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Rádio UFRJ - Ouve Essa

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This podcast has
259 episodes
Publisher
Rádio UFRJ
Explicit
No
Date created
2020/11/11
Latest episode
2026/10/20
Average duration
5 min.
Release period
16 days

Description

Programa produzido pela Rádio Batuta com a missão de pescar pérolas pouco conhecidas do acervo musical do Instituto Moreira Salles (IMS), voltado principalmente para discos em 78 rotações. A seleção dos fonogramas é do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos. O acervo está disponível no site discografiabrasileira.com.br.

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Exaltação ao país
2026/10/20
“Onde o céu azul é mais azul”, de Braguinha, Alcyr Pires Vermelho e Alberto Ribeiro, é um clássico do samba-exaltação, o gênero que ganhou força no Estado Novo, de Getúlio Vargas. Valoriza as belezas nacionais e a força do povo trabalhador em contraposição ao “malandro”, tão exaltado no samba tradicional. A gravação de Jorge Goulart, de 1956, reúne outros elementos do gênero, como o arranjo pomposo (de Radamés Gnatalli) e a potência da voz do intérprete. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
Fado de sucesso
2026/10/13
O português Francisco José já tinha gravado “Olhos castanhos”, de Alves Coelho Filho, sem qualquer sucesso em 1957. Era um fado autêntico, acompanhado de guitarras tradicionais. Em 1960, ele voltou a gravar a música, mas acompanhado de grande orquestra. O resultado foi a venda de mais de um milhão de discos.  Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
Hino do violão
2026/10/06
A valsa “Abismo de rosas”, de Américo Jacomino, o Canhoto, é considerada um hino do violão brasileiro. A gravação por Dilermando Reis, de 1952, a transformou num clássico maior ainda. Estaria para o violão como a gravação de “Chega de saudade”, por João Gilberto, está para a MPB.  Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
Carmen Miranda celebra o Rio
2026/09/29
A marchinha “Primavera no Rio”, de João de Barro, o Braguinha, foi gravada por Carmen Miranda em agosto de 1934 para ser lançada no final de setembro e comemorar a chegada da estação das flores. É um dos hinos do paraíso carioca. Ao fundo, dirigido por Pixinguinha, o conjunto Diabos do Céu. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
A chegada do amor na voz de Carlos Lyra
2026/09/22
“Chora tua tristeza” tem interpretação elegante, como Carlos Lyra sabia fazer bem. Mas a composição não é dele, e sim de Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini. Foi lançada em 1960, quando a bossa nova afirmava sua força – ou melhor, sua suavidade. O título assusta, mas não é bem assim. “Saudade vai passar/ E o amor já vai chegar”, promete a letra. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
Suingue e romantismo
2026/09/15
Miltinho foi ao mesmo tempo o rei do ritmo, capaz de suingar malandro no sambalanço, e ser reconhecido como um cantor sofisticado do samba-canção. “Lembranças”, de Raul Sampaio e Benil Santos, gravado em 1961, é deste segmento. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
Emilinha Borba ‘escandalosa’
2026/09/08
As paradas de sucesso estavam cheias de ritmos latinos quando, em 1947, Emilinha Borba seguiu a onda e gravou a rumba “Escandalosa”, de Moacir Silva e Djalma Esteves. A letra, com "muchachos sabidos” dizendo aos ouvidos de uma mulher “es deliciosa”, era avançada para a época. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
O baião de Carmélia, Humberto e Sivuca
2026/09/01
A onda dos ritmos nordestinos estava no auge, em 1951, quando Carmélia Alves, a Rainha do Baião, gravou “Adeus Maria Fulô”, de Sivuca e Humberto Teixeira, também advogado e por isso aclamado como o Doutor do Baião. Na segunda parte da gravação, Carmélia divide o canto com seu marido, Jimmy Lester. O acompanhamento é de Sivuca e seu conjunto. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
O edredom em um samba-canção
2026/08/25
A primeira opção de Herivelto Martins para gravar o seu “Edredom vermelho” era Jamelão, mas o cantor achou que, por suas referências domésticas – além do edredom, fala em quarto, tapete, cama, espelho, criado mudo –, o samba-canção ficaria melhor na voz de uma mulher. Isaurinha Garcia gravou em 1945 e lançou no ano seguinte. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castr
O vozeirão de Agnaldo Rayol
2026/08/18
Agnaldo Rayol era um jovem cantor-galã da recente televisão brasileira quando gravou, em 1962, o samba-canção “E a vida continua”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim. O cancioneiro da era de ouro do rádio se encontrava com o moderno veículo de comunicação.  Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
Tom Jobim por Claudette Soares
2026/08/11
A carioca Claudette Soares começou a década de 1950 com o título de Princesinha do Baião, dado pelo Rei do Baião, Luiz Gonzaga. No final da década, ela já estava no palco das boates da Zona Sul do Rio cantando o samba-canção moderno que anunciava a bossa nova. “Só saudade”, composta por Tom Jobim e Newton Mendonça em 1955, foi gravada por ela em 1962, com uma voz tremendamente sexy. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
De Bororó para Orlando
2026/08/04
Foi o compositor Bororó quem apresentou Orlando Silva, office boy entre outras pequenas ocupações, a Francisco Alves, dando início à carreira daquele que viria ser o Cantor das Multidões. Por isso, Orlando ficou enciumado quando, em 1939, Bororó deu “Da cor do pecado” para Silvio Caldas gravar e fazer enorme sucesso. Em 1940, para ficar bem com o apadrinhado, Bororó presenteou Orlando com o choro “Curare” – e o jogo entre os dois grandes cantores estava lindamente empatado. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
O ‘samba-canção chopiniano’
2026/07/28
“Samba em prelúdio”, de Baden Powell e Vinicius de Moraes, tem uma história curiosa. O poeta ficou tão impressionado com a beleza da melodia do parceiro que se recusou de início a fazer a letra – achou que era plágio de Chopin. Só depois da negativa de uma especialista na obra do compositor polonês – a melodia era mesmo de Baden – foi que ele se pôs a trabalhar. Classificou de “samba-canção chopiniano”. A gravação é de Geraldo Vandré e Ana Lúcia, de 1962. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
A ‘Palhaçada’ de Dóris Monteiro
2026/07/21
“Palhaçada”, composição de Luiz Reis e Haroldo Barbosa, surgiu com tanta força em 1961 que recebeu oito gravações naquele mesmo ano. Uma delas foi a de Dóris Monteiro, que estava abraçando o sambalanço. O suingue da interpretação, somado à letra espirituosa, garantiu o sucesso do registro da cantora.  Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro
Marina
2026/03/10

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