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Meu Nome Não É Não

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Country
United States
This podcast has
113 episodes
Explicit
No
Date created
2019/06/04
Latest episode
2025/12/28
Average duration
55 min.
Release period
97 days

Description

Podcast sobre comportamento animal

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110 – Entrevista com Sarah Heath e anúncio imperdíveis do Simpósio de Dor e Comportamento
2025/12/28
No episódio 110, o podcast traz um conteúdo especial que combina recados importantes, entrevista internacional e reflexões atuais sobre a relação entre dor e comportamento animal. Na abertura, Guto Leão compartilha um comunicado importante sobre o encerramento do podcast Meu Nome Não É Não. Em seguida, Mirielen Campos e Naiara conduzem a apresentação do episódio e a entrevista principal com Sarah Heath, uma das maiores referências mundiais em Medicina Comportamental Veterinária. A conversa é realizada em inglês, com tradução e dublagem por Carina Chear. Agradecimento especial para Sophia Forbes, que nos ajudou a a traduzir as perguntas para a Sarah durante a entrevista. Sobre a entrevista Sarah Heath aborda a evolução do tema dor e comportamento nas últimas décadas, destacando o avanço dos estudos sobre dor aguda e crônica, o fortalecimento da medicina comportamental como disciplina veterinária e a importância da comunicação interdisciplinar. Um dos pontos centrais da conversa é o Modelo Heath, que propõe uma abordagem integrada da saúde animal baseada na tríade física, emocional e cognitiva. Segundo Sarah, essa visão amplia a compreensão do comportamento como um sinal clínico, e não apenas como um problema isolado, beneficiando tanto os animais quanto seus cuidadores. Em sua segunda visita ao Brasil, Sarah comenta as semelhanças entre os desafios enfrentados por profissionais brasileiros e britânicos, destacando positivamente o crescimento e o reconhecimento da medicina comportamental no país. Ela ressalta a importância de questionar por que um comportamento muda, tratando-o como sintoma e buscando sempre a causa subjacente. Um episódio essencial para quem se interessa por bem-estar animal, comportamento e medicina veterinária baseada em uma visão integral da saúde. Apresentação: Guto Leão, Naiara Lima e Mirielen Campos Tradução e Dublagem: Carina Chear: Entrevistadas: Sarah Heath e Luiza Servenca Edição: Guto Leão Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post 110 – Entrevista com Sarah Heath e anúncio imperdíveis do Simpósio de Dor e Comportamento apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#109 – Mulheres Super Positivas: Futuro da Profissão (adestrador)
2025/08/19
Você já imaginou como será seu trabalho daqui 2, 5, 10 ou até 20 anos? Quais as ferramentas vamos usar e como vamos nos relacionar com os clientes? E se o futuro já estiver agora batendo às portas e pedindo atualização? Para quem é educador canino, nossa conversa de hoje do Mulher Super Positivas é sobre o Futuro da Profissão (adestrador), com as incríveis Veri Martins e Jéssica Andrade!A Veri Martins está há 16 anos atuando como educadora canina e atualmente sócia da Amigo Fiel Adestramento e a escola Filhote Educado. Já Jéssica Andrade completou sua primeira década no mercado, sendo uma das fundadoras e coordenadoras do Indicação Positiva. Neste episódio, elas trazem suas experiências e perspectivas sobre tecnologia, regularização da profissão e formas de atendimento considerando as tendências. Apresentação: Naiara Lima Convidadas: Veri Martins e Jéssica Andrade Edição: Naiara Lima Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post #109 – Mulheres Super Positivas: Futuro da Profissão (adestrador) apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#108 – Drops: Relação entre Agressividade e Dor
2025/08/05
A tolerância que qualquer pessoa pode se tornar baixíssima quando está com dor. O mesmo vale para os cães. É por isso, que pesquisadoras levantaram dados para traçar uma relação entre agressividade e dor em cães. O artigo The Relationship Between Aggression and Physical Disease in Dogs, de Marta Amat, Susana Le Brech e Xavier Manteca (publicado na Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice – 2024) é o tema deste Drops do Podcast Meu Nome Não É Não. Entre os temas levantados no artigo estão doenças dermatológicas, endócrinas, neurológicas e até mesmo a relação do comportamento agressivo com a microbiota – dados que estão sendo coletados. Roteiro e apresentação: Mirielen Campos Edição: Naiara Lima Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post #108 – Drops: Relação entre Agressividade e Dor apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#107 – Drops: Sono Canino
