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Garimpando Bolachas

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This podcast has
62 episodes
Publisher
Junão Amato
Explicit
No
Date created
2020/11/20
Latest episode
2026/09/25
Average duration
10 min.
Release period
38 days

Description

JUNÃO AMATO tem como missão poupar o tempo de pesquisa dos seguidores, oferecendo músicos novos de extrema competência nos estilos: Soul/blues/jazz/rock/funk, garimpados com 50 anos de experiência.

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Garimpando Bolachas- Episódio 65- PHILIP BAILEY
2026/09/25
Garimpando Bolachas | Episódio 65: A Voz Além das Nuvens – A Biografia de Philip Bailey Fala, garimpadores e garimpadoras de plantão! Sejam muito bem-vindos ao Garimpando Bolachas, o seu podcast dedicado às raridades do vinil e às histórias que moldaram a soul music pelo mundo. Eu sou Junão Amato, e hoje nós vamos abrir uma prateleira muito especial da nossa discoteca. No episódio 65, vamos mergulhar de cabeça na trajetória de uma das vozes mais impressionantes, celestiais e inconfundíveis da história da soul music. Vamos falar sobre ele: o homem das quatro oitavas, dono de um falsete que desafia a gravidade, pilar fundamentalde Philip Bailey. Aperte o cinto, ajeite seu fone e venha garimpar essa história com a gente. Bloco 1: Os Primeiros Passos em Denver e o Encontro com o Jazz Para entender a grandiosidade de Philip James Bailey, nascido em Denver, Colorado, em maio de 1951, a gente precisa voltar no tempo. Diferente de Detroit ou Chicago, Denver não era exatamente o epicentro comercial da soul music nos anos 60. Mas o jovem Philip tinha uma arma secreta: a curiosidade. Inspirado pelo acervo de jazz da mãe de um amigo e por gigantes como Miles Davis, John Coltrane e Sarah Vaughan,Bailey começou a entender que a voz humana não era apenas um meio para cantar letras, mas sim um instrumento de improviso, textura e emoção. Antes de mudar os rumos da música mundial, ele cantava em bandas locais como a Friends & Love. O que parecia ser apenas mais um grupo talentoso do Colorado acabou cruzando o caminho do visionário Maurice White. E aí, meu amigo... o jogo virou de vez. Bloco 2: A Era Dourada com o Earth, Wind & Fire Em 1972, Philip Bailey aceitou o convite de Maurice White para integrar o Earth, Wind & Fire. A partir dali, nascia uma das duplas vocais mais dinâmicas e magnéticas da história: obarítono encorpado e místico de Maurice encontrando o falsete estratosférico e cortante de Philip. O Earth, Wind & Fire não era só uma banda de funk e soul; era uma experiência espiritual, visual e sonora que quebrou barreiras raciais e culturais na indústria fonográfica. E no centro desse furacão sônico estava Philip Bailey, dividindo o palco com uma seção de sopros lendária e distribuindo grooves na percussão. Bloco 3: O Voo Solo e o Clássico com Phil Collins Mas um artista com tanta ânsia por evolução não cabia em um lugar só. Nos anos 80, enquanto o grupo dava uma pausaestratégica, Philip começou a explorar sua identidade fora do coletivo. Em 1984, ele lançou seu álbum solo Chinese Wall, produzido por Phil Collins. A faixa Easy Lover estourou nas paradas do mundo todo, rendeu indicações ao Grammy e provou que o alcance de Bailey ia muito além— ele dominava a música global com a mesma facilidade com que rasgava notas em cima de um arranjo complexo de jazz. Ao longo da carreira, Philip ainda explorou a música gospel (vencendo prêmios importantes) e álbuns de jazz instrumental sofisticados, mostrando que sua curiosidade musical nunca teve fim. O Legado de uma Lenda Viva Ele nos ensinou que a verdadeira música atemporal nasce da mistura de rigor técnico, alma e muita, mas muita verdade. Quando você for à playlist do Garimpando Bolachas, e clicar no play, repare nos detalhes dos agudos, na delicadeza das harmonias. Ali está a assinatura de um mestre. E com isso fechamos o episódio 65 do Garimpando Bolachas! Se você curtiu essa viagem sonora, compartilha esse episódio com aquele amigo que ama um bom vinil e cola com a gente nas redes sociais. Um grande abraço, bons garimpos a todos, e até a próxima Discografia:  Continuation (1983) The Wonders of His Love (1984) — Primeiro álbum gospel do artista Chinese Wall (1984) Triumph (1986) — Álbum gospel premiado com o Grammy Inside Out (1986) Family Affair (1989) Philip Bailey (1994) Life and Love (1998) Dreams (1999) — Foco maior na vertente do jazz Soul on Jazz (2002) Love Will Find a Way (2019)
Garimpando Bolachas- Episódio 63- BLACK JOE LEWIS
2026/07/05
"Se você acha que o Blues moderno se resume a caras de terno tocando solos bonitinhos em grandes festivais... você precisa resetar os seus ouvidos agora mesmo.   O nosso personagem de hoje não aprendeu a tocar na Igreja e nem herdou uma guitarra de família. Ele aprendeu a arranhar os primeiros acordes escondido no expediente de uma loja de penhores onde trabalhava. E mesmo depois de tocar no Coachella e rodar o mundo, ele continuou batendo concreto na construção civil para pagar as contas. Hoje, no Garimpando Bolachas, nós vamos abrir as portas do mundo sonoro e realista de Black Joe Lewis. Aumente o volume, porque o som aqui é sujo, é bruto, e é 100% real.   Bloco 1: A Introdução Impactante ·       "Você provavelmente já ouviu histórias de astros da música que enriqueceram e esqueceram as origens.Mas o cara de quem vamos falar hoje faz o caminho inverso. Ele já tocou nos maiores festivais do planeta, mas se você bobear, encontra ele batendo concreto em uma obra no Texas para pagar as contas da semana. Bem-vindos ao [Garimpando Bolachas]. Hoje nós vamos quebrar tudo com o som garageiro, visceral e operário de Black Joe Lewis."    "Se o blues tradicional chora as pitangas, o blues de Black Joe Lewis chuta a porta. Misturando o peso do punk rock com o groove do funk de James Brown, ele criou um dos sons maisbarulhentos da última década. Mas o mais impressionante não é o som. É de onde ele veio." Bloco 2: A Origem na Loja de Penhores e o TrabalhoBraçal        "Joe Lewis nasceu no Arizona, mas foi em Austin, no Texas, que a mágica — ou o acidente — aconteceu.Ele não foi um garoto prodígio. Aprendeu a tocar guitarra já adulto por puro tédio. Ele trabalhava em uma loja de penhores e, entre um cliente e outro, pegava as guitarras do estoque para arranhar uns acordes."       "Dessa crueza nasceu seu estilo: sem frescura, sem teoria musical perfeita, apenas pura energia. E essa realidade dura moldou sua carreira. Joe Lewis é a definição do músico decolarinho azul. Ele nunca largou o trabalho braçal. Em entrevistas, ele conta com naturalidade que alterna turnês mundiais com empregos em redes de fast-food ou na construção civil. É essa vida real que dá o tom das suas letras sobre falta de dinheiro, frustração e sobrevivência." Bloco 3: O Sucesso com os Honeybears e a Ironia doNome ·      "Em 2007, as coisasescalaram. Joe juntou uma cozinha de peso e uma seção de metais violenta, fundando o Black Joe Lewis & The Honeybears. O impacto foi imediato.A revista Esquire apontou os caras como grande promessa. ·      "O álbum de estreia, Tell 'Em What Your Name Is!, levou a banda para os palcos principais do Coachella e do Bonnaroo. Mas preste atenção no nome: Black Joe. Essa é uma provocação histórica genial. 'Old Black Joe' era uma canção do século XIX que romantizava a escravidão no sul dos Estados Unidos. Joe Lewis adotou o nome de forma totalmente irônica, como quem diz: 'Agora o Black Joe está no controle, e o som é meu'." Bloco 4: A Crise com a Indústria e o Legado Punk     "Mas a indústria da músicaadora domesticar os artistas, e com o Joe não deu certo. No disco ElectricSlave, de 2013, ele mandou as fórmulas pop para o espaço. O som ficou mais sujo, quase um hard rock garagem. Ele preferiu o circuito de clubes barulhentos a se render ao comercialismo."       "Para ele, o palco não é umlugar de glamour, é uma válvula de escape. É onde ele descarrega a raiva docansaço diário da vida de trabalhador. Se você gosta da crueza de Gary Clark Jr., The Black Keys ou The White Stripes, Black Joe Lewis é parada obrigatória na sua playlist."
Garimpando Bolachas- Episódio 62- FANTASTIC NEGRITO
2026/05/03
A Fênix de Oakland  "Saudações, garimpeiros e colecionadores de histórias. Você está no Garimpando Bolachas, e hoje a nossa escavação nos levou a um dos personagens mais fascinantes da música contemporânea. No episódio 62, vamos abrir os arquivos de um homem que viveu três vidas em uma única jornada.Estamos falando de Fantastic Negrito."  "Para entender o som que sai dos alto-falantes hoje, precisamos voltar para 1968. Xavier Amin Dphrepaulezz nasceu em Massachusetts, o oitavo de 15 filhos em uma família muçulmana ortodoxa de origem somali. Aos 12 anos, ele foi jogado no caldeirão cultural de Oakland, Califórnia. E foi ali, entre o tráfico de drogas, o perigo das ruas e a efervescência do funk e soul, que ele aprendeu sua primeira lição: a sobrevivência."  "Xavier era um prodígio. Ele invadia as salas de música da UC Berkeley para praticar piano sem ser aluno. E esse talento bruto chamou a atenção da indústria. Em meados dos anos 90, ele assinou um contrato lendário de um milhão de dólares com a Interscope Records, sob o nome artístico de Xavier.  Ele tinha tudo: o dinheiro, o visual, o apoio da gravadora. Em 1996, lançou The X Factor. Mas o disco era polido demais, comercial demais. Não tinha a 'sujeira' da alma dele. O álbum fracassou, a gravadora o abandonou e ele se viu perdidono limbo da indústria fonográfica." "Mas o pior ainda estava por vir. Em 1999, um acidente de carro devastador quase o tirou deste mundo. Xavier ficou em coma por três semanas. Seus órgãos falharam.Seus músculos foram destruídos. Sua mão direita, a mão da guitarra, ficou permanentemente danificada.  Ele desistiu da música. Vendeu tudo. Mudou-se para uma fazenda e jurou que nunca mais subiria num palco. Durante anos, foi apenas um pai de família e um fazendeiro em Oakland."  "Mas o 'garimpo' da vida é imprevisível. O nascimento de seu filho Kyu mudou tudo. Ao tentar tocar uma nota simples para ninar o pequeno, sentiu o chamado novamente.Mas agora, ele não queria o milhão de dólares da Interscope. Ele queria a verdade. Ele adotou o nome Fantastic Negrito. O 'Fantastic' veio da vontade de criar algo maior que a vida, e o 'Negrito' foi uma homenagem à 'música de raiz negra' que construiu o mundo. Ele foi para as ruas. Começou a tocar em estações de trem,onde ninguém se importava com quem ele era. Ali, ele redescobriu o blues — não o blues de museu, mas o blues do trabalhador, da dor e da superação, principalmente o novo blues." É considerado o mais criativo e inovador bluesman da atualidade.  "Em 2015, ele venceu o concurso Tiny Desk Concert da NPR entre milhares de inscritos. O mundo finalmente ouviu o que Oakland já sabia. O que se seguiu foi uma das maiores sequências da história da música: três prêmios Grammy consecutivos de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo. The Last Days of Oakland (2016) Please Don't Be Dead (2018) Have You Lost Your Mind Yet? (2020)  Fantastic Negrito provou que o blues não é um gênero antigo, mas um estado de espírito. Ele mistura o punk, o funk de Prince, o rock de Led Zeppelin e o Delta Blues de Robert Johnson em uma maçarica sonora que queima qualquer rótulo."
