Três amigos de infância e executivos das mais diferentes áreas de atuação se reúnem nesse Podcast para discutir como lidar com a gestão das novas gerações. Geração Y, X, Millenials, Baby Boomers, o que é isso tudo no dia a dia de trabalho no final das contas? Depois de quase duas décadas de experiência em grandes empresas, terem lido centenas de livros, visto dezenas de palestras, o sentimento claro é de que não estão representados. Os velhos modelos de gestão e liderança não funcionam mais. Como a primeira geração a gerenciar os Young Millenials, o que foi escrito até aqui foi com base em um comportamento completamente diferente do que vimos no dia a dia de trabalho. Com bom humor, leveza e muita vontade em simplesmente descobrir o que fazer, esses três amigos vão levar você pelos seus erros e acertos e, no caminho, tentar te contar o que funciona e o que não funciona no que eles fazem gerindo suas equipes.
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Quiet ambition: por que ninguém quer virar chefe?
2026/10/02
Virar chefe já foi o caminho quase obrigatório para ganhar mais. Agora muita gente olha para a responsabilidade, o aumento e a vida que sobra e conclui que a conta não fecha.
Abramo, Salomão e Shapoka discutem quiet ambition, carreira técnica, promoção para liderança e o erro de confundir crescimento com gestão de pessoas. Também falam do profissional que recusa a cadeira, de quem é promovido sem ser consultado e do preço de liderar quando o trabalho continua nas próprias mãos.
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O que é o Bingo Corporativo? Alexandre Abramo, Alexandre Salomão Federman e Sergio “Shapoka” Gomes conversam sobre o mundo do trabalho com humor e crítica, sem palestra motivacional. Pra quem já passou tempo demais em reunião e ainda consegue rir do que acontece nela. Inclusive de si mesmo.
Capítulos
00:00 Por que ninguém quer virar chefe?
06:18 Dá para ganhar bem sem liderar?
12:26 Negar uma promoção
15:07 Promoção sem perguntar
18:15 Liderança é talento ou treino?
25:46 Liderar tudo no próprio negócio
27:58 Qualidade de vida e quiet ambition
30:43 PDI e recomendações
Exaustos e de saco cheio: você gostaria de desacelerar?
2026/09/25
O Shapoka perguntou se a gente gostaria de desacelerar. O Abramo disse que não. O Salomão disse que não consegue. Até ali, estávamos discutindo o quanto anda cansativo trabalhar.Cinco anos depois de falar sobre pressão no trabalho, voltamos a estar exaustos e de saco cheio. A conversa passa pela rotina impossível do executivo perfeito, pelo hábito de reclamar e pela sensação de ter que reaprender a própria função todo dia.Tem uma diferença entre estar cansado, estar frustrado e viver resmungando. Também dá pra acumular os três, como a mesa se esforça para demonstrar. O difícil aparece quando a gente pergunta o que estaria disposto a mudar no próprio ritmo.No PDI, Shapoka indica a conversa de Simon Sinek com Ethan Mollick sobre inteligência artificial. Abramo traz Os imortais, de Paulliny Tort. Salomão sugere descansar e arrumar uma gaveta. Finalmente uma indicação que já temos em casa.Capítulos(00:00) Exaustos e de saco cheio, cinco anos depois(01:00) Cansaço, preparo e a armadilha de aguentar mais(03:04) A rotina impossível do executivo perfeito(05:53) Trabalhar muito e ter sucesso(09:40) Estar de saco cheio é pré-requisito?(12:27) A cultura da reclamação(15:35) Um dia no trabalho sem reclamar(16:55) Reclamar menos ou só ficar calado?(22:55) Aprender a dirigir todos os dias(26:52) O PDI que mandou descansar(27:39) Você gostaria de desacelerar?