
Advertise on podcast: Pautas Femininas
This podcast has
102 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
Rádio SenadoExplicit
No
Date created
2019/04/24
Latest episode
2026/10/08
Average duration
16 min.
Release period
8 days
Description
Os temas mais importantes que afetam a vida das mulheres entram em debate no Pautas Femininas, uma parceria da Rádio Senado com a Procuradoria da Mulher da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Produção e a presentação: Ana Beatriz Santos e Ritta Zumba Toda quinta-feira, às 21h. Disponível na internet às quintas-feiras
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Ser menina hoje: infância, redes sociais e autoestima
2026/10/08
O Pautas Femininas desta semana debate a infância, o impacto das redes sociais e os desafios da autoestima entre as meninas. A discussão analisa como a troca das brincadeiras pelas telas tem afetado o convívio, a saúde emocional e a autoimagem das garotas.
A neuropsicopedagoga e diretora escolar Gabriela Mazaro explica como os conflitos da internet chegam à sala de aula, atrapalham os estudos e destaca a importância de restringir o celular no ambiente escolar para resgatar as brincadeiras e o diálogo.
A psicóloga clínica especialista em terapia cognitivo comportamental, Nathália Jaborandy, aborda os efeitos na saúde mental infantil, a armadilha de medir a própria aprovação por curtidas e os sinais comportamentais de alerta que indicam a necessidade de apoio psicológico.
Outro destaque são os depoimentos infantis que mostram dois lados dessa realidade: Maria Clara de nove anos, conta sua rotina sem redes sociais, aproveitando o tempo livre com dança, teatro e brincadeiras ao ar livre; já Maria Luiza de onze anos, relata a relação do celular.
Outubro Rosa: câncer de mama impacta saúde e autoestima das mulheres
2026/10/01
O Pautas Femininas desta edição aborda o câncer de mama, os cuidados para prevenção e a importância do diagnóstico precoce. Em referência ao Outubro Rosa, o programa reúne informações sobre fatores de risco, sinais de alerta, autoexame e a importância da mamografia. A entrevistada é a médica oncologista Luci Ishii, fundadora e presidente de honra da Associação Brasiliense de Apoio ao Paciente com Câncer. Ela explica quais alterações nas mamas devem chamar a atenção das mulheres, quando procurar um profissional de saúde e como a identificação da doença em estágio inicial pode ampliar as possibilidades de tratamento. O programa também destaca que a atenção à saúde da mulher não deve se limitar ao mês de outubro. Alimentação saudável, atividade física, controle do peso e acompanhamento médico estão entre os cuidados abordados na entrevista.
Outro destaque é o depoimento da esteticista Joana D’arc, que conta sua experiência com o câncer de mama, desde a descoberta do tumor até a cirurgia e a reconstrução. Ela fala sobre os impactos da mastectomia na autoestima e sobre o preconceito enfrentado por mulheres durante e depois do tratamento.
Depois das grades: mulheres enfrentam o desafio de reconstruir a própria história
2026/09/24
O Pautas Femininas desta edição aborda os desafios enfrentados por mulheres que deixam o sistema prisional e precisam reconstruir a vida em sociedade. Além de recuperar a liberdade, elas precisam retomar vínculos familiares, buscar trabalho e estudo e enfrentar o preconceito e o estigma do cárcere. Para falar sobre esse recomeço, o Pautas conversou com a juíza Léa Martins Sales Ciarlini, da Vara de Execuções das Penas em Regime Aberto, e com Deuselita Pereira Martins, diretora da Funap e ex-diretora da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, onde atuou por quase dez anos. O programa fala também com algumas ex-detentas que destacam os desafios da ressocialização e a importância de conseguir apoio para retomarem suas vidas e deixarem suas escolhas do passado para trás.
