
Advertise on podcast: Amplitudes
This podcast has
33 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
Instituto Tomie OhtakeExplicit
No
Date created
2019/10/02
Latest episode
2022/06/07
Average duration
66 min.
Release period
31 days
Description
Amplitudes é um podcast produzido pelo Núcleo de Cultura Participação do Instituto Tomie Ohtake que discute temas relevantes da educação, da cultura e das artes nacionais, ampliando o alcance dos debates que acontecem dentro do nosso espaço. Toda a primeira segunda feira de cada mês, o educador Pedro Costa entrevista artistas, educadores e profissionais da cultura convidados a apresentar suas ideias, pesquisas e inquietações para o público.
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Qual o poder do olhar e qual o poder da visibilidade? Com Val Souza
2022/06/07
Como é construída a ideia de beleza da mulher brasileira? Como as mulheres brasileiras agenciam suas imagens em face das violências fundadoras desse país? Essas são algumas das questões que perpassam o trabalho de Val Costa, artista multiplataforma, cuja pesquisa questiona as noções de beleza da sociedade brasileira, e o modo como essas noções recaem sobre os corpos das mulheres negras.
Neste episódio do Podcast Amplitudes, Pedro Costa e Kaya Fernanda, educadoras do Instituto Tomie Ohtake, entrevistam a artista Val Costa. Ela fez uma residência artística para a exposição Arte Atual "Por muito tempo pensei ter sonhado que era livre" que está em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, e por alguns dias coabitou os ateliês do Instituto Tomie Ohtake com seus funcionários. Nessa conversa Val falou de sua pesquisa, suas obras e do modo que sua presença no mundo se relaciona com uma pesquisa mais profunda, que tem a ver com beleza, prazer e amor.
Quem é Anna Maria Maiolino? Com a própria artista
2022/05/03
A vida primeiro! Esse é um dos motes de Anna Maria Maiolino, uma das artistas mais relevantes do cenário atual com mais de sessenta anos de carreira. Ao longo de sua trajetória Maiolino produziu obras em múltiplas linguagens como gravura, argila, poesia, fotografia e performance que versam sobre o feminino, a política e o encontro entre materialidades diversas.
Nesse episódio do Podcast Amplitudes o educador Pedro Costa conversou com a artista ítalo-brasileira sobre os principais temas que atravessam suas obras. Uma conversa informal em que Maiolino revela o modo de pensar sua produção artística, intrínseca à vida.
Como construir pontes entre as artes e as pessoas? Com Joelson Oliveira e Vitor Kawabata
2022/04/04
O que faz um(a) educador(a)? Qual o seu papel em uma exposição? Por que é necessário um(a) profissional dedicado(a) à mediação das obras de arte? E como funcionam as estratégias de mediação artística?
A partir da exposição “Tunga: Conjunções Magnéticas” em cartaz no Instituto Tomie Ohtake e no Itaú Cultural, o educador Pedro Costa conversa com os educadores do Itaú Cultural, Joelson Oliveira e Vítor Kawabata sobre a importância dos setores educativos dentro dos museus e sobre as diferentes estratégias de mediação desenvolvidas para tornar as visitas às exposições de arte mais interessantes e acessíveis aos diversos públicos dos museus.
Como contribuir para o futuro das jovens mulheres no Brasil? com Renata Araújo e Vera Santana
2022/03/07
As jovens mulheres periféricas são um dos grupos mais afetados pelos problemas sociais do país. Além das inúmeras dificuldades já enfrentadas pela marginalização e pela falta de políticas públicas específicas para elas, ainda sofrem com a discriminação racial e de gênero, questões que dificultam muito o acesso desse grupo à educação e ao trabalho.
É com o objetivo de cooperar para que jovens mulheres brasileiras tenham um futuro melhor que o Instituto Tomie Ohtake desenvolveu o programa Somos Muitas!, que ofereceu uma formação abrangente em produção artística para 300 mulheres periféricas, e o programa Cósmicas, que desenvolveu uma ampla formação em liderança, para 1000 jovens mulheres de todo o país.
Neste episódio o educador Pedro Costa conversa com a Renata Araújo, coordenadora do Somos Muitas! e com a Vera Santana, coordenadora do Cósmicas, para entender como esses projetos foram desenvolvidos, e quais foram os impactos na vida das mulheres que participaram dessas formações.
Como colar mundos? com Renata Cruz
2022/02/07
A colagem é uma técnica artística muito popular, porém poucas pessoas desenvolvem essa linguagem profissionalmente.
