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Automotive Business

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United States
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200 episodes
Explicit
No
Date created
2019/09/04
Latest episode
2026/08/31
Average duration
40 min.
Release period
19 days

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Lideranças Diversas #34: a primeira mulher a liderar todas as concessionárias da Audi
2026/08/31
Há quase 20 anos, Tati Ferri entrou na Audi como estagiária. Ao longo dos anos, desenvolveu sua trajetória focada em atendimento e pós-venda. Em 2024, se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de gerente regional de pós-venda da Audi Brasil. Neste episódio do podcast Lideranças Diversas, a repórter de diversidade e inclusão da Automotive Business Natália Scarabotto recebe Tati Ferri, para falar sobre sua trajetória de quase 20 anos no setor automotivo, como se tornou a primeira mulher e a primeira pessoa com deficiência a assumir o cargo e como os erros e aprendizados moldaram sua trajetória como líder. Desde pequena, ela tem uma forte ligação com carros. Seja pelas histórias que ouvia do pai, seja pela mãe que trabalhou na fábrica da Ford. O que ela queria, desde criança, era aprender a dirigir. Aos 13 anos, fez um curso sobre mecânica automobilística e foi o seu primeiro contato com o mundo automotivo. Ali, percebeu pela primeira vez as diferenças de gênero do setor. De 40 alunos, só ela e mais uma estudante eram mulheres. “Eu não me abalei. Acho que até por conta da minha deficiência, minha mãe sempre me ensinou a ir e fazer o que eu quiser, sem ligar para o que os outros pensam”, contou Tati. Formada em engenharia mecânica, sempre esteve ligada à área de pós-venda. Pela Audi, viajou de avião pela primeira vez. “Eu via aquelas mulheres vestidas de terno, de social, carregando uma pasta e queria ser uma dessas executivas”, contou. “Um dia estava esperando um voo para o Rio de Janeiro para um bate e volta em um compromisso e percebi que tinha chegado lá. Eu era uma executiva, no aeroporto esperando um voo a trabalho.” A deficiência na mão esquerda nunca foi um limitador para Tati. “Meu chefe sabia que isso não seria um limitador, mas tem gente que fecha a porta mesmo”, disse ela. “Temos sim poucas pessoas com deficiência no setor, e quando temos, estão nos cargos da base. Então, precisamos pensar no desenvolvimento de carreira. Não pode ser um tabu para a empresa pensar em como melhorar isso, perguntar e ouvir da pessoa o que ela precisa para conseguir fazer as funções do dia a dia.” Quando olha para trás, com quase 20 anos de carreira na Audi, Tati sente orgulho. Quando olha para frente pensa em deixar um legado que inspire as pessoas. “Então, se puder deixar um legado, é: acredite em você. As pessoas vão julgar, mas você sabe onde quer chegar, você sabe o que passou. Todo mundo tem problemas, mas não pode se deixar abalar nem se diminuir”, completou ela. Do estágio à liderança: uma carreira de quase 20 anos de superação e aprendizados
Podcast Lançamento do Ano #05 – 2027: Chineses, mais uma vez, dominam a cena
2026/08/14
Que a invasão chinesa no mercado automotivo é fato, todos já sabem. Mas surpreende a frequência e constância de estreias de carros chineses ou de marcas do país a cada mês. Nesse novo episódio do podcast Lançamento do Ano, não é diferente. Dos nove carros apresentados em junho e destacados no programa, sete são de marcas chinesas. Todos com fortes chances ao Prêmio Lançamento do Ano 2027. Algumas marcas, inclusive, apresentaram não um, mas dois carros chineses. É o caso da GWM que, em junho, lançou o SUV médio Haval H6 com motor híbrido flex e o crossover elétrico - e também de porte médio - Ora 5. Com a marca Chery, a Caoa apresentou os renovados Tiggo 7 e Tiggo 8, que agora oferecem conjunto híbrido plug-in. Só que a empresa brasileira aproveitou junho também para estrear o CS75, SUV da sua nova marca Changan, do tamanho do