Garimpando Bolachas- Episódio 61- RAUL MIDÓN
2026/04/10
Raul Midón   Nasceu em 14 de março de 1966 prematuramente em um h Hospital rural em Embudo, Novo México, filho de pais de ascendência argentina e afro-americana. Raul e seu irmão gêmeo, Marco, ficaram cegos ainda bebês após passarem um tempo em uma incubadora sem a devida proteção ocular. Sabia desde muito cedo que tinha interesse por música. Escreveu em seu site que, quando criança, "andava de carro e ouvia o ritmo da seta. Eu ouvia música em tudo, da buzina do carro ao canto dos grilos". A música tornou-se parte integrante da vida de Midón aos quatro anos de idade, quando seu pai o apresentou à bateria. . Em seguida, ingressou na Universidade de Miami, e escolheu o currículo de jazz, formando-se em 1990. Ouvia a coleção de discos de Charlie Parker e Miles Davis do pai, além da música pop da época:Stevie Wonder, James Taylor, Joni Mitchell e Paul Simon. Essas influências o levaram a explorar o jazz. Começou a ter aulas de violão com um músico flamenco, passou para o violão clássico e, em seguida, para o jazz.  Começou sua carreira como cantor de estúdio para artistas latinos como Shakira, Alejandro Sanz, Julio Iglesias e José Feliciano. Após excursionar com Shakira, mudou-se para Nova York para seguir carreira solo. Lá, trabalhou com o produtor e DJ Little Louie Vega. O álbum contou com uma participação especial de Stevie Wonder, um de seus ídolos, outra com Jason Mraz e uma música escrita em homenagem a Donny Hathaway intitulada"Sittin' in the Middle". Midón é um ávido entusiasta do rádio amador, que usava seu indicativo de chamada (KB5ZOT). 2005, a estréia de Midon na televisão nacional aconteceu no programa Late Show com David Letterman Participou no álbum Possibilities de Herbie Hancock de 2006, com a música " I Just Called to Say I Love You " de Stevie Wonder. Em 2016, ele fez uma turnê pelos Estados Unidos sob o nome Monterey Jazz Festival com Gerald Clayton, Nicholas Payton, Gregory Hutchinson e Joe Sanders. Várias faixas deste álbum contam com a participação Lionel Cordew na bateria e Richard Hammond no baixo. Em 2017, Raul lançou seu álbum Bad Ass And Blind, que foi indicado ao prêmio de Melhor Álbum Vocal de Jazz . Em 2019, Raul recebeu o prêmio de ex-aluno ilustre do ano da Universidade de Miami. Em 2020, foi muito produtivo, lançou seu álbum "The Mirror",  Também "Hold Tight" do compositor latino da Broadway Jaime Lozano, "Rise Up" com o DJ e produtor alemão Henrik Schwarz. Participou da releitura de "Along The Watchtower/Breathe" com o vibrafonista Joe Locke em homenagem ao movimento Black Lives Matter. Raul também contribuiu para o Tiny Desk Home Edition da NPR com uma apresentação virtual gravada em seu estúdio caseiro. Em 2021, o álbum The Mirror, foi indicado ao prêmio Libera /A2IM de melhor álbum de jazz. Durante a pandemia, Raul gravou seu primeiro álbum instrumental, Eclectic Adventurist, que contou com duetos com Mike Stern, Alex Cuba, Lionel Loueke, Lindsey Blair,Julia Bailen, Dean Parks, Stephane Wrembel, Romero Lubambo e Marvin Sewell. O álbum foi lançado em novembro de 2022 por sua própria gravadora, ReKondite ReKords. Em 2022, Raul se apresentou no Kennedy Center com a NSO, regida por Vince Mendoza, com Lalah Hathaway, Jimmie Herrod, Renee Fleming, entre outros. O show foi gravado para a PBS e posteriormente exibido no programa Next At The Kennedy Center, Temporada Um, Episódio 2. Em 2023, Raul gravou seu 13º álbum de estúdio solo, Lost & Found .  Discografia Thanks to Life (1999) Live Limited Edition (2004) State of Mind (2005)A World Within a World (2007) Synthesis (2010)Blind to Reality (2010) Invisible Chains Live from New York (2012) Don't Hesitate (2014) Bad Ass and Blind (2017) If You Really Want (2018) The Mirror (2020) Eclectic Adventurist (2022) Lost & Found (2024)
Garimpando Bolachas- Episódio 60- STEELY DAN
2026/02/06
STEELY DAN Banda considerada especializada em estúdios, extremamente perfeccionista. Seu melhor trabalho, considerado obra prima é o álbum AJA de 1977. Entre no site e se divirta com a playlist, vídeos e muitas fotos: https://garichas.wordpress.com/   Discografia: 1972- Can't Buy A Thrill 1973- Countdown To Ecstasy 1974- Pretzel Logic 1975- Katy Lied 1976- The Royal Scam 1977- Aja 1982- The Nightfly (Donald Fagen) 1984- Gaucho 1985- A Decade Of Steely Dan 1993- Citizen Steely Dan 1972- 1980 1993- Kamakiriad (Donald Fagen) 1994- Eleven Tracks Of Whack (Walter Becker) 1995- Alive In America 2000- Two Against Nature 2003- Everything Must Go 2006- Morph The Cat (Donald Fagen) 2008- Circus Money (Walter Becker) 2012- Cheap Xmas: Donald Fagen Complete 2012- Sunken Condos (Donald Fagen) 2021- Northeast Corridor: Steely Dan Live 2021- The Nightfly Live (Donald Fagen)
Garimpando Bolachas- Episódio 59 I - BRIAN OWENS- Inglês
2025/12/27
