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Entrelinhas Inteligov

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Categories
Country
United States
This podcast has
85 episodes
Publisher
Inteligov
Explicit
No
Date created
2021/09/03
Latest episode
2026/10/10
Average duration
12 min.
Release period
13 days

Description

A Entrelinhas é o podcast da Inteligov que mergulha no universo das Relações Institucionais e Governamentais (RIG). Aqui, exploramos temas essenciais do setor, trazendo análises, conversas estratégicas, dicas práticas e insights exclusivos sobre políticas públicas, advocacy, tecnologia e inovação. Seja você um profissional da área ou apenas um curioso pelo tema, a Entrelinhas conecta você ao que realmente importa no mundo das relações governamentais.

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Ciclo de Políticas Públicas: Como uma ideia vira lei, dinheiro e programa social | Entrelinhas Inteligov #60
2026/10/10
Como funcionam as políticas públicas no Brasil? Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, explicamos o ciclo de políticas públicas e como uma demanda da sociedade pode se transformar em lei, programa social ou serviço público. Do reconhecimento de um problema à avaliação de resultados, você vai conhecer as etapas desse processo e entender o papel do governo federal, do Congresso, dos estados, dos municípios e da sociedade civil. Exemplos como SUS, Bolsa Família, Pé-de-Meia e Previdência ajudam a mostrar como essas decisões aparecem no cotidiano. Anna Carolina Romano também explica por que orçamento, implementação e articulação entre diferentes atores influenciam o resultado de uma política pública. Acompanhar projetos de lei, votações e decisões governamentais ajuda a entender o que pode mudar e quem será afetado. Inscreva-se no canal e compartilhe este episódio com quem quer entender melhor as políticas públicas e as decisões que moldam o Brasil. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender: • O que são políticas públicas e como funcionam no Brasil • Quais são as etapas do ciclo de políticas públicas • Como uma demanda da sociedade chega à agenda do governo • Quem participa da formulação, do financiamento e da execução • Como programas como SUS, Bolsa Família e Pé-de-Meia se relacionam com essas decisões • O que observar ao avaliar propostas e acompanhar mudanças Inscreva-se no canal e compartilhe este episódio com quem quer entender melhor as políticas públicas e as decisões que moldam o Brasil. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 0:00 Por que políticas públicas importam 1:29 O que são políticas públicas 3:02 Exemplos de políticas públicas no Brasil 5:55 O ciclo de políticas públicas 6:18 Identificação do problema e formação da agenda 8:00 Formulação e implementação 9:13 Avaliação das políticas públicas 9:49 Quem participa das decisões 12:09 Políticas públicas e eleições 13:46 Como avaliar uma proposta
O risco regulatório por trás da MP das Bets | Entrelinhas Inteligov #59
2026/09/30
A MP das bets (Medida Provisória nº 1.394/2026) mudouimediatamente o ambiente regulatório das apostas no Brasil. Publicada a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026, a medida proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa.   Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina usa aMP das bets para analisar um ponto menos óbvio da reta final eleitoral: o que acontece quando uma decisão regulatória relevante é tomada enquanto o ambiente político está prestes a mudar?   O episódio mostra como uma medida provisória pode produzir efeitos imediatos, mas ainda depender do Congresso para se manter; como a implementação envolve diferentes órgãos públicos; e por que o resultado das urnas pode alterar a correlação política antes mesmo de mudar formalmente a composição das instituições.   A discussão também passa pelos efeitos sobre empresasautorizadas, contratos, meios de pagamento, publicidade, possíveis questionamentos judiciais e pela diferença entre o momento em que uma norma entra em vigor e o momento em que seu futuro institucional se consolida.   Para profissionais de Relações Governamentais, advocacy,jurídico, compliance e assuntos públicos, o caso mostra por que uma mudança regulatória não deve ser acompanhada apenas pelo texto publicado. Relatoria, implementação, judicialização, atores e timing político também fazem parte do risco.   ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━   🔎 Neste episódio, você vai entender: - O que a MP das bets mudou imediatamente - Por que a eleição não suspende a atuação do Executivo - Como o resultado eleitoral pode alterar a negociação no Congresso - Por que uma mesma política pode depender de MP, projeto de lei e regulamentação - Como o risco regulatório se distribui entre Executivo, Legislativo e Judiciário - Por que o mapa de stakeholders muda depois da publicação de uma norma - O que monitorar quando uma decisão regulatória atravessa o período eleitoral   ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━   Conheça a Inteligov e acompanhe mudanças legislativas, regulatórias e políticas com mais contexto e capacidade de antecipação: https://www.inteligov.com.br/   ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━   Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos: Site: https://www.inteligov.com.br/ Monitor Eleitoral 2026: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNip Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter   ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━   🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios.     0:00 A MP das bets e a proximidade das eleições 1:35 O fim do mercado regulado de apostas 2:49 Como o risco se espalha por contratos e operações 3:41 Medida provisória, projeto de lei e disputainstitucional 5:03 O Congresso depois do primeiro turno 6:54 Quem fiscaliza o encerramento das bets 8:13 O timing eleitoral e os limites da análise 9:37 Como acompanhar o risco regulatório na prática   #MPdasBets #Eleições2026 #RelaçõesGovernamentais#RiscoRegulatório #Entrelinhas #Inteligov
O que as eleições realmente mudam no Poder Judiciário? | Entrelinhas Inteligov #58
2026/09/24
Eleições e Poder Judiciário estão ligados de uma forma menos imediata — e mais duradoura — do que costuma parecer. O eleitor não escolhe ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas as eleições definem quem terá o poder de indicar novos integrantes da Corte e quem participará da aprovação dessas escolhas no Senado. A partir da vaga aberta após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e da rejeição da indicação de Jorge Messias, este episódio explica como funciona a escolha de ministros do STF, qual é o papel do presidente da República e do Senado e por que a eleição de 2026 pode produzir efeitos sobre o tribunal durante vários anos. Também falamos sobre a renovação de dois terços do Senado, o calendário previsto de aposentadorias compulsórias, a eleição interna da presidência do STF e a relação entre decisões judiciais, Congresso e Executivo. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como presidente e Senado participam da escolha de ministros do STF • Por que a composição do Senado importa para o Supremo • O que muda — e o que não muda — quando há troca de governo • Como o calendário de aposentadorias pode afetar a Corte • Por que os efeitos de uma eleição sobre o Judiciário aparecem de forma gradual ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a InteligovSite: https://www.inteligov.com.br/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. 0:00 O que as eleições mudam no Poder Judiciário 0:40 A vaga aberta após a aposentadoria de Barroso 2:43 Como funciona a escolha de ministros do STF 3:57 O papel do presidente e do Senado 4:19 Por que dois terços do Senado importam 4:29 Aposentadorias previstas no STF 5:37 Presidência do STF e calendários institucionais 9:57 O que acompanhar depois das eleições 11:07 Por que os efeitos da eleição podem durar anos #PoderJudiciário #STF #Entrelinhas #Eleições #Inteligov
Por que o Redata avançou e a PEC da Segurança Pública não? | Entrelinhas Inteligov #57
2026/09/18
Duas prioridades do governo podem chegar ao Congresso ao mesmo tempo e, ainda assim, avançar de formas completamente diferentes. Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina analisa o Redata e a PEC da Segurança Pública para mostrar como histórico de negociação, relatoria, emendas, calendário e grau de consenso influenciam o caminho de uma proposta. O Redata chegou ao Senado depois de meses de negociação e com um texto que o relator, Cid Gomes, decidiu preservar para evitar uma nova passagem pela Câmara. Já a PEC da Segurança Pública, mesmo depois de uma votação expressiva entre os deputados, recebeu 81 emendas no Senado e ainda mantém pontos importantes em aberto na CCJ. A comparação ajuda a entender por que o rótulo de “prioridade do governo” diz menos do que parece. Para quem trabalha com Relações Governamentais, importa observar o que ainda está em disputa, quem controla cada etapa da negociação e qual é o custo de alterar um texto naquele momento da tramitação. O episódio também mostra como a conclusão da etapa legislativa pode mudar o mapa de interlocutores. No caso do Redata, a atenção começa a se deslocar para sanção, regulamentação e implementação. Na PEC da Segurança, a negociação parlamentar continua aberta. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender: - Por que Redata e PEC da Segurança avançaram de formas diferentes - Como o calendário legislativo influencia a negociação de emendas - O papel de Cid Gomes e Rogério Carvalho nas duas tramitações - O que as 39 emendas do Redata e as 81 da PEC da Segurança revelam - Por que uma votação ampla na Câmara não encerra a negociação no Senado - Como identificar o estágio político real de uma matéria prioritária - Quando o acompanhamento precisa migrar do Legislativo para a agenda regulatória ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/ Monitoramento Legislativo: https://www.inteligov.com.br/ Monitor Eleitoral 2026: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNip... YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. #CongressoNacional #PECdaSegurançaPública #Redata #RelaçõesGovernamentais #Entrelinhas
