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Soundbite

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666 episodes
Publisher
PÚBLICO
Explicit
No
Date created
2023/10/13
Latest episode
2026/10/23
Average duration
13 min.
Release period
2 days

Description

Os sons que marcam o dia político em análise por Ana Sá Lopes e Helena Pereira, num podcast do PÚBLICO com moderação de Ruben Martins.

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Os jovens já não estão "disponíveis para o sacríficio" que os seus pais fizeram para ter uma casa?
2026/10/23
O presidente Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, Benjamim Pereira, disse aos jornalistas nesta quinta-feira, quando questionado sobre as manifestações que têm ocorrido sobretudo no Porto e Lisboa, que “já fomos todos jovens, não é? (...) E percebemos essa dificuldade. Eu não sei se a sociedade actual está disponível para o nível de sacrifício que os nossos pais e os nossos avós fizeram para ter uma casa”, disse o presidente do IHRU em Vila Nova de Gaia. Uma declaração infeliz ou um comentário que vai ainda mais alimentar os protestos pela habitação? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Porque Luís Montenegro anda desaparecido?
2026/10/22
Numa semana marcada pelos protestos da habitação, não há rasto do primeiro-ministro que decidiu manter uma agenda sem órgãos de comunicação social. Está Luís Montenegro com medo de responder às perguntas dos jornalistas? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Habitação: Se o Presidente está preocupado, o Governo está aflito
2026/10/21
O Presidente da República pediu nesta quarta-feira audiências aos partidos, que vão decorrer a 29 de Outubro, no Palácio de Belém, logo após o debate e votação do Orçamento do Estado para 2027. Desde que tomou posse, António José Seguro tem vindo a dar centralidade ao tema da coesão social e, agora, quer ouvir as forças parlamentares sobre o tema. O Presidente da República quer soluções para o problema da habitação, enquanto isso, nesta quarta-feira, vimos PSD e CDS atirar as culpas da crise da habitação para os imigrantes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Acampada: Luís Neves desejoso que haja caos?
2026/10/20
Na sequência dos protestos pela habitação, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, deixou esta terça-feira um aviso: “Ninguém ouse tentar trazer o caos ou trazer a violência”. Antes, o ministro determinara que “as acampadas, os acampamentos terminaram” e avisara que qualquer violação da lei terá consequências. “Há direito à manifestação, exposição dos motivos, com toda a normalidade e legalidade. Tudo o que ultrapassar a legalidade e entrar na violação da lei terá as respostas adequadas por parte das forças de segurança”, destacou Luís Neves, citado pelo Observador. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já vimos este filme: o Chega recua na lei das rendas
2026/10/19
A convocatória do Chega para falar sobre habitação foi feita durante a madrugada de domingo, quando, em Lisboa e no Porto, as acampadas pelo direito à habitação ganhavam força. Com o país a discutir o problema, o líder do partido, André Ventura, vem agora defender um “pacote legislativo de emergência” que, entre outras coisas, propõe maiores deduções em sede de IRS com os custos da habitação, o fim de benefícios fiscais para estrangeiros que “têm muito dinheiro” e a reavaliação da existência do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que considera “absurdo”. André Ventura falou também da nova lei das rendas que o Governo levou ao Parlamento, afirmando que ela permite o “aumento brutal de rendas e despejos no país” e notando que “Portugal não deve ter um mercado selvagem”, mas que também “não pode ter uma Justiça que não funciona”. Ventura vai voltar atrás com o que prometeu ao Governo depois dos protestos nas ruas? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Nuno e Montenegro: o que a venda da TAP tem de "divertido"?