Jeep Commander e com motor de combustão. A BYD, obviamente, também não ia deixar o período passar em branco. No podcast Lançamento do Ano, falamos do Atto 2, o primeiro híbrido plug-in flex da marca chinesa. O carro só chega em setembro, mas foi o jeito de a montadora tentar roubar os holofotes do H6 flex. Outra que quis aumentar a concorrência com conterrâneas foi a GAC. A montadora lançou o Aion UT, modelo que mira no resistentes e, segundo projeções, próspero segmento de hatches totalmente elétricos. Por falar em hatch, um dos principais lançamentos do mês não foi eletrificado nem de marca chinesa. A Hyundai apresentou o i20, espécie de substituto a médio prazo do HB20 que usa as mesmas opções de motor e câmbio do irmão. O modelo é bem altinho e não é chamado de SUV justamente para não conflitar com o futuro modelo que a fabricante sul-coreana vai produzir em sua planta de Piracicaba (SP). E o podcast Lançamento do Ano fecha de forma ligeira. Com o Audi RS e-tron GT. O esportivo elétrico promete atrair olhares e devorar a pista na etapa final do prêmio da Automotive Business. Afinal, o modelo pode gerar quase 1.000 cv de potência, usa tração integral, carrega toda a sofisticação da marca alemã e ainda é dono de um visual peculiar e instigante. Forte candidato na categoria “Carro dos Sonhos”? Estreias duplas no Lançamento do AnoSucessor do HB20 e esportivo elétrico também têm vez
Liderança Diversas #33: Como Domênica Falcão construiu um olhar 360º para impacto social
2026/07/29
No setor automotivo, mulheres na liderança são 20%, mas mulheres negras na liderança são ínfimas, 1%. Nesse número tão pequeno estão talentos gigantes, como a coordenadora da impacto social da Fundação Grupo Volkswagen, Domênica Falcão. Ela é a convidada deste episódio do podcast Lideranças Diversas, apresentado pela repórter de diversidade e ESG da Automotive Business, Natália Scarabotto. O episódio aborda a trajetória da executiva -- que ocupa o seu primeiro cargo de gestão --  a importância do impacto social, os projetos da Fundação Volkswagen e como é ser uma das poucas lideranças negras no setor automotivo. Com uma trajetória muito única, em 9 anos de carreira, Domênica passou pelos três setores: o setor público, privado e o terceiro setor. Foi essa formação com múltiplas experiências que abriu seus horizontes para ser a liderança que é hoje. “Foi importante ter esse olhar 360 graus sobre sobre o impacto social”, contou Domênica. “Contribuiu para entender como as políticas públicas se articulam, como as empresas se organizam e tem o seu retorno para comunidade a partir do impacto social, e como podemos dialogar entre essas três frentes.” Ao conhecer essas dinâmicas, Domênica decidiu se fixar no setor privado, na parte de fundações ou institutos. “Estar dentro da Fundação VW é ter o conhecimento do negócio, da indústria e poder transformar isso em conhecimento pra comunidade. Olhar pro território do ponto de vista universal no poder público, ajuda a escolher mesmo no setor privado ou terceiro setor quais comunidades precisamos e podemos ajudar.” Atualmente, a Fundação Volkswagen tem como principal causa a mobilidade social e, para isso, atua em três grandes frentes: empregabilidade produtiva, empreendedorismo voltado a mulheres e advocacia. Representatividade fortalece novas lideranças negrasAo longo desses novos 9 anos carreira, Domênica teve diversas lideranças mulheres, mas nenhuma delas preta. Por isso, já decidida a se tornar líder um dia, foi atrás de conhecimento e pertencimento.  “Sempre busquei estar em espaço de lideranças, principalmente para o público preto e pardo, como o Mulheres do Brasil e outros movimentos”, contou ela. “Isso para me fortalecer, porque sabia que eu queria assumir um cargo de liderança e queria me preparar o máximo possível. Então, busquei estar em lugares onde via lideranças negras pra aprender com elas e fazer trocas.” Para conhecer toda essa história, dê o play no vídeo e assista ao podcast completo.
