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This podcast has
35 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
Infecto DescomplicadaExplicit
No
Date created
2020/02/25
Latest episode
2026/07/27
Average duration
39 min.
Release period
49 days
Description
Aqui você vai ouvir comentários atualizados sobre as últimas evidências, notícias, artigos, protocolos controvérsias e questões de prova sobre o dia a dia da Infectologia! Para especialistas e interessados. Contagie-se! Siga-nos! Por Ruan Fernandes, André Cotia, João Telles, Eduardo Pandini e Natanael Adiwardana.
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[ESPECIAL - Aula] #T7E5: Análise de Dados na prática (Fundamentos em Análise de Dados em Controle de Infecção hospitalar)
2026/07/27
Módulo 5: Aplicações Práticas e Projetos Finais Ter o gráfico em mãos é só o começo; o desafio real do profissional do SCIH é transformar essa teoria em prática na beira do leito e ver a taxa de infecção cair. Neste episódio, unimos tudo o que vimos para formular problemas reais e propor intervenções que a equipe consiga abraçar, como a adoção de bundles e checklists. O presente conteúdo foi projetado e curado pela coordenação do curso, e executada com auxílio de ferramentas de inteligência artificial
Para saber mais sobre o curso, acesse:
https://www.rededorsaoluiz.com.br/instituto/idor/cursos/curta-duracao-em-fundamentos-de-analises-de-dados-em-controle-de-infeccoes-hospitalares-sp/
A literatura que serve de base para o ensino dos alunos e para a composição dos materiais didáticos, incluindo este episódio, é composta por diversas referências, como:
Livros
CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Tradução de Fernando Tude de Souza. 52. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.FISHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim: como negociar acordos sem fazer concessões. Tradução de Ricardo Vasques Vieira. 1. ed. Rio de Janeiro: Solomon, 2014.GRABAN, Mark. Lean Hospitals: Improving Quality, Patient Safety, and Employee Engagement. 3. ed. Boca Raton: CRC Press, Taylor & Francis Group, 2016.KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Tradução de Cássio de Arantes Leite. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling com dados: um guia sobre visualização. Rio de Janeiro: Alta Books, 2019.KOHN, Linda T.; CORRIGAN, Janet M.; DONALDSON, Molla S. (Ed.). To Err Is Human: Building a Safer Health System. Washington, DC: National Academy Press / Institute of Medicine, 2000.OAKLAND, John S. Statistical Process Control. 5. ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 2003.ROSLING, Hans; ROSLING, Ola; RÖNNLUND, Anna Rosling. Factfulness: ten reasons we're wrong about the world - and why things are better than you think. Nova York: Flatiron Books, 2018.SCHWABISH, Jonathan A. Data Visualization in Excel: A Guide for Beginners, Intermediates, and Wonks. 1. ed. Boca Raton: AK Peters / CRC Press, 2023.SPIEGELHALTER, David. A arte da estatística: como aprender a partir de dados. Tradução de George Schlesinger. Rio de Janeiro: Zahar, 2019.URY, William. Como chegar ao sim com você mesmo: o primeiro passo em qualquer negociação, conflito ou conversa difícil. Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Sextante, 2015.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Diretriz Nacional para Elaboração de Programa de Gerenciamento de Antimicrobianos em Serviços de Saúde. Revisão 2023. Brasília: Anvisa, 2023.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 03/2026: Critérios Diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde de Notificação Nacional Obrigatória – ano: 2026. Brasília: Anvisa, 2026.MOEHRING, R. W.; VAUGHN, V. M. et al. Development of inpatient stewardship metrics. Infectious Diseases/Antimicrobial Stewardship, 2023.MORTON, A. et al. Analysis of aggregated hospital infection data for accountability. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 4, p. 287-291, 2010.MORTON, A. et al. Sequential analysis of uncommon adverse outcomes. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 2, p. 114-118, 2010.SPIEGELHALTER, D. Funnel plots for institutional comparison. Quality and Safety in Health Care, v. 11, n. 4, p. 390-391, 2002.SUMAN, G.; PRAJAPATI, D. R. Control chart applications in healthcare: a literature review. International Journal of Metrology and Quality Engineering, v. 9, n. 5, 2018.Nota: O material base também abrange e extrai excertos de diversos periódicos complementares .