(29:33) Primeiro patrocinador do Bingo(31:23) PDI: Ethan Mollick e Simon Sinek(32:20) PDI: Os imortais, de Paulliny TortReferências do episódioSimon Sinek com Ethan Mollick: The AI Skills Nobody is Teaching (And Everyone Needs)https://www.youtube.com/watch?v=9YMYVb1ASCgCo-Intelligence, de Ethan Mollickhttps://www.penguinrandomhouse.com/books/741805/co-intelligence-by-ethan-mollick/Os imortais, de Paulliny Torthttps://www.fosforoeditora.com.br/produto/os-imortais-70509Marcia Luz e Minuto da Gratidãohttps://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/livro-digital-minuto-da-gratidao/Q87454959JThe Gentlemen, de Guy Ritchiehttps://www.netflix.com/tudum/articles/the-gentlemen-season-2-release-date-photos?inapp=trueOs Sem-Florestahttps://www.dreamworks.com/movies/over-the-hedgeUm Dia de Fúriahttps://music.apple.com/us/music-movie/falling-down/517270329A palavra toa, no Dicionário Auletehttps://www.aulete.com.br/toaO episódio de 2021: Exaustos e de saco cheiohttps://music.amazon.com/podcasts/0c99b8bf-a72a-4983-9c8b-392ef3f24ccd/episodes/d143b8b2-561a-4af8-ae9e-96bb373171e6/bingo-corporativo-exaustos-e-de-saco-cheio-como-lidar-com-a-press%C3%A3o-no-trabalho-e-a-conquista-do-tetraInstagram do Bingohttps://www.instagram.com/bingo_corporativo/Bingo no YouTubehttps://www.youtube.com/@BingoCorporativoO que é o Bingo Corporativo? Alexandre Abramo, Alexandre Salomão Federman e Sergio “Shapoka” Gomes conversam sobre o mundo do trabalho com humor e crítica, sem palestra motivacional. Pra quem já passou tempo demais em reunião e ainda consegue rir do que acontece nela. Inclusive de si mesmo.
Perfil Abramo: o trabalho errado, o burnout e a Hotmart
2026/09/18
Eu passei anos resolvendo comunicação em empresas em que uma frase errada podia fechar uma fábrica. A crise veio quando me colocaram num trabalho que exigia um esforço monumental para eu entregar nota 6,5.
Este é o último episódio da nossa trilogia de perfis. Depois de Salomão e Shapoka, chegou a vez de eles abrirem meu arquivo confidencial. Tem grêmio estudantil, RPG, assessoria de imprensa para jogador de futebol, fax para redação, indústria, cidades do interior, uma casa de 60 mil reais e uma carreira inteira construída por gente que enxergou em mim alguma coisa antes de mim.
A parte menos elegante vem depois. Eu engordei 30 quilos, tive febre por 42 dias, perdi a visão de um olho no trabalho e, um mês depois, fui demitido. O desligamento foi um alívio. Foi também o caminho até uma escolha que parecia ruim na planilha: recusar uma proposta pelo dobro do salário para entrar numa empresa em que nem eu nem o fundador sabíamos direito qual seria meu trabalho.
No fim, Shapoka explica por que me considera duro com os problemas e afável com as pessoas. Salomão revela o método dele para dizer o que pensa sem parecer um canalha. Basta trocar a ofensa por “meu querido”. Gestão de pessoas é uma ciência muito avançada.
Capítulos:00:00 Abertura e Abramo por Abramo02:58 Começa o arquivo confidencial05:20 Quem enxerga sua capacidade primeiro07:33 Comunicação, escrita e o sonho do Curso Abril09:17 Inteligente e incompetente no trabalho errado10:46 A gincana da assessoria de imprensa13:23 Futebol, pouco dinheiro e trabalho de gente grande16:51 Como sobreviver a um erro público19:39 Social listening na comunidade do Galo21:50 Uma carreira construída por indicações23:02 Começo de carreira no interior25:23 Votorantim, Gerdau e o chicote da Fiat28:28 Empresas quadradas de jeitos diferentes31:16 Quatro anos na Direcional31:42 O trabalho em que eu era nota 6,532:31 O burnout que virou cegueira34:10 A demissão que trouxe alívio36:47 A Hotmart entra na história37:48 O dobro do salário ou o trabalho certo40:25 Duro com problemas, afável com pessoas42:26 A dificuldade de dar um recado direto44:49 PDI: Band of Brothers
Band of Brothers, de Stephen E. Ambrose:https://www.record.com.br/products/band-of-brothers
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Perfil Salomão: a liderança que não cabia na escola
2026/09/11
A escola via no Salomão uma liderança. Chamava de liderança ruim. Trinta anos depois, o mercado encontrou outro nome para a mesma capacidade de contestar, convencer e levar gente junto.