Mulheres indígenas: entre a preservação dos saberes e a luta por direitos - 1ª parte
2026/09/17
O Pautas Femininas desta edição destaca o mês da mulher indígena e o protagonismo dessas mulheres na preservação de culturas, saberes e territórios. A edição também aborda as diferentes formas de violência e as violações de direitos que atingem as comunidades indígenas. A indígena, bióloga e comunicadora Samela Sateré Mawé fala sobre violência, preconceito, invasão de terras e a relação entre o corpo da mulher e o território. Ela também destaca a importância da participação das mulheres indígenas nas decisões que envolvem seus povos e comunidades. O programa conversa ainda com Stella Maria Vaz, coordenadora do Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça do Senado Federal. Ela aborda o papel das instituições na valorização das mulheres indígenas, na preservação de suas culturas e na ampliação da representatividade e da participação feminina nos espaços de decisão e nas políticas públicas. A edição mostra que discutir a realidade das mulheres indígenas é também refletir sobre identidade, resistência, direitos, preservação cultural e defesa dos territórios.
Setembro Amarelo: acolhimento para quem sofre e para quem fica
2026/09/10
Neste Setembro Amarelo, o Pautas Femininas abre espaço para uma conversa sobre saúde mental, prevenção do suicídio e, principalmente, sobre a importância de não enfrentar o sofrimento em silêncio. Entre os temas, está a sobrecarga que faz parte da rotina de muitas mulheres — a pressão para trabalhar, cuidar da família, dar conta de tudo e ainda parecer forte o tempo inteiro. Para falar sobre os sinais de esgotamento e sobre como a escuta e o acolhimento podem fazer diferença, o programa conversa com Adriana Rizzo, representante do Centro de Valorização da Vida, o CVV, que reforça a importância de perceber quando o cansaço ultrapassa os limites e de buscar ajuda. E a conversa também olha para os que ficam depois de uma perda por suicídio. O luto, nesses casos, pode vir acompanhado de culpa, silêncio, medo do julgamento e da sensação de que seria possível ter feito alguma coisa para evitar a tragédia. Para falar sobre esse processo tão doloroso e sobre a importância do acompanhamento profissional, recebemos o psicólogo e especialista em luto Rodrigo Damasceno. Um programa sobre acolhimento, escuta e cuidado — porque falar sobre sofrimento também é uma forma de cuidar, e ninguém precisa atravessar momentos difíceis sozinho.
Pesquisa nacional sobre violência contra a mulher: quando a agressão não é reconhecida como violência
2026/09/04
A violência contra a mulher pode se esconder em atitudes corriqueiras, como no controle do celular, no domínio financeiro ou em sucessivas humilhações, o que muitas vezes impede que a própria vítima a reconheça. Para entender a distância entre a violência vivida na prática e a violência declarada, o Pautas Femininas desta semana, conversa com Maria Tereza Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência, e com Raquel Andrade, coordenadora da Procuradoria da Mulher do Senado. Elas analisam a mais recente pesquisa do DataSenado e explicam como a naturalização das agressões afeta diretamente a busca por ajuda e a criação de políticas públicas.
O levantamento, que ouviu mais de 21 mil brasileiras em todos os Estados, revela um cenário preocupante: embora uma em cada três entrevistadas tenha relatado situações concretas de abuso nos últimos doze meses, apenas 4% se declararam espontaneamente como vítimas. O programa também detalha as diferenças regionais desse problema pelo país e os mecanismos de proteção e acolhimento em vigor, reforçando que nomear as diferentes formas de violência, seja ela física, psicológica, moral, patrimonial ou sexual, é o primeiro passo para que toda a sociedade atue na proteção dessas mulheres.
