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Podcast Página Cinco

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Rating
★★★★★
5
from
2 reviews
Categories
Country
Brazil
This podcast has
216 episodes
Explicit
No
Date created
2020/01/15
Latest episode
2025/11/27
Average duration
52 min.
Release period
14 days

Description

O Página Cinco fala de livros. Dos clássicos aos últimos sucessos comerciais, dos impressos aos e-books, das obras com letras miúdas, quase ilegíveis, aos balões das histórias em quadrinhos. Rodrigo Casarin é jornalista pós-graduado em Jornalismo Literário. Vive em São Paulo, em meio às estantes com as obras que já leu e às pilhas com os livros dos quais ainda não passou da página 5.

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#208 – Os mistérios de Jon Fosse
2025/11/27
"Pelas peças e prosas inovadoras que dão voz ao indizível." Foi essa a justificativa da Academia Sueca para conceder o Nobel de 2023 ao norueguês Jon Fosse. Fui conhecer a literatura do cara na esteira do prêmio e me apaixonei pelo que encontrei: os silêncios, os mistérios, a sensação de estar diante de algo realmente grandioso. Desde então, pensava em fazer um episódio sobre a obra de Fosse. Pois bem, o momento finalmente chegou para fechar a temporada de 2025. Sim, depois deste episódio farei uma pausa. Volto por aqui no começo do ano que vem, mas seguirei pela coluna, pela newsletter, pelas redes sociais… O convidado da vez é Leonardo Pinto Silva, um dos tradutores do norueguês no Brasil. Foi Leonardo que verteu para o nosso idioma livros como “Manhã e Noite”, publicado pela Zain, e “Brancura”, “Vai Vir Alguém e Outras Peças” e o fresquíssimo “Heptalogia”, tidos por muitos como a obra-prima de Fosse, esses três últimos editados pela Fósforo. Se você está ouvindo este episódio logo depois dele ir ao ar, deixo um aviso. Está rolando o Clube do Livro Jon Fosse e no encontro do dia 29 de novembro o próprio Fosse estará presente para um bate-papo com mediação de Aline Bei. O caminho para a newsletter: https://paginacinco.substack.com/ Sobre o encontro com Fosse: https://www.instagram.com/p/DPWl4_tjNDq/
#207 – Leitura por prazer: papo com Ana Lima Cecilio
2025/11/13
Ana Lima Cecílio é uma mulher que trabalha com livros. Em 2024 e 2025 ela esteve como curadora da Flip. Deixou a função há alguns meses e agora é editora-executiva de ficção nacional da Record. Ana já passou por editoras como Carambaia e Globo, onde coordenou o selo Biblioteca Azul e editou nomes como Elena Ferrante. Também já atuou em outras frentes do mercado editorial. Seu grande negócio é lidar com os livros. Para compartilhar as preciosidades que descobre durante suas muitas leituras, Ana Lima criou a newsletter “A Lábia”, onde dicas empolgadas são acompanhadas de uma espécie de crônica sobre diferentes aspectos da literatura. Ana Lima Cecílio é, antes de tudo, leitora. E foi para conversar com essa leitora que a convidei para o papo que vocês ouvem agora. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** E o caminho para A Lábia: https://alabia.substack.com/
#206 – Livraria como um negócio do futuro: papo com Beto Ribeiro
2025/10/30
Fazia tempo que pensava em bater um papo com um livreiro aqui no podcast. Queria saber como é esse negócio de vender livros aqui na década de 20 do século 21. Como lidar com as adversidades, a concorrência online… E também saber quais são os prazeres dessa empreitada. Foi por isso que convidei o Beto Ribeiro para o papo que vocês ouvirão a seguir. Há décadas que Beto se dedica profissionalmente aos livros. Começou aos 16 anos, passou por livrarias de grandes redes e em 2016 fundou a Livraria Simples, hoje uma referência dentre as livrarias de São Paulo. Espero que curtam essa conversa com o Beto. Para ele, como acontece por aqui, estar metido em meio aos livros ajuda a dar sentido à vida. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** A Livraria Simples fica na Rua Rocha, 259. Bela Vista, São Paulo. Na mesma rua, no número 416, está o Mercadinho Simples.
