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E eu com isso?

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Rating
★★★★★
5
from
2 reviews
This podcast has
404 episodes
Explicit
No
Date created
2019/02/06
Latest episode
2026/10/21
Average duration
49 min.
Release period
7 days

Description

O 'E eu com isso?' é o podcast do Instituto Brasil-Israel. Com convidados diferentes, aprofundamos questões religiosas, éticas, políticas e sociais, sempre evitando análises rasas e estereótipos vazios. Anita Efraim é jornalista, mestre em comunicação política pela Universidad de Chile e santista. Amanda Hatzyrah é professora e pesquisa temas relacionados à literatura e cultura judaica, língua hebraica e sociedade israelense, na Universidade de São Paulo. João Torquato é músico ativista do movimento negro e pesquisa os conflitos que se originaram a partir da desintegração da Iugoslávia.

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#397 Pré-eleições em Israel, com João Miragaya
2026/10/21
Como funcionam as eleições em Israel e o que está em jogo na disputa de 27 de outubro? No novo episódio do “E eu com isso?”, conversamos com João Miragaya, mestre em História pela Universidade de Tel Aviv e podcaster do O Lado Esquerdo do Muro, sobre o sistema eleitoral israelense, a disputa pelas cadeiras da Knesset e as negociações que definem a formação do governo. Em pauta, os principais temas que mobilizam o eleitorado, os impactos da guerra, a relação entre religião e Estado e os desafios para o futuro da democracia israelense.
#396 “Como amar uma filha” e a literatura israelense
2026/10/14
O que faz uma mãe e uma filha deixarem de se falar? E o que acontece quando essa pergunta atravessa um oceano, muda de língua e chega até a gente? Hoje o papo é sobre literatura, sobre maternidade e sobre esse trabalho quase invisível, mas essencial, que é a tradução. A gente vai falar de “Como amar uma filha”, romance da israelense Hila Blum que acaba de ganhar edição brasileira. Nossa convidada hoje é Nancy Rozenchan, tradutora de “Como amar uma filha”. Nancy é professora sênior da USP em Letras, especialista em literatura hebraica e israelense e atua também nas áreas de literatura feminina e tradução. Hila Blum estará no Brasil a convite do IBI e participará do Festival Literário do Museu Judaico de São Paulo na próxima sexta-feira, dia 16, às 17h. A retirada de ingressos é gratuita. Além disso, no dia 18 de outubro, às 10h, Hila e a tradutora Nancy Rozenchan estarão juntas em um evento do IBI e do Centro de Estudos Judaicos da USP para falar do livro. Pra quem é do Rio de Janeiro, no dia 20 de outubro, Hila Blum vai conversar com Cora Rónai às 19h, na Janela Livraria, no Shopping da Gávea. Informações e inscrições no link: https://www.institutobrasilisrael.org/hila-blum-no-brasil
#395 Fauda e o 7 de outubro
2026/10/07
Se você acompanha o nosso podcast, sabe que de vez em quando a gente também gosta de conversar sobre filmes e séries que ajudam a pensar a história judaica, Israel e a sociedade israelense. E hoje a gente vai falar de Fauda, da Netflix, que acaba de lançar sua 5ª e aguardada temporada. A mais nova temporada de Fauda chega depois de uma mudança importante de contexto na sociedade israelense: o 7 de outubro de 2023 e tudo o que veio depois. Inclusive, no dia em que esse episódio vai ao ar, é 7 de outubro de novo. A terceira vez desde que tudo aconteceu. A nova temporada é especialmente marcada pelo trauma do 7 de outubro. Os episódios 7 e 8, inclusive, reconstituem aquele dia a partir da perspectiva dos personagens israelenses, e receberam um aviso de conteúdo sensível, por serem particularmente difíceis de assistir. Então, hoje nós três vamos falar sobre a temporada, os personagens, as escolhas narrativas e, principalmente, sobre que história Fauda está contando depois do 7 de outubro. Aviso: este episódio contém spoilers.