2026/10/16
O Governo escolheu a Lufthansa como vencedor da privatização dos 44,9% do capital da TAP (outros 5% estão destinados aos trabalhadores), e já está a preparar o terreno para vender os restantes 50,1% ao grupo alemão, deixando a TAP totalmente em mãos privadas. Uma vitória do PS, mas também do Governo? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Habitação: O momento “não sejam piegas” de Luís Montenegro
2026/10/15
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, pediu nesta quinta-feira aos manifestantes do Movimento pela Habitação, no Porto, que “não sejam egoístas” quanto à tranquilidade e à ordem pública, e defendeu que as forças policiais costumam ser “extraordinariamente criteriosas e respeitadoras”. Terá sido este o momento "não sejam piegas" de Montenegro? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Centeno é o Passos Coelho de José Luís Carneiro? "Passos é singular, não tem gémeo"
2026/10/14
Em entrevista ao podcast Soundbite do PÚBLICO, o secretário-geral do Partido Socialista recusou “adicionar problemas graves” ao país criando cenários de instabilidade, ainda que, considera, “uma parte do PSD deseje eleições e queria uma crise política”. Neste episódio, José Luís Carneiro fala sobre o Orçamento do Estado, Mário Centeno, os candidatos a líder do PS e sobre os cenários de governabilidade futura. Este é "um mau orçamento", diz o PS, mas o PS ao mesmo tempo viabiliza-o. O que é preciso para o Partido Socialista chumbar um orçamento? É estar em primeiro nas sondagens com uma maioria absoluta, é isso? O PS já está em primeiro. Se fosse pelas sondagens, eu devia votar contra o orçamento. Mas ainda não tem maioria absoluta.Há muitas razões para votar contra este orçamento. Desde logo, as opções políticas que estão no documento que são opções erradas do nosso ponto de vista e com uma má hierarquia. Mas pergunto: alguém entende que nesta altura criássemos uma crise política? Temos uma guerra nas fronteiras da Europa, estamos a viver o que se está a viver no Médio Oriente, com os impactos brutais na economia internacional e nas condições de vida. Criar uma crise política seria adicionar problemas mais graves. Ficaríamos a gerir o país em duodécimos, sem poder fazer face às necessidades ou circunstâncias eventualmente mais gravosas às quais teremos que fazer face. E, portanto, em função dessa avaliação, o meu juízo foi este. E depois houve um dado adicional muito importante: eu coloquei quatro exigências ao primeiro-ministro e o primeiro-ministro respondeu afirmativamente a essas quatro exigências. Bom, houve uma reunião com a direcção da bancada parlamentar. Apresentaram os termos macroeconómicos do orçamento, nada de substantivo havia. E eu percebi que havia aqui uma tendência, que, aliás, está muito presente dentro do próprio partido, como tem visto por últimos dias, havia uma tendência para criar uma crise política. É a minha interpretação. Acha que o governo queria?Há uma parte do PSD que não está confortável, como, aliás, se tem visto. Essa parte do PSD deseja eleições. Os passistas?Eu chamo a atenção que há muitos muitos sociais-democratas que queriam que o PS fosse mais intransigente nas suas posições. Vocês têm-no certamente observado. E por que é que querem que o PS seja mais intransigente? Acha que os apoiantes de Passos Coelho queriam que o PS fosse mais intransigente para provocar uma crise política?O que eu depreendo, da forma como se tem pronunciado publicamente, é de que queriam uma circunstância política que permitisse fazer aquilo que sempre desejaram, que é uma aliança com o Chega. Eu quis afirmar desde a primeira hora: o PS não contribuiria para criar qualquer crise política. Ao dar esta viabilização orçamental, está a tentar evitar também uma crise política que permita uma maioria de direita PSD-Chega?Que evite que a chave do orçamento fique nas mãos do Chega, porque era isso que estava em curso. O Chega tem interesse numa crise política e há uma parte do PSD que também quer essa crise política. As eleições em 25 foram provocadas por uma moção de censura do Chega e depois por moção de confiança do governo. Nós acabamos esta legislatura, em Julho, com o Chega a ameaçar com uma moção de confiança, regressou de férias com uma moção de censura. É por ter consciência de que há quem viva da crise e da instabilidade, que o Partido Socialista tudo procurará fazer para dar condições de governabilidade porque é necessário que o governo governe e responda às pessoas. No fundo, está a dizer que vai levar este governo até 2029.Vai depender do governo. A estabilidade não é um fim em si mesmo, ela tem de servir para responder aos problemas concretos das pessoas: o custo de vida, em primeiro lugar. Segundo, as questões da habitação. Porém, o PS não pediu nada sobre habitação e custo de vida nas quatro condições que colocou para este orçamento.Mas a habitação também está na Constituição. Este governo avançou com o programa de arrendamento que é, digamos, uma espécie de Lei Cristas 2.0. A lei do arrendamento precisava de atualização. Acontece que passa do 8 para o 80. O que é que se pode fazer?Desde logo, voltar a adoptar a medida que adoptamos em 2023 que foi a suspensão dos vistos gold e a suspensão do estatuto de residentes não habituais. Porque isto é um efeito de