
Advertise on podcast: Estratégia Mensal de Portfolio Solutions
This podcast has
73 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
BTG PACTUALExplicit
No
Date created
2020/12/02
Latest episode
2026/09/09
Average duration
11 min.
Release period
31 days
Description
Podcast da área de Portfolio Solutions do BTG Pactual que destaca os principais temas dos Relatórios de Estratégia Global e Brasil. O programa com João Scandiuzzi, sócio e estrategista-chefe do BTG Pactual, traz uma atualização dos cenários globais.
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EUA caminham para alta de juros, enquanto Brasil ganha espaço para cortes
2026/09/09
No episódio de setembro do Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, estrategista-chefe de Portfolio Solutions do BTG Pactual, analisa os principais destaques do Relatório de Estratégia. No cenário global, o discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole reforçou a preocupação do Fed com a inflação, enquanto a resiliência da economia americana mantém a possibilidade de novas altas de juros. O episódio também aborda os impactos da política do Tesouro americano nos juros de longo prazo. No Brasil, os sinais de desaceleração da atividade e a melhora recente da inflação aumentam o espaço para cortes da Selic. Na alocação, o BTG Pactual manteve uma visão mais cautelosa para prefixados e ações, enquanto segue vendo oportunidades nos títulos atrelados à inflação, especialmente nos de prazos mais longos.
Inflação melhora no Brasil, mas riscos seguem no radar
2026/08/06
No episódio de agosto do Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, analisa os principais destaques do Relatório de Estratégia de agosto de 2026.
No cenário global, a retomada das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar os preços da energia e aumentou a aversão ao risco nos mercados. Apesar disso, a economia americana segue resiliente, enquanto a inflação continua acima da meta, reforçando a expectativa de juros elevados por mais tempo.
No Brasil, a desaceleração da atividade e as surpresas positivas para a inflação fortalecem a expectativa de continuidade do ciclo de cortes da Selic.
Na alocação, o BTG Pactual manteve posição neutra em renda variável e prefixados, preservando preferência pelos títulos indexados à inflação, especialmente nos vencimentos mais longos.
Inflação em alta, Fed cauteloso e revisão da Selic
2026/07/08
No episódio de julho do Estratégia Mensal, Lorena Laudares, macroestrategista de Portfolio Solutions, comenta os principais destaques do Relatório de Estratégia.
No cenário global, o acordo interino entre Estados Unidos e Irã permitiu a retomada parcial do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, reduzindo parte das pressões inflacionárias de curto prazo. Ainda assim, a inflação nos Estados Unidos permanece elevada e o Federal Reserve reforçou uma postura mais cautelosa, em um ambiente que mantém a possibilidade de novas altas de juros.
No Brasil, a desaceleração da atividade segue gradual, enquanto a inflação continua cercada por riscos. Mesmo nesse contexto, o Copom iniciou o ciclo de cortes da Selic e sinalizou a continuidade da normalização monetária.
Na alocação, a postura permanece neutra em prefixados e renda variável, com manutenção da preferência por títulos indexados à inflação de prazos mais longos.
Inflação em alta, Fed cauteloso e revisão da Selic
2026/06/10
No episódio de junho do Estratégia Mensal, Lorena Laudares, macroestrategista de Portfolio Solutions do BTG Pactual, analisa os impactos do conflito no Oriente Médio na economia global e nos mercados.
Nos Estados Unidos, a atividade segue resiliente, mas a combinação de petróleo mais caro, tarifas e inflação de serviços mantém a pressão inflacionária elevada. Nesse contexto, o Fed reforça uma postura cautelosa e reduz o espaço para cortes de juros no curto prazo.
No Brasil, os dados seguem mistos, enquanto a inflação continua sendo pressionada pelo choque de energia e pela alta das expectativas de longo prazo. Com isso, o BTG Pactual revisou para cima as projeções de Selic para 2026 e 2027.
Na alocação, o cenário favoreceu os títulos indexados à inflação de vencimentos mais curtos, levou a uma postura mais neutra em prefixados e foi desafiador para a Bolsa brasileira, que registrou forte queda em maio.
Petróleo, Fed mais conservador e desafios para o Copom
2026/05/14
No episódio de maio do Estratégia Mensal, Gabriel Fongaro, macroestrategista de Portfolio Solutions do BTG Pactual, analisa os impactos da guerra no Oriente Médio na economia global e nos mercados.
Nos Estados Unidos, a atividade segue resiliente, sustentada pelo consumo, pelo mercado de trabalho e pelos investimentos em inteligência artificial. Ao mesmo tempo, a alta do petróleo e das tarifas pressiona a inflação e leva o Fed a adotar uma postura mais conservadora para os juros. No Brasil, o choque do petróleo deteriorou as projeções de inflação e aumentou as incertezas para o ciclo de cortes da Selic. Apesar disso, o BTG Pactual segue projetando espaço para flexibilização monetária ao longo do ano. Nos mercados, os ativos de renda fixa apresentaram desempenho positivo em abril, enquanto a Bolsa brasileira continuou sustentada pelo fluxo estrangeiro e pela busca global por mercados emergentes.