Eu conheci o Salomão quando nós tínhamos mais ou menos a idade que meu filho tem hoje. Naquela época, ele não se encaixava no sistema e não demonstrava nenhuma vocação para aceitar regra sem entender o motivo. Depois vieram publicidade, trainee, seguros, metas, novos times, mudanças de cidade, promoções e propostas para ganhar mais que ele decidiu recusar.
Neste episódio do Bingo Corporativo, a gente conversa sobre liderança, competitividade, crescimento profissional, lealdade à empresa, cultura, os sapos que ajudam uma carreira e o momento em que você decide que não vai engolir mais nenhum.
Tem também uma viagem ao Chile decidida no último dia, uma discussão sobre contar ou não ao chefe que você recebeu outra proposta e a descoberta de que comandar uma empresa menor pode ser o trabalho mais difícil e recompensador da carreira.
Capítulos:00:00 A biografia do Salomão01:28 Amigos desde a quinta série03:43 Escola, inadequação e criança prodígio06:08 A escola ainda funciona como fábrica?08:29 O aluno que virou um monstro de estudar10:01 A liderança que a escola chamou de ruim11:42 De publicitário a trainee de seguros13:10 A competição virou carreira14:54 O primeiro mês e o primeiro lugar16:36 A meta impossível para viajar ao Chile18:27 Itaú, ACE, Chubb e uma carreira em movimento19:30 Onze promoções sem trocar de rota21:13 Cultura e liderança de novos times22:08 Competência, sapos e estratégia de longo prazo23:40 As propostas que quase fizeram Salomão sair25:10 Contar ou não contar ao chefe?27:03 Da megacorporação ao comando de uma empresa29:23 O tamanho da vaidade corporativa30:00 Peixão na lagoinha ou peixinho no lagoão?33:18 Começar em empresa grande ou pequena?34:20 PDI: Extraordinário
Extraordinário, de R. J. Palacio:https://www.penguinrandomhouse.com/books/208913/wonder-by-r-j-palacio/
Trailer oficial do filme Extraordinário:https://www.youtube.com/watch?v=ASAGdtAJPnU
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Perfil Shapoka: as escolhas por trás de uma carreira improvável
2026/09/04
Shapoka planejou durante quatro anos uma temporada em Nova York, criou uma empresa com os amigos, trabalhou nos Diários Associados, fez carreira na Fiat e trocou uma multinacional pela ABC da Construção. Depois, recusou uma proposta do Facebook por compromisso com o emprego que acabara de assumir e aceitou ganhar menos para entrar na Hotmart.
Neste perfil, Sergio Shapoka Gomes conta as decisões que construíram sua carreira, o que aprendeu ao sair de empresas gigantes, por que consistência vale mais que glamour e como descobriu se era respeitado pela pessoa que é ou pelo cargo que ocupava.
Capítulos:(00:00) Abertura(00:28) Quem é Shapoka(06:30) Quatro anos para chegar a Nova York(11:16) A primeira empresa com os amigos(13:38) Dois meses que viraram três anos(19:03) Por que ele escolheu compras na Fiat(25:11) O salto para a ABC da Construção(27:54) Escondeu-se para não ser promovido(28:23) Por que disse não ao Facebook(33:21) A mudança para a economia dos criadores(35:47) Ganhar menos para entrar na Hotmart(38:45) A maior lição de carreira(43:12) PDIs da semana
Referências do episódio:Chatô, o Rei do Brasil, de Fernando Morais: https://books.google.com/books/about/Chat%C3%B4_o_rei_do_Brasil.html?id=dpkZ1Xs_sogCHotmart Journey e a conquista Black One: https://campaign.hotmart.com/hotmart-journey_off
Conheça o livro do Bingo Corporativo: https://bingocorporativo.com/loja/Instagram do Bingo: https://www.instagram.com/bingo_corporativo/Canal no YouTube: https://www.youtube.com/@BingoCorporativo
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Escrevemos um livro sobre a Gen Z e descobrimos que nós também éramos chatos
2026/08/28
Geração Z no trabalho é o assunto do nosso primeiro livro. Só que esse episódio acabou virando outra coisa.