Presidente ou Congresso: quem manda mais? | Entrelinhas Inteligov #56
2026/09/11
Poder Legislativo não é apenas sinônimo de criar leis. Há decisões em Brasília em que a caneta do presidente simplesmente não entra. Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina inverte a pergunta do episódio anterior: se o Poder Executivo encontra limites para agir sozinho, **o que o Congresso Nacional consegue fazer sem depender do presidente?** A partir de situações recentes no Legislativo, o episódio analisa como o Congresso pode mudar a Constituição sem sanção presidencial, deixar uma medida provisória perder a validade, derrubar vetos do Executivo, sustar determinados atos presidenciais e abrir investigações sem autorização do governo. A discussão passa pela PEC do fim da escala 6x1, pelo fim da vigência da MP do Novo Desenrola Brasil e pelos vetos relacionados às novas regras do transporte rodoviário de cargas. Casos diferentes que revelam a mesma questão: em Brasília, entender quem tem a palavra final pode ser tão importante quanto acompanhar quem apresentou determinada proposta. O episódio também explica como funciona a derrubada de um veto presidencial, em quais circunstâncias o Congresso pode sustar atos do Executivo e por que CPIs representam uma dimensão própria do poder de fiscalização parlamentar. Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, surge uma pergunta importante para a análise de qualquer agenda: o governo apoia essa proposta ou o governo realmente precisa apoiá-la para que ela avance? ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender: - O que o Congresso pode fazer sem depender de sanção presidencial - Por que uma PEC aprovada não passa pela mesa do presidente - Como o Congresso pode deixar uma medida provisória perder a validade - O que acontece quando deputados e senadores derrubam um veto presidencial - Quando o Legislativo pode sustar atos normativos do Executivo - Como CPIs ampliam o poder de fiscalização do Congresso - Por que a composição do Congresso eleito em 2026 será decisiva para a agenda de 2027 ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/ Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos: Site: https://www.inteligov.com.br/ Monitor Eleitoral 2026: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNip Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠ ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 0:00 Abertura: quando a caneta presidencial não entra 1:26 O que o Congresso pode fazer sem o presidente 2:25 PEC 221/2019 e o fim da escala 6x1 3:59 O poder de deixar uma medida provisória morrer 5:28 Vetos presidenciais e decisão final do Congresso 6:44 Decreto legislativo de sustação 7:29 CPIs e competências próprias do Legislativo 8:25 Quem realmente tem a palavra final? 9:19 O Congresso eleito para 2027 10:29 Encerramento
Poder Executivo: o que o próximo presidente pode fazer? | Entrelinhas Inteligov #55
2026/09/03
Poder Executivo não é sinônimo de poder fazer tudo sozinho. Em ano eleitoral, a distância entre promessa e entrega passa pelo instrumento escolhido — e pelas assinaturas necessárias. Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina analisa o cálculo institucional por trás de decretos, medidas provisórias, projetos de lei e PECs. A partir de três casos — a taxa das blusinhas, a PEC da Segurança Pública e o fim da escala 6x1 —, o episódio mostra que velocidade, custo político e reversibilidade mudam conforme o caminho escolhido. A discussão também passa pelo papel do Congresso Nacional, das agências reguladoras e do Judiciário. Ter maioria para governar no dia a dia não significa ter votos para mudar a Constituição. Indicar dirigentes de uma agência não equivale a controlar suas decisões. E uma medida de efeito imediato pode depender de outra instituição para se tornar permanente. Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, a pergunta prática é: qual instrumento é mais provável, quem precisa concordar e quanto tempo o processo costuma levar? ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como o presidente escolhe entre decreto, MP, projeto de lei e PEC• Por que efeito imediato não significa decisão definitiva• O que a taxa das blusinhas revela sobre Executivo e Congresso• Como a PEC da Segurança Pública mudou durante a tramitação• Por que promessas de campanha precisam ser analisadas pela viabilidade institucional ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/ Monitor Eleitoral 2026: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral-2026 LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov.#PoderExecutivo #Eleições2026 #Entrelinhas ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 0:00 Abertura: promessas e poder presidencial 1:25 Como o governo escolhe um instrumento 1:52 Decreto, MP, projeto de lei e PEC 2:26 Por que governos combinam instrumentos 3:03 Taxa das blusinhas e MP 1.357 4:24 PEC da Segurança Pública 5:23 O fim da escala 6x1 6:21 Congresso, agências e Judiciário 6:53 A autonomia das agências reguladoras 7:22 IOF e a atuação do STF 7:59 Os limites da maioria no Congresso8:21 O que observar nas eleições de 20269:40 A força da caneta presidencial
Partidos Políticos brasileiros e as eleições de 2026 | Entrelinhas Inteligov #54
2026/08/28
O Brasil tem partidos políticos há quase 200 anos, mas nenhum deles chegou a completar cem anos de existência. A história partidária brasileira é marcada por rupturas, mudanças de regime, reorganizações e novas tentativas de representação política. Hoje, o país tem 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral e chega às eleições de 2026 em um cenário de maior concentração partidária, impulsionado por regras como a cláusula de desempenho, o fim das coligações proporcionais e o avanço das federações partidárias. Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina explica como funcionam os partidos políticos no Brasil, qual é a diferença entre partido, coligação, federação e bloco parlamentar, e por que entender essa engenharia partidária é essencial para acompanhar a disputa eleitoral e a governabilidade depois das urnas. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender: • Quantos partidos políticos existem hoje no Brasil • Por que nenhum partido brasileiro chegou a completar cem anos • Como a história dos partidos no Brasil foi marcada por rupturas • O que uma sigla precisa cumprir para disputar eleições • Por que não existe candidatura avulsa no Brasil • O que é a cláusula de barreira ou cláusula de desempenho • Como essa regra pressiona partidos menores • Por que fusões, incorporações e federações ganharam força • Qual é a diferença entre coligação e federação partidária • O que é um bloco parlamentar e como ele funciona no Legislativo • Por que a estratégia partidária importa nas eleições proporcionais • Como os partidos influenciam a formação de maiorias e a governabilidade • O que observar no tabuleiro partidário das eleições de 2026 ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/ Monitor Eleitoral 2026: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral-2026 LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. 0:00 A curta duração das legendas brasileiras 1:52 O cenário atual dos partidos no Brasil 3:10 O fim da fragmentação partidária 4:45 O impacto da cláusula de barreira 6:07 Entendendo coligações, federações e blocos 7:56 O papel das siglas nas eleições de 2026 8:53 Como os partidos reorganizam o poder #PartidosPolíticos #Eleições2026 #Entrelinhas
Eleições 2026: Planos de governo entram em disputa | Entrelinhas Inteligov #53
2026/08/16
Plano de governo é mais do que uma lista de promessas. É o documento que organiza prioridades, objetivos e propostas de uma candidatura — e que pode ser comparado ao longo da campanha. Com o prazo de registro das candidaturas em 15 de agosto e o início da propaganda eleitoral em 16 de agosto, os programas de governo ganham espaço no debate das eleições 2026. Neste episódio do Entrelinhas, Ana Carolina explica como esses documentos funcionam, o que observar em um plano de governo e como avaliar diagnóstico, prioridades, metas, formas de implementação e financiamento. O episódio também apresenta propostas divulgadas por diferentes candidaturas e conecta o debate eleitoral a temas que já estão em discussão no Congresso, como segurança pública, jornada de trabalho e inteligência artificial. As propostas e tramitações mencionadas podem ser atualizadas durante a campanha. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━🔎 Neste episódio, você vai entender: • O que é um plano de governo e por que os candidatos precisam apresentá-lo• Quais são os principais componentes de um plano• Como diagnóstico, prioridades, metas, orçamento e execução se relacionam• Qual é a diferença entre plano de governo, PPA, LDO e LOA• Quais pautas já aparecem na disputa presidencial de 2026• Como segurança pública entrou no centro da campanha• O que a PEC da Segurança Pública tem a ver com as propostas dos candidatos• Como o debate sobre o fim da escala 6x1 chegou à eleição• Por que impostos, gastos e tamanho do Estado diferenciam os programas• Como inteligência artificial e política externa entram nessa discussão• Por que Congresso e orçamento são fundamentais para entender a viabilidade das propostas ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbrBlog: https://blog.inteligov.com.br/artigosNewsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. #PlanoDeGoverno #Eleições2026 #Entrelinhas