#394 Anne Frank: de Amsterdã a Parnaíba
2026/09/30
O nome de Anne Frank e o diário dela estiveram entre os assuntos mais comentados no mês de setembro - mas o motivo não foi dos melhores. Em um vídeo produzido durante a Bienal do livro em São Paulo, uma leitora afirmou não ter gostado do livro porque Anne era muito “viti…” - ela não chegou a terminar o termo vitimista, mas o estrago já estava feito. Longe de querer crucificar a pessoa que fez um comentário prá lá de infeliz e ignorante, hoje vamos conversar sobre o enorme legado de Anne Frank, uma menina que sonhava em ser escritora, mas não sabia que seu singelo diário de adolescente seria uma das grandes obras na temática do Holocausto - e jamais saberia, afinal, a jovem judia que vivia na Holanda foi assassinada pelo regime nazista em um campo de concentração. A memória de Anne Frank é tão relevante que criou raízes em diversas partes do mundo. A Anne Frank House, em Amsterdam, deu origem a Rede Jovem Anne Frank, uma iniciativa que pretende ser um espaço de formação, escuta e protagonismo juvenil que nasce do encontro entre memória, Educação em Direitos Humanos e ação no presente. A Rede convida jovens de diferentes territórios a refletirem sobre o passado para compreender o mundo de hoje e atuar de forma consciente na construção do futuro. Aqui no Brasil, a Rede Jovem Anne Frank é um projeto tocado pelo Instituto Plataforma Brasil e atua em três locais: em Belo Horizonte, Minas Gerais, Parnaíba, no Piauí e Cabreúva, em São Paulo. E está sendo retomada em Santos também.  Nesse episódio, a gente recebe a professora Fabiana Amado e a estudante Victoria Cavalcante Vieira, que estão envolvidas nessa rede pra bater um papo sobre o legado e a memória de Anne Frank.
#393 Sionismo, diáspora e progressismo
2026/09/23
ÁUDIO ATUALIZADO! A relação entre Israel e a diáspora sempre esteve no centro do movimento sionista. Mas, nos últimos anos, essa relação passou por transformações importantes, impulsionadas pelas mudanças na sociedade israelense, pelos desafios enfrentados pelas comunidades judaicas ao redor do mundo e pelos debates sobre o futuro do próprio sionismo.  O que significa ser sionista fora de Israel em 2026? Como as comunidades judaicas da diáspora se relacionam com os debates políticos israelenses? E qual é o papel dessas comunidades na construção do futuro do movimento sionista? E hoje vamos conversar sobre o papel da diáspora no movimento sionista, os desafios de representar comunidades judaicas espalhadas pelo mundo e a importância de espaços como o Congresso Sionista para essa discussão. Para isso, recebemos Mariana Temido Cohen, Diretora Executiva da União Mundial dos Sionistas Progressistas , a UPZ, e Coordenadora de Hagshamá, do movimento mundial Hashomer Hatzair. Com uma trajetória construída entre Brasil, América Latina e Israel, Mariana dedica seu trabalho justamente a fortalecer essa ponte entre Israel e as comunidades judaicas da diáspora.
#392 João mudou para Israel (em Iamim Noraim)
2026/09/16
Antes de tudo, Shaná tová! E gmar chatimá tová. Estamos em meio a um importante momento do calendário judaico: iamim noraim, os dias entre Rosh Hashaná, o ano novo, e Iom Kipur, o dia do perdão. Hoje, vamos falar sobre esse momento de introspecção, reflexão e mudanças. Hoje, a gente vai falar também com quem decidiu justamente neste período do calendário mudar tudo - mudar de vida, de país, de perspectiva. Nosso João Torquato acaba de se mudar pra Israel e vai contar pra gente como está sendo celebrar os chaguim por lá, além de trazer reflexões sobre esse período tão relevante do nosso calendário.