[ESPECIAL - Aula] #T7E4: Análise Crítica de Dados (Fundamentos em Análise de Dados em Controle de Infecção hospitalar)
2026/07/20
Módulo 4: Storytelling com Dados Sabe aquela reunião de comissão onde você apresenta um gráfico denso e a equipe médica cruza os braços, caindo na defensiva? Apresentar os dados de forma bruta, sem contar a história por trás deles, raramente gera o engajamento necessário. Hoje discutimos como transformar tabelas complexas em narrativas visuais claras e como o enquadramento da mensagem (focar na taxa de "sobrevivência" ao invés de "mortalidade", por exemplo) muda completamente a receptividade dos profissionais.
O presente conteúdo foi projetado e curado pela coordenação do curso, e executada com auxílio de ferramentas de inteligência artificial
Para saber mais sobre o curso, acesse:
https://www.rededorsaoluiz.com.br/instituto/idor/cursos/curta-duracao-em-fundamentos-de-analises-de-dados-em-controle-de-infeccoes-hospitalares-sp/
A literatura que serve de base para o ensino dos alunos e para a composição dos materiais didáticos, incluindo este episódio, é composta por diversas referências, como:
Livros
CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Tradução de Fernando Tude de Souza. 52. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.FISHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim: como negociar acordos sem fazer concessões. Tradução de Ricardo Vasques Vieira. 1. ed. Rio de Janeiro: Solomon, 2014.GRABAN, Mark. Lean Hospitals: Improving Quality, Patient Safety, and Employee Engagement. 3. ed. Boca Raton: CRC Press, Taylor & Francis Group, 2016.KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Tradução de Cássio de Arantes Leite. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling com dados: um guia sobre visualização. Rio de Janeiro: Alta Books, 2019.KOHN, Linda T.; CORRIGAN, Janet M.; DONALDSON, Molla S. (Ed.). To Err Is Human: Building a Safer Health System. Washington, DC: National Academy Press / Institute of Medicine, 2000.OAKLAND, John S. Statistical Process Control. 5. ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 2003.ROSLING, Hans; ROSLING, Ola; RÖNNLUND, Anna Rosling. Factfulness: ten reasons we're wrong about the world - and why things are better than you think. Nova York: Flatiron Books, 2018.SCHWABISH, Jonathan A. Data Visualization in Excel: A Guide for Beginners, Intermediates, and Wonks. 1. ed. Boca Raton: AK Peters / CRC Press, 2023.SPIEGELHALTER, David. A arte da estatística: como aprender a partir de dados. Tradução de George Schlesinger. Rio de Janeiro: Zahar, 2019.URY, William. Como chegar ao sim com você mesmo: o primeiro passo em qualquer negociação, conflito ou conversa difícil. Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Sextante, 2015.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Diretriz Nacional para Elaboração de Programa de Gerenciamento de Antimicrobianos em Serviços de Saúde. Revisão 2023. Brasília: Anvisa, 2023.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 03/2026: Critérios Diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde de Notificação Nacional Obrigatória – ano: 2026. Brasília: Anvisa, 2026.MOEHRING, R. W.; VAUGHN, V. M. et al. Development of inpatient stewardship metrics. Infectious Diseases/Antimicrobial Stewardship, 2023.MORTON, A. et al. Analysis of aggregated hospital infection data for accountability. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 4, p. 287-291, 2010.MORTON, A. et al. Sequential analysis of uncommon adverse outcomes. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 2, p. 114-118, 2010.SPIEGELHALTER, D. Funnel plots for institutional comparison. Quality and Safety in Health Care, v. 11, n. 4, p. 390-391, 2002.SUMAN, G.; PRAJAPATI, D. R. Control chart applications in healthcare: a literature review. International Journal of Metrology and Quality Engineering, v. 9, n. 5, 2018.Nota: O material base também abrange e extrai excertos de diversos periódicos complementares .
[ESPECIAL - Aula] #T7E3: Módulo 4: Storytelling com Dados (Fundamentos em Análise de Dados em Controle de Infecção hospitalar)
2026/07/13
Módulo 3: Análise Crítica de Dados A UTI ligou preocupada: tivemos 5 infecções de corrente sanguínea este mês contra 2 no mês passado. Pioramos? Aqui, vamos te ajudar a respirar fundo e a olhar para o denominador (o cateter-dia!) antes de tomar conclusões precipitadas e gerar pânico na unidade. Discutimos como o uso de gráficos de controle ajuda a diferenciar o que é apenas uma variação aleatória da rotina, daquilo que é um sinal de alerta real que exige intervenção.