2025/07/22
Sono leve, profundo, REM, Não-REM, apesar de muitas semelhanças, os cães tem um sono diferente do das pessoas. Para entender mais sobre os mecanismos dos sono canino, o podcast do Meu Nome Não traz a resenha de 3 artigos científicos sobre o assunto. Em discussão estão: a estrutura do sono, a diferença do sono entre cães filhotes e adultos, além da influência de experiências positivas e negativas antes de dormir. Os artigos presentes neste Drops são: Sleep in the dog: comparative, behavioral and translational relevance – 2020 (Science), dos autores: Róbert Bódizs, Anna Kis, Márta Gácsi, József Topál; Sleep Duration and Behaviours: A Descriptive Analysis of a Cohort of Dogs up to 12 Months of Age – 2020 (Animals), dos autores: Rachel Kinsman, Sara Owczarczak-Garstecka, Rachel Casey, Toby Knowles, Séverine Tasker, Joshua Woodward, Rosa Da Costa e Jane Murray; e Sleep macrostructure is modulated by positive and negative social experience in adult pet dogs – 2017 (Pubmed e Royal Society), dos autores: Anna Kis, Anna Gergely, Ágoston Galambos, Judit Abdai, Ferenc Gombos, Róbert Bódizs and József Topál. Roteiro e apresentação: Naiara Lima Edição: Naiara Lima Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post #107 – Drops: Sono Canino apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#106 – Drops: É Tretaaa! Entenda: Lima, Life e Free
2025/06/17
Você já parou para pensar sobre a filosofia por trás do seu trabalho? O que te guia na sua abordagem? Neste episódio a gente conversa especificamente sobre o que são os acrônimos LIMA, LIFE E FREE e porquê achamos importante você conhecê-los. Além da treta por trás deles. Algumas profissões são muito técnicas e ninguém para muito para pensar sobre este assunto. É tipo: Dá certo? Consigo fazer? Então, vou fazer desse jeito! Ou seja, você pode desempenhar esse trabalho, seja um serviço ou produto, apenas porque tem pessoas que pagam por ele. Mas como ser humano que precisa dar sentido a tudo, você pode querer e necessitar de uma explicação melhor, que dê um sentido mais profundo e realmente importante para o que você faz.  No caso do adestramento, pensar sobre o que a gente faz é bem importante. Afinal, lidamos com vidas. Seja a do cachorro, seja a das pessoas da família. Por isso, muitos profissionais criaram e adotaram abordagens que têm uma filosofia por trás. Para eles, não basta dizer: “sou adestrador positivo, uso reforço positivo”, pois isso é muito genérico e não dá conta dos desafios do dia a dia. Não por acaso, adestradores e cientistas pensaram sobre o seu fazer profissional e criaram  diretrizes para uma abordagem condizente com o que acreditam e praticam. É o caso do Lima, Life, Free e de outras siglas que podem existir por aí e a gente nem conhece o nome! É até difícil de nomear o que elas são: pode ser chamado de protocolo, guia, política de trabalho, filosofia, modelo de práticas éticas, abordagem de trabalho. Lima O Lima (Least Intrusive, Minimally Aversive) foi descrito pela primeira vez no terceiro volume da série “Handbook Applied Dog Behavior and Training – Vol 3: Procedures and Protocols”, do Steven Lindsay. O Lima de acordo com o CCPDT (Certification Council for Professional Dog Trainers). O Lima de acordo com a APDT (Association for Professional Dog Training International). Life O Life foi criado por um cientista, Eduardo J. Fernandez, da Austrália. Ele publicou em 2024 o artigo: The least inhibitive, functionally effective (LIFE) model: A new framework for ethical animal training practices. No documento ele faz um histórico sobre a relação entre bem-estar e treinamento dentro da ciência e da prática, bem como explica sobre o surgimento do Lima e algumas confusões terminológicas que o Lima acaba gerando por usar os termos Menos e Minimamente. Por fim, propõe o seu modelo de adestramento animal livre de força, e que considera outros aspectos não presentes a abordagem anterior:– Terminologia representativa dos métodos atuais e da ciência que os embasa;– Reconhecimento explícito tanto das práticas desejadas quanto das indesejáveis no treinamento;– Critérios claros para como definimos o sucesso no adestramento. Free O modelo Free (Functional, Reinforcing, Enriching, Effective) foi lançado pela IAABC (International Association of Animal Behavior Consultants). Contudo, foi acusado de plágio pelo criador do Life, Eduardo J. Fernandez. Sua denuncia ganhou visibilidade com o apoio do adestrador estadunidense Zak George. Deste modo, a entidade achou por bem revisar o material. Apresentação: Mirielen Campos e Naiara Lima Edição: Naiara Lima Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post #106 – Drops: É Tretaaa! Entenda: Lima, Life e Free apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#105 – Especial: III Simpósio de Dor e Comportamento (2025)