Neste episódio do Amplitudes, os educadores Pedro Costa e Luara Carvalho entrevistam a artista Renata Cruz que, além de utilizar a colagem em suas obras, ministra o curso "Colagem" no Instituto Tomie Ohtake, onde ensina diversos modos de desenvolver essa linguagem para a produção de trabalhos artísticos.
Para a Renata, a colagem é uma técnica de "colar mundos", ao mesmo tempo que reivindica seu caráter transgressor, que nos permite interferir nas imagens que conhecemos e normalizamos. Colar é de algum modo sobrepor o nosso mundo e as ideias sobre o mundo que chegam até nós, através das imagens.
Alguns artistas citados durante a essa conversa:
@indiioloru
@dacordobarro
@mattgonzalez_collage
@nemiepeba
@joiriminaya
Como educam os museus? Com Stela Barbieri
2022/01/03
Continuando a série sobre os 20 anos do Instituto Tomie Ohtake, nesse episódio, o educador Pedro Costa conversa com Stela Barbieri, educadora, artista, escritora e contadora de histórias, que dirigiu o setor educativo do Instituto Tomie Ohtake, durante os primeiros doze anos da instituição.
A partir de uma discussão sobre o que é arte-educação, Stela compartilha sua experiência nos primeiros anos do Instituto, em especial sobre o projeto “Vivências Culturais para Professores”, que atendeu mais de seis mil professores da rede de ensino básico da cidade de São Paulo, com formações multidisciplinares.
Stela também fala sobre o desafio de gerir, a partir de 2010, o setor educativo da Bienal de São Paulo, uma das maiores instituições de arte do Brasil, e sobre o Binah, espaço de arte, concebido por ela e por Fernando Vilela, onde acontecem experimentações, ateliês, oficinas e debates sobre artes.
Instituto Tomie Ohtake - 20 anos: Como tudo começou? Com Ricardo Ohtake
2021/12/06
Em novembro de 2021, o Instituto Tomie Ohtake celebra 20 anos e neste episódio do Amplitudes, Pedro Costa entrevista Ricardo Ohtake, presidente Instituto Tomie Ohtake desde a sua inauguração.
Ricardo Ohtake tem uma longa trajetória como gestor de importantes instituições culturais do país. Ele foi o primeiro diretor do Centro Cultural São Paulo, no início dos anos 80. Alguns anos depois ele também foi diretor do MIS - o Museu da Imagem e do Som, teve uma passagem dirigindo a Cinemateca Brasileira, e também foi Secretário de Cultura do Estado de São Paulo.
Nessa entrevista, o educador Pedro Costa busca resgatar o modo como Ricardo desenvolveu seu pensamento de gestor cultural ao longo dos anos. Com diversas histórias de suas passagens por essas instituições, Ricardo Ohtake explica como foi fundado o Instituto Tomie Ohtake e retoma os principais momentos da Instituição nesses 20 anos.
Como valorizar nossa ancestralidade africana? Com Ebomi Cici
2021/11/01
Nancy de Souza, mais conhecida como Ebomi Cici, trabalhou boa parte de sua vida ao lado de Pierre Verger, legendou mais de 11 mil de suas fotos, e participou dos últimos anos de vida do fotógrafo. Eles se conheceram em Salvador no Ilê Opô Afonjá, antigo terreiro de Candomblé, frequentado pelo viajante francês por mais de 40 anos.
Nessa entrevista, Cici nos conta sobre Verger de uma perspectiva privilegiada. De alguém que, assim como o fotógrafo, conhece os mistérios do sagrado trazidos ao Brasil pelas culturas africanas. É dessa mesma perspectiva que ela também nos conta de sua vida, como mulher negra que nasceu em 1939 e ainda tem memórias do Rio de Janeiro dos anos 40, quando soldados brasileiros lutavam contra o fascimo na Itália.
Cici é sobretudo uma contadora de histórias. Conta histórias de Verger assim como conta histórias do Brasil, da África, do Candomblé e de Xangô, todas com o mesmo carinho. Escutá-la é reconfortante, como estar ao pé de uma árvore ouvindo histórias dos nossos avós.
Com quantas cores se faz um povo? Com Luiz Braga
2021/10/04
No novo episódio do podcast Amplitudes, o educador Pedro Costa conversa com Luiz Braga sobre o modo como o artista constrói suas fotografias, seus métodos de aproximação, o registro das cores, dos gestos e do olhar da população paraense.
