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Deu Tilt

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★★★★★
4.5
from
4 reviews
Categories
Country
United States
This podcast has
137 episodes
Publisher
UOL
Explicit
No
Date created
2020/02/26
Latest episode
2026/09/01
Average duration
57 min.
Release period
7 days

Description

Podcast sobre tecnologia para os humanos por trás das máquinas.

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Meta Glasses; ‘Bug do Milênio'; dedurando a IA; você dorme, o Chat trabalha; Brasil vence EUA em IA
2026/09/01
A Meta fez o que Apple, Google e Snap até tentaram, mas não conseguiram: criar óculos inteligentes que as pessoas queiram usar sem parecerem estranhas. A irritação com o acessório não é de seus donos, mas de quem está na presença de quem usa o aparelho: ser filmado sem aviso. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a Meta encontrou a fórmula do sucesso para criar óculos conectados atrativos onde outras empresas fracassaram. Os Meta Glasses viraram uma nova categoria de produto, perseguida por rivais e com direito a falsificações, do tipo ‘Meta Glasses da Shopee’. Mas o dispositivo carrega os anos de violações à privacidade de sua criadora, também dona do Facebook e Instagram. Isso tem rendido críticas a personalidades que o promovem, como Kylie Jenner e Bruna Marquezine, além de um indigesto apelido. Pavor da internet na virada para os anos 2000, o ‘Bug do Milênio’ ameaçou transportar o mundo conectado para uma realidade offline. Superado às custas de muito dinheiro investido, o problema está de volta. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam o retorno do ‘Bug do Milênio’, que tem nova data para acontecer. Desta vez, o problema não é o contador de data de sistemas conectados, mas sim a contagem de segundos, que é finita e vai acabar. Se nada for feito, programas de equipamentos hospitalares a carros conectados entrarão em pane. Eles serão transportados para o passado, mas o problema é tão sério e incerto que não se sabe para quando. Uma hora isso iria acontecer. Uma avalanche de conteúdos sintéticos, ou seja, feitos com inteligência artificial, inunda as plataformas digitais. E, se antes incentivavam imagens, vídeos e áudios feitos artificialmente, elas agora querem dar uma freada —ou, ao menos, sinalizar o que tem dedo da IA. No novo episódio, Deu Tilt explica como uma onda de recursos ‘dedo-duro de IA’ estão sendo implantados em serviços digitais tão diversos quanto redes sociais, streamings de música e até em serviços de mapas. “Trabalhe enquanto eles dormem” é o mote de muito empreendedor de sucesso. Mas a vida pode ser diferente se você souber usar inteligência artificial direito. Diogo Cortiz explica como fazer o ChatGPT trabalhar a seu favor enquanto você dorme. A corrida pela hegemonia na inteligência artificial é encabeçada por Estados Unidos e China, que disputam para ver quem tem os chips mais poderosos, os modelos mais capazes, os cientistas mais brilhantes e a maior quantidade de dinheiro para investir em data centers. Quando se pensa na dianteira dessa disputa, o Brasil e a América Latina não são lembrados. Mas há uma categoria em que nosso país e nossos vizinhos deixam americanos comendo poeira. Helton Simões Gomes conta como, em adoção e entusiasmo com a tecnologia, brasileiros são imbatíveis, segundo pesquisa da eMarketer. E, longe de serem desprezíveis, essas características são determinantes para separar países onde uma tecnologia pega daqueles onde ela é apenas uma esperança.
Supercomputadores de IA; o caso Discord; Pix contra golpes; Unico x Serasa
2026/08/25
Os caças suecos Gripen viraram modelo para os novos supercomputadores de inteligência artificial que o Brasil está prestes a comprar. Anunciados na semana passada pelo presidente Lula, as máquinas serão compradas e utilizadas de formas diferentes. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como a visão do governo Lula mudou após viagem à China para a Waic (Conferência Mundial de IA), como é o computador chinês que está na mira e como vai funcionar o compartilhamento de tecnologia e a formação de especialistas em IA da próxima geração.O método de pagamento mais amado pelo brasileiro acaba de ganhar atualizações para reduzir a epidemia de golpes digitais no país. Helton Simões Gomes conta como as alterações visíveis para Pix (mais prazo para contestar envios, por exemplo) e as invisíveis (bancos agora “rastreiam” por quais contas dinheiro envolvido em golpes passou) miram as modalidades de estelionato mais sofisticadas, como o “Golpe do Med”, em referência ao Mecanismo Especial de Devolução do Pix.A Unico, gigante brasileira da biometria, acusa a Serasa, um dos maiores birôs de crédito do país, de protagonizar o que classifica como “o maior roubo de dados biométricos do Brasil”. Grave, a acusação envolve ainda uma outra empresa, a Skill, e corre em duas frentes, uma em forma de investigação policial e outra em forma de ação judicial. Só que surgiram novos elementos para contestar a versão da Unico. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como uma perícia judicial pode mudar os rumos da disputa comercial.