BRIAN OWENS   Sentado à mesacom Brian Owens, pode-se ter a sensação de estar conversando com uma pessoa calma e autoconfiante, mesmo sendo uma poderosa voz da soul americana. Ele não projeta a vida agitada de um artista de sucesso internacional, mas sim a energia profunda que domina sua música.  Criado em St. Louis, sua música reflete uma cidade impregnada de blues, soul e folk, resultando em um estilo inconfundivelmente seu, mas que remete a artistas comoMarvin Gaye, Otis Redding, Al Green e seu pai, Thomas Owens. "Quero ter minha própria voz, mas de uma forma que seja familiar às pessoas", diz Owens. “Então, eu gosto das comparações porque significa que as pessoas se sentem confortáveis ​​com as minhas influências”. No início, como um dos vocalistas do Sidewinder, se tornou uma sensação no YouTube com 2,5 milhões de visualizações. “Estou muito animado com a exposição”, diz ele. “Exposição positiva é sempre boa, mesmoquando não estou no centro das atenções.  Em seu primeiro single com distribuição nacional, “I Just Want to Feel Alright”, Owens evoca suas experiências universais de dor e desespero, e ao mesmo tempo, esperançoso para os nossos tempos.  Brian atribui grande parte do seu estilo de interpretação à constância da natureza humana. "Descobri que não há nada de novo sobre o que escrever – apenas novas maneiras de escrever sobre os ciclos empolgantes, da vida.  A música que toca as pessoas é sobre a natureza humana. Isso não muda. O que nos torna vulneráveis, o que nos assusta, o que nos faz felizes." O primeiro grande lançamento de Brian, “Moods & Messages”, é, segundo ele próprio, a trilha sonora de sua jornada como artista de soul. Teve o apoio da gravadora Destin Records, de St. Louis, e distribuição pela RED, de Nova York, da Sony Music.  Owens afirma:“Moods & Messages fala sobre equilibrar os sentidos e transmiti-los.  “Moods & Messages” foi lançado em setembro de 2012 no Japão.  Encanta em Brian sua dedicação à esposa, Amanda, e aos quatro filhos, e seu compromisso como um cristão fervoroso, inclusive coordena programas comunitários da OrquestraSinfônica de St. Louis.    Discografia:   2008- The Cole Session 2009- & Martha Mae, Live at The Sheidon Concert Hall 2012- Moods & Messages 2014- You’re All I Need, Sings Marvin Gaye 2014- Preach! 2017- Soul of Ferguson 2017- Soul of Cash 2021- & The Royal Five 2025- Duets whith Dead
Garimpando Bolachas- Episódio 59- BRIAN OWENS
2025/12/27
BRIAN OWENS   Sentado à mesacom Brian Owens, pode-se ter a sensação de estar conversando com uma pessoa calma e autoconfiante, mesmo sendo uma poderosa voz da soul americana. Ele não projeta a vida agitada de um artista de sucesso internacional, mas sim a energia profunda que domina sua música.  Criado em St. Louis, sua música reflete uma cidade impregnada de blues, soul e folk, resultando em um estilo inconfundivelmente seu, mas que remete a artistas comoMarvin Gaye, Otis Redding, Al Green e seu pai, Thomas Owens. "Quero ter minha própria voz, mas de uma forma que seja familiar às pessoas", diz Owens. “Então, eu gosto das comparações porque significa que as pessoas se sentem confortáveis ​​com as minhas influências”. No início, como um dos vocalistas do Sidewinder, se tornou uma sensação no YouTube com 2,5 milhões de visualizações. “Estou muito animado com a exposição”, diz ele. “Exposição positiva é sempre boa, mesmoquando não estou no centro das atenções.  Em seu primeiro single com distribuição nacional, “I Just Want to Feel Alright”, Owens evoca suas experiências universais de dor e desespero, e ao mesmo tempo, esperançoso para os nossos tempos.  Brian atribui grande parte do seu estilo de interpretação à constância da natureza humana. "Descobri que não há nada de novo sobre o que escrever – apenas novas maneiras de escrever sobre os ciclos empolgantes, da vida.  A música que toca as pessoas é sobre a natureza humana. Isso não muda. O que nos torna vulneráveis, o que nos assusta, o que nos faz felizes." O primeiro grande lançamento de Brian, “Moods & Messages”, é, segundo ele próprio, a trilha sonora de sua jornada como artista de soul. Teve o apoio da gravadora Destin Records, de St. Louis, e distribuição pela RED, de Nova York, da Sony Music.  Owens afirma:“Moods & Messages fala sobre equilibrar os sentidos e transmiti-los.  “Moods & Messages” foi lançado em setembro de 2012 no Japão.   Encanta em Brian sua dedicação à esposa, Amanda, e aos quatro filhos, e seu compromisso como um cristão fervoroso, inclusive coordena programas comunitários da OrquestraSinfônica de St. Louis.    Discografia:   2008- The Cole Session 2009- & Martha Mae, Live at The Sheidon Concert Hall 2012- Moods & Messages 2014- You’re All I Need, Sings Marvin Gaye 2014- Preach! 2017- Soul of Ferguson 2017- Soul of Cash 2021- & The Royal Five 2025- Duets whith Dead
Garimpando Bolachas- Episódio 58- CARLTON JUMEL SMITH
2025/11/29
Carlton Jumel Smith – Soul Man  Vivendo na América em uma época em que muitos no poder são completamente desprovidos dealma, é preciso um Super Soul Man para manter a balança em equilíbrio genuíno! Esse é Carlton Jumel Smith. Soul Man de renome mundial, cantor, compositor, produtor e ator, construiu sua carreira sozinho e incendiou palcos de shows de Finlândia, China, Rússia, Turquia, Inglaterra, França e, claro, sua cidade natal, Nova York. Lexington Avenue", de 2019 é sua obra prima. Teve a honra de interpretar seu maior herói musical, James Brown, no filme "Liberty Heights" (1999), de Barry Levinson, e teve um papel principal ao lado de Cyndi Lauper no musical off-Broadway "Largo" (sobre a vida do compositor clássico tcheco Dvořák). Nasceu em no Spanish Harlem – com três irmãs e sua mãe. Ela quem levou Carlton, aos 8 anos, para assistir a James Brown no lendário Apollo – um local que não era apenas sagrado para Brown, mas também para todos os artistasnegros.  