Radar AB #79: Os novos planos da Stellantis e a desaceleração dos carros elétricos
2026/07/02
A Stellantis anunciou recentemente mudanças importantes na sua estratégia global para os próximos cinco anos, com dois principais pontos de impacto: o direcionamento de investimentos para os Estados Unidos, seu maior mercado, e o rebaixamento da Citroën, que deixa de ser uma marca global do grupo. A adaptação no planejamento é motivada pela alta competitividade do mercado por causa do avanço agressivo das montadoras chinesas e mudanças no perfil de consumo nos EUA e na Europa, que aderiram menos aos carros elétricos do que o esperado e obrigaram a montadora a colocar o pé no freio em seus planos de eletrificação. O plano de investimento inclui a destinação de € 60 bilhões para lançar 60 novos veículos, novas plataformas globais, reorganização industrial e avanços em IA. Neste episódio do Radar AB Podcast, o editor de negócios Bruno Oliveira e Fernando Miragaya analisam as principais mudanças no plano da Stellantis, a relevância estratégica do mercado dos EUA, o impacto de uma reorganização industrial global, o significado do “rebaixamento” da Citroën e as estratégias para conter o avanço dos carros chineses no mercado automotivo global.
Podcast Lançamento do Ano #04 - 2027: SUVs despontam para mais de uma categoria
2026/06/25
Os SUVs dominam a cena automotiva e também prometem no Prêmio Lançamento do Ano 2027. O mês de maio teve a chegada de três utilitários esportivos que tendem a ser fortes concorrentes em diferentes categorias na premiação da Automotive Business.O quarto episódio do podcast Lançamento do Ano 2027 traz um apanhado dessas estreias. A começar pelo Chevrolet Sonic, que foi apresentado em duas versões mais completas, sempre com motor turbo de 115 cv.Mesmo assim, o modelo atua na base do mercado de crossovers. E se credencia como bom candidato à finalista na categoria SUV até R$ 200 mil do Prêmio Lançamento do Ano 2027.SUVs premium no Lançamento do Ano 2027Alguns degraus acima temos outros dois SUVs com pegada mais luxuosa. Um deles é o Audi Q3, cuja terceira geração acaba de ser lançada com desenho bem mais arrojado e motor mais potente.Feito em sistema SKD no Paraná, o novo Q3 usa tração integral quattro e mantém o 2.0 turbo, só que agora com 27 cv a mais, totalizando 258 cv. Com isso, é o SUV médio de marca premium mais potente e um candidato na categoria SUV e também na Carro Conectado, no caso, acima dos R$ 300 mil.Quem também pode figurar nessas categorias do Lançamento do Ano 2027 é outro utilitário esportivo, só que chinês e elétrico. Falamos do Sealion 7, primeiro SUV-cupê da BYD.Com dimensões generosas, ele usa dois motores elétricos e entrega potência combinada de 531 cv. Segundo a marca chinesa, ele é capaz de fazer o 0 a 100 km/h em 4,5 segundos.Picape eletrificada no pedaçoO mês de maio teve tempo ainda para novidades para a picape intermediária mais vendida do país. Sim, a Fiat Toro ganhou conjunto híbrido leve com bateria auxiliar de 48V - mesmo sistema que estreou nos Jeep Renegade e Commander.São duas versões eletrificadas do modelo, que usam motor 1.3 turbo flex de 176 cv. E que dão à Toro argumentos para disputar a categoria Picape Intermediária/Compacta do Lançamento do Ano 2027.Bom lembrar que a premiação promovida pela AB está em sua terceira edição e terá 20 categorias, entre elas duas com votação aberta: Favorito das Mulheres e Queridinho do Público. Os vencedores serão conhecidos no último bimestre de 2026.http://www.automotivebusiness.com.br