Rafael Nasser, CEO da WPP Production Brasil: como IA está revolucionando filmes e o entretenimento
2026/08/18
Como é a nova rotina da maior produtora de conteúdo do mundo com o uso intensivo de inteligência artificial? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Rafael Nasser, CEO da WPP Production Brasil. O executivo fala sobre os maiores erros das produtoras ao aderir à IA (não dá para usar assinatura do ChatGPT de R$ 100, é preciso mudar o fluxo de trabalho e deixar de pagar atores é impensável). Explica as maiores possibilidades (adaptação de campanha em tempo real, mudança de estrutura, novos papéis profissionais). Conta curiosidade como quando criaram 50 mil variações de hambúrguer em uma semana. Dá esperanças a quem está se sentindo perdido com o avanço da IA ("Olha para o seu trabalho hoje e Pensa nas suas dores: eu tenho certeza que tem uma ferramenta de IA para elas”). E crava: "com IA, dá pra fazer coisas 80% mais rápido e 50% mais barato". Como? Ele conta em Deu Tilt. O executivo conta como vídeos feitos para Oracle, LG Motorola usaram IA para divulgar de ar condicionado ao smartphone Edge 70 com cristais Swarovski. E revela como fizeram algo impossível na Copa do Mundo de 2026. Ele revela como sua equipe, seduzida pelas possibilidades da IA, gastou US$ 5 mil em apenas uma hora. Muita gente criticou, mas Rafael Nasser achou "maravilhoso" o vídeo feito com inteligência artificial pela prefeitura da cidade de Ulianópolis (PA) para divulgar a festa junina de 2025. Ele também conta como formar novos talentos quando a inteligência artificial já faz boa parte do serviço destinado a jovens.
IA do Google para robôs; China tem um problema; Kimi K3; A IA do Itaú; Golpes no Brasil
2026/08/11
O Google quer dar mais autonomia aos robôs com o Gemini Robotics 2. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a IA pode tornar os robôs mais ágeis, capazes de cooperar entre si e lidar com situações fora da programação. O episódio também passa pela WAIC (Conferência Mundial de Inteligência Artificial), realizada na China. Diogo Cortiz esteve no evento e conta o que viu e descobriu sobre a corrida chinesa pela inteligência artificial. Entre os destaques está o Kimi K3, da chinesa Moonshot AI, que chamou a atenção de Xi Jinping e Donald Trump. O podcast explica por que o novo modelo está despertando tanta preocupação. Os apresentadores também analisam a IA do Itaú, recém-chegada ao aplicativo do banco: o que é a IAI, como a tecnologia será usada e quando estará disponível para todos os clientes. E, enquanto a tecnologia avança, os golpes digitais também crescem. Eles já são o maior crime patrimonial do Brasil. Deu Tilt mostra o perfil das fraudes, quanto as vítimas perdem e quais sinais de alerta podem ajudar a evitar uma armadilha na internet.