A experiência de ver James Brown, com sua orquestra de 16 músicos, cantores e dançarinos, deixou uma marca indelével em Carlton. Ao mesmo tempo, por meio de discos, sua mãe o apresentou à maestria de Ray Charles, Otis Redding, Sam Cooke, Joe Tex, Marvin Gaye, Johnnie Taylor, Al Green, e muitos outros. A profundidade do impacto deles foi tamanha que Carlton tem os nomes tatuados em ambos os braços. Passou os anos 80 aprimorando os vocais com os mentores locais Rick Torres e Greg Fore, experimentando a composição e enviando demos. Uma demo o conectou com a empresária, Yvonne Turner, resultando no single de estreia de Carlton em 1986, uma faixa de House Music apropriadamente intitulada "Excite Me". Após embarcar em um avião para Hollywood para entregar pessoalmente sua fita ao diretor Barry Levinson,  lhe garantiu o papel de um Brown ambicioso da década de 1950 no filme "Liberty Heights", Carlton estreou no B.B. King's Club, na Times Square, em Nova York, em 2002 – inicialmente como substituto de Ray Charles, que estava doente. Isso o levou a anos de shows lotados em New York, onde gravou dois álbuns ao vivo independentes lá: um deles: Carlton J. Smith Live at B.B. King's, de 2003 (com músicas associadas a Ray Charles e James Brown).  O lendário empresário Alan Leeds, que gerenciou as carreiras de Brown e Prince, apelidou carinhosamente Carlton de "Soul Brother Number New". Essa distinção em particular provou ser profética, pois Carlton teve uma grande oportunidade quando uma banda de jazz cancelou sua temporada em um clube na China, o agente ligou freneticamente para o mundo todo em busca de umsubstituto de última hora. Carlton, voou imediatamente e encantou o público asiático ávido por soul autêntico. Um contrato de três meses se transformou em quase uma década de trabalho constante, com seis shows por semana e três por dia, entre 2005 e 2014. Durante esse período, Carlton também gravou mais discos: Primeiro veio Waiting (2006), um projeto composto principalmente por regravações comoventes de obras de uma influência singular: o compositor experimental Tom Waits, que Carlton descreve – assim como Bobby Womack – como um tio que transmite “a verdade nua e crua”. De volta da China em 2014, Carlton lançou G.U.M. (Grown-up Music), direcionando seu foco para um público mais maduro. Em plena ascensão, morou na Turquia, Reino Unido, Suíça, Romênia, Indonésia, Rússia e Noruega. Lançou um livro "Nothing Matters Except the Music", que narra as experiências que teve com Sly Stone, The Isley Brothers, Patti LaBelle e muitos outros.   “Acredito firmemente que uma ótima canção é um beijo de Deus, afinal, na minha equação da alma: “Música + Letra = Sua Vida…” (Scott Galloway, June 2021)
Garimpando Bolachas- Episódio 56- WOLFGANG VALBRUN
2025/11/02
Wolfgang Valbrun  Wolfgang Valbrun é um cantor e compositor nascido e criado no estado de Nova York, cuja carreira musical floresceu na Europa, particularmente em Paris, França. Sua educação musical veio de sua mãe com os sons icônicos de Bob Marley, Bobby McFerrin, Billy Joel, Elton John até o estilo eclético de Charles Aznavour e Grace Jones, tudo infundido com um toque de Kompa, um fascinante sabor musical haitiano. Seus primeiros anos foram marcados por períodos tumultuados, pois ele se mudava regularmente entrediferentes países. Foi para Paris na adolescência, e sua vida tomou um rumo decisivo. A transição para uma nova cultura e ambiente exigiu adaptação, deixando para trás os marcos familiares;guiado pela mão encorajadora de seu primo mais velho, ele se afastou do rock americano e mergulhou no mundo cativante do soul, jazz e música brasileira. Artistas como Erykah Badu, The Roots, Seu Jorge deixaram muito em sua música. Com o fim do ensino médio se aproximando, Wolfgang buscou uma mudança de ares. Passou um ano na Venezuela, onde as batidas encantadoras da salsa, o balanço rítmico do merengue, a vibrante cumbia e as cadências deliciosas do calipso o encantaram. Ao retornar à França, fez um teste para integrar a banda de funk parisiense "Marvellous", onde conheceu Thierry Lemaitre, com quem compõe e toca desde então. Wolfgang conheceu seus futuros companheiros de banda, James Graham e Adam Holgate, tocando ao vivo com uma banda de soul britânica chamada Hannah Williams & the Tastemakers. A compositora e líder da banda, Olive Mondegreen, convidou Wolfgang para integrar seu novo projeto, "Ephemerals", como vocalista principal. O Ephemerals gravou seu primeiro álbum em sete dias em um estúdio londrino e o lançou de forma independente, só assinando com uma gravadora quando o álbum já estavadisponível e havia conquistado uma base de fãs entusiasmada. O álbum Nothin Is Easy, conta com o neo soul clássico e um elemento-chave: emoção. Mais três álbuns efêmeros se seguiram — cada um deles um movimento corajoso e desafiador. 2020 trouxe novos desafios para todos os músicos, levando Wolf a repensar sua trajetória musical. Incentivado por seus companheiros de banda e pela gravadora, ele começou a compor suas próprias músicas, planejando um álbum e uma turnê pela primeira vez com seu próprio nome. O resultado é "Flawed By Design", uma coletânea de músicas intensamente pessoais, inspiradas em amor, relacionamentos, agitação social e crescimento pessoal. O álbum foi gravado no Fishpond Studio Bristol e no Rockfield Studio Wales com Thierry Lemaitre, James Graham, Adam Holgate, Damian McLean-Brown, Charlie Fitzgerald, Rhii Williams, Matt Brown e Jai Widdowson – músicos extremamentebrilhantes.