Lideranças Diversas #32 - A executiva que ajudou a revolucionar a mobilidade urbana com a Bike Itaú
2026/06/16
No episódio #32 do podcast Lideranças Diversas, a CEO da Automotive Business, Paula Braga, recebe Luciana Nicola, sócia e diretora de relações institucionais e sustentabilidade do Itaú Unibanco e vice-presidente do conselho administrativo do Pacto Global da ONU no Brasil. A executiva conta sobre sua carreira de 28 anos dentro do banco, aprendizados e desafios como liderança, projetos de sucesso e outros que não deram tão acerto, além de discutir o momento atual da diversidade no setor privado e o papel da mobilidade urbana na transição sustentável. Formada em direito, Luciana entrou na faculdade na mesma época em que começou sua carreira na área financeira do Itaú. Por isso, nunca advogou. Migrou para áreas institucionais, com olhar para impacto, e foi onde traçou a maior parte da sua carreira. O propósito e novos desafios foram determinantes para mantê-la motivada na liderança por tantos anos. “Faz diferença trabalhar com algo que te dê prazer e tem q ter fit com a cultura da empresa. Quando tem fit e você se sente desafiado, vai virando quase que um casamento ali, no sentido, de que a empresa agrega, você se sente agregando e aí vai se construindo essa relação de longo prazo, passando por várias áreas”, afirmou Luciana. Ao longo da carreira, ela passou por comunicação interna, voluntariado, área social, microcrédito para empreendedores de baixa renda, até chegar onde está hoje, na área institucional com foco na agenda ESG. Da Bike Itaú aos aprendizados da liderançaESG, diversidade e o futuro da mobilidadeLuciana compartilha também exemplos de sucessos e aprendizados. Um dos principais projetos que esteve à frente foi o lançamento da Bike Itaú, em 2010.“Foi muito disruptivo trazer aluguel de bicicleta por um banco. Implementamos em 2010, mas comecei a estudar em 2008 sobre mobilidade nos grandes centros urbanos e como o banco poderia contribuir”, explicou a executiva. “Depois que definimos a bike, tivemos a jornada de aprendizado de se conectar com quem pedala, entender porque as mulheres pedalavam menos, olhando agora a bike como solução de mobilidade sustentável e parte de outros modais que precisam ser integradas.”Ela conta também sobre dois cases do banco que deram errado, mas trouxeram aprendizados importantes.“A vida não é só de acertos e sucessos, mas se aquilo não deu certo e você aprendeu, teve maturidade pra entender que o aprendizado vale a pena”, concluiu Luciana. No podcast, Luciana fala também sobre a sua percepção em relação à agenda ESG e como a questão da diversidade perdeu força nos últimos tempos.Ela compartilha também os desafios de ser uma mulher na liderança e questões que atravessam os talentos femininos, como licença-maternidade e turnover.Para fechar o papo, Luciana conta sobre sua participação no Pacto Global da ONU e dos compromissos do Itaú Unibanco com a mobilidade sustentável.O banco tem como meta reduzir 50% de suas emissões até 2030 e ser net zero até 2050. “No setor automotivo, isso significa 44% das emissões tanto que financiamos das montadoras, quanto de pessoas físicas. Por isso, as montadoras precisam ser net zero também”, afirmou Luciana.Ela chama atenção ainda para a importância da circularidade dos veículos e renovação de frota, mas também para o impacto que isso pode ter para pessoas de baixa renda ou fora dos grandes centros, que geralmente são o público de carros mais antigos.