Brasil sem IA chinesa; Fim do ‘Alô, é golpe’; Robô CLT; ‘Open to work do Apocalipse’; A voz do Chat
2026/08/04
Dois modelos de IA da OpenAI são associados para fazer um teste de cibersegurança. Seria uma avaliação de rotina, mas virou o incidente de segurança cibernética do ano, porque a dupla escapou do ambiente seguro de análise, acessou a internet, invadiu uma biblioteca digital e roubou de lá as respostas para passar na prova. Alvo do ataque, a Hugging Face até tentou, mas as IAs dos Estados Unidos acionadas não ajudaram. Foi a chinesa GLM 5.2, da Z.ai, que solucionou o caso. A situação simbólica da adoção de IA vinda da China por startups nos EUA ganha ainda mais cores quando fica evidente que a Casa Branca começou a se movimentar para achar um jeito de proibir a IA da China dentro dos EUA. Mas os impactos da decisão não ficarão restritos ao território norte-americano. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes recebe Gabriel Francisco Ribeiro, editor da coluna IAgora?, para explicar como o veto de Donald Trump a Qwen, DeepSeek, GLM, Kimi e outros serviços chineses pode afetar o Brasil. Nós já vimos esse filme antes e contamos o que esperar dele. Eles também contam o plano para acabar com ligações telefônicas falsas até 2028, analisam o avanço dos robôs em profissões tradicionais, revelam por que a Anthropic está contratando profissionais para evitar o fim do mundo e detalham como o novo ChatGPT Live prepara o caminho para o primeiro dispositivo da OpenAI, que já nasce cercado de polêmicas.
Miguel Nicolelis: IA sem consciência devora humanos; China adota o que o Brasil esnoba; Elon Musk
2026/07/28
Executivos de grandes empresas de tecnologia recorrem a características humanas associadas à cognição humana todas as vezes que precisam descrever os superpoderes de novos serviços de inteligência artificial. Para o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, a IA não tem nada de consciente ou inteligente e o que está em jogo é outra coisa. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, o cientista explica o que a ciência entende por consciência e inteligência e diz que atribuir valores humanos a robôs inanimados é estratégia para instigar o medo nas pessoas e ampliar a valorização das empresas.No episódio, ele também critica o modelo de treinamento da IA generativa, discute os impactos da tecnologia na sociedade, analisa o avanço das interfaces cérebro-máquina com destaque para os investimentos da China e comenta os desafios enfrentados pela Neuralink, de Elon Musk.
Os pokémons por trás dos drones de guerra; Instagram TV; Claude Skill; Alexa+ x ChatGPT
2026/07/21
No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as cerca de 30 bilhões de imagens cedidas por jogadores de Pokémon Go foram usadas pela Niantic Spatial para desenvolver uma tecnologia capaz de criar um mapa 3D do mundo. O episódio também mostra como a Meta retoma os planos de levar conteúdos para a televisão com o Instagram TV, explica o que são as Skills do Claude e ensina a lógica por trás da criação de uma Skill capaz de ajudar na produção de posts com potencial de viralizar no Instagram. E tem duelo de gigantes da inteligência artificial: a nova Alexa+ foi colocada frente a frente com o ChatGPT. A assistente da Amazon, repaginada para a era da IA generativa, consegue superar o chatbot da OpenAI? Helton e Diogo testaram os dois para descobrir.
Brasil 1 x 0 celular roubado; iPhone caro? Foi a IA; ‘Caçador de sinal pirata’; Tesla bate em casa
2026/07/14
A parcela de brasileiros com medo de ter o celular roubado é muito próxima daquela apavorada com a possibilidade de ser morta em um assalto, indica pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha. Não há nada de hipotético nessa preocupação, já que 8,3% da população, ou seja, cerca de 14 milhões, relataram ter tido o smartphone roubado ou furtado. Os números indicam cenário ainda mais desolador: a cada cinco celulares vendidos no Brasil, outros dois são surrupiados no país. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a epidemia de roubo de smartphones virou problema de segurança pública, e o governo federal repaginou um programa para tentar contê-la. A estratégia, criada no Piauí e adotada em estados como Amazonas e Bahia, é forçar compradores a devolverem os celulares roubados, que perderão suas funções aos poucos. Pix, Gov.br, acesso a redes sociais. Paulatinamente, o aparelho vai virando um tijolo. Deu Tilt mostra como a estratégia conta com uma rara integração ministerial e já promove um inédito compartilhamento em massa de informação entre polícias estaduais. Ainda que bem intencionado, há alguns obstáculos, como a internacionalização da cadeia de celulares roubados. Goste da inteligência artificial ou não, você vai pagar