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A Mulher Sistêmica

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This podcast has
121 episodes
Explicit
No
Date created
2021/01/15
Latest episode
2026/09/10
Average duration
48 min.
Release period
13 days

Description

Seja bem-vinda ao podcast A Mulher Sistêmica, um canal que tem como principal propósito trazer reflexões e possibilitar a real conexão com o nosso feminino sagrado e sistêmico através da postura sistêmica e sabedoria ancestral das constelações e a sabedoria do sagrado feminino e conexão com a ciclicidade. Toda semana tem episódio novo partilhado por aqui. Sinta toda a magia em ser uma Mulher Sistêmica e Sagrada!

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O que precisa morrer para uma mulher renascer?
2026/09/10
Existe um momento em que a vida que construímos pode deixar de corresponder à mulher que estamos nos tornando. O trabalho que fazia sentido já não faz. Algumas relações começam a incomodar. Surge uma necessidade profunda de colocar limites, dizer verdades, fazer escolhas diferentes e abandonar antigas formas de viver. Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos compreender essas transformações a partir de uma perspectiva sistêmica. Saímos do nosso sistema familiar levando conosco valores, crenças, papéis, expectativas e formas de pertencimento. Muitas dessas referências nos ajudam a construir nossa primeira vida adulta — mas elas não precisam necessariamente nos acompanhar para sempre. O que acontece quando a nossa vida interior começa a pedir algo diferente? Por que deixar uma antiga identidade pode despertar tanto medo de rejeição, desaprovação e não pertencimento? A partir do mito de Inanna e sua descida ao mundo inferior, vamos refletir sobre as passagens em que precisamos simbolicamente deixar morrer uma antiga versão de nós para abrir espaço àquela que está nascendo. Uma conversa sobre pertencimento, identidade, maturidade, ancestralidade, limites, escolhas e as muitas mulheres que continuam vivendo dentro de nós. Talvez a pergunta não seja apenas “quem eu quero me tornar?”, mas também: “o que já cumpriu sua função e eu ainda tenho medo de deixar ir?” E ao final eu também apresento a nova jornada da Escola Mulher Sistêmica: Deusas Sistêmicas 2 — As Fases da Vida da Mulher, cujas inscrições já estão abertas no link abaixo: https://mulhersistemica.my.canva.site/c-pia-de-jornada-deusas-sist-micas Gratidão por acompanhar nossas aulas. Ju & EMS
Medo de ir para a vida
2026/09/05
Por que algumas mudanças parecem tão assustadoras, mesmo quando sabemos que precisamos delas? Recomeçar, fazer uma transição de carreira, terminar uma relação, iniciar um novo projeto, mudar de país ou escolher um caminho completamente diferente daquele que seguimos até agora pode despertar uma sensação profunda de medo e paralisia. Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos olhar para essas dificuldades a partir de uma perspectiva sistêmica. O medo de ir para a vida pode estar relacionado à nossa primeira grande experiência de separação: quando começamos a sair do sistema familiar de origem para encontrar nosso próprio lugar no mundo. Nesse movimento, questões ligadas ao pertencimento, à aprovação, à validação e às expectativas familiares podem ganhar muita força. O objetivo deste episódio é ajudá-la a perceber se o medo que hoje aparece diante de um próximo passo está conectado apenas ao desconhecido ou também a antigas dinâmicas de pertencimento e lealdade ao seu sistema familiar. Porque, muitas vezes, o medo não está dizendo simplesmente “não vá”. Ele pode estar mostrando que você está diante de uma nova passagem da sua vida — e que para seguir será necessário deixar um lugar conhecido e construir um novo. Uma conversa sobre pertencimento, recomeços, escolhas, autonomia e coragem para seguir em direção à própria vida.