O presente conteúdo foi projetado e curado pela coordenação do curso, e executada com auxílio de ferramentas de inteligência artificial
Para saber mais sobre o curso, acesse:
https://www.rededorsaoluiz.com.br/instituto/idor/cursos/curta-duracao-em-fundamentos-de-analises-de-dados-em-controle-de-infeccoes-hospitalares-sp/
A literatura que serve de base para o ensino dos alunos e para a composição dos materiais didáticos, incluindo este episódio, é composta por diversas referências, como:
Livros
CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Tradução de Fernando Tude de Souza. 52. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.FISHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim: como negociar acordos sem fazer concessões. Tradução de Ricardo Vasques Vieira. 1. ed. Rio de Janeiro: Solomon, 2014.GRABAN, Mark. Lean Hospitals: Improving Quality, Patient Safety, and Employee Engagement. 3. ed. Boca Raton: CRC Press, Taylor & Francis Group, 2016.KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Tradução de Cássio de Arantes Leite. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling com dados: um guia sobre visualização. Rio de Janeiro: Alta Books, 2019.KOHN, Linda T.; CORRIGAN, Janet M.; DONALDSON, Molla S. (Ed.). To Err Is Human: Building a Safer Health System. Washington, DC: National Academy Press / Institute of Medicine, 2000.OAKLAND, John S. Statistical Process Control. 5. ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 2003.ROSLING, Hans; ROSLING, Ola; RÖNNLUND, Anna Rosling. Factfulness: ten reasons we're wrong about the world - and why things are better than you think. Nova York: Flatiron Books, 2018.SCHWABISH, Jonathan A. Data Visualization in Excel: A Guide for Beginners, Intermediates, and Wonks. 1. ed. Boca Raton: AK Peters / CRC Press, 2023.SPIEGELHALTER, David. A arte da estatística: como aprender a partir de dados. Tradução de George Schlesinger. Rio de Janeiro: Zahar, 2019.URY, William. Como chegar ao sim com você mesmo: o primeiro passo em qualquer negociação, conflito ou conversa difícil. Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Sextante, 2015.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Diretriz Nacional para Elaboração de Programa de Gerenciamento de Antimicrobianos em Serviços de Saúde. Revisão 2023. Brasília: Anvisa, 2023.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 03/2026: Critérios Diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde de Notificação Nacional Obrigatória – ano: 2026. Brasília: Anvisa, 2026.MOEHRING, R. W.; VAUGHN, V. M. et al. Development of inpatient stewardship metrics. Infectious Diseases/Antimicrobial Stewardship, 2023.MORTON, A. et al. Analysis of aggregated hospital infection data for accountability. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 4, p. 287-291, 2010.MORTON, A. et al. Sequential analysis of uncommon adverse outcomes. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 2, p. 114-118, 2010.SPIEGELHALTER, D. Funnel plots for institutional comparison. Quality and Safety in Health Care, v. 11, n. 4, p. 390-391, 2002.SUMAN, G.; PRAJAPATI, D. R. Control chart applications in healthcare: a literature review. International Journal of Metrology and Quality Engineering, v. 9, n. 5, 2018.Nota: O material base também abrange e extrai excertos de diversos periódicos complementares .