2025/05/27
Talvez você conheça a série de livros ou filmes do Dr. Dolittle, um veterinário que tem o dom de falar com os animais e acaba reunindo uma fila deles na porta de sua casa para resolver os mais diversos problemas. Tudo seria realmente mais fácil se os cães, gatos e outros pets falassem a nossa língua. Contudo, não é porque eles não conversam em português ou qualquer outro idioma humano que é impossível perceber o que têm a nos dizer. O comportamento dos animais está cheio de pistas, e muitas vezes é por meio dele que conseguimos identificar que algo não vai bem — inclusive quando o problema é físico. Para entender melhor essa conexão entre dor e comportamento, o podcast Meu Nome Não É Não preparou um episódio especial sobre o III Simpósio de Dor e Comportamento, evento que reúne especialistas para discutir o tema sob diferentes perspectivas. Conversamos com as organizadoras do simpósio, Luiza Cervenka e Ana Luiza Lopes, que compartilharam todas as informações sobre esta edição: Simpósio Online (28 de junho, das 8h às 20h), Simpósio Presencial (dias 18 e 19 de outubro, em São Paulo), Mini Curso Vet (presencial – 17 de outubro em São Paulo) e Mini Curso Aberto (presencial – 17 de outubro em São Paulo). Para se inscrever no evento online e presencial desta edição do Simpósio de Dor e Comportamento, clique aqui. Além disso, contamos com a participação dos nossos ouvintes, que enviaram relatos emocionantes e reveladores sobre como o comportamento dos seus cães ajudou a identificar questões de saúde. Agradecemos a contribuição de Maria Cláudia (Tia Mary), Sara Huang, Jéssica Andrade e Lívia Lettiere, que tornaram o episódio ainda mais especial. Assim como o Meu Nome Não É Não, o III Simpósio de Dor e Comportamento também quer saber se você tem um relato para enviar. As melhores histórias concorrem a prêmios (categorias: Veterinário e Não Veterinário). Saiba mais aqui! Esse episódio é um convite ao estudo, à escuta e à empatia. Afinal, compreender a linguagem dos animais — mesmo que silenciosa — é essencial para oferecer uma vida melhor a eles. Ouça agora e mergulhe com a gente nesse tema tão importante! Apresentação: Mirielen Campos e Naiara Lima Convidadas: Ana Luiza Lopes e Luiza Cervenka Participação especial: Maria Cláudia (Tia Mary), Sara Huang, Jéssica Andrade e Lívia Lettiere. Edição: Naiara Lima Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post #105 – Especial: III Simpósio de Dor e Comportamento (2025) apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#104 – Mulheres Super Positivas: Atendimento ao Cliente
2025/05/05
Em mais uma edição do Mulheres Super Positivas, o podcast Meu Nome Não É Não conversa com as adestradoras Fátima Neves, Bruna Raizer e Manuela Froner sobre um tema desafiador para qualquer profissional: o atendimento ao cliente. Quando decidem trabalhar com cães, muitas pessoas imaginam que vão interagir apenas com os animais. Doce ilusão! Na realidade, o primeiro passo é aprender a lidar com pessoas — afinal, todos que fazem parte do cotidiano do cachorro influenciam diretamente no seu comportamento.Estamos falando de: tutor, familiares, profissionais de creche, banho e tosa, os frequentadores da pracinha ou do pet shop… até o jardineiro pode ser peça-chave no processo!Por isso, nada melhor que conversar com quem tem experiência no assunto para iluminar a nossa jornada. Nessa conversa, abordamos sobre o primeiro contato com o cliente, formas de trabalho, dificuldades, aprendizados e muito mais. Apresentação: Mirielen Campos e Naiara Lima Convidadas: Fátima Neves, Bruna Raizer e Manuela Froner Edição: Naiara Lima Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post #104 – Mulheres Super Positivas: Atendimento ao Cliente apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#103 – Drops: Deixe-me Cheirar! Pesquisa de Horowitz e Duranton
2025/04/15
