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USP Especiais

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Categories
Country
United States
This podcast has
20 episodes
Publisher
Jornal da USP
Explicit
No
Date created
2020/05/06
Latest episode
2024/02/15
Average duration
54 min.
Release period
73 days

Description

Temas diversos no amplo campo da cultura, tratados em profundidade e a partir de seus sons. Entrevistas, documentários, reportagens, séries e ficções, estão presentes para abordar não apenas assuntos das artes como também contextos históricos, movimentos culturais e trajetórias de vida como parte da cultura. Todas as terças-feiras, às 21h, com reprise aos sábados, às 20h, na Rádio USP São Paulo, em 93,7, e em Ribeirão Preto em 107,9. Ouça também no endereço: https://jornal.usp.br/radio/ Apresentação e produção: Gustavo Xavier, Thales Figueiredo e estagiários(as) da Superintendência de Comunicação Social E-mail: [email protected] Horário: terça às 21h, com reprise aos sábados às 20h Duração: 1 hora

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USP Especiais #90: O R&B do BR
2024/02/15
O estilo musical Rhythm and Blues, ou simplesmente R&B para os mais íntimos, é um gênero popular que surgiu nos Estados Unidos e que recebeu esse nome no final da década de 40. Foi criado pela comunidade negra norte-americana e, aos poucos, difundiu-se pelo mundo até chegar ao Brasil nos anos 70. Desde então, desenvolveu-se ao ponto de tornar-se popular entre a população local e misturar-se com outros gêneros tradicionais como o samba e o pagode. Nesse episódio, está presente a trajetória do R&B no mercado fonográfico brasileiro, acompanhando os momentos de sua introdução até chegar na cena contemporânea. ______________________________________________________________ Créditos do programa Roteiro, apresentação, edição e mixagem: Gabriel Leonel da Silva Santana Captação e direção: Adam Melo Supervisão e orientação: Eduardo Vicente
USP Especiais #89: Itamar Assumpção no Radioatividade – Parte 2
2023/12/06
Trinta anos atrás, Itamar Assumpção (1949–2003) veio até a Rádio USP para uma conversa no estúdio. Com Magaly Prado estavam o saudoso técnico Tião Marciano e o estagiário do programa Radioatividade, Charles Monfort. A proposta era deixar Itamar Assumpção contar detalhadamente sobre o disco recém-lançado na ocasião: Bicho de 7 Cabeças – o primeiro disco da trilogia acompanhado pela banda Orquídeas do Brasil, integrada por dez musicistas. A reprise desta gravação de 1993 tem o intuito de prestar um tributo à genialidade deste que foi, dentre os artistas da música popular brasileira, um dos mais agudos — tão áspero e enérgico, quanto doce. Francisco José Itamar de Assumpção nos deixou há 20 anos — uma triste efeméride, especialmente por ter morrido cedo, aos 53 anos. O compositor, cantor, instrumentista, arranjador e produtor musical, precursor do afrofuturismo e radicado em performance, foi deflagrado na cena independente paulistana que ajudou a formar nas décadas de 1980 e 1990. O legado indelével é formado por 12 discos (três póstumos). Muito além da tradicional música negra, o som de Itamar Assumpção era um grande exercício de mistura com fusão de estilos (sem comprometimento de se fixar em nenhum deles), como samba, samba de breque, rap, reggae, rock, funk etc. — investidas dissonantes, música experimental, tudo descolado da mesmice própria dos estereótipos. Saiba mais sobre Itamar Assumpção, suas orquídeas, discografia completa e demais informações neste link.
USP Especiais #88: Itamar Assumpção no Radioatividade – Parte 1
2023/11/29
Trinta anos atrás, Itamar Assumpção (1949–2003) veio até a Rádio USP para uma conversa no estúdio. Com Magaly Prado estavam o saudoso técnico Tião Marciano e o estagiário do programa Radioatividade, Charles Monfort. A proposta era deixar Itamar Assumpção contar detalhadamente sobre o disco recém-lançado na ocasião: Bicho de 7 Cabeças – o primeiro disco da trilogia acompanhado pela banda Orquídeas do Brasil, integrada por dez musicistas. A reprise desta gravação de 1993 tem o intuito de prestar um tributo à genialidade deste que foi, dentre os artistas da música popular brasileira, um dos mais agudos — tão áspero e enérgico, quanto doce. Francisco José Itamar de Assumpção nos deixou há 20 anos — uma triste efeméride, especialmente por ter morrido cedo, aos 53 anos. O compositor, cantor, instrumentista, arranjador e produtor musical, precursor do afrofuturismo e radicado em performance, foi deflagrado na cena independente paulistana que ajudou a formar nas décadas de 1980 e 1990. O legado indelével é formado por 12 discos (três póstumos). Muito além da tradicional música negra, o som de Itamar Assumpção era um grande exercício de mistura com fusão de estilos (sem comprometimento de se fixar em nenhum deles), como samba, samba de breque, rap, reggae, rock, funk etc. — investidas dissonantes, música experimental, tudo descolado da mesmice própria dos estereótipos. Saiba mais sobre Itamar Assumpção, suas orquídeas, discografia completa e demais informações neste link.