#205 – Arte diante do terror apocalíptico: conheça László Krasznahorkai, vencedor do Nobel
2025/10/16
Pela sua obra envolvente e visionária que, em meio ao terror apocalíptico, reafirma a força da arte. Por esse motivo que a Academia Sueca escolheu o húngaro László Krasznahorkai como vencedor do prêmio Nobel de Literatura de 2025. Assim que o prêmio foi anunciado, a Companhia das Letras correu para informar que em breve lançará dois novos romances de László por aqui: "O Retorno do Barão Wenckheim" e “Herscht 07769”, este apresentado como um romance monumental de mais de 400 páginas escrito em uma só frase. Apenas um livro do húngaro já está disponível em nossas livrarias: “Sátántangó”, original de 1985 que nos chegou em 2022 com tradução de Paulo Schiller. Não virou best-seller, longe disso, mas é um romance que conquistou um punhado de bons leitores. Leitor de respeito que admira demais a obra de László é Lucas Lazzaretti, que já leu boa parte dos livros do cara. Lucas é doutor em filosofia, tradutor e escritor, autor de ficções como o ótimo “Saturno Translada”, publicado pela 7Letras. Muita gente o conhece pela faceta de crítico literário graças a resenhas publicadas no canal Livrada! Lucas é o convidado desse papo sobre a obra de László Krasznahorkai, um autor que, pelo visto, merece ser descoberto por mais leitores brasileiros. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#204 – Escritores sem capa: papo com Ricardo Viel
2025/10/02
Rosa Montero, Javier Cercas, Dulce Maria Cardoso, Juan Gabriel Vásquez, Bernardo Carvalho, Valter Hugo Mãe, Mia Couto, Milton Hatoum, Tatiana Salem Levy e Djaimilia Pereira de Almeida. Foi com esse admirável time de autores que o jornalista Ricardo Viel se encontrou para, mais do que entrevistas, bater longos papos. Ricardo queria conhecer melhor essas pessoas, compreender como elas lidavam com a escrita, o que pensavam de assuntos caros ao mundo literário. Uma pergunta recorrente: a literatura serve para algo? Agora essas conversas profundas chegam aos leitores no livro “Sobre a Ficção – Conversas com Romancistas”, publicado pela Companhia das Letras. Diretor de comunicação da Fundação José Saramago, Ricardo é brasileiro, mas vive desde 2013 em Lisboa. Ele é também autor de “Um País Levantado em Alegria”, “Simuladores de Vuelo” e “La Revolución Amable”, além de ser um dos organizadores de “Com o Mar por Meio”, que reúne cartas trocadas entre Jorge Amado e Saramago, e um dos editores de “Saramago: Os Seus Nomes”. É com Ricardo o papo desta edição do podcast. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#203 – A escrita em tempo de inteligência artificial: papo com Sérgio Rodrigues
2025/09/18
“Escrever é Humano – Como Dar Vida à Sua Escrita em Tempos de Robôs”. É esse o título do novo livro de Sérgio Rodrigues, consagrado pelo romance “O Drible” e também autor de obras como “A Vida Futura” e “Elza, A Garota”. Também jornalista, há muito tempo que Sérgio é presença frequente na imprensa. Hoje tem uma coluna na Folha sobre a língua portuguesa. Antes, tocava o Todoprosa, blog de literatura que foi referência para muita gente. E eu faço parte dessa gente. Publicado pela Companhia das Letras, em “Escrever é Humano” Sérgio reflete sobre o ato da escrita enquanto lembra algumas passagens de sua vida. Também discute os meandros dessa atividade tão cheia de sutilezas e dá algumas dicas àqueles que pretendem ser escritor. Uma delas: “existe a opção de desistir? Se existir, agarre-a”. É um livro que dialoga com esse momento em que a inteligência artificial passa a fazer parte de nossas vidas. Como isso já impacta e seguirá impactando na escrita? E na leitura? São questões que estão tanto no livro de Sérgio quanto no papo que batemos. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#202 – A literatura russa além dos nomões que todos conhecem
2025/09/04
