
Advertise on podcast: Poiema Curitiba
This podcast has
236 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
Poiema CuritibaExplicit
No
Date created
2020/11/18
Latest episode
2026/04/20
Average duration
59 min.
Release period
6 days
Description
Ef 2.10 Porque somos POIEMA de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos. Nosso instagram: @poiemacuritiba
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Hoje nada vai estragar meu dia! - Xande Guedes
2026/04/20
A verdadeira alegria não depende das circunstâncias, mas nasce de dentro, como fruto do Espírito. Por isso, não se limita aos momentos em que tudo está bem; ela permanece mesmo em meio às dificuldades. Essa alegria não é superficial nem passageira, mas profunda, capaz de coexistir com desafios sem ser anulada por eles.É uma alegria que resiste e que transforma a forma de enxergar a vida, permitindo seguir adiante com esperança e gratidão a Deus. Só somos plenamente completos nEle!
Gerir não é gerar! - André Brisa
2026/04/13
Existem dois modelos possíveis de igreja: um estruturado como empresa, centrado na eficiência, na gestão e na aparência de perfeição, e outro fundamentado no padrão bíblico de família, que valoriza relacionamentos, discipulado e crescimento mesmo em meio à imperfeição. Enquanto o primeiro tende a gerar ambientes de controle e máscaras, o segundo acolhe a realidade humana e permite que Deus gere vida por meio de vínculos autênticos e geracionais. A verdadeira transformação não acontece no isolamento nem na busca por uma perfeição artificial, mas no pertencimento e na disposição de ser moldado dentro das relações, seguindo o exemplo de Cristo, que se inseriu na realidade humana para transformá-la a partir de dentro.
Nesse processo, as provações e fraquezas têm como finalidade a cura e o aprofundamento da intimidade com Deus. É nas dores e limitações que se abandona um conhecimento superficial e se passa a uma experiência real, onde o poder de Deus se aperfeiçoa. A igreja, portanto, não é formada por pessoas perfeitas, mas por pessoas rendidas, que reconhecem sua dependência e vivem unidas em torno de Cristo.
O prazer da vida! - Laressa Brisa
2026/04/13
Muitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.Muitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.
Do jardim à cruz: a história que Deus não abandonou! - Fabi Pelinson
2026/04/06
Jesus é o descendente prometido. Ele é o Cordeiro, sem defeito, que é entregue no lugar de outros. Ele é o Rei da linhagem de Davi, que não falha e cujo reino não tem fim. Ele é aquEle que estabelece a Nova Aliança, com o seu próprio sangue.É na cruz e na ressurreição que tudo isso se encontra. Aquilo que era promessa se cumpre. O pecado é tratado, o preço é pago, e o acesso a Deus é aberto. Mas a história não termina na cruz. A ressurreição de Jesus é a confirmação de que a obra foi completa, de que a morte não venceu, de que a redenção é real.
Filhos, perdoados e incluídos! - Thiago Chas
2026/03/31
Jesus está na cruz, com o corpo dilacerado, sangue misturado ao suor e a respiração marcada por dor extrema. Ainda assim, Ele ora: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem”. Nessa frase, vemos que Deus é um Pai que se aproxima, que busca relacionamento. Revela também um perdão completo, sem condições, que nos alcança e nos transforma, nos capacitando a perdoar outros.
Ao dizer “eles”, Jesus nos inclui — não como acusação, mas como convite à família de Deus. Isso desmonta qualquer sensação de superioridade e nos conduz a um amor verdadeiro. Ao mesmo tempo, essa oração redefine nossa identidade: não somos o que fazemos, nem nossos erros ou acertos, mas quem Deus decidiu que somos antes de qualquer ação, seus filhos.
Cedo para parar, tarde para desistir! - Xande Guedes
2026/03/23
As fraquezas e adversidades da vida, embora dolorosas, são o palco onde o poder de Deus nos aperfeiçoa; é nesse processo que aprendemos a depender dEle e a reconhecer que é na limitação que nos tornamos fortes em Cristo. Essa compreensão nos conduz a uma postura ativa de fé, na qual deixamos a passividade e assumimos uma vida intencional diante de Deus.
Assim, somos chamados a viver com zelo, responsabilidade e constância, tendo Deus como prioridade e cuidando bem daquilo que Ele nos confiou. Uma vida organizada, comprometida e cheia de zelo reflete a glória de Deus e nos conduz a uma caminhada firme, madura e frutífera no cumprimento do nosso chamado!
Vencedores ou vencidos! - Xande Guedes
2026/03/16
Deus deseja abrir nossos olhos para enxergar a verdade e nossos ouvidos para ouvir corretamente Sua Palavra, em meio a tantas vozes e distrações. Há mudanças que cada pessoa precisa assumir individualmente, respondendo com obediência ao que Deus fala. As bênçãos prometidas estão ligadas a essa postura de ouvir e obedecer ao Senhor. Assim, aproximamo-nos de Deus não por causa de cargos ou serviços na igreja, mas por reconhecer nossa necessidade da Sua graça. Se Cristo nos chama para governar com Ele em todas as esferas da vida, Ele também nos capacita para viver esse chamado.
