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Negócios, TI & Direito

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Categories
Country
Brazil
This podcast has
112 episodes
Explicit
No
Date created
2020/06/22
Latest episode
2026/08/26
Average duration
18 min.
Release period
43 days

Description

O mundo dos negócios é dinâmico e está sendo acelerado baseado em inovação e novas tecnologias que geram novos modelos legais para suportar e gerar confiança frente aos desafios do século XXI. O impacto com o advento de novas tecnologia e regulações como Privacidade, Inteligência Artificial (IA), Big Data, Internet das coisas(IOT) faz com que as aquisições e uso de tecnologia requeiram muita atenção nas negociações, contratos, métricas de uso e monitoração claras e transparentes para garantir a solidez dos resultados desejados. Se você quiser compreender um pouco mais do que faço e como posso ajudar milhares de organizações a melhorarem sua performance neste novo mundo baseado no digital, me acompanhe neste canal ou faça contato através de [email protected]

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Um Gerente Jurídico pode ser DPO?
2026/08/26
O episódio analisa a viabilidade de gerentes jurídicos ou outros colaboradores internos acumularem a função de Encarregado de Dados (DPO) sob a ótica da LGPD e do Direito do Trabalho. De acordo com as recentes diretrizes da ANPD, essa prática é permitida, desde que não ocorra um conflito de interesses, o que acontece quando o profissional acumula o papel de fiscalizador com o de tomador de decisões estratégicas sobre dados. Além das questões regulatórias, o podcast traz um alerta para os riscos trabalhistas envolvidos, pois a atribuição de novas responsabilidades complexas pode exigir revisões contratuais e salariais baseadas na CLT. Existe um paradoxo jurídico relevante: enquanto a empresa pode tentar provar a compatibilidade de cargos para evitar custos trabalhistas, ela deve garantir a separação funcional para assegurar a autonomia técnica exigida pela autoridade nacional. Em última análise, as organizações são instadas a revisar nomeações antigas para evitar sanções administrativas e litígios judiciais onerosos. O foco central mudou da simples economia de custos para a busca por uma estrutura que garanta ética, integridade e conformidade legal plena.
As armadilhas dos Contratos de Tecnologia
2026/08/11
Este episódio aborda as falhas estruturais que muitas empresas cometem ao negociar contratos de tecnologia, focando na diferença entre apenas obter descontos e estabelecer governança real. O debate destaca a importância de prever consequências práticas para o descumprimento de SLAs, alertando que métricas sem penalidades são ineficazes. Ele também ressalta a necessidade de observar a validade técnica dos softwares, conforme exigido por lei, para evitar a obsolescência inesperada de ativos estratégicos. Outro ponto crítico é o "paradoxo lucro-incompetência", que ocorre quando se contratam horas de serviço sem definir entregáveis objetivos, o que acaba por remunerar a ineficiência do fornecedor. Por fim, uma das soluções propostas é que a negociação de TI deve integrar áreas distintas para transformar meras promessas comerciais em obrigações contratuais verificáveis e seguras.
Quem é a Palantir?
2026/07/12
Este podcast detalha o modelo de negócios e a ascensão financeira da Palantir, uma empresa americana de tecnologia especializada em análise de dados e inteligência artificial. A organização utiliza uma estratégia de "conquistar e expandir", atendendo tanto agências governamentais de defesa quanto grandes corporações globais. Suas principais plataformas, como Gotham, Foundry e AIP, permitem que usuários processem volumes massivos de informações para tomadas de decisão críticas. O artigo destaca o expressivo crescimento de receita da companhia, impulsionado pela demanda por IA e contratos militares de longo prazo. Discute-se a posição competitiva da Palantir frente a gigantes do setor e sua ambição de revolucionar a infraestrutura digital moderna.
A estratégia negocial das Big Techs
2026/07/07
Este podcast, feito por IA,  aborda a complexidade das negociações com as Big Techs, argumentando que a verdadeira moeda de troca não é o preço, mas o exercício de poder e a gestão da dependência tecnológica. O autor defende que empresas frequentemente falham por tratarem renovações contratuais como eventos administrativos de última hora, em vez de manterem uma governança contínua e estratégica de seus ecossistemas digitais. A análise destaca que descontos imediatos podem esconder armadilhas de aprisionamento tecnológico, tornando essencial que o cliente compreenda profundamente seu próprio consumo e arquitetura antes de ir à mesa. Com a ascensão da inteligência artificial, a preparação técnica e jurídica torna-se ainda mais crítica para reduzir a assimetria de informações perante os fornecedores. O conteúdo propõe uma mudança de mentalidade onde a negociação madura exige método, antecipação e a criação de estratégias de saída para preservar a liberdade operacional da organização.