Em vida livre os cães gastam até 20% do seu tempo ativo farejando, por isso, Charlotte Duranton e Alexandra Horowitz decidiram pesquisar a importância do olfato na qualidade de vida dos cachorros que dividem o mesmo teto que o nosso. Neste episódio, o podcast Meu Nome Não É Não traz a publicação: Let me sniff! Nosework induces positive judgment bias in pet dogs, publicado na Applied Animal Behaviour Science em 2018 (link: https://doi.org/10.1016/j.applanim.2018.12.009). Em tradução livre, o nome da publicação é: Deixe-me farejar! O nosework induz um julgamento positivo em cães de estimação.  O objetivo do estudo da Charlotte e da Alexandra foi investigar o efeito de uma atividade diária baseada no olfato (o nosework ou treino de faro) no desempenho de cães de estimação no teste de viés cognitivo. A hipótese das autoras foi que a de que o Grupo Experimental (que praticou o nosework) mostraria níveis mais altos de otimismo em um teste de viés cognitivo em relação ao Grupo de Controle (cães que treinaram o heelwork). O resultado confirma o efeito do treino de faro para uma visão mais positiva do cachorro. Para saber mais, confira o episódio. Apresentação e Locução: Naiara Lima. Edição:  Naiara Lima. Vinheta: Henrique Inglez de Souza. Coordenação e produção do Meu Nome Não É Não: Mirielen Campos e Naiara Lima. O post #103 – Drops: Deixe-me Cheirar! Pesquisa de Horowitz e Duranton apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#102 – Entrevista: Bruno Leite sobre Punições
2025/03/31
O Podcast do Meu Nome Não É Não está em uma nova fase, por isso, aguardem muita coisas novas que devem vir por aí! Não poderíamos começar melhor esta retomada que com uma entrevista super especial com o nosso amigo Bruno Leite (Instagram: @terapeutadecaes / site: www.terapeutadecaes.com.br). Nesta conversa, buscamos entender melhor um tema que está sempre em discussão: Punições. Será que você entende o que é punição e o que ela pode gerar no comportamento do seu cachorro e na relação entre vocês? Confira o episódio para saber mais! Bruno Leite – adestrador há mais de 20 anos, psicólogo, analista do comportamento, terapeuta contextual, sócio da Amigo Fiel Comportamento Pet e um dos nomes mais conhecidos do país quando o assunto é Adestramento Positivo. Apresentação: Mirielen Campos e Naiara Lima Convidado: Bruno Leite Edição: Naiara Lima Vinheta: Henrique Inglês de Souza O post #102 – Entrevista: Bruno Leite sobre Punições apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#101 – Drops: Esquerda ou Direta? Preferência de pata em cães, pesquisa de Charlton e Frasnelli
2025/03/17
O podcast Meu Nome Não É Não retorna em 2005 com um novo drops. O artigo Does owner handedness influence paw preference in dogs?, de Kimberley Charlton e Elisa Frasnelli trata da relação entre lateralidade  de pessoas e seus cães. Ou seja, a influência do tutor na preferência do cachorro pela pata esquerda ou direita. A publicação saiu na revista Animal Cognition. Mesmo com 90% da população humana sendo destra, o estudo mostrou que 34% dos cães estudados tinham a pata esquerda como a dominante, 29% a pata direita e 37% eram ambidestros. A pesquisa ainda detectou que muitos cães foram considerados bilaterais, ou seja, não apresentavam preferência por uma das patas. Contudo, também foi encontrada uma relação entre tutores destros e cães que preferem usar a pata direita; bem como tutores canhotos (sinistros) com cães que primordialmente usam a pata esquerda. A idade e sexo também tiveram influência nas preferências dos cachorros. O estudo pode servir auxiliando a escolha das parcerias nos casos de cães de assistência, mas também é importante para entendermos algumas tendências dos nossos animais, contribuindo até mesmo nos treinos. Confira todas as informações no episódio e faça o teste no seu cachorro, no site: https://dicasboaspracachorro.com.br/cachorros-podem-ser-destros-ou-canhotos. Link do artigo: Link: https://link.springer.com/article/10.1007/s10071-022-01673-x Apresentação e Locução: Mirielen Campos. Edição:  Naiara Lima. Vinheta: Henrique Inglez de Souza. [powepress] O post #101 – Drops: Esquerda ou Direta? Preferência de pata em cães, pesquisa de Charlton e Frasnelli apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#100: Entrevista: Alexandra Horowitz (convidada: Marília Gabriella)
2023/08/22
O centésimo episódio do Podcast Meu Nome Não É Não não poderia ser mais especial! Queríamos fazer uma edição que representasse a nossa jornada até aqui e tudo o que acreditamos, para isso, convidamos para uma entrevista a pesquisadora que mais admiramos na área de comportamento animal, Alexandra Horowitz. Ela foi extremamente solícita e gentil conosco, o que só fez aumentar a nossa admiração. Mas, como Alexandra não fala português, convidamos outra pessoa super especial para nós para representá-la, a educadora canina, Marília Gabriella, do Instagram @cachorropositivo. Mas fique tranquilo, você também conseguirá ouvir a Alexandra, pois ela nos mandou uma saudação muito carinhosa! Abaixo, a entrevista escrita original e traduzida que a Alexandra Horowitz