[ESPECIAL - Aula] #T7E2: Como Estruturar Dados (Fundamentos em Análise de Dados em Controle de Infecção hospitalar)
2026/07/06
Módulo 2: Construção e Gestão de Bancos de Dados Quem atua no SCIH sabe a dor de cabeça que é compilar dados de prontuários que não são claros. Sabe aquela célula em branco na planilha de consumo de antimicrobianos que te faz questionar se o paciente não tomou a dose ou se simplesmente esqueceram de anotar? Neste episódio, conversamos sobre o desafio do dia a dia de coletar dados com rigor, evitando que informações vitais fiquem ambíguas. Afinal, qualquer auditoria clínica ou sistema de vigilância depende de registros confiáveis na base. O presente conteúdo foi projetado e curado pela coordenação do curso, e executada com auxílio de ferramentas de inteligência artificial
Para saber mais sobre o curso, acesse:
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A literatura que serve de base para o ensino dos alunos e para a composição dos materiais didáticos, incluindo este episódio, é composta por diversas referências, como:
Livros
CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Tradução de Fernando Tude de Souza. 52. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.FISHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim: como negociar acordos sem fazer concessões. Tradução de Ricardo Vasques Vieira. 1. ed. Rio de Janeiro: Solomon, 2014.GRABAN, Mark. Lean Hospitals: Improving Quality, Patient Safety, and Employee Engagement. 3. ed. Boca Raton: CRC Press, Taylor & Francis Group, 2016.KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Tradução de Cássio de Arantes Leite. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling com dados: um guia sobre visualização. Rio de Janeiro: Alta Books, 2019.KOHN, Linda T.; CORRIGAN, Janet M.; DONALDSON, Molla S. (Ed.). To Err Is Human: Building a Safer Health System. Washington, DC: National Academy Press / Institute of Medicine, 2000.OAKLAND, John S. Statistical Process Control. 5. ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 2003.ROSLING, Hans; ROSLING, Ola; RÖNNLUND, Anna Rosling. Factfulness: ten reasons we're wrong about the world - and why things are better than you think. Nova York: Flatiron Books, 2018.SCHWABISH, Jonathan A. Data Visualization in Excel: A Guide for Beginners, Intermediates, and Wonks. 1. ed. Boca Raton: AK Peters / CRC Press, 2023.SPIEGELHALTER, David. A arte da estatística: como aprender a partir de dados. Tradução de George Schlesinger. Rio de Janeiro: Zahar, 2019.URY, William. Como chegar ao sim com você mesmo: o primeiro passo em qualquer negociação, conflito ou conversa difícil. Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Sextante, 2015.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Diretriz Nacional para Elaboração de Programa de Gerenciamento de Antimicrobianos em Serviços de Saúde. Revisão 2023. Brasília: Anvisa, 2023.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 03/2026: Critérios Diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde de Notificação Nacional Obrigatória – ano: 2026. Brasília: Anvisa, 2026.MOEHRING, R. W.; VAUGHN, V. M. et al. Development of inpatient stewardship metrics. Infectious Diseases/Antimicrobial Stewardship, 2023.MORTON, A. et al. Analysis of aggregated hospital infection data for accountability. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 4, p. 287-291, 2010.MORTON, A. et al. Sequential analysis of uncommon adverse outcomes. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 2, p. 114-118, 2010.SPIEGELHALTER, D. Funnel plots for institutional comparison. Quality and Safety in Health Care, v. 11, n. 4, p. 390-391, 2002.SUMAN, G.; PRAJAPATI, D. R. Control chart applications in healthcare: a literature review. International Journal of Metrology and Quality Engineering, v. 9, n. 5, 2018.Nota: O material base também abrange e extrai excertos de diversos periódicos complementares .
[ESPECIAL - Aula] #T7E1: Introdução a Fundamentos em Análise de Dados em Controle de Infecção hospitalar
2026/07/01
Bem-vindo!Originalmente idealizado para servir de auxílio aos alunos de um curso sobre análise de dados em controle de infecções hospitalares, acabamos achando que os ouvintes daqui poderiam aproveitar também do seu conteúdo.