Tem cinco anos que a gente senta aqui toda semana pra reclamar de chefe. Nesse meio tempo, sem ninguém avisar, a gente virou o chefe.
A gente sentou pra contar como o Manual de Sobrevivência Corporativa: Gen Z nasceu, e acabamos confessando que a geração que mais reclamou dos gestores antigos foi a que mais se deu mal na hora de mandar. O Salomão resume numa frase que virou citação de duas páginas no livro: fui exatamente o líder que me ensinaram a ser e exatamente o péssimo gestor que nunca quis ser.
Tem também o chefe que me deu um livro em vez de me dar bronca, a vendedora que uma promoção quase destruiu, três onboardings e nenhum bom, e um quiz em que nós três erramos quem escreveu o quê no nosso próprio livro.
Capítulos:
(00:00) Abertura
(00:53) O livro ficou pronto
(04:16) Eugênio Hermon e a pergunta que abre o livro
(09:59) Nós viramos o rabugento da história
(13:50) A Márcia: a promoção que quase estragou uma carreira
(17:14) Três onboardings, nenhum bom
(20:00) A citação de duas páginas
(24:55) RPG, lealdade e o capítulo que ninguém pediu
(30:38) Quiz: quem escreveu cada abertura
(33:32) PDIs e o que vem por aí
O livro:
Manual de Sobrevivência Corporativa: Gen Z, de Alexandre Balaguer Abramo, Sergio Coimbra Shapoka e Alexandre Salomão Federman: https://bingocorporativo.com/loja/
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Você não cresce onde amaldiçoa: home office e quiet quitting
2026/08/14
O fim do home office faria você pedir demissão? Uma pesquisa da Robert Half em parceria com o Insper mostrou uma resistência enorme à perda do trabalho remoto. Mas existe uma distância considerável entre dizer que procuraria outro emprego e realmente entregar o crachá.
Neste episódio do Bingo Corporativo, Alexandre Abramo, Salomão e Shapoka discutem a volta ao presencial, os limites das exceções, quiet quitting, loud quitting e o cálculo de continuar num emprego que você diz odiar.
A conversa começa no home office e chega a uma regra desconfortável: você não cresce num lugar que amaldiçoa. Isso não quer dizer que a empresa esteja sempre certa, nem que todo mundo possa pedir demissão amanhã. Discordar, reclamar e tentar melhorar fazem parte do trabalho. O problema começa quando o ressentimento vira sua principal atividade profissional.
Capítulos:
(00:00) Abertura
(00:28) A pesquisa sobre o fim do home office
(05:20) Empresas puxando a volta ao presencial
(06:12) A empresa pode acabar com o remoto?
(12:43) Quiet quitting e loud quitting
(15:26) Se a empresa mandou voltar
(20:25) A demissão com fanfarra
(25:00) Por que gente infeliz continua no emprego
(26:25) Como reclamar sem amaldiçoar a empresa
(30:27) PDI
Referências do episódio:
Pesquisa sobre trabalho remoto: https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/pesquisas/trabalho-remoto-em-transicao
Vídeo sobre Santos Dumont: https://www.youtube.com/watch?v=GBLSbHHuvfc
O Berro do Boi: https://www.trovaomidia.com/
O Gestor Eficaz: https://www.grupogen.com.br/o-gestor-eficaz-9788521611127
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Minha ética tem preço: emprego, mentira e o selo verde do LinkedIn
2026/08/07
Um post com mais de um milhão de visualizações mandou você nunca usar o selo verde do LinkedIn. A gente comprou essa briga e foi além: a mentira que você conta pro chefe pra ir na entrevista, a proposta de C-level numa empresa de bet com salário paulista em Belo Horizonte, o currículo que suja dependendo de onde você trabalhou e um quiz de confissões que ninguém saiu ileso.