Garimpando Bolachas- Episódio 55- AARON WEST & THE ROARING TWENTIES
2025/10/06
Aaron West and the Roaring Twenties Projeto solo do vocalista do The Wonder Years, Dan Campbell É definido como "um estudo de personagem conduzido por meio da música", com Campbell assumindo a personade Aaron West nas letras de cada música. Dan Campbell, começou o projeto em 22 de maio de 2014, por meio de um vídeo intitulado "An Introduction To AaronWest", se esforçando para "fazer uma peça de ficção parecer tão crua e pessoal quanto suas músicas. Aaron se concentrava em uma pergunta impossível e perfeita: quando não nos resta mais nada, por que continuar? Tudo começou com apenas uma música, um experimento com o colaborador Ace Enders, do Early November, sobre um homem cuja esposa perde um bebê. Percebeu que a história não poderia começar ou terminar ali, que havia uma pessoa inteira que ele precisava conhecer.   Então Campbell levou Aaron pelo país, de Long Island ao sul da Califórnia, guiou-o por brigas de bar, uma mesa depapéis de divórcio, o banco do piano da igreja ao lado de um sobrinho que ele aprendeu a amar como um filho, praias, rodovias, sofás e cabines telefônicas, tudo numa tentativa de entender o que permite a uma pessoa continuar diante deuma catástrofe. Quando não tem mais nada, tem seu violão, o palco, as luzes. Tem a música.   Depois de dez anos, dois álbuns, um EP e um single, a resposta à busca brutal de Aaron vem na forma de seutriunfante terceiro capítulo, IN LIEU OF FLOWERS. Não uma coleção de elegias, mas sim uma ópera conceitual, uma ode ao oprimido, Campbell e a banda levam a dinâmicacaracterística do AW20 a novos patamares, casando o impacto da percussão punk e acordes poderosos com o som das raízes do banjo e do pedal steel, traçando o arco turbulento do imaginário nômade de coração partido em direção à cura, do fundo de garrafas em quartos de motel cinzentos e locais de porão profanados - "shows em uma igreja abandonada em Glasgow, a ironia é um poucoóbvia", ele zomba sobre o dedilhado lamentoso em "Alone at St. Luke's. Fãs de longa data reconhecerão asexplosões de instrumentos de sopros, liderados pelo saxofone bombástico e comovente de Chiemina Ukazim, que mantêm o pulso e a coragem da classe trabalhadora da Costa Leste. Mais alto e impetuoso do que nunca, e em outros lugares ainda mais intimista, mais devastador, com lembranças ereferências – Aaron West consegue se manter tãolúcido e irônico como sempre, com o humor ácido que só vem da tragédia. IN LIEU OF FLOWERS não é sobre escolhas perfeitas, finais perfeitos, pessoas perfeitas, é sobre errar e aprender a ser abraçado novamente.   Nos chocantes momentos finais do disco, Aaron, esgotado e renovado, retorna ao início de sua história, um lugar que ele jamais imaginou que voltaria. Mas, se você souber como olhar, cada retorno ao passado promete algo antes inimaginável, algo novo. Como Aaron diz: "Não é essa a parte mais intensa da esperança?"  Álbuns:  In Lieu Of Flowers: (2024) The Sweatshop Sessions (2023) Blues Night 2 (2021)      Blues Night 1 (2020) Live From Asbury Park: ( 2020) Routine Maintenance: (2019) Bittersweet: ( 2016) 504 Soul (2015) The Trans- Tasman Quartet (2014) We Don't Have Each Other: (2014)
Garimpando Bolachas- Episódio 54- GRAND MOTHER'S FUNCK
2025/09/01
Grand Mother's Funck   AGrand Mother's Funck, banda Suiça tem uma história de 23 anos de estrada. A base para esse sucesso vem da simples alegria de fazer boa música, que gera uma fonte inesgotável de energia. Eles vêm de Burgdorf, pequena cidade do vale do Emmental, na Suíça (é de lá que vem o queijo com os grandes buracos): Cinco adolescentes da escola local encontraram um disco antigo de James Brown no sebo e ficaram imediatamente fascinados e juraram solenemente que o Funk era o quequeriam desenvolver. Os emergentes funkeiros foram intensamente influenciados por seus ídolos: Sly Stone, George Clinton e o próprio Godfather, James Brown. Todos eles se revelaram músicos extremamente talentosos e criativos, e logo começaram a tocar em Berna suas próprias músicas. Com seu primeiro álbum, " Grand Mother's Funck ", em 1995, o GMF estabeleceu um novo padrão na cena funk suíça. Para o segundo album, " Please Baby Please Baby Baby Baby Please " de (1996), assinaram com a gravadora americana Greyboy Records em San Diego. (De Karl Denson, presente no episódio 12 do Garimpando Bolachas). O GMF continuou convidando vocalistas, como a cantora de blues Trudy Lynn e Noël McCalla (Manfred Mann Earth Band) para seu terceiro álbum, " Heebie Jeebies Dance ", de 1996. Tamara Canovo juntou-se à banda em 1997, quando sua voz poderosa se tornou a marca registrada da GMF e o impacto do novo som foi sentido em turnês pela Alemanha, França, Itália, Áustria e Inglaterra. Os destaques incluíram a apresentação inesquecível no Festival de Jazz de Montreux naquele mesmo ano e a gravação ao vivo de " Working Live " em 1999. A GMF incluiu mais três sopros e dois percussionistas e iniciou o projeto "Gran Orquesta": trilhas sonoras clássicas de filmes dos anos setenta ("Missão Impossível", "Perseguidor Implacável" etc.), A Gran Orquesta tocou em vários grandes festivais suíços, como Gurten e St. Gallen. Em 2000, com a colaboração da cantora americana Tiza, nasceu o "Secrets in Sonic Space"; o álbum é uma coleção de grooves. Em seguida, uma excursão, World Funk, resultou o album Beat Mondial. 2007 viu o nascimento de At The Funckyard, mixado por Hans-Martin Buff, que foi o engenheiro pessoal de Prince de 1996 a 2000. A antiga tradição do funk ainda é parte importante do som do GMF, mas a fusão com o soul e o jazz leva a banda a um novo patamar. Músicos Daniel "Bean" Bohnenblust – Sax (1992) Rich Fonje – Vocals (2002) Bernhard Häberlin – Guitar (1992) Andreas "Chnufi" Michel – Keyboards (1993) Ohlê Gagneux – Percussion (1995) Thomas Reinecke – Bass (1998) Daniel "Booxy" Aebi – Drums (1992) Yasmine Tamara – Vocals (1997-99) Bernhard Bamert – Trombone (1993-2002) Discografia: 1995-Grand Mother’s Funck 1996-Heebie Jeebies Dance 1999-Woking Live! (Festival de Jazz de Montreux) 2000-Gran Orquestra 2002-Secrets in Sonic Space 2002-Please Baby Please Baby Baby Please 2003-In Sonic Space Live! 2005-Beat Mondial 2007-At The Funckyard 2010-The Proud Egyptian 2017-Take The Money 2020-The Big Pie