O leitor brasileiro tem uma relação peculiar com a literatura russa. Nomes como Tolstói e Dostoiévski mexem bastante com o nosso imaginário e nossas ambições diante dos livros. Esse apego, no entanto, costuma ser pelos russos que escreveram no século 19, começo do século 20. Para conversar sobre uma literatura mais recente, pegando boa parte do século 20 e já entrando nesse primeiro quarto de século 21, que convidei Maria Vragova para o papo que vocês ouvirão a seguir. Maria é russa e vive há décadas no Brasil, onde hoje toca a editora Ars et Vita e organiza o festival Artes Vertentes, que neste ano acontecerá entre os dias 11 e 21 de setembro em Tiradentes, cidade histórica de Minas Gerais. Contudo, a conversa é mesmo sobre essa literatura russa que chega até os nossos dias, como vinha dizendo. Quem são os nomes que merecem atenção? Como se relaciona com o período soviético? E hoje, como Putin assombra os autores de seu país? * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** O caminho para a programação do Artes Vertentes: https://www.artesvertentes.com/ *** Alguns nomes mencionados no papo: Ivan Búnin; Andrei Platônov; Issac Babel; Mikhail Bulgkákov; Shalámov; Nadejda Teffi; Boris Pasternak; Andrei Bieli; Valentin Rasputin; Ilia Erenburg; Dmitri Bikov; Maria Stepánova; Egana Djabbarova. **** A ilustração da arte do episódio foi feita por Anna Cunha para a edição da Ars et Vita de “O Amor Pela Pátria e Outras Histórias”, de Andrei Platônov.
#201 – Afinal, o que é essa tal de autoficção?
2025/08/21
Autoficção. Eis um termo que ronda ou toma o protagonismo das discussões sobre literatura no século 21. Hoje, surge com frequência graças ao trabalho de autores como Annie Ernaux e Edouard Louis. Mas quem acompanha com atenção as conversas literárias lembra que ele já andava colada ao trabalho de nomes como Ricardo Lísias e Cristovão Tezza. Tem muita gente que ama e outro bom tanto de gente que detesta essa tal da autoficção. Mas, afinal, o que é exatamente isso? De onde ela vem? Dá para colocar num mesmo balaio tudo o que nos é vendido como autoficção? Para conversar sobre essas e outras questões que convidei Élvio Cotrim para o papo que vocês ouvirão a seguir. O Élvio é professor de Língua e Literatura Francesa, doutor em literatura comparada pela Universidade Federal Fluminense e mestre em Literatura Francesa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nos últimos tempos, Élvio tem tratado de assuntos que pululam nos debates sobre literatura na newsletter que leva o seu nome. Vale passear por lá após ouvir o nosso papo. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** O caminho para a newsletter do Élvio: https://elvio.substack.com/
#200 – Livros, leitura, crítica e paixão
2025/08/07
Eis que, seis anos depois, chegamos à edição de número 200 do podcast. É uma marca bem importante. Bom ver o trabalho tendo essa longevidade. Como não poderia deixar de ser, agradeço imensamente a todos vocês pela companhia ao longo dessa jornada. Para celebrar a marca, um episódio um pouco diferente. Um bate-papo entre leitores com um leitor que admiro pra caramba. Falo de Júlio Pimentel Pinto, que já esteve aqui em outras duas ocasiões. No episódio 191 conversamos sobre Jorge Luis Borges, uma de suas paixões. Antes, no episódio 179, havíamos papeado a respeito do livro mais recente de Júlio: “Sobre Literatura e História: Como a Ficção Constrói a Experiência”. Júlio é ensaísta, crítico literário e professor no departamento de história da Universidade de São Paulo e há cerca de 40 anos pesquisa a relação entre nosso passado e a ficção. Espero que curtam essa conversa sobre leitura, crítica, bibliotecas, desafios do dia a dia e, claro, paixão pelos livros e pela literatura. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#199 – George Orwell: em defesa do socialismo democrático
2025/07/24
