
Advertise on podcast: A Beleza das Pequenas Coisas
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4.4from
This podcast has
483 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
ExpressoExplicit
No
Date created
2016/06/07
Latest episode
2026/10/03
Average duration
70 min.
Release period
4 days
Description
Conversas conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias maiores do que a vida. Ou tão simples como ela pode ser
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Luca Argel (parte 2): “Sou otimista por escolha, não por natureza. É fundamental não abrirmos mão dos sonhos, do encanto, da poesia. A arte pode ser útil nesse exercício”
2026/10/03
Nesta segunda parte da conversa, o músico e cantautor Luca Argel começa por dar conta do que diria ao país e aos portugueses e aos brasileiros e ao Brasil no seu livro de reclamações. Luca afirma-se optimista por decisão, embora não veja o amanhã do mundo com os melhores olhos.
Depois reflete na importância da reinvenção de novas masculinidades, que se demarquem das violências e ideais da manoesfera e comenta o faroeste em que se tornou a Inteligência Artificial. E ainda fala dos fantasmas atuais que o assombram.
No final, partilha os próximos projetos, as músicas que o acompanham, os pequenos prazeres quotidianos. E ainda lê um texto de Mar Becker e deixa várias sugestões culturais. Boas escutas!
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Luca Argel (parte 1): “A vida não acontece, não se dá, se não houver espaço para a surpresa, para o inesperado. É preciso haver uma casa vazia no tabuleiro”
2026/10/02
Luca Argel é a prova viva de que a música de intervenção em Portugal está bem e de boa saúde, bem servida de poesia, arte e questionamento. Este ano, o músico e cantautor lançou novo álbum, “O Homem Triste”, produzido por Moreno Veloso.
Ao longo de nove canções inéditas, Luca navega pelo labirinto de silêncios, dúvidas e segredos que aprisionam meninos e homens em ideais de virilidade inalcançáveis e que os tornam protagonistas de epidemias de violência pelo mundo.
Um ponto de partida para uma conversa sensível e atenta sobre as muitas desigualdades da sociedade e o caminho para uma maior felicidade e bem-estar para mulheres e homens.
Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça
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Joana Gama (parte 2): “Quero que seja tudo mais lento. Se pudesse dilatava o tempo. A minha ideia é deixar ouvir a ressonância das notas”
2026/09/26
Nesta segunda parte da conversa, a pianista Joana Gama conta como passou a viver a música e o palco como um prolongamento da sua vida, e reflete como se passou a relacionar com a falha e como treina a mente para as suas atuações e performances.
Depois fala da experiência cheia de inesperados com o Toy Piano nos espetáculos para crianças, na “Trilogia da Natureza”, ou no espetáculo satírico “A Grande Fantochada”, de Hugo van der Ding. E ainda fala de algumas sombras pessoais, e da decisão de viver feliz com breves coisas, assim como dos seus pequenos grandes prazeres quotidianos.
No final, ainda lê um texto do escultor Alberto Carneiro, revela as músicas que a acompanham e deixa uma sugestão cultural. Boas escutas!
Músicas
Cara de Espelho - Álbum B - AIMão Verde - Álbum Mão Verde III - JacarandásConcerto em Sol de Maurice Ravel na interpretação de Arturo Benedetti Michelangelo com a London Symphony Orchestra, sob a direcção de Sergiu Celibidache
Sugestões culturais
Ciclo Contraponto no Theatro Circo - Obras emblemáticas da música clássica dos últimos anos.