Inteligência artificial: oportunidades e desafios para as mulheres
2026/08/28
A inteligência artificial já faz parte da rotina das mulheres e traz oportunidades, mas também novos desafios. No trabalho, a tecnologia pode facilitar tarefas e abrir caminhos profissionais, mas exige adaptação e aprendizado constante. Para falar sobre essas mudanças, o Pautas Femininas conversa com a consultora jurídica em Direito Digital, doutora Samantha Schutz, que explica como a IA está transformando o mercado de trabalho e como as mulheres podem usar essa tecnologia a seu favor, sem perder autonomia e capacidade de decisão. E os impactos da inteligência artificial também chegam à proteção contra a violência. Já está em vigor a Lei 15.123, de 2025, que aumenta em 50% a pena para casos de violência psicológica contra a mulher quando há uso de inteligência artificial ou de outras tecnologias para alterar imagens ou a voz da vítima. A medida busca combater práticas como os chamados deepfakes, que podem ser usados para criar conteúdos falsos, inclusive de nudez ou pornografia, com consequências graves para a vida, a reputação e a saúde emocional das mulheres. A inteligência artificial já faz parte da rotina das mulheres e traz oportunidades, mas também novos desafios. No trabalho, a tecnologia pode facilitar tarefas e abrir caminhos profissionais, mas exige adaptação e aprendizado constante. Para falar sobre essas mudanças, o Pautas Femininas conversa com a consultora jurídica em Direito Digital, doutora Samantha Schutz, que explica como a IA está transformando o mercado de trabalho e como as mulheres podem usar essa tecnologia a seu favor, sem perder autonomia e capacidade de decisão. E os impactos da inteligência artificial também chegam à proteção contra a violência. Já está em vigor a Lei 15.123, de 2025, que aumenta em 50% a pena para casos de violência psicológica contra a mulher quando há uso de inteligência artificial ou de outras tecnologias para alterar imagens ou a voz da vítima. A medida busca combater práticas como os chamados deepfakes, que podem ser usados para criar conteúdos falsos, inclusive de nudez ou pornografia, com consequências graves para a vida, a reputação e a saúde emocional das mulheres.
Jovem Senador 2026: 23 meninas fazem história no Senado
2026/08/20
O Programa Jovem Senador e Jovem Senadora Brasileiros, que aproxima estudantes do ensino médio do Senado Federal e proporciona uma experiência prática de participação política, alcançou um marco histórico em 2026: dos 27 estudantes selecionados em todo o país, 23 são meninas. O resultado levou à formação da primeira Mesa Diretora 100% feminina do projeto e chama a atenção para a importância da educação na formação de mulheres para ocupar espaços de decisão. No Senado Federal, atualmente, as mulheres representam 18% dos parlamentares.
Nesta edição do Pautas Femininas, as integrantes da Mesa Diretora — a presidente Iolanda Paiva, a vice-presidente Maria Grasielle e as secretárias Lívia Disperati e Maria Clara Oliveira — contam como foi a experiência e refletem sobre os desafios para ampliar a participação feminina na política. Entre os temas abordados estão a coragem necessária para ocupar espaços de poder historicamente masculinos e a importância de colocar em pauta questões como o combate ao feminicídio e a proteção das mulheres.
O programa também apresenta uma entrevista com Juliana Borges, diretora de Relações Públicas do Senado Federal. Ela comenta o desempenho das estudantes na redação deste ano, que teve como tema a democracia nas redes sociais, e analisa como a vivência parlamentar pode ampliar horizontes, estimular a participação política e contribuir para a formação de novas lideranças femininas no país.
Lei Maria da Penha: 20 anos de avanços e desafios
2026/08/13
A Lei Maria da Penha completa 20 anos como um dos principais instrumentos de enfrentamento à violência contra as mulheres. Mas os desafios continuam: em 2025, o Brasil registrou 1.568 feminicídios, o maior número desde 2015. No Pautas Femininas, a reportagem de Raíssa Abreu mostra que a violência nem sempre é física e pode começar de forma silenciosa, com humilhações, ameaças e controle, além de destacar a importância da educação para transformar a cultura machista. O programa também traz uma conversa com a Coordenadora da Procuradoria da Mulher do Senado, Raquel Andrade, que reforça o papel da educação na prevenção da violência e chama atenção para novas formas de agressão no ambiente digital, como perseguição, misoginia e o uso de inteligência artificial para produzir imagens falsas de mulheres. Vinte anos depois, o desafio é fortalecer leis e políticas públicas, mas também investir em informação, prevenção e educação para construir relações baseadas em respeito e igualdade.