Garimpando Bolachas- Episódio 53- CHINA MOSES
2025/08/03
China Moses Nascida em Los Angeles, Califórnia, China Moses é filha da cantora de jazz Dee Dee Bridgewater e do diretor Gilbert Moses. Ela lançou seu primeiro single, "Time" (1996), aos 18 anos. Seguindo com três álbuns: China (1997), On Tourne en Rond (2000)  Good Lovin (2004). De outubro de 2011 a dezembro de 2012, apresentou o programa diário Made in China da Jazz Radio. Para administrar suas atividades como artista, China lançou sua própria produtora, a Made In China Productions, em 2008.  Moses e o pianista francês Raphaël Lemonnier criaram um show chamado Gardenias for Dinah, uma homenagem ao ídolo mútuo Dinah Washington, que também foi a inspiração para o álbum This One's for Dinah, lançado em 2009 pela Blue Note.  Após sua turnê mundial, que incluiu Europa, Índia, Líbano, Canadá e Japão, o próximo trabalho de Moses e Lemonnier foi uma homenagem às grandes cantoras de blues e jazz que inspiraram ou os influenciaram. Entre elas, estão Dinah Washington Mamie Smith, Lil Green, Além de estrelas como: Nina Simone, Etta James, Janis Joplin,Donna Summer,Bessie Smith,Helen Humes, Aretha Franklin, Billie Holiday.  Moses disse:"Nossas apresentações no palco são organizadas como um espetáculo. Adoro contar histórias, me vejo como um contador de histórias do jazz e gosto de garantir que as pessoas sorriam entre as músicas Em 2012 lança mais uma bolacha: Crazy Blues Em 2013, tornou-se consultora musical da fornecedora francesa de eletricidade ERDF. Também apresentou o documentário Soul Power como parte da série de verão "Summer of Soul".  Além de sua participação no álbum So in Love 2010, Blue Note, de André Manoukian, Moses apresentou um novo show no outono de 2013, com canções como " Don't Let Me Be Misunderstood ", " Lullaby of Birdland " e " I've GotYou Under My Skin ". Além disso, ela se apresenta no Cafe Society Swing, um show escrito e produzido por Alex Webb que revive os bons tempos da lendária boate nova-iorquina dos anos 1940. Lá " Strange Fruit " foi cantada pela primeira vez por Billie Holiday .  Moses coapresentou e cantou no primeiro Dia Internacional do Jazz da UNESCO, em Paris, França, em 2012, e se apresentou inúmeras vezes para a UNESCO dos EUA.Ela iniciou um documentário sobre o primeiro e o segundo Dia Internacional do Jazz em Paris.  Em diversas ocasiões, Moses dividiu o palco com sua mãe, Dee Dee Bridgewater, e foi acompanhada por orquestras como a Deutsches Filmorchester Babelsberg e a conhecidaWDR Big Band que recomendo.  Em 2017, Moses lançou pela gravadora MPS o álbum Nightintales , escrito em cinco dias com o multi-instrumentista negro britânico Anthony Marshall. A dupla gravou o álbum em Londres, no estúdio analógico Snap Studios. O álbum contou com Luke Smith nopiano, Neville Malcolm no baixo e Jerome Brownna bateria, três dos principais músicos negros britânicos da cena soul-jazz do Reino Unido. Sempre foi acompanhada na carreira por excelentes músicos, escolhidos com muito critério, prestem atenção na playlist. Se apresentou com Archie Shepp, Pee Wee Ellis, Theo Croker, John Beasley,Nils Landgren, John Patitucci, Magnus Lindgren, Jamie Cullum,Terence Blanchard, Terri Lyne Carrington, Aloe Blacc, Lakecia Benjamin e Ian Shaw, dividindo o palco com lendas como: Roy Hargrove,George Benson, Metropole Orkest Big Band, Inúmeras filarmônicas, incluindo Bogotá, Trier, Dresden, Potsdam, Bilbao, Paris e Szczecin, WDR Big Band,HR Big Band, Metropole Orkest Big Band e a New Orleans Jazz Orchestra.  Esteve no Brasil em 2017, onde passou pelo Bourbon Street, Sesc, Piracicaba, Jundiaí e em Bauru.   DISCOGRAFIA:  1997: China 2000: On Tourne en Rond 2004: Good Lovin 2009: This One's for Dinah 2012: Crazy Blues 2016: Watherver 2017: Nightintales 2021: &The Vibe Tribe
Garimpando Bolachas- Episódio 52- LIV WARFIELD
2025/07/09
Olivia "Liv" Warfield   Ex-estrela do atletismo e ginasta, Liv Warfield, nascida em Peoria, Illinois, começou a construir sua carreira em Portland, Oregon. Fez parte da banda New Power Generation, de Prince, que a ensinou como se colocar no palco (ver Liv Warfield’s Performance no America's Got Talent) no site do GB. Em 2016 integra o Roadcase Royale, banda formada por Nancy Wilson e membros do Heart. Warfield cresceu como filha de um diácono pentecostal ouvindo música gospel, apesar de não ter formação formal em canto, conquistou o respeito de superestrelas locais ese tornou um ícone por mérito próprio. Suas influências musicais foram: Nina Simone, Etta James, Mavis Staples, Sade, Tina Turner Warfield criou um estilo próprio, que pode ser melhor descrito como "soul alternativo com um toque de Rock 'n' Roll". Em 2006, lançou seu álbum de estreia, "Embrace Me", por conta própria. Em 2009, chamou a atenção do inigualável Prince e, por fim, juntou-se ao seu grupo, o "New Power Generation". Depois de fazer turnês por vários anos e absorver o máximo de conhecimento possível do mentor musical definitivo, Warfield fez seu grande sucesso no cenário nacional.  Em 2014, como artista foi destaque na campanha "You Oughta Know" da Vh1 e, em seguida, lançou seu álbum de estreia em uma grande gravadora, "The Unexpected", que teve como produtor executivo Prince. Ganhou o prêmio Soul Train Music e as indicações para o prêmio BET de Melhor Artista Revelação; e uma entrevista com a National Public Radio; e co-assinaturas de alto nível deLionel Richie, Cyndi Lauper e Nancy Wilson, do HEART. Naquele mesmo ano, a apresentação de Warfield no encerramento do Essence Fest foi aclamada como umdos after shows mais memoráveis ​​no New Orleans House of Blues. Em 2015, os elogios só aumentaram, com Warfield e o NPG Horn sendo nomeados uma das 10 melhores bandas para se ver no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça. Em 2017, Warfield iniciou a próxima fase de sua ascensão, colaborando com outra de suas influências de infância, a já mencionada Nancy Wilson, para criar a banda Roadcase Royale. Lançaram seu álbum de estreia, "First Things First", no final do ano. O remake de "These Dreams", do HEART, foi destaque no filme "Molly'sGame", estrelado por Idris Elba, Jessica Chastain e Kevin Costner. Warfield gravou recentemente música para o documentário da HBO, indicado ao Oscar, "Da Bronx". Ela também deu uma guinada no mundo do teatro, recebendo ótimascríticas ao interpretar Madame ZinZanni na versão de Chicago do TeatroZinZanni.   Discografia: 2022- Live atCafe wha, New York 2023- The Edge 2020- Chrysalis(com Joon Moon) 2017- FirstThings First 2014- TheUnexpected 2006- Embrace Me