Reabertura do Mosteiro São Bento da Vitória em Outubro: Concerto Orquestra XXI com música de Morton Feldman
Terra Incógnita - áudio walks desenvolvidas para trilhos em diversas ilhas açorianas, disponíveis na app criada para o efeito
Passo a Passo - livro do Jorge Pinto sobre caminhar, editado na Zigurate, que tive o gosto de apresentar na Feira do Livro do Porto
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Joana Gama (parte 1): “Quanto menos falamos, mais pensamos e ponderamos. O silêncio tem para mim uma importância extrema: preciso dele para me ouvir”
2026/09/25
É uma das pianistas portuguesas mais incontornáveis deste tempo. Não só pela forma como aborda a música e a interpreta, mas também como a envolve noutras artes como a dança, a fotografia, o teatro ou o cinema. Do seu percurso eclético fazem parte as criações com Victor Hugo Pontes e Luís Fernandes, a composição e interpretação da banda sonora do filme “Kora”, de Cláudia Varejão, ou ou participação em "A Grande Fantochada", espectáculo de Hugo van der Ding. Com 11 álbuns gravados, Joana Gama lançou novo disco a solo para piano com a obra "A Mind in the Heart", de Ivan Vukosavljević, com concerto especial marcado no CCB, em Lisboa, a 23 de Outubro. Ouçam-na nesta conversa com Bernardo Mendonça
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Lucélia Santos (parte 2): “Acima do ser humano, luto pela floresta. É o que pode dar vias de sobrevivência a tudo o que vive”
2026/09/19
Depois de tantos anos na luta de tantas causas e tantos embates como consegue a atriz Lucélia Santos preservar essa capacidade quase infantil de se encantar com o mundo? Nesta segunda parte da conversa, a atriz revela como preserva um certo encantamento pelas coisas, e como se resguarda do que não gosta.
Lucélia recorda alguns dos seus êxitos do passado e um certo filme em que aparecia desnuda, com uma cobra, e que constava na biblioteca de Fidel Castro. A atriz chega a falar da sua relação com o ativista Chico Mendes, do seu caminho na luta pela preservação da Amazónia e de como a crise climática diz respeito a todas as pessoas para que haja futuro no planeta.
Lucélia Santos partilha ainda algumas músicas que a acompanham, lê um excerto do livro “Crime e Castigo”, de Dostoievski, e deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!
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Lucélia Santos (parte 1): “É difícil essa coisa do mito. Estou radicalmente fora da sociedade de consumo, de glamour, de falsidades, da exposição egóica”
2026/09/18
Ela é talvez a atriz brasileira mais conhecida do mundo. Lucélia Santos já juntou uma multidão sem fim para a ver ao vivo na Muralha da China. Foi também responsável por momentos de cessar-fogo na guerra da Bósnia. E, durante um tempo, os aviões em Cuba não saíam do aeroporto, para que Fidel Castro e a população inteira pudessem assistir à telenovela “A Escrava Isaura”, que ela protagonizou no final dos anos 70.
Com um vasto e premiado percurso no teatro, no cinema e na televisão, e há 40 anos na luta pela preservação da Amazónia, Lucélia está agora em Portugal com o espetáculo “Vozes da Floresta — Chico Mendes Vive”, que pode ser visto nos dias 21, 22 e 23 de setembro, no Teatro Villaret, em Lisboa.
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Júlia Pinheiro (parte 2): “Nós já não estamos a pensar. Delegamos tudo à máquina. E não refletimos a mutação desse modo de vida. Isto deixa-me um elefante no peito”
2026/09/12
Nesta segunda parte da conversa, a apresentadora Júlia Pinheiro revela o que espera das suas netas enquanto mulheres no futuro, e o que atualmente mais a inquieta no país e no mundo. Como havemos de viver e de continuar a acreditar? Júlia responde.
A apresentadora fala ainda da sua amizade e cumplicidade longa com Manuel Luís Goucha, reflete sobre o futuro dos medida, a preocupação com a IA, e o seu interesse e fascínio pelos mecanismos que geram a violência. E ainda conta os próximos projetos que vai lançar em breve…
No final, ainda há lugar para Júlia Pinheiro partilhar algumas das músicas que a acompanham, ler um excerto do seu livro “Não Sei Nada Sobre o Amor” e do novo livro de Gisele Pelicot - “Um Hino à Vida - A Vergonha tem de Mudar de Lado”, uma história de abuso que chocou o mundo.
E que, acima de tudo, mostrou como o mal se esconde entre uma aparente normalidade de um lugar, e como a força de uma mulher a fez superar um trauma e servir de exemplo para o mundo. Boas escutas!