#391 Comédia judaica à brasileira
2026/09/09
Quando falamos em comédia judaica, muitas das nossas referências vêm de fora, sobretudo dos Estados Unidos. O país abriga uma das maiores comunidades judaicas da diáspora e, ao longo do século XX, essa presença deixou marcas profundas na cultura americana, do cinema e da televisão ao stand-up e à literatura. De Seinfeld a Long Story Short, passando por uma longa tradição de comediantes de stand-up, são inúmeras as produções em que experiências, referências e personagens judaicos aparecem como matéria-prima para o humor. Mas, quando pensamos em comédia judaica brasileira, a memória talvez não seja tão imediata. Será que ela existe, mas é menos reconhecida como tal? Ou será que, de fato, temos uma produção menor nesse campo? E, afinal, o que faz uma comédia ser considerada judaica? Para conversar sobre essas questões, recebemos hoje dois convidados que estão justamente pensando e fazendo comédia judaica no Brasil: Kika Hamaoui, roteirista de comédia e diretora, e Yuri Gofman, comediante, roteirista e diretor. Ambos são idealizadores do projeto Kosher, The Comedy.
#390 Judeu certo, judeu errado
2026/09/02
No dia 30 de agosto, em um jogo de futebol, um menino corintiano foi ao estádio assistir ao jogo entre Corinthians e Santos. Além de corintiano, ele era muito fã do Neymar. Ele e os pais levaram uma faixa pedindo a camisa do jogador e deu certo: o garoto saiu do estádio com a blusa do camisa 10 do Santos. Mas, além de sair com a camisa, ele e a família saíram escoltados pela polícia dada a hostilidade de outros corintianos contra a criança, que queria a camisa do rival.Talvez você esteja se questionando: se eu dei play num podcast sobre judaísmo e judeidade, por que eu estou ouvindo sobre futebol? Porque essa história horrorosa serve também como reflexão. É fácil condenar ataques de adultos contra uma criança, mas e quando esse extremismo e violência vem de nós mesmos? Pra refletir sobre esse assunto hoje, nós convidamos o Henry Gherson, diretor voluntário da Comunidade Shalom e alguém que se vê apartado do que convencionamos a chamar de “comunidade judaica” devido à uma violência interna que parece ter aumentado nos últimos anos.
#389 A era de ouro dos judeus nos EUA
2026/08/26
Os Estados Unidos são o país com maior número de judeus na diáspora - quer dizer, tirando Israel, é onde mais tem judeus no mundo. São cerca de 7 milhões de judeus no país. E por serem tantos, parte da cultura judaica foi incorporada à cultura norte-americana. Termos em iidish são gírias, piadas judaicas aparecem nas séries e filmes produzidos em Hollywood e dificilmente um judeu vai ouvir um comentário como “nossa, você é o primeiro judeu que eu conheço”. Mas há quem diga que a “era de ouro” dos judeus norte-americanos chegou ao fim. Nossa convidada hoje é Stephanie Kestelman, ela é phD em Economia na universidade de Harvard, mora nos Estados Unidos desde 2012 e já morou na Pensilvânia, em Nova York, Massachusetts e, agora, mora em Washington DC. Aqui no Brasil, ela cresceu inserida na comunidade judaica, foi de movimento juvenil, e sempre tentou estabelecer uma vida judaica por onde passou. E compartilha sua vivência de 14 anos nos Estados Unidos.
#388 O histórico diplomático Brasil-Israel
2026/08/19
Brasil e Israel vão às urnas com poucas semanas de diferença, e chegam a essas eleições sem embaixador um no país do outro. São Paulo, que abriga a maior comunidade judaica brasileira, também está sem cônsul israelense. A relação que começou em 1947, com o Brasil presidindo a Assembleia da ONU que aprovou a partilha da Palestina, hoje se resume a cargos vazios. Hoje a gente reconstrói esse caminho: de 1947 à viagem de Lula em 2010, até o impasse atual, e o que ele significa na prática pra quem depende desses serviços. Com a gente, direto de Israel, a jornalista Daniela Kresch, correspondente do IBI
#387 Teoria da conspiração e antissemitismo
2026/08/12
Um meme que circula pela internet diz: “Claro que eu sou uma pessoa que resolve problemas. Eu não posso culpar os judeus por todos os meus erros”. A piada toca em algo muito real: sempre que surge uma crise, um escândalo ou um acontecimento difícil de explicar, não demora para aparecer alguém apontando o dedo para os judeus ou para Israel. Crise em Ceuta? Culpa de Israel. George Soros e a tentativa de fazer do mundo comunista? Culpa dos judeus. Caso Epstein? Só podia ser judeu. SEMPRE que algo absurdo acontece no mundo, surge alguém pra dizer que foi tudo um plano orquestrado por judeus. Claro, esse fenômeno não é uma grande novidade: podemos lembrar pelo menos dos protocolos dos sábios de sião na Rússia Czarista. Mas de onde vem essas associações? Recebemos hoje Karl Schurster, pós-doutor em História pela Universidade Livre de Berlim. Pesquisador do CNPq e assessor do Instituto Brasil Israel.