Podcast Lançamento do Ano #03 - Esportivos, marcas premium e chineses aumentam a disputa
2026/06/11
O mês de abril foi mais um de intensidade na agenda de estreias do mercado automotivo. O período ficou marcado pela chegada de diferentes e variados fortes concorrentes ao Prêmio Lançamento do Ano 2027. A premiação promovida pela Automotive Business está em sua terceira edição e terá 20 categorias, inclusive Favorito das Mulheres e Queridinho do Público, que terão votação aberta. Os vencedores serão conhecidos no último bimestre de 2026. Entre as estreias boas para competir no Prêmio Lançamento do Ano 2027, começamos com os SUVs híbridos. O mês teve o início da venda do Renault Koleos Full Hybrid e de um outro de uma parceira da montadora, o Geely EX5 EM-i, que será o primeiro carro da marca fabricado justamente na planta da francesa, no Paraná. Obviamente não faltaram SUVs elétricos no mês. E de diferentes tamanhos, segmentos e propostas. A BYD, por exemplo, atualizou o Yuan Plus com dois motores e mais potência justamente para fazer frente a outros chineses, entre eles os da Leapmotor, que marcou presença em abril com o B10. Mas não teve só montadora da China nessa seara. Para disputar as diferentes categorias de SUVs, a Suzuki voltou a vender o Vitara no Brasil, só que agora em configuração puramente elétrica. Lá no andar de cima dos utilitários esportivos do Prêmio Lançamento do Ano 2027, tem ainda o Audi Q6 e-tron, que ficou mais potente. Um crossover que também pode figurar na categoria Carro dos Sonhos. Essa categoria, a propósito, foi um prato cheio em abril. Ainda entre os SUVs de luxo, a Mercedes-Benz passou a importar o novo GLS em versão única, mais potente e com conjunto híbrido leve. Entre os esportivos, a Porsche lançou o 911 Turbo S, também com sistema híbrido, e que faz dele o carro de rua da marca alemã mais potente da história. Um sonho! Calma que ainda tem um chinês querendo meter o bedelho nas categorias que mexem com o aspiracional e com apelo esportivo. A GAC atualizou o Hyptec, aquele crossover com opção de portas traseiras com abertura tipo asa-de-gaivota, que também ganhou potência. Por fim, um automóvel forte candidato a mais de uma categoria no Lançamento do Ano 2027 é a Kia Carnival. Única minivan de luxo à venda no país, o modelo de oito lugares trocou o motor V6 por um sistema híbrido. Bom competidor para Carro Familiar, não? Mês agitado para o Lançamento do Ano 2027
Radar AB #78: Indústria quer e precisa reagir às chinesas, mas não sabe como
2026/05/12
Você já deve ter recebido um gif do personagem Frajola para lá e para cá meio perdido e ansioso. Seria um bom gif para a indústria automotiva local diante da chegada incessante de marcas chinesas ao Brasil. O personagem da famosa franquia de animação Looney Tunes pode ser qualquer uma das fabricantes tradicionais. Afinal, depois de aumentos de impostos para importação de veículos e para montagem em CKD e SKD, as chinesas não param de desembarcar no Brasil. E desembarcam não só com volumes absurdos, mas com custo-benefício agressivo e tecnologia que salta aos olhos do consumidor. Competitividade das chinesas que a indústria local tem dificuldades em chegar perto. E o pior: as montadoras já estabelecidas não têm a menor ideia de como lidar com essa nova leva de marcas da China. Um cenário, inclusive, que não é exclusivo do Brasil: mesmo na Automechanika Buenos Aires, o assunto predominante foi o mesmo. No novo episódio do Radar AB Podcast a equipe da Automotive Business debate justamente esse dilema que vive a indústria automotiva local em relação às montadoras chinesas. Existem caminhos para enfrentar essa nova ordem do setor? No programa, os editores Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya analisam os números do mercado, contam os bastidores desta conjuntura atual e debatem as estratégias possíveis para indústria e chinesas conviverem numa boa.