Garimpando Bolachas- Episódio 51- MONKEY HOUSE
2025/06/07
Monkey House   Banda fundada por Don Breithaupt, pianista, vocalista, compositor, arranjador e produtor canadense. O nome do grupo vem de um livro de 1968 de Kurt Vonnegut. A banda foi formada em 1992, com repertório inovador e tendência jazzísticas compostas por Don Diversos artistas convidados contribuíram com músicas e se apresentaram em seus álbuns, incluindo Drew Zingg, Elliott Randall, Michael Leonhart e Jay Graydon. Steely Dan é uma das maiores influências de Breithaupt. A banda faz pop melódico com um toque sofisticado, com pé no Jazz e arranjos de metais. Seu álbum de estreia, Welcome to the Club, foi lançado em 1992, pelo selo Aquarius, sediado no Canadá. Incluí um cover de uma música escrita por Donald Fagen, do Steely Dan, chamada "Lazy Nina", que foi regravada por Greg Phillinganes em 1984, mas nunca gravada pelo próprio Fagen. Seu segundo álbum, True Winter, pelo selo Marigold, lançado em 1998, contou com a colaboração de Richie Hayward, do Little Feat, e David Blamires, do Pat Metheny Group. Em 2005, foi lançada a coletânea Big Money: Singles Remasters Rarities 1992-2005. Contem treze faixas dos dois primeiros álbuns da Monkey House, além de quatro faixas inéditas, incluindo osingle "Tough Love". Entre os convidados estavam Kevin Breit (Norah Jones), Mark Kelso (Gino Vannelli), além de Hayward e Blamires. Seu quarto álbum, Headquarters, foi lançado em 2012, pelo selo Alma, afiliado ao Universal Music Group, artistas convidados incluíram Kim Mitchell, Rik Emmett, Drew Zingg e Michael Leonhart. Uma antologia de álbuns intitulada Retrospective foi lançada em 2013, que inclui quase tudo o que a Monkey House lançou ao longo de suas duas primeiras décadas. Além de músicas de seus três primeiros álbuns, a antologia de 44 músicas inclui material inédito como "I'm Not That Guy", das sessões do Headquarters, cinco faixas instrumentais e algumas entrevistas. Um sexto álbum foi lançado em junho de 2016, Left, pelo selo Alma/Universal. O título faz referência ao fato deBreithaupt ter feito as malas e se mudado de Toronto para a costa oeste, chegando à região de Los Angeles em fevereiro de 2013. O grupo principal de músicos do álbum são: baterista Mark Kelso, o baixista Pat Kilbride e o guitarrista Justin Abedin, com Breithaupt contribuindo nos teclados e o baixista Peter Cardinali como convidado em uma faixa. Além de Elliott Randall e Jay Graydon, outros convidados incluem os backing vocals David Blamires (Pat Metheny Group), Lucy Woodward (Snarky Puppy), William Sperandei no trompete e o saxofonista Donny McCaslin. Drew Zingg e Michael Leonhart também retornam para contribuir com solos. O álbum estreou na 9ª posição na parada de jazz do iTunes dos EUA, na 2ª posição na parada de jazz do iTunes doCanadá, e alcançou a 24ª posição na parada de álbuns de jazz da Billboard. Discografia: ·       Welcome to the Club (1992) ·       True Winter (1998) ·       Big Money: SinglesRemasters Rarities 1992-2005 (2005) ·       Headquarters (2012) ·       Retrospective (2013) ·       Left (2016) ·       Friday (2019) ·       Remember the Audio (2022) ·       Crashbox (2025)
Garimpando Bolachas- Episódio 50- TAJ FARRANT
2025/04/21
Taj Farrant é um guitarrista e músicoaustraliano conhecido por seu notável talento AOS 9 ANOS.  Ele ganhou reconhecimento por meio das plataformas, principalmente por seus impressionantes solos de guitarra e composições originais.  Taj foi destaque em vários festivais de música como Big Blues Bender em Las Vegas, Telluride's Blues & Brew e o maiorBlues Festival Bluesfest da Austrália.  Ele também colaborou com artistas consagrados como Carlos Santana, Buddy Guy e a equipe Hendrix Experience, mostrando suas habilidades.  Seu estilo único e virtuoso lhe renderam uma crescente base de fãs e elogios dentro da comunidade musical. É Músico de músico.  A turnê do álbum de estreia de Farrant, intitulada "Chapter One", é um marco emocionante para este jovem guitarrista australiano.  Lançada para coincidir com o lançamento de seu primeiro álbum, a turnê mostra um talento excepcional e estilo musical eclético, misturando rock & blues.   Com performances eletrizantes e composições sinceras, Farrant cativa o público, solidificando seu lugar na cena musical e prometendo um futuro brilhante.  O álbum:  Abrindo com um belo instrumental, cada música tem um significado pessoal para Farrant esua família. A habilidade de Farrant em criar melodias cativantes combinadas com letras tocantes torna "Chapter One" uma audição envolvente, marcando-o como um talento promissor na cena musical contemporânea.  Taj Farrant da noite para o dia se tornou um dos mais promissores guitarristas. Nasceu em 21 de maio de 2009,  Hoje tem16 anos. Um autêntico guitar hero, com traços de Stevie Ray Vaughan e Eddie Van Halen e dedos de Michael Jordan. De um comentário de Nuno Bettencourt, guitarrista português: Farrant é perigoso e inspirador. E isso é liberado ao vivo no palco, não na zona de conforto do seu quarto ou de um estúdio. Não ligo para sua idade, minha admiração não tem a ver com isso. Eu estou admirado é com ele! É feroz. Seus sentimentos são expostos pelo instrumento. Faz seu nome, garoto!  Ouça o moleque e tire suas conclusões!

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