“Cada linha de trabalho que escrevi foi escrita, direta ou indiretamente, contra o totalitarismo”. É comum encontrarmos essa citação de George Orwell por aí. Porém, com frequência a segunda parte da frase é omitida. O britânico escreveu, sim, para combater o totalitarismo. Mas não só. O olhar para a própria obra está no ensaio “Por que escrevo”, de 1946. E a citação completa é essa: “Cada linha de trabalho sério que escrevi desde 1936 foi escrita, direta ou indiretamente, contra o totalitarismo e em prol do socialismo democrático”. Orwell, vocês sabem, é autor de “1984” e “Animal Farm”, que aqui cito com o título original por razões que vocês entenderão ao longo do podcast. Não só isso. Também escreveu dezenas de ensaios que nos ajudam a compreender como a sua visão de mundo foi sendo forjada de acordo com as próprias experiências. É um dos autores mais citados e lidos do século 20. Também é dono de uma das biografias mais desprezadas e das obras mais deturpadas desse período. Há muitas interpretações tresloucadas sobre a literatura de Orwell por aí. Para entender melhor quem foi esse cara e quais são os caminhos legítimos para interpretar a sua obra que convidei Débora Tavares para um papo. Débora é professora e idealizadora da Livre Literatura, plataforma que nasceu em 2020 com o objetivo de divulgar e democratizar o conhecimento produzido na universidade pública. Vou deixar o caminho do Instagram para vocês na descrição do episódio, recomendo que acompanhem o trabalho dela lá no Livre Literatura. Débora é também mestre e doutora em literatura pela USP, onde pesquisou a obra de George Orwell e a sua relação com a História. *** A coletânea de Brecht que menciono, organizada por André Vallias, saiu pela Perspectiva, não pela Parábola. ** O caminho para o instagram do Livre Literatura: https://www.instagram.com/livre_literatura * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#198 – Muito além do Vampiro: Christian Schwartz e a biografia de Dalton Trevisan
2025/07/10
Dalton Trevisan se foi no dia 9 de dezembro do ano passado, apenas alguns meses antes de chegar aos cem anos. O Vampiro de Curitiba, como ficou conhecido, é um autor central na literatura brasileira do século 20. São dele livros como “Novelas Nada Exemplares”, “Cemitério de Elefantes” e “A Polaquinha”, que começaram a ser reeditados pela Todavia. É a mesma casa que lançará, com previsão para o segundo semestre deste ano, uma biografia de Dalton que vem sendo escrita pelo escritor, tradutor e jornalista Christian Schwartz. É um livro que começou a tomar contornos míticos conforme o biógrafo tinha acesso à intimidade de um autor famoso pela sua reclusão. Christian pode vasculhar, por exemplo, milhares de cartas, diários e parte da biblioteca do curitibano. No papo a seguir, Christian fala de um Dalton cheio de nuances, não reduzível a clichês que costumam ser reproduzidos por aí. Isso vale para o escritor e também vale para a literatura que deixou. Antes do papo, um aviso. Em certo momento eu falo sobre uma biografia de Carlos Dummond de Andrade. Não lembrava do nome nem do autor do livro, então deixo aqui a referência correta: se trata de “Os Sapatos de Orfeu”, de José Maria Cançado. ** A foto usada na arte do podcast é de Dérson Trevisan/ Acervo Dalton Trevisan * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#197 – Literatura latino-americana: formas de sobreviver em tempo de catástrofes
2025/06/26
“Se a linguagem é imaginativa, radical e criadora, ela também é performativa, abrigando em si uma potência a tornar-se realizável. Contemos com ela em todas as suas formas para viver”. É o que escreve Ellen Maria Martins de Vasconcellos em “Sobreviver nas Catástrofes: Uma Análise Literária Contemporânea”. Ellen escreveu esse trabalho durante seu doutorado em Letras na USP. A pesquisa acabou de lhe render o prêmio que destaca teses da universidade na categoria Letras, Linguística e Artes. Nessa tese, a autora se debruça sobre livros de nomes como a chilena Diamela Eltit, o brasileiro Julián Fuks