Da fábrica à liderança: a trajetória de um executivo LGBTQIA+ na Toyota
2026/04/30
O segundo episódio do podcast Lideranças Diversas em 2026 recebe o gerente de comunicação e ESG da Toyota, Otacílio do Nascimento, também diretor executivo do Instituto Toyota.Com mais de 20 anos de carreira na montadora, o executivo compartilha sua trajetória que começou como menor aprendiz na área industrial, aos 16 anos, e depois, migrou para a área de comunicação, onde construiu praticamente toda a sua atuação profissional.Neste episódio conduzido pela repórter de Diversidade e ESG da Automotive Business, Natália Scarabotto, o executivo da Toyota fala sobre como se reinventa na empresa ao longo do tempo e como desenvolve um modelo de liderança mais inclusivo. A experiência de um profissional LGBQTI+ no setor automotivoOtacílio do Nascimento compartilha também a sua experiência como um homem gay dentro da indústria – uma realidade que ainda é muito rara, já que apenas 1% dos colaboradores do setor se declaram LGBQTI+, segundo a pesquisa de Diversidade no Setor Automotivo, de AB.“Quando eu falo que sou assumidamente gay, isso não significa que eu preciso falar disso para os quatro cantos aqui dentro da Toyota, lá no refeitório”, disse. “Mas [ter um ambiente acolhedor] é a oportunidade de você ser quem você é. Ter liberdade de contar coisas que a gente fala no dia a dia para os colegas de trabalho. Não precisar esconder ou medir as palavras para poder falar, ‘viajei com o meu marido’ ou ‘terminei o relacionamento’, e coisas assim.”O executivo conta ainda sobre o trabalho desenvolvido pelo Instituto Toyota, com objetivo de contribuir com a sociedade nas agendas de educação, meio ambiente e inclusão social. Confira o episódio completo.
Podcast Lançamento do Ano #02 - Novidades de março em pauta
2026/04/15
Março foi um mês recheado de novidades no setor automotivo brasileiro. Houve estreias de todos os tamanhos, incluindo até uma nova marca. A Caoa Changan debutou oficialmente no país já com produção nacional do Uni-T. O SUV híbrido usa um motor 1.5 turbo e aposta pesado na relação custo/benefício. Ainda entre as marcas chinesas, a GAC apresentou o GS3. O novo SUV de entrada é o primeiro modelo da montadora com motor a combustão sem qualquer tipo de eletrificação. Além do generoso pacote de equipamentos, o GS3 quer seduzir pelo preço inicial de R$ 129.990. A Jeep, por sua vez, lançou o repaginado Renegade. O SUV compacto passa por mais uma reestilização, agora acompanhada da tecnologia híbrida-leve de 48 volts. Quem também entrou no mundo da eletrificação foi o Commander, equipado com o mesmo conjunto de seu "irmão" menor. Entre as picapes, a Ford Ranger ampliou a gama de versões de trabalho. A configuração XL agora é ofertada com carrocerias de chassi-cabine e cabine simples. Elas se somam à cabine dupla, sendo que todas podem ser adquiridas com câmbio automático. Saiba mais sobre essas e as outras novidades do mês no novo episódio do podcast "Lançamento do Ano", de Automotive Business. Picapes e SUVs em novo episódio do podcast Lançamento do Ano
Radar AB #77 - O que o SXSW revela sobre a próxima década do setor automotivo
2026/04/01
As tecnologias mais provocativas apresentadas no SXSW 2026, que aconteceu em março, em Austin, nos Estados Unidos, são a bola da vez nesta edição do Radar Podcast. A CEO Paula Braga, e o editor de negócios, Bruno de Oliveira, mostram como elas se conectam diretamente aos desafios e às transformações do setor automotivo. Esta edição reúne interpretações sobre temas que vão do avanço acelerado da automação ao futuro da energia na indústria, passando por mudanças profundas no modelo econômico global. Entre os destaques está a análise sobre a tese de que o capitalismo estaria entrando em seu estágio final, conforme apresentado pela futurista Amy Webb. Segundo ela, a combinação entre inteligência artificial