Golpes afetivos e fraudes digitais têm mulheres como alvo
2026/08/06
Os golpes digitais estão cada vez mais sofisticados e atingem milhares de brasileiras por meio de falsas promessas de emprego, perfis fraudulentos, invasões de contas e, principalmente, do chamado golpe afetivo, em que criminosos constroem uma falsa relação de proximidade para obter dinheiro, dados pessoais ou até imagens íntimas das vítimas. O tema também chegou ao Senado Federal. A Comissão de Constituição e Justiça vai analisar um projeto que aumenta a pena para o estelionato amoroso e prevê punições mais rigorosas quando a prática ocorre em contexto de violência doméstica, reconhecendo os impactos financeiros, emocionais e psicológicos provocados por esse tipo de crime. No Pautas Femininas desta edição, a advogada especialista em Direito Digital, Ana Rios, explica como as redes sociais e ferramentas de inteligência artificial vêm sendo usadas por criminosos, quais são os golpes mais comuns contra as mulheres e quais cuidados podem ajudar na prevenção, na identificação de fraudes e na busca por apoio.
Desafios da jornada 6x1 para as mulheres - 1ª parte - O impacto da escala 6x1 na vida das mulheres
2026/07/16
A proposta de redução da jornada 6x1 voltou ao centro das discussões no Congresso Nacional. Mas, para milhões de mulheres, esse debate vai muito além das relações de trabalho. Ele também envolve a divisão das responsabilidades de cuidado, o trabalho doméstico e o direito ao descanso.
No Pautas Femininas desta semana, representantes do governo, do setor produtivo, de trabalhadores e parlamentares apresentam os principais argumentos favoráveis e contrários à mudança. A edição também mostra como os impactos podem ser diferentes para homens e mulheres.
Na entrevista desta semana, a secretária nacional de Articulação Institucional, Ações Temáticas e Participação Política do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, explica por que a discussão sobre a jornada de trabalho também passa pela valorização do trabalho de cuidado, pelo fortalecimento das políticas de cuidado e por uma distribuição mais equilibrada dessas responsabilidades.
Violência doméstica desafia aplicação da Convenção de Haia
2026/07/09
Criada para combater o sequestro internacional de crianças, a Convenção de Haia passou a enfrentar um desafio que ganhou visibilidade nas últimas décadas: os casos de mulheres que deixam outro país com os filhos para escapar da violência doméstica. Muitas acabam respondendo a processos por subtração internacional de crianças, mesmo alegando ter retornado ao Brasil em busca de proteção. Nesta edição do Pautas Femininas, a advogada especialista em Direito Internacional Janaína Albuquerque explica como funciona a Convenção de Haia, quais são os principais desafios na aplicação do tratado e por que esses casos têm mobilizado especialistas, magistrados e parlamentares. O programa também destaca o projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, que impede o retorno de crianças e adolescentes ao país de residência habitual quando houver indícios de violência doméstica. A proposta, relatada pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), segue agora para votação no Plenário do Senado.
Violência contra mulheres trans e travestis ainda é pouco notificada
2026/07/03
A violência contra mulheres trans e travestis é uma das realidades mais invisibilizadas pelas estatísticas oficiais, embora seja cotidiana e ocorra em diferentes espaços sociais. O tema é destaque da edição desta semana do programa Pautas Femininas, menos retratadas pelos levantamentos oficiais, embora esteja presente em diferentes contextos do cotidiano. O tema é destaque da edição desta semana do Pautas Femininas, que apresenta os dados inéditos da 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo Instituto DataSenado em parceria com a Nexus.