Módulo 1: Introdução à Análise de Dados. Quem nunca teve que explicar à diretoria um problema de um indicador alarmante, mas que podia ser fruto de um mês com baixa internação? E o desafio de engajar pessoas sem soar como uma cobrança pessoal, mas embasada em números? Descubra por que dados ruins geram decisões ruins e como transformar números em ações que salvam vidas
O presente conteúdo foi projetado e curado pela coordenação do curso, e executada com auxílio de ferramentas de inteligência artificial
Para saber mais sobre o curso, acesse:
https://www.rededorsaoluiz.com.br/instituto/idor/cursos/curta-duracao-em-fundamentos-de-analises-de-dados-em-controle-de-infeccoes-hospitalares-sp/
A literatura que serve de base para o ensino dos alunos e para a composição dos materiais didáticos, incluindo este episódio, é composta por diversas referências, como:
Livros
CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Tradução de Fernando Tude de Souza. 52. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.FISHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim: como negociar acordos sem fazer concessões. Tradução de Ricardo Vasques Vieira. 1. ed. Rio de Janeiro: Solomon, 2014.GRABAN, Mark. Lean Hospitals: Improving Quality, Patient Safety, and Employee Engagement. 3. ed. Boca Raton: CRC Press, Taylor & Francis Group, 2016.KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Tradução de Cássio de Arantes Leite. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling com dados: um guia sobre visualização. Rio de Janeiro: Alta Books, 2019.KOHN, Linda T.; CORRIGAN, Janet M.; DONALDSON, Molla S. (Ed.). To Err Is Human: Building a Safer Health System. Washington, DC: National Academy Press / Institute of Medicine, 2000.OAKLAND, John S. Statistical Process Control. 5. ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, 2003.ROSLING, Hans; ROSLING, Ola; RÖNNLUND, Anna Rosling. Factfulness: ten reasons we're wrong about the world - and why things are better than you think. Nova York: Flatiron Books, 2018.SCHWABISH, Jonathan A. Data Visualization in Excel: A Guide for Beginners, Intermediates, and Wonks. 1. ed. Boca Raton: AK Peters / CRC Press, 2023.SPIEGELHALTER, David. A arte da estatística: como aprender a partir de dados. Tradução de George Schlesinger. Rio de Janeiro: Zahar, 2019.URY, William. Como chegar ao sim com você mesmo: o primeiro passo em qualquer negociação, conflito ou conversa difícil. Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Sextante, 2015.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Diretriz Nacional para Elaboração de Programa de Gerenciamento de Antimicrobianos em Serviços de Saúde. Revisão 2023. Brasília: Anvisa, 2023.AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 03/2026: Critérios Diagnósticos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde de Notificação Nacional Obrigatória – ano: 2026. Brasília: Anvisa, 2026.MOEHRING, R. W.; VAUGHN, V. M. et al. Development of inpatient stewardship metrics. Infectious Diseases/Antimicrobial Stewardship, 2023.MORTON, A. et al. Analysis of aggregated hospital infection data for accountability. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 4, p. 287-291, 2010.MORTON, A. et al. Sequential analysis of uncommon adverse outcomes. Journal of Hospital Infection, v. 76, n. 2, p. 114-118, 2010.SPIEGELHALTER, D. Funnel plots for institutional comparison. Quality and Safety in Health Care, v. 11, n. 4, p. 390-391, 2002.SUMAN, G.; PRAJAPATI, D. R. Control chart applications in healthcare: a literature review. International Journal of Metrology and Quality Engineering, v. 9, n. 5, 2018.Nota: O material base também abrange e extrai excertos de diversos periódicos complementares .
#28 - T6E7: 100 anos da morte de Emílio Ribas
2026/04/08
Prisioneiros protegendo um médico contra um linchamento popular? Construir uma linha de trem para cuidar de pessoas com tuberculose? Utilizar-se de cobaia para mudar políticas de saúde pública? Criar o maior instituto de infectologia da América Latina?
Em 19 de Dezembro de 2025 completamos 100 anos da morte de um dos grandes patronos da Infectologia brasileira, Emílio Marcondes Ribas.
Eduardo Pandini foi convidado a comparecer ao próprio Instituto de Infectologia Emílio Ribas para reviver toda a história dessa pessoa ilustre que moldou a saúde pública nos séculos XIX e XX e agora compartilha conosco um pouco mais dessa história.
#Infectologia #SaúdePública #EmilioRibas
Referências
A pulga, o rato, a peste e o Butantan: identificada há 125 anos por Vital Brazil, epidemia de peste bubônica em Santos levou à criação do Instituto - Instituto Butantan https://share.google/Qhz8TKkJ0m5qAKqtFEmílio Marcondes Ribas - AMSP https://share.google/tGfbnGPs4Ik9gKIDQ
#27 - T6E6: O futuro da infectologia é preditivo? IA no combate a patógenos multirresistentes
2025/09/02
E se pudéssemos antecipar a próxima infecção por um agente multirresistente (MDR) em vez de apenas reagir a ela? Estamos vivendo uma mudança de paradigma: da análise do passado para a predição do futuro no controle de infecções.
Neste episódio do Infecto Descomplicada, recebemos Victor Marchetti, cofundador da Doxa.AI, para uma discussão profunda sobre como a inteligência artificial está revolucionando a luta contra a resistência antimicrobiana.