USP Especiais #87 – Monica: Diário Sonoro
2023/10/04
Monica é uma jovem estudante de Ensino Médio diferente dos colegas, solitária e imaginativa. Sua rotina entre casa e escola é entremeada por um mundo sonhado que ela registra no seu diário sonoro. Sons das ruas e sons da imaginação se cruzam, costurados pelas músicas que emolduram seus percursos. _________________________________________________________ Créditos do programa Direção, roteiro e montagem: Gustavo Xavier Interpretação: Priscila Ortelã, Jurandir Renovato e Fabio Cintra. _________________________________________________________ Trechos dos livros: SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. Cidadela. São Paulo: Quadrante, 1969. PUIG, Manuel. Boquinhas Pintadas: Folhetim. Rio de Janeiro: José Olympio, 1976. _________________________________________________________ Créditos musicais Mapa / Composição: Marco Antônio Guimarães / Interpretação: Uakti Lá Vou Eu / Composição: Rita Lee e Luiz Carlini / Interpretação: Zélia Duncan Calling You / Composição: Bob Telson / Interpretação: Jevetta Steele Quero Quero / Composição: Cláudio Nucci e Mauro Assumpção / Interpretação: Cláudio Nucci Concerto para flauta e cravo nº 4 em Mi Menor - TWV 42 - Dolce / Composição: Georg P. Telemann / Interpretação: Alexandre Magnin e Jörg Eichenberger Naquele Tempo / Composição: Mariozinho Rocha e Renato Corrêa / Interpretação: Tavito A Cidade De Outro / Composição: Klébi Nori / Interpretação: Klébi Nori Primeira Canção Da Estrada / Composição: Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix / Interpretação: Sá, Rodrix e Guarabyra Sei Dos Caminhos / Composição: Alice Ruiz e Itamar Assumpção / Interpretação: Alzira E e Itamar Assumpção The Long And Windy Road / Composição: John Lennon e Paul Mccartney / Interpretação: The Beatles Cruzada / Composição: Tavinho Moura e Márcio Borges / Interpretação: Beto Guedes Música para um Antigo Templo Grego / Composição: Artur Andrés / Interpretação: Uakti Só (Solidão) / Composição: Tom Zé / Interpretação: Regina Machado
USP Especiais #86: Homenagem a Germano Mathias, com Manu Lafer
2023/05/31
Germano Mathias teve uma longa carreira, iniciada na década de 1950. Ao longo de sua trajetória, gravou discos, interpretou papéis no cinema e, sobretudo, marcou o samba paulistano com seu jeito particular. Em 2021, um de seus amigos e parceiros, o médico e músico Manu Lafer, lançou um CD em sua homenagem. O álbum, intitulado #PartiuZePelintra, contou com o próprio Germano Mathias, que veio a falecer em fevereiro de 2023. A partir da conversa com Manu, o USP Especiais percorre vida e o repertório de Germano Mathias. ____________________________________________________________________________ Créditos do Programa Produção, roteiro e edição: Gustavo Xavier
USP Especiais #85: “Emo” – história e ressurreição
2023/01/25
A música Emo, apesar de ter surgido nos anos 80, é mais popularmente conhecida pelos seus grandes sucessos do início dos anos 2000, envolvendo jovens em uma subcultura que vai para além da música. A moda e a música Emo pareciam ter ficado no passado, até que, nos últimos anos, o retorno de certas bandas e o surgimento de novos artistas do gênero mostrou que ainda há muitas pessoas que se sentem pertencentes a tal vertente cultural. Neste USP Especiais, Luisa do Prado e Helena Zobaran fazem uma viagem nostálgica desde os primórdios da cena Emo até seu retorno recente, trazendo exemplos de músicas que marcaram uma geração e acompanhando as mudanças dentro do gênero.