A importância de impor e expor seus limites
2026/08/27
Quantas vezes você já disse sim enquanto, dentro de você, existia um enorme não? Para muitas mulheres, colocar limites pode significar correr o risco de desagradar, decepcionar, provocar um conflito ou até mesmo perder o amor e o pertencimento. Por isso, neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos olhar para os limites não apenas como uma questão de comportamento, mas a partir das dinâmicas sistêmicas e transgeracionais que podem existir por trás da nossa dificuldade de dizer não. Falamos sobre pertencimento, medo da rejeição e do abandono, necessidade de agradar, os modelos femininos que recebemos dentro de nossas famílias e aquilo que aprendemos ou não aprendemos sobre os limites do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa energia e da nossa disponibilidade. Também refletimos sobre a mulher que entrega demais, aceita demais, silencia demais e, muitas vezes, somente percebe que seu limite foi ultrapassado quando já está exausta, ressentida ou prestes a explodir. Porque estabelecer um limite não significa necessariamente romper um vínculo. Podemos amar e dizer não.Podemos pertencer sem carregar.Podemos continuar em uma relação sem precisar abandonar a nós mesmas para permanecer nela. Um convite para reconhecer onde você termina, onde começa o outro e quais “nãos” talvez estejam esperando para finalmente serem escutados dentro de você. 🎙️ Podcast Mulher Sistêmica | Escola Mulher Sistêmica
Como ocupar o meu lugar de poder?
2026/08/07
Você consegue reconhecer qual é o seu verdadeiro lugar diante das diferentes situações da sua vida? Muitas vezes, acreditamos que estar no nosso lugar de poder significa demonstrar força, controlar os acontecimentos, resolver os problemas ou nos tornar indispensáveis para as outras pessoas. Entretanto, o nosso lugar de poder não é necessariamente o lugar de quem faz mais, entrega mais ou assume todas as responsabilidades. O nosso verdadeiro lugar de poder é aquele no qual conseguimos permanecer inteiras, conscientes e conectadas com a nossa essência. Neste episódio da Aula Sistêmica, refletimos sobre os diferentes lugares que podemos ocupar nas nossas relações: O lugar de receber, especialmente diante da Vida, da Natureza, dos nossos ancestrais e dos nossos pais. O lugar de trocar, presente nas relações entre adultos, nos relacionamentos amorosos, nas amizades e nas parcerias. E o lugar de entregar, diante dos nossos filhos, dos nossos projetos e daquilo que depende verdadeiramente dos nossos cuidados. Também conversamos sobre as diferentes formas pelas quais saímos do nosso lugar. Às vezes, tentamos salvar alguém que precisa encontrar a própria força. Assumimos uma responsabilidade que pertence ao outro. Entregamos excessivamente porque desejamos ser reconhecidas, necessárias ou importantes. Silenciamos quando precisamos falar. Falamos quando o nosso lugar seria escutar. Permanecemos quando precisamos partir. Ou partimos sem antes assumir aquilo que verdadeiramente nos cabia. A culpa, o medo da rejeição e a necessidade de aprovação podem nos convidar a ocupar lugares que não nos pertencem. Mas o nosso corpo conhece o caminho de volta. Quando paramos, respiramos e escutamos profundamente o nosso corpo, começamos a reconhecer aquilo que está em coerência com a nossa essência e aquilo que exige que abandonemos a nós mesmas. Neste episódio, você também será conduzida por uma breve vivência para observar uma situação da sua vida e perguntar: Qual é o meu verdadeiro lugar aqui? O nosso lugar de poder não é o lugar de onde controlamos tudo. É o lugar de onde não precisamos nos abandonar. 🌿 Siga o nosso podcast para acompanhar os próximos episódios e as novas Aulas Sistêmicas. 🌿 Faça parte da Comunidade Feminino Sistêmico no WhatsApp e receba os avisos das aulas, práticas, meditações e conteúdos da Escola Mulher Sistêmica:https://chat.whatsapp.com/JBBiap0zOdz76dfZWqbh2m 🌿 Acompanhe também a Escola Mulher Sistêmica no YouTube e no Instagram. E compartilhe este episódio com outras mulheres. Quando uma mulher encontra o seu lugar, ela permite que a sua força permaneça com ela. Juliana GomesEscola Mulher Sistêmica
Por que sentimos tanta culpa perante os nossos pais?