Dissecamos a transição da estatística inferencial clássica para o poder preditivo do machine learning e dos modelos de linguagem generativa, explorando aplicações práticas que impactam diretamente o seu dia a dia:
Diagnóstico Laboratorial: Aceleração e precisão na identificação de patógenos.
Apoio à Decisão Clínica: Ferramentas inteligentes para otimizar a terapia antimicrobiana.
Predição Epidemiológica: Como antever surtos e otimizar a alocação de recursos.
Abordamos os desafios e as oportunidades desta evolução tecnológica, oferecendo uma visão clara de como a IA pode empoderar médicos, farmacêuticos e enfermeiros. Um episódio essencial para quem está na linha de frente e busca transformar dados em ações que salvam vidas. Não perca!
Leia mais:
Artificial intelligence in antimicrobial stewardship: a systematic review and meta‑analysis of predictive performance and diagnostic accuracy. European Journal of Clinical Microbiology & Infectious Diseases (2025) 44:463–513. https://doi.org/10.1007/s10096-024-05027-yArtificial intelligence, machine learning and deep learning: Potential resources for the infection clinician. A.A. Theodosiou and R.C. Read. Journal of Infection 87 (2023) 287–294. https://doi.org/10.1016/j.jinf.2023.07.006AlGain S, Marra AR, Kobayashi T, et al. Can we rely on artificial intelligence to guide antimicrobial therapy? A systematic literature review. Antimicrob Steward Healthc Epidemiol 2025. doi: 10.1017/ash.2025.47
#26 - T6E5: bacteriófagos: o papel do Brasil, intrigas e oportunidades
2025/08/05
O que um conflito brasileiro, um romance soviético proibido e tratamento de infecções têm a ver um com o outro?
Nesse episódio, discutimos sobre as origens, estado da arte, potenciais e eventuais desafios para a terapia antimicrobiana com agentes bacteriófagos.
Aproveite também para assistir à nova vinheta!
Com Eduardo Pandini, João Telles e Natanael Adiwardana
Para ler mais:
Fujiki J, Nakamura K, Nakamura T, Iwano H. Fitness Trade-Offs between Phage and Antibiotic Sensitivity in Phage-Resistant Variants: Molecular Action and Insights into Clinical Applications for Phage Therapy. Int J Mol Sci. 2023 Oct 26;24(21):15628. doi: 10.3390/ijms242115628. PMID: 37958612; PMCID: PMC10650657.Almeida GMF, Sundberg LR. The forgotten tale of Brazilian phage therapy. Lancet Infect Dis. 2020 May;20(5):e90-e101. doi: 10.1016/S1473-3099(20)30060-8. Epub 2020 Mar 23. PMID: 32213334.Nang SC, Lin YW, Petrovic Fabijan A, Chang RYK, Rao GG, Iredell J, Chan HK, Li J. Pharmacokinetics/pharmacodynamics of phage therapy: a major hurdle to clinical translation. Clin Microbiol Infect. 2023 Jun;29(6):702-709. doi: 10.1016/j.cmi.2023.01.021. Epub 2023 Feb 2. PMID: 36736661.https://archive.nytimes.com/www.nytimes.com/library/magazine/home/20000206mag-osborne6.html
#25 - T6E4: Tecnologia, pessoas e a Higiene de Mãos
2025/06/23
Você higienizou as mãos hoje? Talvez não!
Se estiver cuidando de alguém num hospital, a chance de que isso não tenha ocorrido em todas as vezes que eram necessárias chega a ser de mais de 50% (40% em países de alta renda e até 90% em países com menos recursos).
Desde o reconhecimento das práticas de Semelweiss como importante forma de evitar agravos relacionados aos cuidados em saúde, a higiene de mão tem sido amplamente recomendada. Mas nem sempre é fácil conseguir estimular essa prática.
Sendo uma atividade necessariamente repetitiva ao longo de toda a vida profissional de qualquer ator da área da saúde, é fácil notar que muitas vezes ela pode ser preterida em meio a tantas atribuições e prioridades no dia-a-dia.
Mas o que poderia ajudar a melhorar essa adesão à higiene de mãos nos momentos necessários?
Com André Cotia, conversamos sobre o estado da arte atual da higiene de mãos no ambiente hospitalar e discutimos como a tecnologia, incluindo algoritmos e inteligência artificial, poderão nos ajudar a cuidar melhor das pessoas.