USP Especiais #84: “Brime!”
2022/11/17
O grime é uma das vertentes do rap, de origem britânica, que começou a ser consolidado no início do século 21, ganhando projeção internacional a partir de nomes como Dizzee Rascal e Skepta. Essa influência chegou ao Brasil e rappers locais passaram a realizar experimentações, iniciando a cena nacional do gênero. Apesar de não deixar de lado as influências britânicas, o grime brasileiro as reinventa, de modo singular, por meio da junção de estilos nacionais, como é o caso do EP BRIME!, de Febem, Fleezus e CESVR, lançado em 2020. Ele é um dos marcos para a concretização desse gênero no Brasil e, por isso, destacado no USP Especiais. ________________________________________________________________________________ Créditos do programa Apresentação: Eliasafe Filho Roteiro: Benjamin Medeiros Edição: Gu Santana Supervisão e orientação: Eduardo Vicente (professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP)
USP Especiais #83: Fiona Apple
2022/09/28
Com uma vasta carreira e alguns Grammys em seu nome, incluindo dois mais recentes em 2020, Fiona Apple é uma artista versátil na cena da chamada art pop e do rock alternativo estadunidense. Conhecida por sua mistura de gêneros, seu piano marcado e vocais elaborados, Fiona também é elogiada por seus temas extremamente pessoais que demonstram uma evolução proporcional com a experimentação instrumental que a cantora emprega em sua obra. Nesse USP Especiais, tratamos dos dois últimos álbuns da cantora: The idler wheel is wiser than the driver of the screw and whipping cords will serve you more than ropes will ever do (2012) e Fetch the Bolt Cutters (2020), comparando seus elementos musicais e temáticos para mostrar a mudança pela qual a cantora e compositora passou ao longo de mais de 20 anos de carreira. ___________________________________________________________ Créditos do programa Roteiro, apresentação, edição e montagem: Bianca Facas e Murilo Pedroza, participação especial de Luisa do Prado (estudantes do Curso Superior do Audiovisual da ECA-USP); Supervisão e orientação: Sandro Dalla Costa e Eduardo Vicente (professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP).
USP Especiais #82: Uma história musical no cinema – os filmes musicais hollywoodianos
2022/09/14
Você com certeza já viu um filme musical. Sabe aqueles com grandes coreografias, cenários e figurinos inesquecíveis e canções memoráveis? É desses mesmo que estamos falando. Os musicais estão pelo mundo desde o início da história do cinema e se tornaram um fenômeno, principalmente após Hollywood ter produzido inúmeros filmes desse tipo. O programa desta semana é apresentado Carol Caetano, Cinthia França, Nicole Balbi e Ruan Bertuce. Eles destacam os musicais que tiveram um grande impacto em suas vidas e, claro, para o cinema. Este episódio parte do cinema silencioso, passa pelos primeiros musicais como Branca de Neve e os Sete Anões, O Mágico de Oz e também por clássicos como Cantando na Chuva e A Noviça Rebelde, chegando até os dias atuais. Venha conosco, cantar, relembrar e celebrar os filmes e as músicas que fizeram história e marcaram os corações de muita gente. ______________________________________________________________ Créditos do programa Roteiro, apresentação, edição e montagem: Carol Caetano, Cinthia França, Nicole Balbi e Ruan Bertuce, alunos do Curso Superior do Audiovisual da ECA-USP. Supervisão e orientação: Eduardo Vicente, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.