Choque do petróleo e novos cenários globais
2026/04/07
A escalada da guerra no Oriente Médio colocou o petróleo no centro do cenário global, elevando a inflação, aumentando a incerteza e impactando as perspectivas econômicas no mundo e no Brasil.
Neste episódio, Gabriel Fongaro, estrategista macro do BTG Pactual, analisa os desdobramentos do choque de oferta, os efeitos sobre juros, inflação e atividade econômica, além dos principais movimentos nas classes de ativos.Entenda como esse novo contexto pode influenciar suas decisões de investimento.
Guerra no Oriente Médio, petróleo e impactos nos mercados
2026/03/11
No episódio de março do Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, analisa os impactos econômicos e financeiros do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã. O principal canal de transmissão ocorre via preço do petróleo, com potencial efeito inflacionário, além do aumento da aversão ao risco nos mercados globais. Ainda assim, a reação inicial dos ativos foi relativamente ordenada. Nos Estados Unidos, o crescimento segue sustentado pela demanda doméstica, enquanto a inflação deve desacelerar ao longo do segundo semestre, permitindo cortes graduais de juros pelo Fed. No Brasil, a inflação de curto prazo surpreendeu para cima e a atividade mostra desaceleração gradual. Nesse contexto, o Copom deve iniciar o ciclo de cortes da Selic com cautela.
Incerteza global, dólar mais fraco e rali da Bolsa no Brasil
2026/02/12
No episódio de fevereiro do Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, comenta os principais pontos do Relatório de Estratégia de fevereiro de 2026 e analisa um início de ano marcado por maior incerteza no cenário internacional.
O noticiário global foi dominado por choques geopolíticos e mudanças na narrativa de política econômica, o que elevou a incerteza. Ainda assim, os mercados apresentaram um padrão relativamente claro: valorização de ativos cíclicos e enfraquecimento do dólar, favorecendo economias emergentes exportadoras de commodities. Nos Estados Unidos, a atividade segue forte, sustentada pelo consumo das famílias e pelos investimentos em inteligência artificial, enquanto o Fed adotou postura de cautela, com pausa no ciclo de cortes e perspectiva de eventuais reduções apenas a partir do meio do ano.
No Brasil, o fluxo externo positivo impulsionou a valorização do real e o desempenho dos ativos locais, embora o prêmio de risco siga elevado em função do cenário fiscal. A inflação mostrou sinais de melhora gradual, o que abriu espaço para a sinalização de início do ciclo de cortes da Selic a partir de março, em um processo que deve ocorrer de forma progressiva e cuidadosa.
Na alocação, a renda fixa se beneficiou do fechamento da curva de juros, com bom desempenho dos prefixados e dos títulos indexados à inflação. Em renda variável, a Bolsa brasileira teve forte valorização no mês, impulsionada pelo fluxo estrangeiro e pela busca global por mercados ainda descontados.
2026: cenário global mais favorável e oportunidades em renda fixa no Brasil
2025/12/26
No episódio de janeiro do Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, Sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, faz um balanço de 2025 e apresenta uma visão prospectiva para 2026 nos principais mercados globais e no Brasil.
Nos Estados Unidos, o cenário aponta para um crescimento acima do potencial, sustentado por consumo resiliente, investimentos em inteligência artificial e impulso fiscal, em um ambiente de desinflação gradual e política monetária em fase de ajuste fino. Na Europa, a atividade segue moderada, com inflação próxima da meta e juros estáveis, enquanto na China o crescimento deve ser sustentado pelo setor externo, apesar da fraqueza do consumo doméstico.
No Brasil, a economia mostrou resiliência em 2025 mesmo com juros elevados, mas 2026 deve marcar uma desaceleração mais clara da atividade, abrindo espaço para o início do ciclo de cortes da Selic.
Na alocação, o BTG Pactual mantém a postura construtiva em renda fixa, com destaque para prefixados e títulos indexados à inflação. Já em renda variável, conserva a assimetria positiva no médio prazo, com maior volatilidade no segundo semestre.
EUA resilientes, Brasil desacelera e juros no radar de 2026
2025/12/09
No episódio de dezembro do podcast Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, analisa o desempenho dos mercados em novembro e as perspectivas para os próximos meses.
Nos Estados Unidos, o fim do shutdown permitiu a retomada dos indicadores econômicos, ainda que com ruídos na leitura de curto prazo. A atividade segue resiliente, com projeções de crescimento de 2,2% em 2025 e aceleração em 2026, sustentada por afrouxamento monetário, estímulos fiscais e alívio tarifário. Apesar da ambiguidade no mercado de trabalho, mantemos a expectativa de um corte de juros pelo Fed em dezembro, seguido de uma pausa no primeiro semestre de 2026.
No Brasil, o cenário aponta para desaceleração gradual da economia e inflação surpreendendo para baixo, o que reforça a expectativa de início do ciclo de cortes da taxa Selic em janeiro de 2026. Em novembro, a redução das tensões comerciais com os EUA ajudou a diminuir riscos externos. Nos investimentos, os ativos de renda fixa – especialmente os prefixados e os atrelados à inflação de maior duration – tiveram desempenho acima do CDI, enquanto a Bolsa brasileira acumulou mais um mês positivo, superando a marca histórica dos 150 mil pontos.