Capítulos:
(00:00) Abertura
(01:23) Mentir pra fazer entrevista: até onde vai a honestidade
(10:01) A proposta da bet: um salário pornográfico e uma recusa
(15:44) Open to Work: o selo verde ajuda ou queima seu perfil
(24:11) Bingo binário: confissões de quem já procurou emprego
(29:06) PDIs da semana
Referências do episódio:
Alquimia, de Rory Sutherland (PDI do Shapoka): https://www.amazon.com.br/Alquimia-poder-surpreendente-ideias-sentido/dp/8539008416
Criatividade Exponencial, de Allan Barros (PDI do Salomão): https://www.amazon.com.br/Criatividade-Exponencial-Allan-Barros/dp/6501466326
Vogalizando a História (PDI do Abramo): https://www.youtube.com/VogalizandoaHistoria
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Teoria do banheiro: o que o ambiente faz com você no trabalho
2026/07/31
A teoria das janelas quebradas diz que um vidro rachado que ninguém conserta vira dois. Nesse episódio a gente testa se isso vale dentro de uma empresa, e descobre que vale mais do que qualquer regra de conduta.
A conversa começa em outro lugar: e se tolerância zero, a política que Nova York adotou nos anos 90, fosse aplicada ao mundo corporativo? Trava rápido, porque tolerância zero a quê? A atraso? A erro? O Shapoka conta de uma empresa intolerante a qualquer falha de qualidade, que funcionava muito bem e onde todo mundo trabalhava com medo. O Salomão conta de quando cobrou pontualidade de um cara que saía todo dia às nove da noite. Os três já foram rígidos demais e se deram mal, e já foram permissivos demais e se deram mal também.
Aí a conversa vira. Ninguém é disciplinado por regra pregada em mural: as pessoas se comportam pelo que veem em volta. Escritório com caixa empilhada num canto tem todas as mesas empilhadas. E nasce ao vivo, aos 27 minutos, a teoria do banheiro: nada explica melhor o clima de uma empresa do que o estado do banheiro dela.
A parte incômoda vem no fim, quando o Abramo, que passou o episódio inteiro dizendo que ambiente não muda ninguém, lembra que numa empresa parou de arrumar a própria mesa. E depois parou de ter tanto cuidado com o trabalho.
CAPÍTULOS
00:00 A pergunta: e se teoria de segurança pública valesse no trabalho
01:24 Tolerância zero, da Nova York dos anos 90 para o escritório
04:39 Tolerância zero a quê? A regra precisa estar clara
07:45 A empresa que funcionava com medo e dava resultado
08:40 O João e o Manuel: a exceção que quebra a regra
09:19 O cara que saía às nove e chegou quarenta minutos atrasado
10:47 Permissivo demais, rígido demais, me dei mal nos dois
11:47 O pêndulo: quem sai do centro perde o time
12:29 O áudio caiu e a bronca ficou guardada
14:13 Chinelo, regata e horário: onde cada um põe a linha
15:12 Cirurgião, calculista de ponte, indústria: a tolerância muda com a área
16:23 O experimento: liberdade virando rigor, rigor virando liberdade
18:44 Decolei quando o gestor parou de me controlar
20:10 O efeito dura enquanto dura o reflexo da disciplina
21:02 Teoria das janelas quebradas: o que é e de onde vem
23:08 O ambiente contamina: muda o comportamento, não a essência
24:56 Por que janelas quebradas funciona melhor que tolerância zero
27:02 A teoria do banheiro
29:29 A confissão da mesa bagunçada
32:26 Momento PDI
35:13 Indicação: os Cinco do Central Park
36:40 Encerramento
REFERÊNCIAS DO EPISÓDIO