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Luiz Braga é um dos principais fotógrafos brasileiros em atividade hoje, com trajetória premiada que já soma mais de 40 anos de trabalho, atrás das câmeras, registrando diferentes aspectos dos povos ribeirinhos da região amazônica.
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Com uma seleção de fotografias que se destacam pela calma e beleza dos retratos, a mostra "Luiz Braga: Máscara, espelho e escudo", em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, nos apresenta a habilidade especial do artista em capturar os olhares do povo paraense e sua intensidade cotidiana no uso das cores - ou como afirma Luiz Braga: "a inteligência cromática dos povos do norte".
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Confira, toda primeira segunda-feira do mês, novos episódios do Amplitudes no link da bio ou na plataforma de podcast de sua preferência.
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#institutotomieohtake #amplitudes #podcast #fotografia #luizbraga
Aonde levam os caminhos de Pierre Verger? Com Priscyla Gomes e Claudelir Clemente
2021/09/06
Com 30 anos Pierre Verger começou a viajar pelo mundo, suas fotografias o levaram aos cinco continentes quando teve a oportunidade de entrar em contato com diferentes povos e suas culturas. Mas foi na Bahia onde Verger decidiu se estabelecer, contrariando expectativas e o senso comum, o fotógrafo adentrou o espaço sagrado do candomblé baiano, conheceu seus segredos e a partir daí reconectou o Brasil à África.
A mostra Pierre Verger - Percursos e Memórias retoma esses trajetos e discute o percurso e as mudanças no olhar do fotógrafo francês que se torna babalorixá, filho de Xangô, Pierre 'Fatumbi' Verger.
Nesse episódio do Amplitudes o educador Pedro Costa conversa com a curadora da mostra, Priscyla Gomes, e com a antropóloga e professora da Universidade Federal de Uberlândia, Claudelir Clemente, sobre os caminhos e as transformações de Pierre Verger.
Quando os muros se tornam telas? Com Ivo Mesquita
2021/08/02
Nesse episódio os educadores Pedro Costa e Bruno Ferrari entrevistam o curador da mostra Di Cavalcanti: Muralista, Ivo Mesquita, em um debate sobre a vida e a obra do artista moderno, sua produção mural e suas relações com muralismo mexicano.
Um dos expoentes da arte moderna brasileira Di Cavalcanti ficou conhecido por representar o Brasil popular em suas telas. Suas obras apresentam temas como o samba, o carnaval, os morros cariocas e apresentam mulheres e homens negros, quando o tema ainda era um tabu entre as elites do país. Porém, seus murais são um aspecto ainda pouco conhecido de seu trabalho, obras de grande escala, elaboradas para ocupar largos espaços na arquitetura de edifícios, fábricas, teatros e escolas.
O curador e pesquisador Ivo Mesquita retomou os murais do artista e descobriu aí uma relação ainda pouco conhecida entre Di Cavalcanti e o muralismo mexicano, de artistas como Diego Rivera, Orozco, Siqueiros, entre outros. Ao contrário das telas, as obras em murais são sempre públicas e os mexicanos aproveitam essa características para produzir obras de caráter popular, ligadas aos temas da Revolução Mexicana e uma busca por suas raízes nacionais.
Como olhar para Di Cavalcanti hoje? O que o muralismo significa para o pintor? E como a produção do artista se relaciona com as questões contemporâneas? São algumas das questões debatidas nesse podcast.
Qual a cor do poder, qual a cor da resistência? Com Maxwell Alexandre
2021/07/05
Com obras que abordam a diversidade de experiências das pessoas negras no Brasil, o artista Maxwell Alexandre produz uma obra complexa que recusa qualquer definição simplista. São obras de grande escala, painéis ao mesmo tempo grandiosos e frágeis que misturam signos de poder e de resistência em narrativas poéticas permeadas de criticidade.
Com apenas 31 anos, Maxwell Alexandre tem conquistado um lugar cativo no campo das artes visuais, nos últimos anos ele realizou exposições individuais na França, Inglaterra e no Brasil e suas obras já compõem o acervo de diversos museus relevantes como o MASP e a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Entre os dias 8 de maio a 25 de julho, o Instituto Tomie Ohtake recebe Pardo é Papel, primeira exposição individual do artista Maxwell Alexandre na cidade de São Paulo.
Nesse episódio os educadores Pedro Costa e Luara Carvalho entrevistam o artista Maxwell Alexandre para entender um pouco mais sobre suas motivações e sobre o percurso que o artista percorre na produção de suas obras.
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