e a argentina Samanta Schweblin para olhar de diferentes formas para catástrofes de nosso tempo. Ellen também é professora na Unam, a Universidad Nacional Autónoma de México, poeta e já verteu para o português livros como “Gosma Rosa”, da uruguaia Fernanda Trías, publicado pela Moinhos. Convidei Ellen, sim, para falarmos sobre sua pesquisa. Mas convidei Ellen, sobretudo, para termos aqui no podcast mais uma visão sobre literatura latino-americana contemporânea, um dos meus assuntos favoritos. ** Na arte do podcast, pintura de Oswaldo Guayasamin * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#196 – Outras perspectivas para os mundos árabes e a Palestina
2025/06/12
Publicar autores do Oriente Médio e do Norte da África, dar voz a literaturas sub-representadas no Brasil e estabelecer pontes diretas num eixo sul-sul.  Com esses propósitos que a editora Tabla nasceu em 2020. Desde então, foram responsáveis por publicar no país nomes importantes, mas até então pouco conhecidos por aqui. Falo de escritores como o libanês Elias Khoury e os palestinos Marmud Darwich e Ghassan Kanafani. Cada vez mais gente tem prestado atenção naquele canto do mundo especialmente por conta do massacre de Israel sobre os palestinos. O trabalho da Tabla nos ajuda olhar para a história com mais nuances do que estamos acostumados a ver no noticiário. Uma das mentes à frente do trabalho é a editora Laura Di Pietro. Com ela que conversei sobre o nascimento da Tabla, os desafios de trabalhar com literaturas pouco conhecidas no Brasil, as barreiras que enfrentam e a importância da ficção literária para a compreensão de realidades diversas. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
#195 – Um passeio pelo mundo das HQs: papo com Érico Assis
2025/05/29
Érico Assis é uma referência quando o assunto é HQ. Colega jornalista, desde 1999 que Érico se dedica à cobertura de histórias em quadrinhos. Já fez e faz muita coisa. Foi colunista do Omelete e do blog da Companhia das Letras, por exemplo. Hoje toca a newsletter Vira Página, uma das minhas favoritas – também vou deixar o link na descrição do episódio – e, dentre outras coisas, dá aulas tanto de tradução quanto de tradução específica de HQs. Sim, Érico também é tradutor. Ele que verteu para a nossa língua nomes como Alan Moore, Craig Thompson e Jeff Lemire, para citar alguns quadrinistas importantes, além de escritores como Chuck Palahniuk e Agatha Chistie. É uma conversa em que falamos muito sobre histórias em quadrinhos, claro, sobretudo aquelas que passam longe do universo dos super-heróis. Também papeamos um tanto sobre como é a vida de jornalistas que precisam empilhar trabalhos para conseguir pagar as contas e seguir mergulhados no mundo dos livros. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** E a news do Érico: https://virapagina.substack.com/
#194 – Por que falar dos clássicos?
2025/05/15
Não faz muito tempo que tivemos por aqui um episódio sobre a leitura de clássicos. Foi com a Amara Moira, lá na edição 182 do podcast. Hoje volto ao tema. Não por ter necessariamente novas perguntas para fazer, mas porque acho que sempre vale a pena ouvir como outros leitores se relacionam com os livros fundamentais da história literária. Por que lê-los? Como lê-los? Tá tudo bem amar uns e odiar outros? O que fazer diante da impossibilidade de ler tudo o que gostaríamos? Como, afinal, lidar com os clássicos? Há muitas respostas tão possíveis quanto válidas para cada uma dessas questões. Hoje, quem responde parte delas é Livia Piccolo. Formada em Artes Cênicas na USP e mestre em interlinguagem, Lívia está à frente do canal da editora Antofágica no Youtube, onde os vídeos sobre autores clássicos costumam ser alguns dos mais assistidos pelos leitores. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** Na imagem do episódio, Dama com Arminho, de Leonardo Da Vinci.

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