Broken Windows: The Police and Neighborhood Safety, de James Q. Wilson e George L. Kelling, The Atlantic, março de 1982, o artigo que fundou a teoria das janelas quebradas: https://www.theatlantic.com/magazine/archive/1982/03/broken-windows/304465/
PDI do Salomão, livro Brevidade Inteligente, de Jim VandeHei, Mike Allen e Roy Schwartz, editora Sextante: https://sextante.com.br/products/brevidade-inteligente
Gravador citado pelo Salomão, Plaud: https://www.plaud.ai/
PDI do Shapoka, Football Legends Talk, a conversa com Ronaldo, Romário, Roberto Carlos, Roberto Baggio, Batistuta e Materazzi: https://www.youtube.com/watch?v=KH938IUVhx0
Indicação do Abramo, a minissérie Olhos que Condenam, sobre os Cinco do Central Park: https://www.netflix.com/br/title/80200549
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O QUE É O BINGO CORPORATIVO
O Bingo Corporativo é um podcast sobre o mundo do trabalho sem o verniz de palestra motivacional. Toda semana, Alexandre Abramo, Alexandre Salomão Federman e Sergio Shapoka Gomes sentam pra rir e brigar com o que ninguém tem coragem de falar em reunião, da cultura de fingir que trabalha ao chefe que confunde presença com resultado. Crítica com humor, pra quem vive isso todo dia e já cansou de fingir que não vê.
Founder mode: quando o dono volta a mandar
2026/07/24
Founder mode é a moda do Vale do Silício em que o fundador larga o conselho e volta pra operação do dia a dia, igual fazia quando a empresa cabia numa sala. Contado assim parece filme de herói. Neste episódio, a gente desconfia do filme.
O ponto de partida é o avesso da história: a empresa que cobra senso de dono, dedicação e madrugada de quem ganha R$ 2.500. Dali a conversa vai pro texto do Paul Graham que batizou o movimento, pra tese de que o discurso de dono é remédio (e a volta do dono, sintoma), e pro motivo menos nobre que costuma trazer o fundador de volta: o sócio investidor olhando o resultado despencar.
Pelo caminho passam George Lucas, Steve Jobs, Magazine Luiza, um pênalti do Ronaldo contra o Van der Sar e um relato de dentro da Hotmart sobre como é trabalhar numa empresa em founder mode agora, na era da IA.
Capítulos:
00:00 Abertura
00:11 O que é founder mode
01:01 Senso de dono por R$ 2.500
05:49 Isso é geracional? Os anos 90 e o amor pela empresa
12:03 O texto do Paul Graham e a volta do fundador
14:23 George Lucas e a empresa que cria vida própria
15:41 Quem manda o fundador voltar é o investidor
17:05 Errata: o short dos 500 milhões
18:35 Por que founder mode é coisa de tech
20:43 Empresa familiar: Magazine Luiza e Itaú
23:00 Steve Jobs, o caso clássico
24:03 O executivo contratado e o alinhamento com o fundador
26:52 Founder mode na Hotmart: o JP e a IA
28:22 Ronaldo, Van der Sar e a banca
29:17 Momento PDI: livros, série e o ensaio
35:00 Abraço pro Chico Bola
Referências do episódio:
Founder Mode, ensaio de Paul Graham (2024, em inglês, gratuito): https://paulgraham.com/foundermode.html
A Loja de Tudo, de Brad Stone (indicação do Shapoka): https://intrinseca.com.br/livro/a-loja-de-tudo/
The Dropout, série sobre Elizabeth Holmes, no Disney+ (indicação do Salomão): https://www.disneyplus.com/pt-br/browse/entity-13988f84-f1c8-40dd-a73c-4e71ab4bbe63
Vale da Estranheza, de Anna Wiener (indicação do Abramo): https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9786559212330/vale-da-estranheza
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O que é o Bingo Corporativo?