concedeu ao Podcast Meu Nome Não É Não. Episódio Especial n° 100 – Entrevista com Alexandra Horowitz. Participação especial: Marília Gabriella Araújo Neto (@cachorropositivo) – voz de tradução da Alexandra Horowitz. Entrevista Original: Alexandra Horowitz, Edsel e Finn. Crédito: Vegar Abelsnes. MNNEN: On the Dog Cognition Lab’s Instagram profile, we see many posts about studies on many different topics, such as how dogs perceive themselves and other dogs, play behavior… So, how many studies are being conducted at this moment? Please, tell us how many people are involved and what is the primary focus of the research as well. Alexandra: Thanks for following our work! We do lots of different studies, based on my interests — I am super interested in how dogs perceive themselves and us — as well as the ideas of the researchers. There are usually about 8 researchers working in the lab during the school year, from September through May. In the summer, when most students are away, we usually have a hiatus and simply do data analysis or work on writing up any results we have. This summer, though, we are still running subjects in one of our latest studies, which looks at how dogs perceive themselves and others through their scent. Our current lab manager, Kelly Chan, and one of the student researchers from Barnard are running the trials. During a normal year, we might have 2 studies running at once — sometimes one is in the lab and one is in the “wild”. The “wild” is really just “outside”, or anywhere that we can observe dogs. For instance, this year, we have videotaped dogs in dog parks and in doggie daycares to study their “shaking” behavior. Sometimes we have a citizen science project, where we ask anyone who lives with dogs from around the world to send us videos of a behavior that we want to study — recently we did that with dog-cat play and with dog-person play. The topics we cover are wide-ranging and really just follow our interests. MNNEN: Many owners still believe that there is a feeling of guilt in dogs. Why did you decide to study guilt in dogs and how did you develop the method you used in your research? Alexandra: One of the things that caught my attention when I began researching dog cognition was that even though the science was very new, owners (or, I usually just call us “people who live with dogs”) already have a rich vocabulary to talk about what dogs are thinking, what they know, and how they feel.  In other words, we anthropomorphize, and assume that dogs are just small, furry versions of people, who think simpler, but similar thoughts as we do. Sometimes we might be right, but I was more interested in whether, just by looking at dogs’ behavior more closely, we could determine if we were right or wrong in our claims. The idea that dogs feel “guilty” when they’ve done something “wrong” (that is, which we think is wrong and assume the dog will understand too) is definitely still around, yes. Look at all the “dog shaming” images and videos on the web! I did a study to see if we’re right to claim that when dogs show a “guilty look’, they feel guilt. I figured that if they did, then they should show this guilty look when they’ve done something wrong, but not when they haven’t. So I set up a simple study where I asked people to put a tasty treat in front of their dogs and tell them not to eat it. Then the people leave the room. When they’re out of the room, the dog either eats it, or doesn’t. What I found is that dogs show a little bit of guilty look whenever their owners come back into the room. They don’t show more if they’re actually “guilty” of eating the treat. In fact, they show more guilty look if their owners think they ate the treat, whether they did or not. So this look is a response to us — especially us thinking they’re guilty — not to some internal state of regret. Now, this study doesn’t prove that dogs don’t feel guilt. They might! But the look that leads us to believe they do — it’s a response to our behavior. It’s a submissive display, basically, which looks like it’s done to get us to stop being angry. (And it often works.) MNNEN: In your book “Our Dogs, Ourselves: The Story of a Singular Bond”, which we recently reviewed, you address the various contradictions we have in relation to dogs. Since you began studying this subject, have you noticed any evolution in how we treat and understand dogs?  