mais caro pelo seu próximo celular por causa dela. E não pense que o peso no bolso ocorrerá devido às várias funções com IA inundando os sistemas operacionais de Apple, Google e companhia. O buraco é mais embaixo. Deu Tilt explica como a IA intensificou a crise dos chips de memória na indústria de tecnologia. Para funcionar, os data centers que mantêm no ar ChatGPT, Gemini e similares precisam de milhares de GPUs, feitos pela Nvidia, mas esse arranjo só fica de pé com uma enorme quantidade de chips de memória, fabricados pelas sul-coreanas SK Hynix e Samsung e a norte-americana Micron. Com isso, a oferta desse componente fica mais rara para outros eletrônicos, como smartphones, computadores, tablets e videogames. A Apple já aumentou os preços de Macs e iPads; em breve, os iPhones devem ficar mais caros em, estimados, US$ 200. É adepto de Android? Não celebre ainda. A má notícia é que essa situação já afeta toda as fabricantes, a ponto de consultorias marcarem o fim dos celulares baratinhos para 2028 e não verem vida lá muito longa para os computadores de entrada. Diversos países enviaram à Venezuela ajuda humanitária e para auxiliar nas buscas após o maior terremoto a atingir o país em mais de cem anos. Um deles foi o Brasil, que, além de bombeiros e socorristas, enviou um aparelho curioso. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como um dispositivo cuja função é identificar interferência em sinais de rádio foi usado em tragédias brasileiras e agora foi enviado ao país vizinho. Em atuação após as fortes chuvas que atingiram o litoral norte de São Paulo em 2023 e Minas Gerais no início de 2026, o ‘caçador de sinal pirata’ identificou 70 corpos soterrados pela lama e os escombros de edifícios que desabaram. A dupla explica como a tecnologia entra em campo para dar alguma esperança a famílias que já perderam tanto, em uma tragédia que deixou mais de 3,5 mil mortos. Um acidente cinematográfico e fatal chamou a atenção do mundo para os carros autônomos. Um Model 3, da Tesla, colidiu com uma casa em altíssima velocidade. Uma mulher, que estava sentada confortavelmente em sua sala de estar, morreu. E o motorista afirmou que o veículo estava no modo de direção automática. A situação catastrófica, ainda em investigação, aponta para uma outra realidade. Deu Tilt explica como empresas norte-americanas, como a Tesla de Elon Musk e a Waymo do Google, diferem na estratégia para os carros conseguirem navegar sozinhos pelas ruas, enquanto a China voa abaixo do radar e já com mais de uma centena de iniciativas.
25 anos diante da tela; Arrependidos do Tokkenmaxxing; O império de Karen Hao; Quero ser Elon Musk
2026/07/07
Muita gente não sabe o que fez no celular na semana passada. Mas o aparelho não esconde: você provavelmente ficou mais de 9 horas com a cara grudada na tela dele. Essa, ao menos, é a média que o brasileiro gasta diante da telinha do smartphone, segundo levantamento da Bain & Co. Esse tempo monumental dedicado ao dispositivo, no entanto, tem consequências. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam quantos anos você passará diante de telas se não fizer nada para frear essa dependência. Explicam por que você cai nas garras dessa relação de amor e mais amor com o smartphone. E contam que há saída: configurações simples são o começo para passar menos tempo diante dele. Mas você precisa dar o primeiro passo. Durou pouco e não deixou saudade. A corrida do Vale do Silício para mostrar estar antenado levou empresas a incentivar seus funcionários a gastar o que podiam —e não podiam— com ferramentas de inteligência artificial. Apelidada de “tokkenmaxing”, a doideira foi simbolizada por rankings dos profissionais que mais consumiam tokens, promessas de bônus aos mais gastadores e até declarações públicas de bambambãs das big techs de não havia outro caminho. Só que tinha. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como a conta astronômica do uso desenfreado da IA chegou. Literalmente: os boletos foram tão altos que companhias como Uber, Microsoft e até Meta deram um jeito de pisar no freio. A onda de exagero foi percebida até no Brasil. E agora a ressaca está saindo mais caro do que a satisfação com o esbalde. A jornalista e engenheira norte-americana Karen Hao escreveu o livro mais importante até agora da atual corrida da inteligência artificial. Bestselling do “New York Times”, seu “Império da IA” chega agora ao Brasil, editado pela Rocco, com um dos mais afiados diagnósticos de uma tecnologia, dos empresários e pesquisadores responsáveis por ela e de suas ambições. De quebra, também é a biografia dos momentos iniciais da OpenAI, a dona do ChatGPT, o serviço que deu origem ao turbilhão que estamos vivendo. De passagem por São Paulo, Karen falou a Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. Em uma conversa franca, ela explicou por que chama de império as empresas de IA; conta em que medida os brasileiros, terceiro maior mercado do ChatGPT, deveriam se preocupar com essa ferramenta; diz se dá para acreditar nos líderes das empresas de IA é furada; faz um mea-culpa sobre a baixa quantidade de mulheres em seu livro e revela como e por que Elon Musk, Sam Altman, Dario Amodei, Larry Page e companhia vivem brigando.  