A nova moeda da IA: os tokens
2026/06/18
Este episódio, em formato de debate, gerado por IA, mostra a ascensão do token como a unidade fundamental da economia da inteligência artificial, comparando-o ao papel do quilowatt-hora na energia. Esta nova métrica de consumo exige que as organizações superem o antigo modelo de licenças fixas para adotar uma gestão baseada no uso real, onde a eficiência técnica dita o custo financeiro. O debate gira em torno de um artigo do Reges Bronzatti onde este argumenta que a falta de organização institucional, como dados poluídos ou comandos vagos, gera desperdícios diretos, transformando a desordem em despesa mensurável. Para evitar gastos excessivos, as empresas precisam desenvolver maturidade estratégica e governança, focando não apenas na adoção da tecnologia, mas na qualidade de cada interação. Em última análise, o sucesso no mercado de IA dependerá da capacidade de extrair o máximo valor de cada unidade processada, punindo o improviso e premiando o método.
O Menino do Lampião
2026/06/07
Neste episódio 100, a história deixa de falar apenas sobre negócios, tecnologia e direito  para voltar ao ponto de partida: a origem. Será uma narrativa sensível sobre Reges Bronzatti, o menino da roça do interior do Rio Grande do Sul que estudava à luz de lampião, enfrentou escassez, medo, distância e escolhas difíceis, mas encontrou no conhecimento e no estudo uma forma de atravessar mundos. O episódio mostra como a leitura, a família, a fé, a educação e a persistência moldaram uma trajetória improvável, ou seja, do cultivo da terra ao mercado de tecnologia, da computação ao Direito, da sobrevivência à contribuição. Mais do que uma biografia simplificada, é uma reflexão sobre carreira, reinvenção e propósito. Uma história para lembrar que origem humilde ou com dificudades não limita destino quando existe propósito, coragem, fé e ousadia para se reinventar, aprender e seguir em frente.
Whatsapp é o sintoma de colapso de uma gestão
2026/05/11
O WhatsApp deixou de ser apenas uma ferramenta de comunicação e virou, em muitas empresas, o sistema informal onde decisões, documentos e dados sensíveis circulam sem controle. Esse uso revela a fragilidade da gestão, da governança, da segurança da informação e da própria cultura corporativa. Empresas que não conseguem governar o básico dificilmente estarão preparadas para a era da inteligência artificial. Quando o WhatsApp vira o ERP da empresa, ele não causa o colapso: apenas denuncia que a desordem já estava instalada.
Vender resultado ( e não tecnologia) é o futuro !
2026/04/22
Este episódio, feito com IA, explora a transição da inteligência artificial de ferramentas de suporte para sistemas de automação total, prevendo que as próximas gigantes do setor venderão resultados em vez de apenas software. O autor do artigo, base deste podcast, da SEQUOIA Capital, diferencia o trabalho de inteligência, que segue regras e pode ser delegado a máquinas, do trabalho de julgamento, que ainda exige intuição humana. Áreas como contabilidade, advocacia e recrutamento são identificadas como mercados promissores onde a IA pode substituir serviços tradicionalmente terceirizados. A estratégia sugerida é utilizar tarefas rotineiras como porta de entrada para, eventualmente, assumir funções mais complexas dentro das empresas. Em suma, o episódio defende que o verdadeiro valor futuro reside em fornecer o trabalho concluído, capturando orçamentos destinados à mão de obra e não apenas ao licenciamento de ferramentas tecnológicas.
O escândalo dos projetos de ERP no Brasil
2026/04/16
Este episódio inédito, gerado por IA, critica a maneira negligente como as empresas brasileiras frequentemente adquirem sistemas de gestão empresarial, comparando esse processo à construção de uma casa sem planta técnica. O autor argumenta que muitas organizações falham ao ignorar a necessidade de um planejamento prévio rigoroso, aceitando contratos baseados em horas trabalhadas e escopos abstratos que geram custos imprevistos. Essa falta de preparação transforma a implementação em um cenário de incerteza financeira e operacional, onde o cliente acaba financiando o aprendizado do fornecedor. Para evitar o desperdício, defende-se que a contratação de tecnologia seja tratada com a mesma seriedade arquitetônica de uma obra civil, exigindo requisitos claros e critérios de aceite objetivos. Em última análise, o podcast alerta que comprar um software complexo sem um projeto estruturado é abdicar da governança corporativa e condenar o negócio a anos de ineficiência.
O Excel pode te demitir?
2026/02/26
O eposódio aborda como o modelo de "empresa-fábrica", herdado do Taylorismo e do Fordismo, está entrando em colapso com a chegada da IA, que exige integração de dados e elimina a necessidade de intermediários que apenas consolidam informações. Quem usa Excel, agora, poderá ser descartado, ja que consolidar seus próprios dados e informações para preservar espaços de poder tende a ser disruptado pela IA. This episode includes AI-generated content.