#386 O que está acontecendo na Cisjordânia?
2026/08/05
Enquanto a guerra contra o Irã e no sul do Líbano continua ocupando boa parte das manchetes, outra região vive uma escalada de violência: a Cisjordânia. Nos últimos meses, aumentaram os ataques de colonos contra palestinos, cresceram os confrontos envolvendo forças de segurança israelenses e lideranças políticas passaram a alertar para o risco de agravamento da situação. Dados divulgados recentemente mostram que os crimes nacionalistas cometidos por judeus israelenses na Cisjordânia cresceram cerca de 50% apenas no primeiro semestre deste ano. Além disso, episódios recentes deixaram mortos palestinos e israelenses e reacenderam o debate sobre os assentamentos, a violência dos colonos e o futuro político da região. Hoje a gente vai conversar com Rafael Arkader, brasileiro que mora em Israel e militante do movimento Omdim Beiachad, que vai nos ajudar a entender o que está acontecendo na Cisjordânia, por que a violência tem aumentado nos últimos meses e quais são as implicações desse cenário para o futuro das relações entre israelenses e palestinos.
Extra: A Questão Judaica Contemporânea
2026/08/04
No episódio extra desta semana, Anita Efraim conversa com Breno Isaac Benedykt , curador da coleção A Questão Judaica Contemporânea, sobre o lançamento do livro "Depois do 7 de outubro: Ensaios sobre a condição judaica." A obra reúne reflexões sobre identidade judaica, antissemitismo, sionismo, Gaza e os desafios da experiência judaica contemporânea. Durante a conversa, Breno apresenta a proposta da coleção, fruto de uma parceria entre o Instituto Brasil-Israel e a Editora Perspectiva, e fala sobre o evento de lançamento do livro Depois do 7 de outubro: Ensaios sobre a condição judaica. O encontro acontece neste sábado, 8 de agosto, às 16h, no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), com a participação de Ilana Feldman, Daniel Douek, Betty Fuks e Daniel Feldmann, e mediação de Lia Vainer Schucman.
#385 Quem é quem nas eleições em Israel
2026/07/29
As eleições em Israel tem data para acontecer: 27 de outubro. Os israelenses vão às urnas basicamente pra decidir se Benjamin Netanyahu será mantido no poder ou se haverá um novo líder no país. Essa é nossa primeira edição gravada ao vivo e com plateia do nosso podcast e escolhemos esse tema, que é tão relevante pra judeus de todo o mundo. Quem são os candidatos ao cargo mais alto da política israelense? Quais as ideias deles? E quais as chances reais de um novo líder emergir em Israel?Pra conversar com a gente hoje nesse episódio especial, cuja gravação está indo ao ar normalmente pra quem não pode estar conosco, recebemos João Miragaya! Ele que está no Brasil e conseguiu um tempo pra estar conosco. João é mestre em história geral pela Universidade de Tel Aviv, assessor aqui do IBI e apresentador do podcast “Do Lado Esquerdo do Muro”
#384 Sexta-feira 13 judaica
2026/07/22
Todos os anos, no calendário judaico, há um dia dedicado ao luto, à memória e à reflexão. Tishá BeAv relembra a destruição do Primeiro e do Segundo Templo de Jerusalém, mas também convida a pensar sobre as causas profundas dessas tragédias. Segundo a tradição judaica, não foram apenas os inimigos externos que levaram à destruição: o ódio entre as próprias pessoas também teve um papel decisivo.Em um momento em que a polarização e a desumanização parecem cada vez mais presentes no debate público, essa antiga reflexão continua surpreendentemente atual. Para conversar sobre o significado de Tishá BeAv e sobre o que essa data pode nos ensinar hoje, convidamos David Diesendruck, diretor e cofundador do IBI.

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