avançada, automação quase total da manufatura e novos padrões de consumo está redesenhando o ambiente econômico. Esse cenário tem impacto direto sobre as montadoras, que enfrentam uma reconfiguração de cadeias produtivas, de processos de trabalho e, principalmente, de como gerar valor em um mercado onde máquinas tomam decisões e executam tarefas antes exclusivas de humanos. Outro ponto discutido no podcast é a ascensão dos chamados “robôs fora da jaula”, uma tendência que rompe com o modelo tradicional de automação isolada. A conversa também aborda as tecnologias emergentes que podem sustentar o crescimento energético da indústria nos próximos anos. Entre elas, a energia nuclear de nova geração e as baterias de sódio. http://www.automotivebusiness.com.br
Lideranças Diversas #30 recebe Simone Azevedo, CEO da Mobensani
2026/03/09
No primeiro episódio do podcast Lideranças Diversas em 2026, a CEO da Automotive Business, Paula Braga, recebe a CEO e sócia da Mobensani, Simone Azevedo para falar sobre carreira, liderança e os desafios de mulheres no setor automotivo.No bate-papo, Simone conta sobre sua trajetória profissional na Mobensani, empresa familiar na qual ela ingressou em 1989, para trabalhar ao lado do pai. Entrou para trabalhar no faturamento do financeiro, depois atuou em vendas e assumiu posições de gestão até alcançar a mais alta liderança.A CEO relembra desafios que enfrentou ao longo da carreira por ser mulher, quando muitas de suas ideias eram questionadas, como planos de internacionalizar a empresa ou ampliar a compra de terrenos, vistos por alguns como inviáveis.Simone conta ainda como a formação no magistério contribuiu para desenvolver a sua capacidade de liderança a partir da análise, da exemplificação e da justificativa.“Na posição que eu ocupo no segmento automotivo de reposição e na indústria, sendo mulher, as pessoas conversam comigo diferente e as pessoas acham que foi fácil”, contou ela. “O preconceito existe, mas amo trabalhar no segmento automotivo com homens.”
Radar AB #76 - Marcas disputam o equilíbrio entre volume, participação e rentabilidade
2026/02/26
O Brasil impõe desafios frequentes para as fabricantes de veículos. Com a chegada de várias marcas chinesas, as empresas tradicionais - e mesmo as chinesas “veteranas” - fazem malabarismos para equilibrar volume de vendas e participação de mercado, sem esquecer a vital rentabilidade. O ano de 2025 trouxe mudanças na parte de baixo do top 10 das marcas líderes de mercado. Principalmente com a ascensão das chinesas, em especial da BYD, que mudou a realidade para fabricantes que têm clientes fiéis, como Honda e Toyota. Marcas líderes mantiveram participação Na parte de cima, a líder Fiat permaneceu intacta no primeiro lugar, apesar de ver a Volkswagen mais perto no seu retrovisor. Enquanto a Chevrolet tenta se manter na terceira posição após a renovação de produtos conhecidos e na expectativa do lançamento de seu novo SUV de entrada. Por falar em novos carros, a agenda de lançamentos de 2026 pode trazer novas surpresas nessa briga das marcas de veículos por volume, participação e rentabilidade. Além de muitos candidatos ao Prêmio Lançamento do Ano, da Automotive Business. Todo esse cenário, suas causas e prováveis consequências ao longo dos próximos anos, é debatido e analisado pela equipe da AB no Radar Podcast. No novo episódio, os editores Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya avaliam o mercado automotivo em 2025 e o que esperar de 2026. Marcas líderes mantiveram participação
Radar AB #75 - O ano dos extremos da indústria automotiva
2026/01/19