Intercessores geracionais - Tiago Chagas
2026/03/09
Todo comportamento tem uma raiz, e essa raiz está na nossa história. As famílias não transmitem apenas sobrenomes; elas transmitem padrões emocionais, espirituais e relacionais que atravessam gerações. Ninguém começa a vida do zero: todos recebemos uma herança dos nossos antepassados. Muitas vezes repetimos esses padrões de forma inconsciente, simplesmente porque foi o que aprendemos e passamos a considerar normal.Por isso, é necessário olhar para a própria história, identificar padrões e reconhecer aquilo que precisa ser transformado. O pertencimento é uma necessidade humana, mas não podemos permanecer ligados a valores que não refletem os valores de Cristo. A salvação é uma porta, mas a transformação é um caminho, e viver uma vida abundante também envolve tratar padrões emocionais que carregamos. Tudo o que não é curado tende a ser repetido, e aquilo que vivemos hoje se torna herança para as próximas gerações. Assumir uma postura de intercessão geracional significa decidir mudar a rota da história, rompendo ciclos e escolhendo construir uma herança diferente para aqueles que virão depois de nós.
Medo e fé! - Marcela Blasio
2026/03/02
Deus deseja formar em nós um caráter perseverante e nos posicionar como instrumentos do Seu agir. O milagre que recebemos não termina em nós — ele alcança outras pessoas e revela Jesus por meio do nosso testemunho. Somos chamados a parar de apenas reagir às dificuldades e assumir uma postura de fé, entregando tudo nas mãos d’Ele, pois é Jesus quem realiza o milagre.Quando nos posicionamos com coragem e confiança, nossa vida se torna ponte para que muitos conheçam o nome do Senhor.
Servo ou Senhor? - Edenilson Braga
2026/02/24
O Senhor nos conduz continuamente a um nível mais íntimo e profundo de relacionamento com Ele. Essa intimidade não nasce do acúmulo de informações, mas de um relacionamento vivo e profundo.Em meio a tanta informação disponível, corremos o risco de acreditar que já O conhecemos. Muitas vezes, reduzimos o Senhor àquilo que esperamos que Ele faça por nós, esquecendo que Ele continua sendo soberanamente Deus.
Um convite para a intimidade! - Mark ShubertUm convite para a intimidade! - Mark Shubert
2026/02/20
Entramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.Entramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.
O que a unção faz - E o que a Palavra constrói! - Mark ShubertO que a unção faz - E o que a Palavra constrói! - Mark Shubert
2026/02/20
Deus promove mudanças em nossas vidas de duas maneiras. A primeira é por meio da Sua unção e do Seu poder, realizando aquilo que não conseguimos fazer sozinhos. A segunda acontece por meio da Palavra, que nos ensina e nos conduz à maturidade. Como um pai que deseja que o filho aprenda a caminhar com autonomia, Deus espera que desenvolvamos disciplina na busca pelas Escrituras.A transformação não ocorre de forma instantânea, mas em um processo contínuo de renovação da mente, no qual os pensamentos são alinhados à verdade, resultando em mudança de comportamento.
Do esforço à rendição! - Mark Shubert
2026/02/20
Há encontros com Deus que não terminam; eles continuam ecoando dentro de nós, moldando decisões, reposicionando o coração e redefinindo prioridades. O problema é que, muitas vezes, queremos transformar essas experiências em mérito, como se pudéssemos acessar mais de Deus pelo esforço. Mas não é sobre desempenho, é sobre rendição. Não recebemos mais porque fazemos mais, recebemos mais porque reconhecemos quem somos: filhos.Nossa maior barreira é a dificuldade de abandonar a autossuficiência. Pedimos que Deus mude circunstâncias, enquanto Ele trabalha para mudar nossa postura. Ele já removeu a culpa, já abriu o acesso; o que nos limita é a falta de consciência do que está disponível. Há profundidade além da superfície em que muitas vezes escolhemos permanecer — e o caminho para acessá-la não é força, é entrega.
Um chamado para a humilhação! - Marcela Blasio
2026/02/09
Nossa natureza é marcada pelo pecado e pelo orgulho, e o encontro com o Espírito Santo é um processo diário de transformação. Esse encontro revela quem realmente somos e nos conduz à humilhação, não à exaltação. O evangelho não é uma troca baseada apenas em receber, mas um chamado à entrega total, à semelhança de Cristo.
Somos confrontados a abandonar aquilo que acumulamos e até idolatramos — como experiências, conhecimento e méritos pessoais — reconhecendo que tudo o que temos e somos vem do Senhor. Cristo não pede nosso currículo, mas um coração quebrado, humilde e disposto a ser purificado, pois no Reino a verdadeira grandeza está em servir e se esvaziar diante d’Ele.
Distraídos demais para perceber! - Thiago Chas
2026/02/02
A história de Noé nos alerta contra a distração espiritual, a perda da escuta sensível à voz de Deus e a obediência parcial. Em um cenário de corrupção e indiferença, Noé andou com Deus, ouviu com clareza e respondeu com obediência contínua, antes mesmo de ver resultados. Sua própria vida foi a mensagem, mostrando que o que nos tornamos fala mais alto do que o que fazemos.
Jesus retoma esse exemplo para alertar sobre tempos de distração e banalização do pecado, reforçando a necessidade de vigilância, intimidade e fidelidade. No fim, a pergunta não é o quanto Deus deseja derramar, mas o quanto nosso coração está preparado para sustentar: o chamado é urgente, pessoal e ainda há tempo de nos tornarmos odres novos.
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