Vivemos em um mundo onde 1 trilhão já não é uma abstração para quantidades inatingíveis, graças ao empresário sul-africano Elon Musk, que se tornou o primeiro trilionário da história da humanidade. O caminho trilhado por ele foi acelerado pelo frenesi da inteligência artificial e pela esperança da retomada da corrida espacial. Mas toda grande jornada começa com um primeiro passo. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz criam o “manual do trilionário”, um tutorial que remonta a trajetória do dono da SpaceX para replicar em 10 simples passos o caminho das pedras para quem quiser se tornar o segundo, terceiro ou quatro trilionários do mundo. Afinal, se ele conseguiu, qualquer um consegue. Spoiler: contém ironia.
UOL e OpenAI; Delay da CazéTV; Fable 5; o maior roubo de dados biométricos do Brasil
2026/06/30
O ChatGPT vai ler meus emails? OpenAI vai usar comentários dos leitores de Folha e UOL para alimentar sua inteligência artificial? A opinião de colunistas do portal e do jornal vai orientar o que o chat fala? É o fim do jornalismo? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Murilo Garavello, diretor de conteúdo do UOL. Ele participa do quadro Help Desk para responder tudo o que os leitores andam perguntando sobre a parceria entre UOL e Folha, de um lado, e a OpenAI, de outro. Este é o primeiro acordo do Brasil de licenciamento de conteúdos jornalísticos para uma empresa de inteligência artificial. Como há poucos arranjos do tipo no mundo, pairam dúvidas a respeito do que está em jogo, como o que representa para o jornalismo, para empresas de comunicação, para laboratórios de IA e para o acesso à informação. Mas também há quem questione como fica a soberania digital e se há algo em vista com companhias chinesas. O delay na transmissão dos jogos já virou um dos personagens mais falados da Copa do Mundo de 2026. Rivaliza com o VAR e a pausa para hidratação. A essa altura, todo mundo já sabe: usar antenas digitais para ver as partidas na TV aberta evita ouvir seu vizinho gritar gol antes do narrador. Mas, já que a transmissão por streaming veio para ficar e Globoplay e CazéTV exibem cada vez mais jogos, surge a dúvida: dá para acabar de vez com o delay para partidas na internet? Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como nasce o delay, qual é o caminho percorrido pelos dados digitais até chegar à casa de quem vê as partidas e por que moradores de Campo Grande (MS) sofrem muito mais com os atrasos do que quem vive no Rio de Janeiro. Durou pouco e deixou saudades do que muita gente não viveu. O Fable 5, modelo da IA mais poderosa criada pela Anthropic, ficou disponível por poucos dias até que Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, mandou a empresa proibir o acesso aos serviços para quem não é norte-americano. Na impossibilidade de descobrir quem é ou não nascido nos EUA, a Anthropic puxou a tomada do Fable 5. Mas neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz conta como foi usar o Fable 5 nos pouquíssimos dias em que ficou disponível. O pesquisador recorreu ao modelo para recriar um experimento voltado a reconhecer emoções expressadas em português por diferentes modelos de IA. Já realizado para outros serviços de IA no passado, o desafio agora era replicá-lo para as ferramentas atuais, que são muito mais complexas. O trabalho estava empacado, mas o Fable 5 identificou e resolveu o gargalo em 30 minutos, conta Diogo. Só não seguiu adiante, porque o pesquisador perdeu acesso a ele. E o motivo é algo que pouca gente fala sobre a IA mais poderosa da Anthropic e não tem nada a ver com a decisão de Trump. Sabe o reconhecimento facial que você faz para abrir contas em bancos, perfis em lojas varejistas ou em planos de saúde? Essas imagens compõem um banco de dados biométricos que está no centro de uma das maiores disputas tecnológicas do Brasil. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a briga judicial entre Unico e Serasa deveria preocupar todos os brasileiros. Parece filme de espião, mas o caso está correndo na Justiça: a Unico, firma de verificação biométrica usada por bancos como Itaú e varejistas como o Magali, acusa a Serasa, um dos maiores birôs de crédito do país, de acessar seu sistema indevidamente e, na prática, roubar informações armazenadas em seus bancos de dados.