Alexandra: I don’t know that my book is the cause of it (or just added a little fuel to the fire), but yes, in a few ways I’ve seen more discussion around some of the points. In particular, in the U.S., there is much, much more conversation about thinking carefully about whether, or when, to spay or neuter a dog. I think this is a conversation worth having, though there’s no easy solution right now. I also have been delighted to hear more people talking about the fact that dogs are legally considered property, and how poorly that suits how we think of them, and how it harms them.  Our thinking about the role of dogs, though, and how to treat them, evolves very slowly. I am just glad that the conversations have begun. MNNEN: Talking about the discoveries of researches focused on the canine universe, do you see any effective change in the way dog trainers approach nowadays?  Alexandra: The research community and training community were separate for so long, and I’m glad to see that this has begun to change. We each have something to learn from the other. I don’t think it’s a one-way street, where research tells trainers what to do. Often it’s the trainers who have seen a behavior again and again, or who have an idea about solving a problem, that lead researchers to look into it more rigorously.   MNNEN: Our listeners are mostly dog trainers and pet owners who enjoy learning how to deal with day-by-day issues. We’ve read two of your books and we know it’s a complex subject, but if you could sum it up, what would you point as essential for us to maintain a good relationship with our dogs and give them a truly happy life? Alexandra: Ha, that is indeed a complex question! So, I can only give a complex answer. As much as we love our dogs, often we tend not to spend as much time watching them, observing them, as they do us. I wish we would do more of that, as it would allow us to see better what they want and need. For instance, it’s widely known by now that dogs are olfactory creatures, who see the world through their sense of smell. So if you watch a dog sniff their way through a walk, you can see that they’re “looking” at the smell landscape. But our definition of a “walk” with a dog might include not letting them sniff, because that’s not something we do on our walks. So that’s why I’ve long advocated the “smell walk”, where you let your dog sniff to their heart’s content.  I think simply observing your dog will lead each person to see their dog differently. Notice how they are trying to get your attention, and respond to them before they have to ramp it up to barking or scratching to get you to notice that they need something. Follow their lead. We live with one dog who loves to be close to us — on top of us, really — and one who likes her space. Respecting their individual preferences, rather than forcing them to be the same — or to follow how we would like them to be — makes them happy, and thus makes me happy too.  I really just advocate for letting them fulfill their “dogness” — letting them run, jump in that thing, roll in that other thing. Letting them play, and rest, and make choices. This, on top of the things we’re already doing to feed them well, and keep them healthy, will improve their mental health. (I enjoy seeing a happy dog, so that improves my life, too). MNNEN: You are a big inspiration to us, not only because you are a researcher in canine cognition and behavior, but because you’re really good at what you do and also because you’re a woman! Alexandra: Thank you! In fact, curiously, while there are famously more women in animal-related fields than there are men, I see that sometimes the researchers who get all the press and all the grants are men.   Entrevista Traduzida: Alexandra Horowitz. Crédito: Vegar Abelsnes. Marília Gabriella Araújo Neto (@focinhopositivo) MNNEN: No Laboratório de Cognição Canina no perfil do Instagram, vemos muitas postagens sobre estudos em diversos tópicos, como como os cães se percebem e percebem outros cães, o comportamento de brincadeira… Então, quantos estudos estão sendo conduzidos atualmente? Quantas pessoas estão envolvidas e qual é o foco principal do laboratório? Alexandra: Obrigada por acompanhar nosso trabalho! Realizamos muitos estudos diferentes, baseados nos meus interesses – tenho um grande interesse em como os cães se percebem e nos percebem – bem como nas ideias dos pesquisadores. Normalmente,
#99 – Resenha: Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz (parte 3 de 3)
2023/07/16