USP Especiais #81: Álbum “Chico Canta”, de Chico Buarque de Hollanda
2022/05/04
Em 1973, no período mais sombrio da ditadura militar, Chico Buarque de Hollanda lançou o álbum Chico Canta, pela gravadora Philips, disco que trazia as canções da peça Calabar, dele e de Ruy Guerra, que deveria estrear no mesmo ano. Embora tratando de um personagem histórico, Domingos Fernandes Calabar, que em 1632 trocou de lado na luta entre portugueses e holandeses pelo domínio colonial do Brasil, a peça incomodou profundamente o regime militar e acabou proibida. O disco também sofreu ataques da censura e teve as letras de algumas de suas músicas mutiladas ou liberadas só na versão instrumental. No programa, vamos ouvir as músicas do disco e e entender melhor sua relação com o enredo da peça. ___________________________________________________________ Créditos do Programa Pesquisa, roteiro, edição e apresentação: Eduardo Vicente ___________________________________________________________ Músicas (todas interpretadas por Chico Buarque) Prólogo instrumental– Chico Buarque/Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Cala a boca, Bárbara – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Tatuagem – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Ana de Amsterdam (instrumental) – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Ana de Amsterdam – Chico Buarque e Ruy Guerra (DVD Na Carreira, 2012) Bárbara – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Boi voador não pode – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Não existe pecado ao sul do Equador – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Tira as mãos de mim – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Vence na Vida quem diz sim (instrumental) – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Vence na Vida quem diz sim – Chico Buarque e Ruy Guerra (ao vivo com Chico Buarque, Nara Leão e MPB4 - https://www.youtube.com/watch?v=8WFb9vwWFMg) Você vai me seguir – Chico Buarque e Ruy Guerra (Meu Caro Amigo, Philips, 1974) Fortaleza – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973) Cobra de vidro – Chico Buarque e Ruy Guerra (Chico Canta, Philips, 1973)
USP Especiais #80: Aliens
2022/03/23
As músicas têm o poder de nos levar para lugares distantes. Quando colocamos um fone somos transportados para uma dimensão paralela... Ou até para outros planetas. Nesse USP Especiais, convidamos você para uma viagem interplanetária por meio da música e, claro!, chamamos os extraterrestres para dar uma passadinha aqui também. Quem sabe até a gente não se apaixona por um ET? Do rock de Ziggy Stardust ao pop de Katy Perry, passando por Gal Gosta e Tom Zé, aperte o play para ser abduzido(a) musicalmente. __________________________________________________________________ Créditos do programa Roteiro, apresentação, edição e montagem: Beatriz Juska, Letícia Mendonça e Samara Ribeiro (estudantes do Curso Superior do Audiovisual da ECA-USP); Supervisão e orientação: Eduardo Vicente (professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP). __________________________________________________________________ Músicas: Gal Costa - Não identificado (Gal Costa, 1969) Composição: Caetano Veloso David Bowie - Life on Mars? (Hunky Dory, 1971) David Bowie Starman (The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spider from Mars, 1972) Elis Regina - Alô, alô Marciano (Saudade do Brasil, 1980) Composição: Rita Lee e Roberto de Carvalho Raul Seixas - O Carimbador Maluco (Raul Seixas, 1983) Tom Zé - Nave Maria (Nave Maria, 1984) Pixies - The Happening (Bossanova, 1990) Lenine - O Dia em que Faremos Contato (O Dia em que Faremos Contato, 1997) Zumbis do Espaço - Marte Ataca (Abominável Mundo Monstro, 2000) Arnaldo Antunes - Contato imediato (Qualquer, 2006) Composição: Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes Katy Perry featuring Kanye West - ET (Teenage Dream, 2010) Composição: Ammo, Dr. Luke, Max Martin e Katy Perry Britney Spears - Alien (Britney Jean, 2013)
USP Especiais #79: A censura a partir do Arquivo Miroel Silveira
2021/12/08
Neste USP Especiais, ouça como, no período da ditadura militar no Brasil, “a arte se tornou mais crítica”, e o teatro, socialmente engajado, foi de intermináveis censuras. Os arquivos salvos por Miroel Silveira dizem respeito a uma censura prévia a rádio, tv, livros etc., feita pelos órgãos censores no período ditatorial. Miroel Silveira era um professor de teatro da Escola de Comunicações e Artes da USP nos anos da ditadura e teve uma história interessante de resguardo dos arquivos de censura da época do fim do regime militar, em 1988. As peças O Crime do Poço, de Helena Silveira, e Reportagem de um Tempo Mau, de Plínio Marcos, são exemplares de um teatro engajado socialmente. As histórias calcadas numa terrível realidade nos é desnudada, com trechos emocionantes e reflexivos, políticos e filosóficos, instigantes de um pensamento contracultural que simplesmente nos abre os olhos. A censura pensava o teatro como idealismo, como educação da população, e não como uma crítica à realidade. Escutar os trechos dos textos teatrais e dos textos de avaliação das peças que justificavam a censura nos aporta para um tempo que, de fato, deve ficar longe da nossa realidade e existir apenas como dado histórico. ________________________________________________________________________________ Créditos do programa Apresentação, edição e montagem: Thales Figueiredo

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