No livro “Era dos extremos”, o historiador britânico Eric Hobsbawm destaca como o século 20 foi marcado por grandes catástrofes, como também por uma prosperidade global. O ano de 2025 para a indústria automotiva brasileira também foi de extremos. Este é o tema do novo episódio do Radar AB Podcast, claro, guardando as devidas proporções. É que o setor viveu um ano de lançamentos importantes, de ajustes fiscais que ajudaram a cadeia, da volta do Salão do Automóvel e da chegada de muitas marcas. Na outra ponta, os aspectos negativos. A queda preocupante nas vendas e produção de caminhões, que expõe outro problema com o qual a indústria teve de conviver neste ano de extremos: a elevada taxa de juros. Os extremos positivos e negativos da indústria automotiva No Radar AB Podcast, os editores da Automotive Business, Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya, debatem justamente sobre esses extremos da indústria automotiva em 2025. Um ano, por exemplo, que trouxe um alento para o mercado de carros compactos com o IPI Verde. E também que marcou o início, enfim, das atividades industriais das chinesas GWM e BYD, o que impacta positivamente a cadeia de fornecedores e sua luta contra a capacidade ociosa de suas unidades. Teve ainda o primeiro carro elétrico finalmente feito no Brasil. Que não foi de nenhuma chinesa, mas sim da General Motors, inaugurando o sistema de CKD na planta da Pace, no Ceará. Sem falar na chegada de produtos importantes e aguardados. Foi o ano do lançamento da segunda geração do Honda WR-V, do novo SUV médio Renault Boreal e do compacto Toyota Yaris Cross, todos feitos no Brasil e que deram o ar da graça em outro ponto de destaque de 2025: a volta do Salão do Automóvel. Mas o Yaris Cross quase fica de fora da lista de aspectos positivos do ano. Nessa dança dos extremos da indústria automotiva brasileira, a Toyota foi afetada por uma catástrofe ambiental que destelhou sua fábrica de Porto Feliz (SP), o que atrapalhou todo seu cronograma de produção. Ao mesmo tempo, a fabricante japonesa revelou seu poder de resiliência e reação. E rapidamente conseguiu retomar as operações a tempo de apresentar seu lançamento mais importante do ano. Ano pesado para os caminhões Quem não reagiu foi o segmento de pesados. Os caminhões amargaram uma queda anunciada na produção e nas vendas em 2025, refletindo um adiamento do mercado nas renovações de frotas. A ponto de muitos clientes optarem pela locação de veículos para suprir pontuais aumentos das demandas do agro e do setor de construção. A retração do setor de caminhões foi reflexo direto de outro ponto negativo nesse ano de extremos da indústria automotiva. Sim, sempre ela, a taxa de juros elevada que deixa o financiamento mais caro, especialmente para os pesados. Taxa de juros que parece um fantasma para a cadeia produtiva, mas o fantasma de verdade que voltou a assombrar a indústria foi o da falta de chips. Sim, os semicondutores, que sumiram das fábricas de veículos na pandemia, provocaram novos temores no setor automotivo local em 2025. Um ano de extremos que a equipe da AB analisa e debate em mais esse Radar AB Podcast. http://www.automotivebusiness.com.br
Como e onde o setor automotivo evoluiu em três décadas
2025/12/16
Que o setor automotivo é dinâmico, é bem lugar-comum. Mas se pegarmos de 1995, quando Automotive Business é fundada, até hoje, o salto foi mais do que gigantesco. E com "diferentes pernas". Essa evolução do setor automotivo é o tema do episódio especial do Radar Podcast sobre os 30 anos da Automotive Business. No programa, a equipe da AB destaca e debate as principais mudanças e evoluções da cadeia de valor. Com os editores Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya, os repórteres especiais Natália Scarabotto e Vitor Matsubara, e participação ilustre de nossa eterna editora-chefe Giovanna Riato, o Radar analisa os avanços do setor automotivo. Seja na manufatura e no conceito de indústria 4.0, seja em conceitos de produção mais sustentáveis, na ascendência da agenda ESG dentro da cadeia e na evolução dos produtos em tecnologia e estrutura.

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