O Podcast Meu Nome Não É Não chega ao terceiro e último episódio de resenha do livro Seu Cachorro e Você, da Alexandra Horowitz. A obra traz a realidade agridoce da relação entre nós e os cães, por isso, vale muito a pena você não apenas ouvir todos os três episódios sobre este livro, como também tê-lo na na sua biblioteca. O livro Seu Cachorro e Você: a história de uma conexão única (Our dogs, ourselves: the story of singular bond) foi publicado a primeira vez em 2019 pela editora Best Seller. A edição que lemos é da mesma editora, ano de 2021, com tradução de Isabela Sampaio. Alexandra Horowitz é PHD em Ciência da Cognição, professora no Barnard College, na Universidade de Columbia/EUA; ministra aulas e seminários sobre cognição canina, escrita criativa de não ficção e narração de histórias em áudio; é pesquisadora Sênior e dirige o Laboratório de Cognição Canina em Barnard, chamado: Horowitz Dog Cognition Lab. Já escreveu On Looking: A Walker’s Guide to the Art of Observation; e Inside of a Dog: What Dogs See, Smell, and Know (A Cabeça do Cachorro); entre outros livros. Neste terceiro episódio, abordamos os capítulos: 8 – O cachorro no espelho 9 – Interlúdio: O laboratório Horowitz de Cognição Canina em números 10 – Meu cão me ama? 11 – Contra o sexo 12 – Sem graça 13 – O conto do cachorro Apresentação e Locução: Mirielen Campos e Naiara Lima. Vinheta: Henrique Inglez de Souza. Músicas: Youtube O post #99 – Resenha: Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz (parte 3 de 3) apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#98 – Resenha: Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz (parte 2 de 3)
2023/07/08
Depois de uma boa pausa, retornamos em 2023 com as resenhas do Podcast Meu Nome Não É Não e o segundo episódio do livro Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz. Ao todo, este livro foi dividido em três episódios e o próximo estará disponível daqui uma semana! O livro Seu Cachorro e Você: a história de uma conexão única (Our dogs, ourselves: the story of singular bond) foi publicado a primeira vez em 2019 pela editora Best Seller. A edição que lemos é da mesma editora, ano de 2021, com tradução de Isabela Sampaio. Alexandra Horowitz é PHD em Ciência da Cognição, professora no Barnard College, na Universidade de Columbia/EUA; ministra aulas e seminários sobre cognição canina, escrita criativa de não ficção e narração de histórias em áudio; é pesquisadora Sênior e dirige o Laboratório de Cognição Canina em Barnard, chamado: Horowitz Dog Cognition Lab. Já escreveu On Looking: A Walker’s Guide to the Art of Observation; e Inside of a Dog: What Dogs See, Smell, and Know (A Cabeça do Cachorro); entre outros livros. Neste segundo episódio, abordamos os capítulos: 4 – Coisas que as pessoas dizem a seus cães; 5 – O problema com as raças; 6 – O método científico realizado em casa ao observar cães em uma noite de quinta-feira; 7 – Coisas de cachorro. Apresentação e Locução: Mirielen Campos e Naiara Lima. Vinheta: Henrique Inglez de Souza. Músicas: Youtube O post #98 – Resenha: Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz (parte 2 de 3) apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#97 – Resenha: Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz (parte 1 de 3)
2022/05/07
Inauguramos a temporada de resenhas do Podcast Meu Nome Não É Não com o livro Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz. Serão três episódios dedicados a obra em que a pesquisadora aborda diversos aspectos, sociais, culturais e evolutivos, dessa relação que já dura 14 mil anos. Esse episódio contou com a participação de Bárbara Bengochêa, da Bem Pet Salão (@bempetsalao) e Bruna Raizer, da Escola Dog Zen (@escoladogzen). O livro Seu Cachorro e Você: a história de uma conexão única (Our dogs, ourselves: the story of singular bond) foi publicado a primeira vez em 2019 pela editora Best Seller. A edição que lemos é da mesma editora, ano de 2021, com tradução de Isabela Sampaio. Alexandra Horowitz é PHD em Ciência da Cognição, professora no Barnard College, na Universidade de Columbia/EUA; ministra aulas e seminários sobre cognição canina, escrita criativa de não ficção e narração de histórias em áudio; é pesquisadora Sênior e dirige o Laboratório de Cognição Canina em Barnard, chamado: Horowitz Dog Cognition Lab. Já escreveu On Looking: A Walker’s Guide to the Art of Observation; e Inside of a Dog: What Dogs See, Smell, and Know (A Cabeça do Cachorro); entre outros livros. Neste primeiro episódio, abordamos os três primeiros capítulos do livro:  1 – Unidos; 2 – O nome perfeito; e 3 – Ser tutor de um cão. Apresentação e Locução: Mirielen Campos e Naiara Lima. Participação: Bárbara Bengochêa, da Bem Pet Salão (@bempetsalao) e Bruna Raizer, da Escola Dog Zen (@escoladogzen). Edição: Guto Leão. Vinheta: Henrique Inglez de Souza. O post #97 – Resenha: Seu Cachorro e Você, de Alexandra Horowitz (parte 1 de 3) apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.