O levantamento confirma que essa população está exposta a diferentes formas de violência e discriminação e traz um dado que chama a atenção: muitas entrevistadas inicialmente afirmaram não ter sofrido violência, mas, ao responderem sobre situações concretas do dia a dia, reconheceram experiências de hostilidade, agressões verbais e exclusão.
Muitas vezes, situações contínuas de hostilidade, como xingamentos, discriminação e mau atendimento, acabam sendo normalizadas pelas próprias vítimas, o que dificulta o reconhecimento da violência, a denúncia e a busca por ajuda institucional.
No programa, o psicólogo e chefe do Serviço de Pesquisa e Análise do DataSenado, Rolf Regehr, explica os principais resultados do levantamento, comenta os desafios de medir a violência contra uma população historicamente invisibilizada e analisa como esses dados podem contribuir para o aprimoramento das políticas públicas.
A edição também conversa com a colaboradora do Senado Scarlety Pereira, que compartilha sua trajetória e relembra a conquista do primeiro emprego com carteira assinada. Ela fala sobre os desafios enfrentados por pessoas trans na busca por trabalho e sobre a importância de iniciativas de inclusão profissional para ampliar oportunidades.
Violência patrimonial: forma silenciosa de abuso compromete autonomia financeira das mulheres
2026/06/25
A violência patrimonial é uma das formas menos reconhecidas de violência doméstica, embora esteja prevista na Lei Maria da Penha e afete milhares de mulheres em todo o país. O tema é destaque da edição desta semana do programa Pautas Femininas, que debate como o controle financeiro pode ser utilizado como instrumento de dominação e manutenção de relações abusivas. Esse tipo de violência ocorre quando o agressor controla o dinheiro da vítima, impede que ela trabalhe, retém cartões, documentos e bens pessoais, faz dívidas em seu nome ou destrói objetos e instrumentos de trabalho. Muitas vezes, essas situações são confundidas com conflitos do relacionamento ou dificuldades financeiras, o que dificulta sua identificação e denúncia. No programa, a advogada Ana Flávia Mendes Lopes explica que a destruição de bens é uma das manifestações mais frequentes da violência patrimonial. Segundo ela, quebrar celulares, computadores, veículos ou outros instrumentos utilizados pela mulher para gerar renda compromete sua independência financeira e reforça a dependência em relação ao agressor. A edição também traz entrevista com a jurista Alice Bianchini, doutora em Direito Penal e integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Ela destaca que a Lei Maria da Penha é considerada uma das legislações mais avançadas do mundo, mas ainda enfrenta desafios para garantir que os direitos previstos sejam efetivamente acessados pelas vítimas. O programa aborda ainda a tramitação de um projeto de lei aprovado pelo Senado que fortalece o combate à violência patrimonial, permitindo que crimes de dano ao patrimônio cometidos em contexto de violência doméstica sejam processados sem a necessidade de representação da vítima.
Iniciativa do Senado que apoia mulheres vítimas de violência completa 10 anos
2026/06/18
Uma iniciativa criada pelo Senado para ampliar oportunidades de trabalho a mulheres em situação de vulnerabilidade econômica decorrente da violência doméstica completa dez anos. O programa "A iniciativa", que destina 2% das vagas em contratos terceirizados da Casa para essas mulheres, serviu de parâmetro para alterações na Lei de Licitações ( Lei 14.133/2021 ) e para a adoção de medidas similares em outras esferas do serviço público. Nesta edição do Pautas Femininas, a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, relembra a visita a um abrigo que inspirou a criação do programa e explica por que a autonomia econômica é fundamental para romper ciclos de violência. O programa também conta com a participação da coordenadora do Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça do Senado, Stella Vaz. Ela fala sobre os resultados alcançados ao longo dessa década, os desafios para ampliar oportunidades de trabalho para mulheres em situação de vulnerabilidade e a importância da medida na construção de novos projetos de vida.
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