#higienedemaos #tecnologia #inteligenciaartificial #gestaodepessoas #iras #prevencao #scih #infectologia
#24 - T1E2: A história da febre amarela
2025/05/27
🦟 FEBRE AMARELA: UMA HISTÓRIA QUE AINDA NOS DÁ ALERTAS 🌳💉
Você sabia que a febre amarela já foi erradicada das cidades brasileiras — e voltou com força?
Do continente Africano às Américas. Do Haiti a Campinas, com o Dr Emílio Ribas. Do canal de Suez ao do Panamá.
Neste episódio do Infecto Descomplicada, Dr. Eduardo Pandini nos leva para uma viagem no tempo e no espaço. Da origem silvestre ao caos urbano, das descobertas científicas às campanhas de vacinação, discutimos:
✅ Por que os surtos acompanharam guerras, imigrações e urbanização
✅ Como o mosquito Aedes aegypti se tornou protagonista da transmissão
✅ O que ainda precisamos fazer para prevenir novas epidemias
✅ E por que febre amarela continua sendo uma ameaça no século XXI
Um papo leve, direto e cheio de história boa para quem cuida de gente e quer entender melhor o cenário atual das arboviroses no Brasil.
🎧 Dá o play e vem descomplicar com a gente.
#infectologia #historia #doencastropicais #febreamarela
#23 - T6E3_ Inteligência Artificial e Doenças Infecciosas
2025/02/24
Com André Cotia e Natanael Adiwardana, neste episódio, vamos explorar como a IA (inteligência artificial) e o ML (Machine Learning) estão sendo aplicados na prática clínica para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de infecções. Preparem-se para desmistificar esses termos e descobrir como eles podem ser ferramentas poderosas no nosso dia a dia.
Vigilância de Infecções, Previsão e Modelagem, Resistência Antimicrobiana, Antimicrobial Stewardship,Desafios e Considerações Éticas, CDSS (Clinical Decision Support Systems), Detecção de "Hot Spots", Redução da Carga de Trabalho e tantas outras atividades em que já usamos algoritmos de ML e IA. Mas será que estamos realmente preparados para essa onda de expansão de inteligência?
Ao abraçar essa tecnologia, os profissionais de saúde precisam estar cientes dos desafios éticos e práticos, garantindo que a IA seja utilizada de forma transparente e responsável para melhorar os resultados dos pacientes e proteger a saúde pública.
Obrigado por se juntarem a nós no Infecto Descomplicada. Fiquem ligados para mais episódios com temas relevantes e importantes para a nossa prática clínica. Até a próxima!
Referências:
•Marra, Alexandre R., et al. "Modest Clostridiodes difficile infection prediction using machine learning models in a tertiary care hospital." Diagnostic Microbiology and Infectious Disease 98 (2020): 115104.11
•Giacobbe, Daniele Roberto, et al. "Explainable and Interpretable Machine Learning for Antimicrobial Stewardship: Opportunities and Challenges." Clinical Therapeutics 46 (2024): 474–480.12
•Non, Lemuel R., Alexandre R. Marra, and Dilek Ince. "Rise of the Machines ‑ Artificial Intelligence in Healthcare Epidemiology." Current Infectious Disease Reports 27 (2025): 4.1
•Scardoni, Alessandro, et al. "Artificial intelligence-based tools to control healthcare associated infections: A systematic review of the literature." Journal of Infection and Public Health 13 (2020): 1061–1077.13
#22 - T6E2 - Negociação em controle de infecções hospitalares
2025/01/07
Com o professor Claudio Oliveira, conselheiro e professor da disciplina de negociação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), debatemos os dilemas e como encontrar um meio comum no dia-a-dia das medidas educativas para promover o uso racional de antimicrobianos. De negociações com subordinados, pares até a superiores e pessoas de alto prestígio, introduzimos um tema que faz parte de qualquer profissional que lida com pessoas: a negociação.
Sugestão de leitura:
- Como fazer amigos e influenciar pessoas, Dale Carniege
Editora Sextante; 1ª edição (8 outubro 2019)
- Como chegar ao sim: Como negociar acordos sem fazer concessões, William Ury
Editora Sextante; 1ª edição (27 junho 2018)
#21 - T5E7: Antibiograma: o que o infectologista gostaria que você soubesse?