Quando Provas Digitais Decidem um Processo Judicial
2025/11/25
Prints não valem como prova segundo o STJ em decisão recente no Brasil, por ausência de autenticação. Provas digitais podem ser facilmente alteradas. Uma prova digital deve permitir que outro perito repita o procedimento e obtenha o mesmo resultado. Isso é a base da integridade. Quando não há preservação da cadeia de custódia, há risco de contaminação da prova. Por isso, prints de tela geram dúvidas sobre autenticidade, confiabilidade e integridade. Para o STJ, sem cadeia de custódia, não há garantia de que a prova represente a realidade, sendo considerada inválida. Neste episódio você vai entender melhor, através de uma conversa gerada por IA, baseado em um artigo do Dr. Reges Bronzatti, como a cadeia de custódia pode decidir pelo sucesso, ou não, de um processo judicial que coletam evidências ou provas digitais. This episode includes AI-generated content.
Negociar TI nao é pedir desconto!
2025/09/25
Negociar TI não é pedir desconto no preço! Uma história real de um cliente: Há 5 anos atrás, um grande diretor de uma empresa nacional saiu da mesa de negociação com a sensação de vitória.  Conseguiu um desconto de mais 40% em relação a primeira proposta no contrato de ERP da empresa. Cheio de pompa, com o ego inflado, fez questão de mostrar ao time de compras e à TI que ele, com a “caneta na mão”, havia feito o melhor negócio. Mas o que parecia genial se revelou um desastre. O desconto era apenas uma isca negocial. O fornecedor sabia exatamente onde iria recuperar, com juros e correção, o que havia dado na largada. Em menos de dois anos, aquele “40% de economia” se transformou em um aumento de três vezes no custo total, engolido pelo modelo de licenciamento, integrações e expansões inevitáveis.
Cuidados com os Falsos Gurus!
2025/02/12
Já vimos esse filme antes: surge uma nova tendência, tecnologia ou regulamentação, e de um dia para o outro aparecem dezenas, centenas de especialistas autoproclamados sobre o tema, vendendo palestra, consultoria e treinamentos. Pessoas que, até ontem, nunca tinham ouvido falar do tema, agora se vendem como mestres da inovação, prontos para transformar seu negócio. Foi assim com a LGPD (Lei geral de proteção de dados pessoais), a partir de 2018, quando muitos, a maioria profissionais do direito, se tornaram "especialistas" da noite para o dia, apenas repetindo o que outros diziam e atualizando seus currículos para um tal de especialista em Direito Digital ( que sequer existe dentro das especialidades do Direito Brasileiro).  Agora, a Inteligência Artificial virou a bola da vez, e o mesmo fenômeno acontece: aparecem "revolucionários da IA" que nunca escreveram uma linha de código ou de programação, não sabem diferenciar deep learning de machine learning, mas garantem que vão transformar sua empresa. Mas essa não é uma novidade. Outras ondas de mercado já produziram falsos gurus antes.
É MIOPIA DO OCIDENTE?
2025/01/31
Enquanto o Ocidente ainda se vangloria de seu histórico como berço da inovação tecnológica, da criação da internet, da primeira viagem a lua, da criação do smartphone, o Oriente está reescrevendo as regras do jogo. A ascensão de potências, principalmente a China, mas sem esquecer a Coreia do Sul, Japão e outros países asiáticos em setores como inteligência artificial, computação em nuvem, robótica e biotecnologia revela uma mudança tectônica no cenário global. O surgimento do DeepSeek parece ser a ponta exposta do iceberg, mas antes já havia o TikTok, Xiaomi, BYD, Huawei, Samsung, LG, Sony, Asus, Acer, Tata, Infosys, Hyundai, entre muitos outros. O que antes era visto como uma corrida desigual, com o Ocidente na liderança, hoje se transformou em uma disputa acirrada — e, em muitos aspectos, o Oriente está ganhando de lavada. A miopia do Ocidente em reconhecer essa realidade pode custar caro.
O Paradoxo da IA - Regular não é suficiente !
2025/01/14
O podcast, feito 100% com IA, discute o paradoxo da inteligência artificial, onde a regulação, principalmente em países sem liderança tecnológica, tenta frear o avanço da IA, enquanto a população consome seus benefícios sem se preocupar com os riscos. A competição entre nações como EUA e China pela hegemonia em IA é destacada, contrastando com a postura mais cautelosa da Europa. O bate papo, baseado no artigo do Reges Bronzatti sobre "O Paradoxo da IA" alerta para as consequências negativas da falta de preparação global, incluindo a possível obsolescência humana, e propõe soluções como educação, inovação responsável e colaboração internacional para um futuro com IA mais seguro e ético. A urgência em lidar com esse desafio é enfatizada, considerando o rápido desenvolvimento tecnológico e o imediatismo humano.

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