O que centenas de pesquisas eleitorais revelam sobre as eleições de 2026 | Entrelinhas Inteligov #52
2026/08/07
O que centenas de pesquisas eleitorais revelam sobre as eleições de 2026? Uma pesquisa eleitoral mostra uma fotografia do momento. Mas o que acontece quando reunimos centenas de levantamentos, ponderamos metodologias diferentes e acompanhamos a trajetória dos candidatos ao longo do tempo? Neste episódio do Entrelinhas, apresentamos o Monitor Eleitoral, projeto da Inteligov que compila e interpreta, quinzenalmente, pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral para a Presidência da República e os governos estaduais. Acesse o Monitor Eleitoral 2026 da Inteligov: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral-2026 Liderado pelo professor Leandro Terra Adriano, analista de risco político e doutor em Ciência Política pela UFMG, o projeto já processou mais de 360 pesquisas em dez compilações quinzenais e cinco relatórios de nowcasting. A metodologia considera fatores como modo de coleta, atualidade de cada levantamento, efeitos próprios de cada instituto e tendência de crescimento ou queda dos candidatos. O objetivo não é produzir uma pesquisa a mais, mas extrair uma leitura mais robusta do conjunto dos dados. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender: • Por que pesquisas eleitorais isoladas podem produzir leituras distorcidas • Como funciona a média ponderada do Monitor Eleitoral • O que são os efeitos próprios de cada instituto de pesquisa • Por que pesquisas mais recentes e diferentes formas de coleta recebem pesos distintos • Como a tendência dos candidatos ajuda a interpretar a corrida eleitoral • O que é nowcasting e como ele incorpora acontecimentos políticos recentes • O que o Índice de Definição do Pleito revela sobre cada disputa • Por que não existe um único cenário eleitoral brasileiro ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a Inteligov Monitor Eleitoral 2026: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral-2026⁠ Site: https://www.inteligov.com.br/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📢 Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. Para conhecer o Monitor Eleitoral e entender como a Inteligov pode apoiar a análise de cenários políticos e institucionais, acesse o site e agende uma demonstração. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ ⏱️ Capítulos 0:00 Trailer do episódio 0:24 A guerra de narrativas nas pesquisas eleitorais 1:17 O que é o Monitor Eleitoral da Inteligov 1:55 O problema de ler pesquisas isoladas 2:25 Efeitos próprios de cada instituto 3:14 Como o Monitor Eleitoral usa dados do TSE 3:51 Pesos por metodologia de coleta 4:21 Decaimento temporal e média ponderada 4:54 Como a tendência dos candidatos muda a leitura 5:28 Mais de 360 pesquisas processadas 7:14 O que é nowcasting 8:00 Índice de Definição do Pleito 9:19 Disputas estaduais e dinâmicas regionais 12:56 Por que acompanhar quinzenalmente o Monitor Eleitoral 13:12 Como acompanhar o Monitor Eleitoral
Marketing político x Campanha eleitoral: o limite que poucos conhecem | Entrelinhas Inteligov #51
2026/08/04
Marketing político vs. Campanha Eleitoral Marketing político não é a mesma coisa que campanha eleitoral. E entender essa diferença é essencial em ano de eleição. Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Ana Carolina parte de um símbolo histórico da política brasileira: a vassoura de Jânio Quadros, usada na eleição de 1960 como promessa visual de combate à corrupção. A partir desse exemplo, o episódio mostra como ideias políticas viram imagem, linguagem, narrativa e memória pública. A conversa explica o que é marketing político, como ele constrói reputação antes da campanha oficial e por que a campanha eleitoral tem outro objetivo: converter reconhecimento em voto, dentro de um período regulado pela legislação. Com as eleições de 2026 no horizonte, o episódio também aborda pré-campanha, propaganda eleitoral antecipada, pedido explícito de voto, comunicação pública, redes sociais, impulsionamento, inteligência artificial e os limites definidos pela Lei das Eleições e pelas normas do TSE. Para quem trabalha com relações governamentais, comunicação, jurídico, compliance, campanhas, partidos ou análise política, a diferença entre construir imagem e pedir voto não é detalhe. É estratégia. E também é regra. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender: • Por que a vassoura de Jânio Quadros ainda ajuda a explicar marketing político • A diferença entre marketing político, pré-campanha e campanha eleitoral • O que muda a partir de 16 de agosto de 2026 • Por que pedido de voto antes da hora pode gerar risco jurídico • Como redes sociais, dados, IA e conteúdo permanente mudaram a comunicação política ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter 📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 0:00 Trailer do episódio 0:21 A vassoura de Jânio Quadros e a força do símbolo 2:32 O que é marketing político 4:52 Marketing político não é campanha eleitoral 5:46 Pré-campanha, pedido de voto e propaganda antecipada 6:59 Lei das Eleições, Código Eleitoral e normas do TSE 8:37 Redes sociais, IA e os novos limites da comunicação política 9:21 Comunicação pública, reputação e risco jurídico 11:48 O que está em jogo em ano eleitoral #MarketingPolitico #CampanhaEleitoral #Eleicoes2026 #Entrelinhas #inteligov
Lei Vini Jr.: o que a Copa do Mundo revela sobre o combate ao racismo no futebol | Entrelinhas Inteligov #50
2026/07/17
Lei Vini Jr virou um dos temas mais simbólicos da Copa do Mundo de 2026: uma regra de jogo contra condutas discriminatórias em campo abriu uma discussão muito maior sobre racismo, responsabilização e alcance das leis.No Mundial, Miguel Almirón, do Paraguai, e Piero Hincapié, do Equador, foram expulsos após cobrirem a boca em confrontos verbais com adversários. A medida, aprovada pela IFAB e adotada na Copa, ficou associada aos episódios de racismo sofridos por Vinícius Júnior no futebol europeu.Mas o debate não termina no gramado. O episódio explica por que “Lei Vini Jr” pode significar coisas diferentes: uma regra esportiva internacional, leis estaduais brasileiras contra o racismo em estádios e propostas federais que tentam ampliar a responsabilização por crimes de racismo cometidos fora do país.Também olhamos para o contraste entre a punição imediata dentro de campo e o crescimento dos ataques racistas nas redes sociais durante o torneio. Segundo dados divulgados pela imprensa a partir do monitoramento da FIFA, 11% das publicações abusivas identificadas tinham motivação racista.━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━🔎 Neste episódio, você vai entender:• O que é a chamada Lei Vini Jr• Por que cobrir a boca em confronto pode gerar expulsão• A diferença entre regra esportiva, lei estadual e projeto federal• Como o caso Vini Jr chegou ao debate jurídico brasileiro• Por que o racismo no futebol também se deslocou para as redes━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━🔗 Acompanhe a InteligovSite: https://www.inteligov.com.br/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbrBlog: https://blog.inteligov.com.br/artigosNewsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov.#LeiViniJr #RacismoNoFutebol #Entrelinhas #Racismo
Por que as marcas estão sumindo da Parada LGBT+? | Entrelinhas Inteligov #49
2026/07/01
Parada LGBT+: por que marcas recuaram do patrocínio? A Parada LGBT+ de São Paulo chegou aos 30 anos com apenas 4 marcas patrocinadoras, contra 11 patrocinadores e apoiadores no ano anterior. Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, a gente olha para além da Avenida Paulista para entender por que o recuo de marcas em eventos do orgulho LGBT+ não é apenas uma decisão de marketing. Ele também reflete pressões políticas, disputas legislativas, risco reputacional e mudanças na forma como empresas tratam diversidade, ESG e comunicação pública.A edição de 2026 teve Amstel, Grupo L’Oréal no Brasil, Amstel Vibes e Philip Morris Brasil como marcas patrocinadoras, além de outras empresas em categorias de apoio. O dado ajuda a mostrar como diversidade, investimento privado e ambiente político passaram a ocupar o mesmo tabuleiro. A conversa também passa pela decisão do STF que enquadrou homofobia e transfobia na Lei do Racismo enquanto o Congresso não aprova uma lei específica, pelo crescimento de processos relacionados à LGBTfobia e pelos projetos de lei que hoje avançam em sentidos opostos no Legislativo. Para profissionais de relações governamentais, jurídico, compliance, comunicação e ESG, o tema mostra como decisões públicas, disputas culturais e estratégia empresarial estão cada vez mais conectadas. ◆ 🔎 Neste episódio, você vai entender: • Por que a Parada LGBT+ de São Paulo perdeu patrocínio privado • Como o ambiente político influencia decisões de marcas• O que decidiu o STF sobre homofobia, transfobia e Lei do Racismo • Quais projetos de lei movimentam a pauta LGBTQIA+ no Congresso • Por que diversidade virou tema estratégico para empresas e áreas de RIG ◆ 🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/artigos Newsletter: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ▶️ Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. #ParadaLGBT #LGBTQIA #Entrelinhas #Inteligov #Diversidade