2024/12/23
O que é um antibiograma? Como o interpretamos? Comparar ou não as concentrações inibitórias mínimas das diferentes drogas que são apontadas no laudo?
Com André Cotia, discutimos de forma introdutória conceitos e dúvidas sobre a interpretação do antibiograma. O que ele significa, o que está por trás de sua produção e o que mudou recentemente na forma de interpretá-lo.
Mais que um laudo, ele é um exame que nos diz a probabilidade de termos sucesso no tratamento de infecções ao escolhermos certas drogas. Porém nem sempre a decisão é binária: "uso" ou "não uso". Muitas vezes a interpretação precisa levar em conta o local do corpo onde a infecção está acontecendo, a capacidade da droga penetrar onde é necessária e a presença ou não de evidência em diferentes graus de qualidade para mensurarmos a chance de sucesso.
Ouça e nos acompanhe!
Para ler mais:
MIC-based dose adjustment: facts and fables - doi:10.1093/jac/dkx427
When and How to Use MIC in Clinical Practice? - https://doi.org/10.3390/antibiotics11121748
Interpretation of Antimicrobial Susceptibility Testing Using European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing (EUCAST) and Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI) Breakpoints: Analysis of Agreement - https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10149341/
#20 - T5E6: "Zeladores" de Antimicrobianos? O Stewardship do ponto de vista do Infectologista!
2024/11/25
Quando o Infectologista ou SCIH entra na sua unidade de internação, qual o primeiro pensamento que lhe vem à mente? "A Polícia dos antibióticos de novo? Vão me mandar higienizar as mãos?"
Na Semana Internacional sobre Conscientização da Resistência a Antimicrobianos, nós do Infecto Descomplicada exploramos exatamente isso. O olhar das pessoas e do próprio infectologista sobre a questão do cuidar dos antimicrobianos.
Há décadas, profissionais da saúde têm trabalhado para preservar a eficácia dos antibióticos, enfrentando o delicado equilíbrio entre tratar o paciente de hoje e proteger as gerações futuras.
Desvendamos os bastidores do Stewardship de Antibióticos e o que 28 anos de avanços desde que este termo foi criado nos ensinaram sobre a luta contra a resistência antimicrobiana. 🌍💊
Em uma conversa leve, falamos sobre como as 'soft skills' e a gestão de pessoas são tão cruciais quanto os protocolos médicos. Discutimos os desafios da implementação de boas práticas em contextos diversos, como saúde pública e suplementar, e a importância de ajustar métricas de resultado e desfecho de acordo com cada cenário.
Não perca este episódio recheado de insights valiosos para quem deseja entender mais sobre o uso racional de antibióticos — e como as relações humanas fazem toda a diferença!
Com Eduardo Pandini e Natanael Adiwardana
Para saber mais:
Charani E, Holmes A. Antibiotic Stewardship-Twenty Years in the Making. Antibiotics (Basel). 2019 Jan 24;8(1):7. doi: 10.3390/antibiotics8010007. PMID: 30678365; PMCID: PMC6466570.
World AMR Awareness Week - World Health Organization, 2024
ANVISA - Semana Mundial de Conscientização da Resistência aos Antimicrobianos - 18 a 25 de Novembro de 2024
#19 - MPox - Ainda falamos disso em 2024?
2024/09/16
Após o mundo ouvir falar de uma nova epidemia em 2022, de uma doença semelhante à antiga varíola, agora em 2024 voltamos a falar dela: a MPox.
Do que se trata? O que mudou nesses dois últimos anos para que ela tenha saído nas notícias novamente?
Quais os preconceitos que ainda existem em volta desse problema?
E qual a situação dela no Brasil?
Eduardo Pandini descreve um breve histórico e atualização da doença!
Para ler mais:
Clade I Mpox Outbreak Originating in Central Africa - https://www.cdc.gov/poxvirus/mpox/outbreak/2023-drc.html#situation_drc
Pulling back the curtainMpox circulated in Nigeria for 8 years before it sparked a global outbreak. What happened? And could it have been stopped? - https://www.science.org/content/article/untold-story-how-nigeria-s-mpox-outbreak-sparked-worldwide-epidemic
Mpox is spreading rapidly. Here are the questions researchers are racing to answer - https://www.nature.com/articles/d41586-024-02793-9
#MPox #OMS #variola #infectologia #saudepublica
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