Um podcast sobre o mundo do trabalho sem verniz de palestra motivacional. Toda semana, Alexandre Abramo, Salomão e Shapoka sentam pra rir e brigar com o que ninguém tem coragem de falar em reunião: da cultura de fingir que trabalha ao chefe que confunde presença com resultado. Crítica com humor, pra quem vive isso todo dia e já cansou de fingir que não vê.
CLT ou PJ: vale a pena trocar?
2026/07/17
CLT ou PJ é a pergunta errada. O Brasil tem 49 milhões de pessoas com carteira assinada, e dez milhões e meio delas trabalham pro Estado.
Faz a conta. Massa economicamente ativa: uns 110 milhões. Tira os servidores. Tira os 17 milhões de MEIs que ganham até seis mil por mês. O CLT do mercado privado não chega a 40%. E é pra esse pedaço que a legislação é escrita, como se fosse pra todo mundo.
A gente sentou pra discutir se compensa trocar o crachá pelo CNPJ. O Shapoka rasgou o dele depois de vinte anos. O Salomão nunca precisou de um. Eu ganhei quinhentos reais de aumento na Gerdau e passei a ganhar menos.
No meio do caminho a conversa virou outra coisa. Virou uma discussão sobre quem a CLT protege de verdade, e sobre o entregador de moto que os bem-intencionados querem defender registrando — sem perceber que o registro é exatamente o que tira o emprego dele.
Eu fico bravo nessa parte. Fica pro final.
CITADO NO EPISÓDIO (Momento PDI)Estranha História — a história original da Odisseia (Henrique Caldeira): https://www.youtube.com/watch?v=F-OBgD_vmCoCanal Estranha História: https://www.youtube.com/@henriquecaldeiraScaling Up — Escalando seu negócio, Verne Harnish: https://www.amazon.com.br/Scaling-Up-Escalando-seu-Neg%C3%B3cio/dp/8583394830Avestruz Master, podcast da Rádio Novelo: https://radionovelo.com.br/originais/avestruz-master/Sociedade do Cansaço, Byung-Chul Han (Vozes): https://www.amazon.com.br/Sociedade-do-cansa%C3%A7o-Byung-Chul-Han/dp/8532649963
ONDE MAIS ESTAMOSInstagram: https://www.instagram.com/bingo_corporativo/YouTube: https://www.youtube.com/@BingoCorporativo
A Seleção fez o mesmo que o Yahoo antes de implodir
2026/07/10
O gol do Haaland demorou menos de um segundo.
Câmera focada nele, o cara passeava pelo campo como se estivesse pensando no jantar. Numa fração de segundo — corre, pula, cabeça, gol. Brasil fora da Copa.
Não foi o Neymar. Não foi o Ancelotti. Não foi o Vini Júnior.
O problema é mais estrutural: a seleção chegou nessa Copa com quatro técnicos nos últimos quatro anos. O Yahoo foi pro saco com quatro CEOs em quatro anos. A conta da instabilidade alguém sempre paga.
Nesse episódio a gente discutiu o Haaland como fenômeno de gestão de talentos, o papel do Neymar que ninguém quer defender mas que também não merece ser o vilão, o fit cultural de trazer liderança externa (Ancelotti como CEO japonês na Fiat de Betim?), o complexo do salvador — o vício do novo gestor que chega mudando tudo —, e o que o "peto frio" brasileiro diz sobre cultura organizacional.
Copa como espelho de empresa. Com humor. Da forma que o Bingo faz.
📚 REFERÊNCIAS📺 Brasil 70: A Saga do Tri (Netflix): https://www.netflix.com/title/81955183📺 Neymar: O Caos Perfeito (Netflix, 2022): https://www.netflix.com/pt/title/81005126🎙️ Podcast Neymar — UOL Prime com Juca Kfouri (Spotify): https://open.spotify.com/show/4GWjgm0Os3dLBm4pwWR9x3📗 Piranesi — Susanna Clarke (Estante Virtual): https://www.estantevirtual.com.br/livro/piranesi-05I-6174-000-BK
📸 Instagram do Bingo: https://www.instagram.com/bingo_corporativo/▶️ Canal no YouTube: https://www.youtube.com/@BingoCorporativo
O que é o Bingo Corporativo?O Bingo Corporativo é um podcast sobre o mundo do trabalho sem o verniz de palestra motivacional. Toda semana, Alexandre Abramo, Salomão e Shapoka sentam pra rir e brigar com o que ninguém tem coragem de falar em reunião — da cultura de fingir que trabalha ao chefe que confunde presença com resultado. Crítica com humor, pra quem vive isso todo dia e já cansou de fingir que não vê.