sobreaquecimento sobre o imobiliário. A proposta do governo tem dois graves problemas: um, dificulta a entrada no mercado de arrendamento dos mais jovens e das famílias que recorrem ao arrendamento acessível; segundo, a prazo, vai tornar-se também numa facilitação dos despejos para pessoas com mais idade. É evidente que os proprietários que têm casa para arrendar querem garantias na protecção do seu património, querem garantias no pagamento das rendas e também querem garantias na actualização das rendas. Mas isto pode ser feito com uma garantia pública. Acha que o Chega vai aprovar a proposta do Governo?Sobre o Chega, há matérias de dignidade humana onde tem havido uma predisposição muito forte de a AD a se entender com o Chega. O período de Junho e Julho foi um período negro. Há um conto de Sophia que é "O Bispo" que tem dois personagens: o dono da casa e o senhor muito importante. Encontram-se para saber como é que deveriam trair o mais pobre. Foi a imagem que [PSD e Chega] me transmitiram. Felizmente, houve o recuo em relação às questões da revisão constitucional e em relação também à questão da PSU. Eu chamo a atenção para aqueles que por vezes dizem: "Bom, mas o PS tem uma oposição que devia ser mais dura, devia ser mais contundente." Eu acho que as pessoas querem falar um pouco mais indignadas, porque as pessoas hoje também vivem muito indignadas. Eu chamo a atenção que nas matérias fundamentais, o PS foi de uma firmeza total. Como se costuma dizer, o PS faz uma oposição fofinha.Fez uma oposição dura naquilo que é essencial. Veja, na contra-reforma laboral, na PSU, na revisão da Constituição. Mas também tem havido algumas convergências, algumas mais inesperadas do que outras, com o Chega em matéria orçamental. O que é que o PS espera conseguir passar na especialidade juntamente com o Chega?Nós não procuramos nenhuma aliança nem nenhum acordo com o Chega. Agora, acontece que nas votações não podemos dizer aos outros que querem votar as nossas propostas para votarem contra as propostas. Na especialidade, vamos procurar levar de novo as questões ligadas ao custo de vida, como os bens alimentares, nomeadamente, a baixa do IVA com o cabaz dos bens alimentares essenciais, a questão dos combustíveis, o apoio aos sectores da agricultura e das pescas. O congelamento das propinas?Este orçamento não é amigo dos mais jovens. Há várias medidas, entre elas essa questão do descongelamento das propinas. Para as medidas que vamos levar à especialidade, temos receita que encontramos no orçamento. Garantimos a sustentabilidade das contas públicas. É um dever. E temos de evitar que, se o governo vier a entrar em déficit orçamental, venha a responsabilizar o Partido Socialista por isso, porque há muito tempo dizemos, e Mário Centeno tem razão naquilo que diz, quando diz que o ritmo de crescimento da despesa está muito acima do ritmo de crescimento da receita. E onde é que o governo cortou na receita? O governo cortou no IRC para todas as grandes empresas. Por exemplo, o setor da banca paga menos 35 milhões de euros por causa do IRC. Este corte no IRC para todos vai significar, ao fim de quatro anos, cerca de 3.000 milhões de euros de perda na receita. Mas depreendo que admite, então, que possa haver convergências com o Chega?Nós não vamos rejeitar apoios, agora aquilo que nós queremos garantir é que as propostas que apresentarmos na Assembleia da República sejam sustentáveis do ponto de vista orçamental porque esse é o compromisso que eu tenho com o país. Não vão desvirtuar o orçamento, como diz Miranda Sarmento?Não vamos desvirtuar o orçamento naquilo que tem a ver com a sua componente de receita e despesa. Passos Coelho já é o pró-candidato a primeiro-ministro. Já percebeu o que é que Mário Centeno quer ser?Tem estado a dar um contributo muito importante para a nossa equipa económica. Ele e outros, como o Fernando Medina, o Costa e Silva, o Siza Vieira, o bastonário da Ordem dos Economistas, o professor António Mendonça. São cerca de 25 personalidades. Mas concorda com Mário Centeno quando diz que as pessoas não têm quem votar?Compreendo o que diz o Mário Centeno. Está a falar para aquelas cerca de 45% de pessoas que não votam nas eleições legislativas. A fragmentação não significa mobilização do eleitorado. Há uma percentagem muito elevada de eleitorado que não vota. Há um eleitorado em relação ao qual nós temos de ser capazes de corresponder com políticas públicas. Mário Centeno não é o seu Passos Coelho?De modo algum. Passos Coelho é singular. Não tem gémeo. Mas os dois querem regressar. Os dois estão a tratar do seu regresso, ou não?Não. Vejo uma vontade em Passos Coelho. Aquilo que vejo no meu amigo Mário Centeno é uma vontade de dar um contributo à sociedade. Aliás, ele próprio disse que não tinha essa vontade de ser primeiro-ministro. E também disse que não tinha vontade de se candidatar. Tem vontade de contribuir. Eu acho muito importante que tenha vontade. Era o que faltava que alguém com 59 anos, com uma experiência nacional e internacional como aquela que tem, não quisesse contribuir para a vida do seu próprio país. Não compreendo é como Passos Coelho não avança com propostas para o seu país. Vi há dias uma entrevista que deu, não apresentou uma única proposta para o futuro do país, nem
É desta que Luís Neves cai?