Por que seu GPS está perdido?; Anthropic pede para IA parar; IPO de SpaceX e OpenAI é fim da bolha?
2026/06/23
Você não está errado ao reclamar do GPS. Usado por diversos meios de transporte, o principal sistema de localização do mundo tem falhado recorrentemente. O que você talvez não saiba é que as falhas são recorrentes no leste da Europa e na Ásia Central. Neste novo episódio de Deu Tilt, o programa do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como o GPS virou uma das vítimas preferencias em guerras pelo mundo afora como forma de desorientar armas guiadas por satélites, navios e aviões de tropas inimigas e o planejamento estratégico de forças militares rivais. Quem paga o pato, no entanto, são os habitantes dessas regiões e trabalhadores que dependem intensamente de serviços como Waze e Google Maps. É o caso de entregadores de apps de delivery e motoristas de serviços de transporte. Mas não se engane: ataques ao GPS complicam a vida de pilotos de avião e capitães de navio. Essa realidade está longe de acontecer no Brasil, mas, como há muitas reclamações sobre divergências nas rotas indicadas por Waze e Maps, Deu Tilt mostra como calibrar o GPS do seu celular. A Anthropic, dona do Claude, deixou o mundo boquiaberto mais uma vez, ao pedir pela suspensão do avanço da inteligência artificial. A controvérsia fica ainda maior, porque a empresa está prestes a oferecer ações na Bolsa dos Estados Unidos e precisa atrair a atenção de investidores para produtos  cada vez mais avançados. Mas há no pedido  uma artimanha da empresa de Dario Amodei, contam Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz no novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. A empresa vai na contramão de outras figuras simbólicas, como Jensen Huang, da Nvidia, e Sam Altman, da OpenAI, que já foram vocais sobre os perigos da IA, mas agora amenizam seu impacto sobre a sociedade. Agora, é a Anthropic que levanta a bandeira vermelha. Mas ela tem cartas na manga para fazer isso. A SpaceX puxou a filha e protagonizou o maior IPO da história, mas logo OpenAI e Anthropic devem entrar na Bolsa de Valores e oferecer suas ações. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam se isso encerra a discussão sobre a bolha da inteligência artificial.
O match entre Pix e big techs; agentes de IA no WhatsApp; a nova IA do iPhone; golpe do falso amor
2026/06/16
O último integrante da família Pix completa um ano de aniversário no momento em que o governo dos Estados Unidos usa o meio de pagamento mais amado do Brasil para justificar tarifas adicionais a produtos brasileiros. Não é, porém, algo trivial: essa nova modalidade do Pix abre a oportunidade para as big techs americanas atingirem um público superior a mais de 60 milhões de pessoas. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como o Pix Automático promove uma segunda onda de democratização. A primeira, conduzida pelo surgimento do Pix, promoveu a maior onda de inclusão já vista no sistema bancário e financeiro brasileiros. Hoje, 170 milhões de brasileiros usam o meio de pagamento —ou seja, 95% da população adulta. A segunda, ainda em curso, fará os 60 milhões de cidadãos sem cartão de crédito terem a possibilidade de contratar serviços que historicamente dependem desse meio de pagamento, dominado pelas norte-americanas Visa e Mastercard. Estamos falando de assinaturas digitais de streaming, softwares, chatbots de IA, cursos online e aplicativos. As big techs, donas da maior parte dessas plataformas, estão sorrindo de orelha a orelha. Os agentes de inteligência artificial estão chegando ao WhatsApp. Neste novo episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como esses robôs criados para agir em nome de pessoas como se fossem gente de carne e osso estão prestes a serem liberados pela Meta no aplicativo mais usado dos brasileiros. A dupla conta como eles funcionam e qual foi o longo e tortuoso caminho da empresa de Mark Zuckerberg para chegar a este ponto, que promete ser uma das fontes de receita para recuperar os investimentos bilionários feitos na IA. Do ponto de vista do consumidor, a conversa está prestes a mudar. Como