2026/07/30
Você já sentiu culpa por seguir o seu próprio caminho? Culpa por morar longe.Culpa por dizer "não".Culpa por ter uma vida mais confortável que a dos seus pais.Culpa por escolher seu casamento, seus filhos, sua carreira ou simplesmente a si mesma. Na Constelação Familiar, compreendemos que a culpa nem sempre significa que estamos fazendo algo errado. Muitas vezes, ela é apenas o preço emocional que sentimos ao crescer e nos diferenciar da nossa família de origem. Nesta aula, vamos compreender por que esse sentimento aparece com tanta força, qual a sua função sistêmica e como é possível seguir em direção à própria vida sem romper o amor que nos liga às nossas raízes. Nesta conversa, você vai entender: • por que crescer costuma despertar culpa;• como o amor infantil tenta proteger os pais;• o que significa ocupar verdadeiramente o lugar de filha;• por que honrar os pais não significa permanecer pequena;• e como criar uma relação mais leve entre as suas raízes e o seu futuro. Se esta aula fez sentido para você, compartilhe com outra mulher que também precisa ouvir essa mensagem. Inscreva-se no canal para acompanhar os próximos episódios da série Geometria do Feminino Sistêmico. E faça parte da nossa comunidade gratuita Feminino Sistêmico, onde compartilho reflexões, práticas e conteúdos sobre o universo feminino, as Constelações Familiares e o caminho de retorno ao lugar de filha. Seja muito bem-vinda.
O Ventre na Geometria do Feminino Sistêmico
2026/07/16
O Útero: Criação, Memória e Potência Feminina | Aula Sistêmica Nesta Aula Sistêmica encerramos a primeira série da Geometria do Feminino Sistêmico, aprofundando o terceiro vértice dessa jornada: o útero. Muito além da maternidade, o útero é apresentado como símbolo da criação, da potência feminina e das Memórias Uterinas na perspectiva da Escola Mulher Sistêmica. Ao longo deste episódio, refletimos sobre nossa capacidade de gestar novos ciclos, acolher nossa história e criar uma vida mais consciente e alinhada ao nosso destino feminino. Ao final, você será conduzida por uma prática meditativa inspirada na Lua Nova, voltada para limpeza e reprogramação simbólica das Memórias Uterinas. 🌿 Continue essa jornada conosco. Faça parte gratuitamente da Comunidade Feminino Sistêmico, onde compartilhamos apostilas, meditações, encontros e conteúdos exclusivos da Escola Mulher Sistêmica. ➡️ https://chat.whatsapp.com/JBBiap0zOdz76dfZWqbh2m Se este episódio tocou seu coração, compartilhe com outras mulheres e acompanhe os próximos encontros. Com carinho, Juliana Mendes GomesEscola Mulher Sistêmica
Geometria sagrada do Feminino Sistêmico
2026/07/04
Existe uma inteligência no corpo feminino que, muitas vezes, esquecemos de escutar. Na Escola Mulher Sistêmica, chamamos essa compreensão de A Geometria do Feminino Sistêmico: uma arquitetura interna formada por três grandes centros — voz, coração e útero — integrados pela consciência. Nesta aula, vamos refletir sobre como esses centros dialogam entre si e como experiências da nossa história, da nossa linhagem e dos nossos vínculos podem influenciar a forma como manifestamos nossa voz, construímos relações e criamos a vida que desejamos viver. ✨ Nesta aula você vai refletir sobre:• O significado simbólico da laringe, do coração e do útero.• A relação entre manifestação, vínculo e criação.• Como a consciência integra esses três centros.• O olhar sistêmico sobre corpo, ancestralidade e pertencimento.• Uma prática de integração para fortalecer sua conexão consigo mesma. Esta é a primeira aula de uma nova série da Escola Mulher Sistêmica e pode ser uma porta de entrada para um novo olhar sobre você mesma. 🌿 Faça parte da nossa Comunidade gratuita no WhatsApp:https://chat.whatsapp.com/JBBiap0zOdz76dfZWqbh2m 📺 Inscreva-se no canal para acompanhar as próximas aulas:https://www.youtube.com/@Ju_EscolaMS Com carinho, Juliana Mendes GomesFundadora da Escola Mulher Sistêmica
A relação de casal na Nova era
2026/06/11