⏱️ CAPÍTULOS00:00 — O fim do sonho do Hexa02:00 — Haaland, o extraterrestre07:00 — Um muito bom vale três médios09:00 — Neymar: quem realmente perdeu essa Copa?12:00 — 4 técnicos em 4 anos: a seleção como o Yahoo15:00 — Ancelotti: CEO japonês na Fiat de Betim?19:00 — "Peto frio" e a garra que a Argentina tem26:00 — Vini Jr. e o pênalti: bode expiatório27:00 — Complexo do salvador: o erro do novo gestor36:00 — PDI: Brasil 70, Neymar O Caos Perfeito, podcast investigativo e Piranesi42:00 — Encerramento
Geração Z no trabalho: frágil ou diferente? | Bingo Corporativo
2026/07/03
Geração Z no trabalho: frágil ou só diferente? Tem uma pergunta aqui que a gente faz e finge que não ouviu a resposta — se a molecada não aceita mais, será que a gente devia ter aceitado?
Eu comecei esse episódio achando que ia defender a minha tribo. A turma dos 40 e poucos, que engoliu chefe gritando, reunião às 8 da manhã, número errado virando humilhação na frente da sala inteira. Aí o Salomão montou um quadro de certo e errado sobre o que a Gen Z recusa hoje. E na maioria das vezes, eu tive que dar razão pra eles.
Não é episódio de tiozão batendo na molecada. É três caras de quarenta descobrindo, no ar, que "resiliência" às vezes foi só o nome bonito que deram pra coisa que a gente não teve coragem de recusar.
REFERÊNCIAS DO EPISÓDIO• Pesquisa Gallup — State of the Global Workplace (engajamento global em 20%, menor nível desde 2020): https://www.gallup.com/workplace/349484/state-of-the-global-workplace.aspx———Instagram do Bingo: https://www.instagram.com/bingo_corporativo/
O que é o Bingo Corporativo?O Bingo Corporativo é um podcast sobre o mundo do trabalho sem verniz de palestra motivacional. Toda semana, Alexandre Abramo, Salomão e Shapoka sentam pra rir e brigar com o que ninguém tem coragem de falar em reunião — do chefe que confunde presença com resultado à geração que cansou de fingir. Crítica com humor, pra quem vive isso todo dia.
Task Masking: o teatro de fingir que trabalha (e a versão IA)
2026/06/26
Bateram na minha porta: "tá ocupado?". Fiz a cara de "você tá me interrompendo mas eu te ouço". E não tava fazendo nada. Isso tem nome: task masking.
66% das pessoas fazem teatro no trabalho. Mas onde se mede por resultado, cai pra 12%. Será que o problema é quem enrola — ou quem não sabe medir?
Nesse episódio a gente confessa os próprios teatros, discute pagar por resultado vs por hora, e entra na versão IA da palhaçada: o workslop. Tem os números do MIT e da Workday, e a história da empresa que liberou IA sem limite e quebrou em 45 dias.
A empresa que demitiu todo mundo usando a própria IA dos funcionários
2026/06/19
Uma empresa na China treinou IA com o comportamento dos próprios funcionários e depois demitiu eles. A gente começa por aí: o custo escondido da IA, os dados que vazam, o estagiário que nunca mais vai sofrer, e a pergunta que ninguém responde — se a IA faz o seu trabalho, de quem é o crédito?
Bingo Corporativo: as verdades do mundo corporativo, com humor crítico e sem jargão vazio. Abramo, Shapoca e Salomão.
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