os agentes de IA  surgem como ferramenta ideal para empresas de todo porte responderem clientes a qualquer momento, é possível que visitar lojas online ou sites pessoais vire coisa do passado. A Apple está de estratégia nova para inteligência artificial. Neste no episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes detalham a Siri AI. A assistente pessoal recebeu uma mãozinha do Google para ficar mais esperta e virar o mordomo de iPhone e Macs. Ela vai ler mensagens, averiguar emails e bisbilhotar fotos assim que o dono dos aparelhos pedirem por algo. Será ainda a cara do Apple Intelligence, o ecossistema da Apple de IA. Recorrer a outra big tech foi a forma da empresa se reerguer após os fiascos de sua inserção no mundo da IA. Vai funcionar? Com a chegada da data mais esperada pelos românticos, a temporada do golpe do falso namorado chega ao auge. Neste no episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Dia dos Namorados faz criminosos esfregarem as mãos para tirar dinheiro de quem só está em busca de um amor para chamar de seu. A dupla explica quais são os sinais de que a promessa de relacionamento é cilada, como se prevenir e conta casos de gente que ficou de coração partido —e perdeu milhares de reais.
Sim, a IA te deixa burro; internet e crime organizado; um mundo só de IA
2026/06/09
A inteligência artificial está corroendo a capacidade cognitiva de seus usuários. E isso é um jeito menos educado de dizer que, sim, a IA está deixando você mais burro. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como já há estudos provando por A+B como e em que medida o uso da IA é prejudicial ao aprendizado, à formação de memória e à criatividade. Nem o tão incensado ganho de produtividade e eficiência atribuído à IA está a salvo. Outra pesquisa, dessa vez feita pela Anthropic, dona do Claude, mostra como funcionários recorrendo a ferramentas de IA até conseguem entregar suas tarefas, mas muitos deles não sabem explicar o que fizeram nem replicar os processos que os levaram ao resultado. É o “paradoxo da performance”, como explica Diogo Cortiz. Mas aí vai um alívio aos preocupados: dá para usar IA e não ficar menos inteligente. E Deu Tilt explica como. O Brasil não sabe de fato quantas pessoas se conectam à internet fixa. A Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) levanta o dado oficial, mas sabe que há buracos na informação, porque ela vem das provedoras de conexão. Não leva em conta as empresas clandestinas, muito menos aquelas ligadas ao crime organizado. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como uma empresa, por acaso, calculou em 12,9 milhões as conexões brasileiras fora da estatística e muito possivelmente fornecidas por operações ligadas ao crime organizado. A companhia por trás do dado é a TeiaH, do empresário Luciano Sperb, um veterano da indústria de telecomunicação com passagens por Brasil, Telecom, Oi e Vivo. Ele criou uma plataforma para auxiliar pequenos provedores de internet a reduzir a rotatividade de clientes, mas, após reunir tantos dados, começou a ver uma realidade a que autoridades públicas não têm acesso: os brasileiros com conexão fornecida por firmas clandestinas. Fora os prejuízos diretos aos consumidores, essa situação prejudica políticas públicas de democratização da internet e compromete a atuação de companhias que agem dentro da lei. O que acontece se criarmos mundos virtuais e jogarmos nele apenas agentes de inteligência artificial? Foi isso que fez a empresa Emergence World. Deu Tilt conta o resultado como o experimento acabou em tragédia ao mostrar a predisposição da IA para cometer crimes, como roubos e agressões; a incapacidade de criar regras para garantir a própria subsistência; e uma queda para promover dramas para lá de humanos, que passam por rixas políticas e romances que acabam em suicídio. Para conduzir o estudo, a empresa criou cinco mundos. Povou-os cada um só com agentes feitos com modelos similares (GPT, Gemini, Claude e Grok). O quinto mundo foi povoado por agentes de todos os modelos. Helton e Diogo contam o que aconteceu em cada um deles e quais foram as cenas mais impactantes.