Legislação do futebol: as leis por trás do jogo | Entrelinhas Inteligov #48
2026/06/25
Legislação do futebol não é um tema distante do torcedor. Ela aparece nos contratos dos atletas, nas transferências, nos ingressos, na segurança dos estádios, nas SAFs, nas apostas esportivas e até na forma como clubes se organizam. Com a Copa do Mundo de 2026 em andamento, este episódio do Entrelinhas Inteligov olha para o futebol além do campo: o jogo jurídico, político e econômico que sustenta o esporte mais popular do Brasil. A conversa passa pela Lei Pelé, pelo Estatuto do Torcedor, pela Lei Geral do Esporte, pela Lei da SAF e pelo caso Bosman, que mudou o mercado internacional de transferências. O episódio também mostra por que decisões do Congresso, dos tribunais e de entidades esportivas podem alterar profundamente a vida de clubes, atletas, investidores, patrocinadores e torcedores. Para profissionais de relações governamentais, jurídico, compliance, comunicação, negócios do esporte e assuntos públicos, acompanhar essas mudanças não é detalhe. É parte do próprio jogo. ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 Neste episódio, você vai entender: • Por que o futebol precisa de leis • Como a Lei Pelé mudou os contratos de atletas no Brasil • O papel do Estatuto do Torcedor na proteção do público • O que a Lei Geral do Esporte consolidou • Como a SAF criou um novo modelo jurídico para clubes • Por que Congresso, tribunais e grupos de interesse moldam o futebol ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔗 Acompanhe a Inteligov Site: https://www.inteligov.com.br/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/ Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr Blog: https://blog.inteligov.com.br/ Newsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov. 0:00 Copa do Mundo 2026 e o futebol fora de campo 1:15 O que futebol tem a ver com legislação 1:45 Por que o futebol precisa de leis 2:53 Lei Pelé e o fim da Lei do Passe 3:38 Caso Bosman e o mercado de transferências 4:42 Estatuto do Torcedor e direitos do público 5:45 Lei Geral do Esporte e consolidação das regras 6:20 Contratos, salários e transparência financeira 7:19 SAF e o novo modelo jurídico dos clubes 8:32 Resultados e riscos das SAFs no Brasil 9:32 O processo legislativo por trás do futebol 10:25 Lei Bosman, tribunais e regras globais 11:08 Pautas atuais: fair play, agentes e bets 11:58 O futebol do futuro depende das decisões de hoje 12:13 Encerramento #LegislaçãoDoFutebol #CopaDoMundo2026 #Entrelinhas
Monitoramento Legislativo Subnacional: riscos regulatórios em estados e municípios | Entrelinhas #47
2026/05/29
Monitoramento legislativo subnacional é uma das lacunas mais críticas de risco regulatório para empresas no Brasil. Sua empresa acompanha tudo que tramita na Câmara dos Deputados e no Senado, mas sabe o que está sendo votado na assembleia legislativa do seu estado ou na câmara municipal da cidade onde sua operação está instalada? Em 2023, a Transparência Internacional avaliou as 27 casas legislativas estaduais brasileiras com 62 indicadores de transparência e governança. Nenhuma assembleia obteve classificação máxima. Apenas 4 foram consideradas boas. Onze estados tiveram avaliação ruim ou péssima, e 10 estados, incluindo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, zeraram a pontuação na dimensão de legislação, que monitora normas sobre lobby, proteção a denunciantes e dados abertos. Enquanto o Congresso concentra atenção e ferramentas de monitoramento legislativo, assembleias estaduais e câmaras municipais operam fora do radar. É nelas que são decididas questões de tributação, licenciamento, meio ambiente e saúde que definem o ambiente regulatório de qualquer operação. Para quem trabalha com relações governamentais, advocacy, compliance ou assuntos corporativos, ignorar esse nível não é só uma lacuna de informação — é um risco regulatório estratégico real. Neste episódio, Anna Carolina apresenta pontos de Gabriel Barreto, cientista político e especialista em relações governamentais, e de Juliana Prado, product owner da Inteligov, sobre como esse gap de monitoramento legislativo subnacional afeta quem precisa antecipar votações, engajar stakeholders e agir antes que a decisão aconteça. O episódio cobre o peso político das assembleias estaduais nas políticas públicas, a assimetria entre organizações com mais e menos estrutura, e o que está mudando com a expansão da Inteligov para ALESP, ALMG e Câmara Municipal de São Paulo. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Neste episódio, você vai entender: ✔️ Por que assembleias estaduais e câmaras municipais concentram risco regulatório real para empresas ✔️ O que os dados da Transparência Internacional revelam sobre o legislativo subnacional brasileiro ✔️ Como o gap de monitoramento legislativo subnacional afeta profissionais de relações governamentais na prática ✔️ A assimetria de informação entre grandes organizações e quem tem menos estrutura de monitoramento ✔️ O que muda com a expansão da Inteligov para ALESP, ALMG e Câmara Municipal de São Paulo »»»»»»»»»»»»»»»»»» 🎥 Assista ao episódio completo e entenda por que o monitoramento legislativo subnacional é uma das lacunas mais críticas para quem trabalha com relações governamentais no Brasil. Acompanhe nossos conteúdos: LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbr Instagram: instagram.com/inteligovbr Spotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: youtube.com/@inteligovbr 📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios! »»»»»»»»»»»»»»»»»» 0:00 Monitoramento legislativo subnacional: o que está em jogo 1:10 A assimetria histórica no legislativo brasileiro 1:29 Transparência Internacional: o que os dados revelam 3:08 Relações governamentais: quando o fluxo de informação quebra 4:49 Risco regulatório fora de Brasília: o que é decidido nos estados 6:18 Mercado de RIG: o que está mudando no monitoramento subnacional 6:58 Inteligov expande: ALMG, ALESP e Câmara Municipal de SP 7:57 Como monitorar assembleias estaduais e câmaras municipais #MonitoramentoLegislativo #AssembleiasEstaduais #RelacõesGovernamentais #Entrelinhas #PoliticaBrasileira
Imposto de Renda 2026: tudo o que mudou com a nova lei | Entrelinhas Inteligov #46
2026/04/23
Imposto de Renda 2026 mudou de verdade pela primeira vez em mais de uma década. Com a sanção da Lei 15.270/2025, 16 milhões de brasileiros passaram a pagar menos imposto ou ficaram completamente isentos. Mas o que isso significa na prática, quem é afetado e o que muda na sua declaração? Neste episódio do Entrelinhas, a Ana Carolina destrincha a reforma do Imposto de Renda que entrou em vigor em janeiro de 2026. A nova regra isenta quem ganha até R$ 5.000 por mês e cria um desconto progressivo para rendas de até R$ 7.350. Do outro lado da balança, o governo criou o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), que atinge contribuintes com renda anual acima de R$ 600 mil, e passou a tributar dividendos acima de R$ 50 mil mensais com alíquota de 10% na fonte. A reforma tramitou por 8 meses e foi aprovada por unanimidade nas duas casas do Congresso, algo raro para uma mudança dessa magnitude. Isso sinaliza um consenso político em torno do argumento de justiça tributária: quem ganha menos deve pagar menos, e quem concentra renda precisa contribuir mais. Mas o debate está longe de acabar. Economistas divergem sobre os efeitos da tributação de dividendos no ambiente de negócios, e o IRPFM ainda será regulamentado para a declaração de 2027. Atenção ao calendário: a declaração deste ano (prazo até 29/05/2026) ainda segue as regras antigas, referente ao ano-base 2025. A isenção dos R$ 5.000 só aparece na declaração de 2027. Novidades para agora incluem o cashback do IR para quem teve imposto retido indevidamente, obrigatoriedade de declarar ganhos com bets e restituição em 4 lotes. »»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O impacto da Lei 15.270/2025 e o novo teto de isenção de R$ 5 mil ✔️ Quem são os "super-ricos" afetados pelo novo imposto mínimo (IRPFM) ✔️ As novas regras para tributação de lucros e dividendos ✔️ Calendário completo: o que vale para 2026 e o que fica para 2027 ✔️ O impacto socioeconômico da reforma na arrecadação de estados e municípios »»»»»»»»»»»»»»»»»» 🎥 Assista/escute ao episódio completo e entenda os impactos da reforma do Imposto de Renda para o seu bolso e para o Brasil. Acompanhe nossos conteúdos: LinkedIn: https://linkedin.com/company/inteligovbr Instagram: https://instagram.com/inteligovbr Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://youtube.com/@inteligovbr 📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios! »»»»»»»»»»»»»»»»»» 0:00 Introdução 0:35 As novas regras da Lei 15.270 de 2025 1:02 Contexto histórico: O fim do congelamento da tabela 3:20 Isenção de R$ 5.000: Quem para de pagar? 5:03 IRPFM: O novo imposto para os super-ricos 6:22 Tributação de dividendos e mercado financeiro 7:33 Calendário e regras para a declaração 2026 10:13 Impactos socioeconômicos e justiça tributária 12:40 Encerramento #ImpostoDeRenda2026 #ReformaIR #IsençãoIR #PodcastEntrelinhas #Inteligov

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