode até auxiliar com suas ONGs e fundações, mas que só para em pé se o governo estiver a frente.Até outro dia o Brasil precisava de um reforço nas políticas públicas culturais, hoje, depois da demolição das poucas bases que existiam, estamos em um estágio muito mais crítico. O país precisa de lideranças que sejam capazes de dar a população o acesso à educação e a cultura e, mais importante que isso, que tenham envergadura moral o suficiente para reestabelecer essa faceta da nossa sociedade como algo importante.Voltamos a um ponto das trevas em que a cultura e arte se ...
Primeiros Passos na Pintura – evolução do artista amador
2022/03/30
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Dica de leitura – Sul da Fronteira, oeste do sol
2021/10/27
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Dica de leitura – O túmulo do Batman
2021/10/21
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Dica de filme – Bob Ross: alegria traição e ganância (Netflix)
2021/10/19
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