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Júlia Pinheiro (parte 1): “Não estou habituada a que me escutem. As pessoas sabem muita coisa sobre mim, mas se calhar não sabem nada…”
2026/09/11
Ela é uma senhora televisão. Está diariamente em antena há mais de três décadas e sabe desta indústria como poucos. Júlia Pinheiro já apresentou todo o género de formatos televisivos. Do “trash TV” ao jornalismo justiceiro, das “Queridas Manhãs” aos programas da tarde em nome próprio, até aos formatos mais ousados, carismáticos e icónicos, como é o caso de “A Noite da Má Língua”, um programa que marcou o país nos anos 90, na SIC, e que dessacralizou a forma como se falava da classe política na televisão, com humor, rasgo e pensamento crítico. “A Noite da Má Língua deixou-me a bactéria da transgressão.” Qual o futuro da televisão, com cada vez mais pessoas a consumir formatos no YouTubee no streaming? O que mais a irrita ver na TV? Júlia responde. Ouçam-na nesta conversa com Bernardo Mendonça.
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Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
2026/09/05
Nesta segunda parte da conversa, a poeta e jornalista Filipa Leal fala da “importância de ser norte”, reflete sobre o valor das amizades tardias e sobre a dor das amizades fortes que ficam pelo caminho, comenta a sua adrenalina e intensidade na vida, que a idade não alterou. E ainda fala das suas inquietações pessoais e do estado do mundo. Tudo bem embrulhado em muita poesia, nomeadamente num poema inédito que está incluído no seu próximo livro, “Amor chega em breve num Volkswagen”.
E ainda partilha algumas das músicas que a acompanham, lê Clarice Lispector, escolhe várias sugestões culturais e revela pequenos grandes prazeres que fazem parte do seu quotidiano. Boas escutas!
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Filipa Leal (parte 1): “À medida que a vida me começou a doer, curiosamente, o humor entrou na minha poesia”
2026/09/04
Quando acabou a escola primária, Filipa Leal já se imaginava escritora. Formou-se em Londres e é hoje jornalista, poeta e escritora, autora de contos, argumentos para cinema e peças de teatro. Na televisão, apresentou vários programas de literatura, como “Nada Será Como Dante” e “A Pequena Biblioteca”, na RTP. O humor e a fina ironia, a par da sombra, são dois lados muito presentes na sua poesia. Com 16 livros publicados, prepara-se para lançar, em outubro, o seu novo livro de poesia, “Amor chega em breve num Volkswagen”, pela Assírio & Alvim. Ouçam-na nesta conversa com Bernardo Mendonça
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Susana Moreira Marques (parte 2): “A literatura é uma boa maneira de não formarmos opiniões rápidas. A boa literatura não nos fecha num ponto de vista”
2026/08/29
Nesta segunda parte da conversa, a escritora Susana Moreira Marques revela como se relaciona com os princípios que estão na origem dos seus textos, livros e projetos. Depois reflete sobre o estado atual do jornalismo e sobre a importância de uma literatura que nos devolva tempo para pensar e para escutar os outros.
Quanto aos desafios da tecnologia, a autora afirma que se aflige ao ver escritores que escrevem livros como se fossem máquinas — e jornalistas que fazem o mesmo. E deixa um conselho: “Não imitemos as máquinas.”
No final, dá-nos a conhecer algumas das músicas que a acompanham, lê um excerto de Pequenas Coisas como Estas, de Claire Keegan, partilha várias sugestões culturais e revela algumas das pequenas coisas que lhe dão prazer. Boas escutas!