#96 – Mulheres Super Positivas: Bahia Agility
2022/04/14
Em mais um encontro da série Mulheres Super Positivas, conversamos com três mulheres incríveis que desenvolvem o projeto Bahia Agility (@bahia.agility): Luana Marques de Souza (@caomunicando), Mariana Cordiviola (aprendiz_de_melhor_amigo) e Paula Maiana (@paula.maiana). Lá de Salvador, elas movimentam a cena do esporte canino e organizam um curso com Marcela Françoso (@4funagility) para o dia 30 de abril e 01 de maio. Nesta conversa, entendemos melhor sobre o agility e como está sendo a experiência de iniciar o movimento desse esporte na capital baiana. Elas ainda deixaram algumas referências para os ouvintes que quiserem aprender mais sobre o tema: Marcela Françoso e Vivyane Specian (@4funagility), Susan Garret (@susangarrettdogsthat), Polona Bonac (@polona_bonac), Megan Foster (@synergydogs). Apresentação e Locução: Mirielen Campos e Naiara Lima. Convidadas: Luana Marques de Souza (@caomunicando), Mariana Cordiviola (aprendiz_de_melhor_amigo) e Paula Maiana (@gutoleaopaula.maiana). Edição: Guto Leão. Vinheta: Henrique Inglez de Souza. Abertura do episódio: Agility, Canicross, Free Style, Heelwork, Schutzhund, Frisbee, Faro recreativo, Obediência, Mondioring, Flyball, Pastoreio, Bikejoring. Se você já ouviu falar sobre alguns desses esportes, parabéns, você é um cachorreiro!Isso porque os esportes caninos ainda são bem desconhecidos no Brasil.Os esportes caninos começaram como uma demonstração das habilidades de uma ou outra raça. Principalmente habilidades de pastoreio e obediência. Por isso, eram organizadas por clubes de raças, comuns em países europeus, especialmente na Inglaterra.Em 1978, o Crufts Dog Show, realizado pelo Kennel Club do Reino Unido, inovou com uma apresentação que demonstrava agilidade. A ideia era trazer mais diversão para o evento. Afinal, quem já assistiu competição de obediência sabe que é meio parada. Tem que amar muito cachorro, saber o quanto difícil é ensinar algumas coisas, para conseguir se divertir.Com isso, criaram uma competição que lembrava o hipismo. No agility, os cães precisam passar por diversos tipos de obstáculos. Os que fizerem isso com maior rapidez e perfeição, levam os prêmios.Com o Crufts, os esportes caninos se tornaram uma grande atração. Ainda hoje as apresentações de dança se destacam no evento.E como gostamos de enfiar cães em tudo. Também colocamos nossos amigos peludos em cima de skate, de pranchas, levamos eles para correr conosco e criamos diversos tipos de esportes. São muitas as opções de atividades que existem hoje.Mas a questão é: essas atividades são realmente boas para os cães?E se são, por que ainda não são comuns?Para conversar sobre este assunto, nós convidamos as fundadoras do Bahia Agility.Lá na terra de Gilberto Gil, Gal Costa, João Ubaldo Ribeiro, Jorge Amado, Pitty, Lázaro Ramos, também tem três mulheres maravilhosas que conhecem muito de cachorro. O post #96 – Mulheres Super Positivas: Bahia Agility apareceu primeiro em Meu Nome Não É Não.

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