2026/10/13
A exoneração de Ricardo Carrilho do cargo de secretário-geral do Ministério da Administração Interna (MAI), depois de o Expresso e o Sol terem publicado artigos dando conta da “ruptura” entre este e o ministro Luís Neves, trouxe a público uma série de acusações do dirigente contra o governante e os seus secretários de Estado, já refutadas em comunicado assinado por todos eles. Onde Ricardo Carrilho vê pressões e “ilegalidades” cometidas pelo ministro, o MAI responde com uma “quebra de confiança” que só poderia acabar com a saída do responsável máximo da SGMAI. Luís Neves ainda tem condições para continuar ministro? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando é que Passos Coelho pode vir a liderar o PSD?
2026/10/12
O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho admite a possibilidade de regressar à política activa se o PSD não conseguir concretizar as reformas de que, no seu entender, o país precisa e se o próprio concluir que pode oferecer alguma coisa que “não seja mais do mesmo”. Numa entrevista em directo conduzida por Maria João Avillez, na SIC Notícias, o antigo primeiro-ministro elogiou também André Ventura, a quem reconheceu “bastante mérito” pela dimensão alcançada pelo Chega e atribuiu-lhe um “poder de iniciativa notável”. Passos Coelho considerou ainda que uma solução de bloco central entre PS e PSD não seria desejável no actual contexto político e até “​perigoso”​. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quem tem mais medo de Mário Centeno?
2026/10/09
O ex-ministro das Finanças, Mário Centeno, foi o ausente mais presente no debate quinzenal desta sexta-feira. Os partidos que apoiam o Governo e o próprio primeiro-ministro, Luís Montenegro, fizeram críticas ao novo administrador da área de seguros e pensões do grupo galego Abanca. Quem incomoda mais Mário Centeno? É o tema de partida para este episódio do Soundbite. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já temos Orçamento: ainda há o risco do PS sair do barco?
2026/10/08
O ministro das Finanças apresentou, nesta quinta-feira, o Orçamento do Estado para 2027. Pelo PS, partido que já garantiu a abstenção na generalidade, António Mendonça Mendes avisa que as dúvidas dos socialistas "têm de ser esclarecidas" e promete que o PS será "muito exigente". Na "análise preliminar" ao Orçamento do Estado dizem não ter a certeza "de estar tudo contemplado". Ainda há o risco de o PS rejeitar este Orçamento do Estado? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ventura tem razão no conflito com Aguiar Branco?
2026/10/07
O líder do Chega, André Ventura, diz que existe uma “obsessão de Aguiar Branco em proteger Luís Neves”, falando em entraves colocados pelo presidente da Assembleia da República à Comissão de Inquérito promovida pelo Chega aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Então estavam à espera que Seguro falasse de Luís Neves?
2026/10/06
Na sua primeira cerimónia do 5 de Outubro enquanto Presidente da República, António José Seguro saudou o Governo e o PS pela "aproximação" em torno do Orçamento do Estado (OE) para 2027. E não só incitou a que essa atitude se estenda aos restantes partidos, como à própria cultura política através de "compromissos interpartidários". O olhar era de futuro, mas o chefe de Estado exigiu "resultados" concretos já, apontando que seria um "crime" desaproveitar as condições actuais. Mas Seguro passou ao lado da polémica relacionada com Luís Neves. Inesperado? Talvez não. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Operação Influencer: É normal António Costa ainda não saber de nada?
2026/10/02
António Costa voltou a ver recusado, pela sexta vez, o acesso ao inquérito em que é investigado por suspeitas de prevaricação no âmbito da Operação Influencer. Apesar de o inquérito já não estar em segredo de justiça interno, isso não bastou para que o actual presidente do Conselho Europeu visse o seu pedido ser atendido pelo Ministério Público, como noticia o Expresso nesta sexta-feira, o que levou a sua defesa a falar num "atentado ao Estado de direito”. Esta demora em se chegar a alguma conclusão é normal num processo desta dimensão? See omnystudio.com/listener for privacy information.

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