Mercados globais mantêm resiliência e Brasil enfrenta ruído fiscal
2025/11/13
No episódio de novembro do podcast Estratégia Mensal, Lorena Laudares, Cientista Política do BTG Pactual Portfolio Solutions, apresenta o balanço do mês e as perspectivas para os principais mercados.
Nos Estados Unidos, mesmo com a ausência de dados oficiais, indicadores privados seguem apontando uma economia resiliente e com impulso adicional vindo dos investimentos em inteligência artificial. Na Europa, o crescimento avança de forma desigual e o Banco Central Europeu adota postura de espera estratégica. Na China, o governo reforça estímulos fiscais e prioriza crescimento de alta qualidade.
No Brasil, outubro foi marcado por moderação na atividade e inflação abaixo do esperado, mas o ambiente fiscal segue desafiador. Nos investimentos, os prefixados tiveram desempenho positivo, enquanto o Ibovespa superou os 150 mil pontos pela primeira vez, impulsionado pelo setor de commodities.
Juros em queda nos EUA e riscos fiscais no Brasil
2025/10/10
Álvaro Frasson, estrategista macro do BTG Pactual Portfolio Solutions, comenta o relatório de estratégia de outubro de 2025.
O cenário global segue com recuperação cíclica da atividade e busca calibrar crescimento, estabilidade de preços e sustentabilidade fiscal, em meio às incertezas geopolíticas e mudanças estruturais. Nos EUA, o cenário macroeconômico é de crescimento resiliente, consumo aquecido e início do ciclo de corte de juros. Já na China, houve perda de fôlego no segundo semestre.
No Brasil, destaque para a resiliência do mercado de trabalho e as reações do Banco Central sobre esse assunto, com efeitos na condução da política monetária. No campo fiscal, os riscos podem aumentar no último trimestre.
Em relação aos investimentos, os ativos prefixados tiveram a melhor performance na Renda Fixa em setembro. Na nossa estratégia de alocação, seguimos sobrealocados em títulos atrelados à inflação de longo prazo, bem como em prefixados com duration superior a três anos. Em Renda Variável, mês passado foi positivo para o Ibovespa, mas a estratégia segue com posicionamento neutro.
Fed sinaliza retomada dos cortes de juros e cenário de inflação no Brasil apresenta melhora gradual
2025/09/10
No episódio de setembro do podcast Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, analisa os principais pontos do relatório de estratégia.
No cenário internacional, o destaque foi a mudança de tom do Federal Reserve, que abre espaço para um ciclo de cortes de juros no formato “stop and go” – ou seja, com cortes iniciais em sequência, seguidos por uma pausa para reavaliação, antes de possíveis novas reduções em 2026. O movimento reflete a necessidade de calibrar a política monetária diante da moderação gradual do mercado de trabalho.
No Brasil, as tarifas impostas pelos EUA tendem a ter impacto macroeconômico limitado, enquanto a inflação mostrou recuo, com apreciação cambial e impacto da boa safra sobre a inflação de alimentos. O mercado de renda fixa prefixada foi favorecido pelo fechamento da curva de juros, e a Bolsa brasileira avançou em agosto, apoiada por balanços corporativos e um valuation atrativo.
Choque tarifário global e impactos para o Brasil e os mercados
2025/08/11
João Scandiuzzi, sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, comenta o relatório de estratégia de agosto de 2025, com as principais atualizações sobre o cenário econômico global e brasileiro.
O mês foi marcado por um novo regime tarifário dos EUA, que elevou significativamente as alíquotas de importação para diversos países, inclusive o Brasil. No exterior, a inflação americana continua pressionada, o que mantém o Fed cauteloso. Por aqui, o Copom encerrou o ciclo de alta da Selic, mas o tom do Banco Central permanece conservador, diante do risco fiscal e das incertezas globais.
Nos mercados, o Ibovespa devolveu parte dos ganhos do ano e os ativos de renda fixa foram impactados pela abertura de juros. Mesmo assim, os prêmios reais seguem atrativos para estratégias de médio e longo prazo.
Mercados digerem choques geopolíticos e juros no Brasil surpreendem
2025/07/08
João Scandiuzzi, estrategista-chefe de Portfolio Solutions do BTG Pactual, comenta o relatório de estratégia de junho de 2025, analisando os principais acontecimentos do mês e as implicações para os mercados globais e domésticos.
Em junho, as atenções no exterior se voltaram para o avanço da política tarifária dos EUA e para o impacto limitado das tensões entre Israel e Irã, enquanto a atividade econômica americana segue moderando, com expectativa de corte de juros apenas no fim do ano.
No Brasil, o ambiente político turbulento pesou sobre a percepção fiscal, levando o Banco Central a elevar a Selic para 15%, numa postura mais conservadora. Ainda assim, o Ibovespa manteve o fôlego e a renda fixa apresentou retornos positivos em diferentes vértices.
Saiba mais sobre as estratégias recomendadas para renda fixa e Bolsa neste cenário de incertezas e prêmios elevados.
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