Como a expansão da consciência está transformando os propósitos do amor, da parceria e da vida a dois. Durante séculos, as relações de casal tiveram como principal função garantir a continuidade da vida. Construir família, sobreviver e seguir adiante. Mas algo está mudando. Vivemos um momento de profunda transformação individual e coletiva. O autoconhecimento, a saúde emocional e a busca por significado passaram a ocupar um lugar central na vida de muitas pessoas. E quando os indivíduos mudam, os relacionamentos também mudam. Nesta Aula Sistêmica vamos refletir sobre os novos desafios dos casais contemporâneos, os impactos da expansão da consciência nas relações amorosas e qual pode ser o verdadeiro propósito do amor na Nova Era. Se quiser viver um curso transformador na forma como você se relaciona, esteja comigo no Curso Adultecer para amar e seja aluna da escola Mulher Sistêmica. Segue aqui o link com todas as informações e inscrições: https://mulhersistemica.my.canva.site/adultecer-para-amar 💚 Com Juliana GomesEscola Mulher Sistêmica #RelacionamentoConsciente #ConsciênciaFeminina #MulherSistêmica #Autoconhecimento #Relacionamentos
Estações e estados de transição- celebrando Equinócio cm sabedoria
2026/06/05
Na aula de hoje, vamos mergulhar no tema estações e estados de transição, inspiradas pela força simbólica do equinócio, esse momento em que luz e sombra se equilibram e a vida nos recorda que toda travessia tem seu tempo. Falamos sobre o desafio de sustentar os meios de caminho, sobre o intervalo entre começar e concluir, desejar e entregar, agir e gestar. Uma reflexão profunda sobre os ritmos da vida, a maturidade feminina, a primavera como expansão e o outono como desapego e recolhimento. Esta é uma conversa para mulheres que desejam compreender melhor seus processos internos, sua ciclicidade e seu pertencimento ao grande ciclo da vida. Se este episódio tocou você, siga o podcast para acompanhar os próximos encontros e repasses esta aula para mais mulheres. Talvez essa mensagem seja exatamente o que outra mulher precisa ouvir agora. gratidão, Ju e Escola Mulher Sistêmica
CRISE DA MEIA-IDADE FEMININA: SERÁ QUE É CRISE MESMO?
2026/06/05
Muitas mulheres chegam a um determinado momento da vida e começam a sentir que algo precisa mudar. Aquilo que antes fazia sentido já não faz mais. Relacionamentos, trabalho, escolhas, sonhos e até a forma como se enxergam começam a ser questionados. E quase sempre alguém aparece para dizer: "Isso é só uma crise." Mas será que é mesmo? Nesta aula vamos refletir sobre aquilo que a sociedade convencionou chamar de "crise da meia-idade feminina" e compreender por que tantas mulheres vivem, a partir dos 35 ou 40 anos, um profundo chamado para a transformação. Será que estamos em crise? Ou será que estamos vivendo um processo natural da vida, onde uma antiga versão de nós está terminando para que uma nova mulher possa nascer? Falaremos sobre: 🌿 Os processos de transformação feminina ao longo da vida 🌿 O chamado interno para a mudança 🌿 A diferença entre transformar-se e sustentar a transformação 🌿 Por que tantas mulheres voltam aos mesmos padrões mesmo depois de grandes tomadas de consciência 🌿 Os Três Retornos da Escola Mulher Sistêmica: Retorno ao CorpoRetorno aos RitmosRetorno ao Lugar de FilhaUma conversa profunda para mulheres que sentem que algo dentro delas está pedindo uma nova direção. Siga nossa escola e acompanhe nossas aulas sistêmicas sempre às quintas Gratidão, Juliana Mendes GomesEscola Mulher Sistêmica
O cansaço feminino
2026/05/14
Existe um cansaço que não se resolve dormindo. Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos falar sobre o cansaço feminino para além do físico:a exaustão emocional, a autocobrança, o excesso de força, os padrões familiares e a desconexão do corpo e dos ritmos femininos. Uma reflexão profunda e acolhedora sobre aquilo que muitas mulheres vivem em silêncio. ✨ Ao final, também compartilho um convite especial para a Maratona Consciência Feminina, um movimento online e gratuito nos dias 23 e 24 de maio. https://forms.gle/LjtQU7NvDvJ4hCZR6 GratidãoJuliana 🌸 Escola Mulher Sistêmica
Mãe - onde aprendemos a viver a mulher em nós
2026/05/07