IA comunista; Claude Design; a nova conta de celular da China; quem grita gol antes?
2026/06/02
O novo episódio de Deu Tilt traz um panorama de como a tecnologia está impactando a nossa rotina, do mercado de trabalho à conta do celular. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz repercutem o estudo da Anthropic que aponta matemática, computação, mídia e artes como as áreas mais propensas a ter atividades substituídas por IA. Depois do impacto do Claude Code entre programadores, a empresa agora mira os designers com o Claude Design. Diogo, inclusive, já testou a ferramenta para remodelar seu próprio site e conta o que achou, quanto gastou e o futuro da profissão. Enquanto isso, as três maiores teles do mundo, na China, dão um passo que pode ditar o futuro da internet móvel: elas passaram a incluir os gastos com tokens de inteligência artificial direto na conta do celular, desafiando as grandes provedoras de nuvem. E como a Copa do Mundo chegou, a dupla também abre a temporada de combate ao delay. Eles explicam por que você ouve o vizinho gritar gol antes e trazem um ranking definitivo entre rádio, TV aberta e streaming, além de darem a receita para diminuir a demora do sinal. Não faz milagre, mas vai fazer você esperar bem menos para soltar o grito de emoção — ou de frustração.
IA, fé e anticristo; Detector brasileiro de deepfake; Parando de trabalhar de graça para big tech
2026/05/26
O mundo da tecnologia tem forçado um casamento entre religião e inteligência artificial. E as manifestações dessa estranha e improvável união são observadas dos Estados Unidos à China, passando por Alemanha e Coreia do Sul. E, neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam que até nesse assunto há uma diferença geopolítica, pois, enquanto empresas dos EUA querem convencer religiosos de que chatbots de IA possuem profundidade e consciência para serem reconhecidos como filhos de Deus, na China, pesquisadores já transformam robôs inteligentes em servos a serviço de rituais sagrados. Por um lado, a Anthropic reúne padres e estudiosos em religião para entender como o Claude deve lidar com a noção da finitude de sua existência. Por outro, Peter Thiel, da Palanthir, vai a Roma pregar sobre o Anticristo da IA, o que irritou boa parte da cúpula da Igreja Católica.  Grandes empresas de tecnologia são capazes de criar serviços de inteligência artificial responsáveis por fotos e vídeos realistas a ponto de nos enganar, mas não desenvolvem um jeito de detectar imagens sintéticas. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como uma empresa brasileira fez o que as big techs falharam em colocar de pé: desenvolveu uma ferramenta capaz de detectar as deepfakes. É a InspireIP. Ela usufruiu de um protocolo construído por diversas empresas de tecnologia, o C2PA, mas não implementado de fato. Por isso, aliás, a ferramenta da startup não funciona com o mesmo sucesso para imagens de ChatGPT (OpenAI), Gemini (Google) e Meta AI (Meta). Ainda assim, já chamou a atenção de grandes partidos políticos brasileiros, interessados no cenário de incerteza que será a próxima eleição no país. Só em 2026, as grandes empresas de tecnologia planejam investir em inteligência artificial US$ 720 bilhões, o equivalente a R$ 3,564 trilhões. Por outro lado, elas fazem parte de um segmento econômico que, apenas nos três primeiros meses do ano, já demitiu mais de 100 mil pessoas. Mas esse choque de realidade não para aí. Tem gente que trabalha de graça para essas companhias: você. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz listam os valores bilionários prometidos pelas big techs:   Amazon (US$ 200 bilhões); Microsoft (US$ 190 bilhões), Meta (US$ 145 bilhões) e Alphabet (US$ 190 bilhões). E contam como deixar de treinar de graça a IA de Meta, Google e OpenAI.

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4.5 out of 5
4 reviews
★★★☆☆
AmirSamary 2026/08/25
Bom conteúdo, áudio ruim
Eu gosto do show. Mas tem hora que fica difícil de escutar. O volume muda constantemente. Eles ficam podem “efeitos especiais” de áudio que são só ruí...
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