Nesta aula sistêmica, Juliana aprofunda um dos vínculos mais importantes da vida de uma mulher: a relação com a mãe. Mas, além da maternidade, existe uma camada muitas vezes invisível dessa relação. Porque é através da mãe que muitas mulheres aprendem, consciente e inconscientemente, o que significa ser mulher: no amor, no corpo, no trabalho, na espiritualidade, nas relações e na forma como ocupam o próprio lugar na vida. Nesta conversa, você vai compreender: – como os padrões femininos são transmitidos entre gerações – por que repetimos ou reagimos à história da mãe – como a relação com a mãe impacta relacionamentos, autoestima e propósito – a diferença entre amor, lealdade e emaranhamento – como iniciar um movimento de consciência e libertação interior ✨ Convite especial: Participe da Maratona Consciência Feminina — dias 23 e 24 de maio, online e gratuita. Inscrições no link aqui: https://mulhersistemica.my.canva.site/pg-maratona-3-may-2026 Para mulheres que desejam aprofundar individualmente essa relação, conheça também o Projeto Feminina, uma jornada telepresencial de consciência sistêmica e espiritual. Se este episódio fez sentido para você, compartilhe com outras mulheres e siga o podcast para acompanhar as próximas aulas sistêmicas.
Por que o velho resiste ao novo ?
2026/04/16
Na aula de hoje, refletimos sobre uma pergunta profundamente humana e sistêmica: por que o velho sempre resiste ao novo? Falamos sobre a tensão entre aquilo que veio antes e aquilo que está chegando, sobre o medo da perda de lugar, sobre a dificuldade de consentir com a sucessão e sobre o desafio de sustentar o novo sem esperar aprovação total do velho. A conversa atravessa família, profissão, espiritualidade, terapias, tradição e destino feminino, trazendo também a natureza como espelho desse movimento de queda, renovação e continuidade. Esta é uma reflexão para mulheres que desejam amadurecer, honrar a própria história e, ao mesmo tempo, encontrar coragem para seguir além dos limites do que veio antes. Se este episódio tocou você, siga o podcast, compartilhe com mais mulheres e acompanhe os próximos encontros.
A história Sistêmica de Jesus
2026/04/03
Na aula de hoje, fazemos uma leitura sistêmica da vida de Jesus, especialmente neste tempo de Sexta-feira Santa. A proposta é olhar para Cristo para além do lugar de salvador idealizado e perceber sua profunda humanidade, sua vida em comunidade, seu reconhecimento do outro e sua coerência com leis maiores da vida, como pertencimento, ordem, serviço e destino. Também refletimos sobre a necessidade psíquica de salvadores e sobre como essa dinâmica pode nos afastar da maturidade e da responsabilidade diante da própria vida. Uma conversa profunda, respeitosa e necessária para quem deseja atravessar a espiritualidade com mais consciência. Se este episódio tocou você, siga o podcast e repasse esta aula para mais mulheres e mais pessoas. Talvez essa reflexão seja exatamente o que alguém precisa ouvir agora. Se você quiser, no próximo passo eu posso te entregar o roteiro completo da aula em tópicos de fala, já no seu tom, para você usar ao vivo amanhã.
Quando a Mulher Aprende a Suportar: dinâmicas sistêmicas por trás das relações abusivas
2026/03/26
Nesta aula, olhamos para aquilo que muitas mulheres aprendem desde cedo dentro da própria família: a responsabilidade emocional pelos homens, a maturidade precoce das meninas, a repetição do papel materno nos relacionamentos e a confusão entre amor e suporte emocional. A partir dessa reflexão, chegamos ao tema das relações abusivas, da violência doméstica e da culpabilização da mulher pelo descontrole masculino, compreendendo como esses padrões não surgem do nada, mas são sustentados por estruturas familiares, culturais e patriarcais. Se este conteúdo fez sentido para você, siga o podcast Mulher Sistêmica, compartilhe este episódio com outras mulheres e ajude esta mensagem a chegar mais longe. Esse é um tema que precisa circular, porque é, de fato, uma questão de consciência e também de utilidade pública.

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