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Susana Moreira Marques (parte 1): “Escrevo para que as histórias sobrevivam à inevitabilidade do desaparecimento. As pessoas desaparecem, mas algo perdura”
2026/08/28
Susana Moreira Marques foi jornalista durante muitos anos e, apesar de já não escrever para jornais há algum tempo, tem muito no seu processo de trabalho de escritora que vem desse passado. Autora de livros de não-ficção literária, Susana diz-se interessada em escrever sobre as histórias quotidianas das pessoas banais, e não sobre grandes feitos. Um terreno que sente ainda ter muito para desbravar. Exemplo disso são os títulos: “Agora e na hora da nossa morte”, “Lenços Pretos, Chapéus de Palha e Brincos de Ouro” e o mais recente “Terceiro Andar Sem Elevador”. De momento, está a escrever um argumento de ficção para um telefilme, sobre o fim de vida, que integrará a nova série da RTP, “Contado por Mulheres”.. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça
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Dalila Carmo (parte 2): “Acredito no poder da emoção e da fragilidade. É preciso ser-se muito forte para expôr vulnerabilidades”
2026/08/22
Nesta segunda parte da conversa, a atriz Dalila Carmo reflete sobre a eventual fatura por ter um olhar crítico sobre a sua arte e o sistema, mas afirma-se numa fase tranquila e em paz. Depois comenta a importância da sua independência e liberdade, e o novo conservadorismo de algumas mulheres que escolhem estar sob o domínio do patriarcado.
A atriz revela ainda recusar-se a ceder às plásticas e à ilusão de quem não aceita envelhecer. Dalila Carmo partilha depois o alívio de já não ter de responder às perguntas sobre maternidade, da importância de preservar o espanto pela vida e do poder da emoção e da vulnerabilidade.
No final, partilha as músicas que a acompanham, lê um excerto de um livro do filósofo norueguês Lars Svendsen, deixa algumas sugestões culturais e revela alguns dos seus pequenos grandes prazeres quotidianos. Boas escutas!
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Dalila Carmo (parte 1): “A minha intensidade está mais moderada. Já não me levo tão a sério. Estou sem pressa para nada e mais contemplativa”
2026/08/21
É uma atriz com um sólido e prestigiado currículo na ficção televisiva, no cinema e no teatro.Há mais de 30 anos que um dos seus maiores prazeres são as longas viagens a solo para destinos menos turísticos, sem urgência de regressar. A atriz afirma que tem sido uma forma de se politizar, de se reencontrar e de ganhar mais consciência e empatia sobre outros povos e culturas: experiências que poderão em breve ser contadas num livro de viagens. Depois de uma pausa para tratar do seu novo refúgio na serra, Dalila está de regresso às gravações de uma mini novela em Setembro. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.
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Filipe Homem Fonseca (parte 2): “É de uma petulância enorme acharmos que vamos ser a última das gerações. Vêm aí tempos piores, mas creio nas futuras gerações”
2026/08/15
Nesta segunda parte da conversa, o escritor e guionista Filipe Homem Fonseca revela o seu ceticismo sobre o caminho do mundo nas próximas décadas, mas dá conta de como resiste à desesperança e da sua grande confiança nas gerações futuras.
Depois revela o seu particular gosto por musicais e banda desenhada do fantástico, lê um poema do poeta e amigo Miguel Martins, partilha algumas das músicas que o acompanham e algumas sugestões culturais
E ainda nomeia alguns dos seus filmes preferidos de sempre, e aqueles que lhe devolvem a esperança na Humanidade. E, no final, alguns dos pequenos quotidianos que o acompanham sempre. Boas escutas!
Músicas referidas:
Bandua – “Barquinho”Ana Lua Caiano – “Uma vida a menos”Lavoisier - “Pé de Vento” ( do álbum “Era com h”)
Poema:
Miguel Martins, in São Miguel da Desorientação, ed. Macondo, 2020
Sugestão cultural:
A tour dos Lavoisier: “andam na estrada e são imperdíveis”.
O texto lido por Filipe, da sua autoria:
“50 anos a celebrar o 25, e hoje há quem nos diga “maslutem baixinho, não acordem os turistas e os nómadasdigitais, vão mais para ali que é para não se verem astendas dos que vivem na rua, olhem que dá mauaspecto, respeitinho é muito bonito, boas maneiras àmesa mesmo sem nada para comer, partir a louça éque não, pensem como vos dizemos para pensar, vivamcomo vos deixamos viver; despolarizem, filhos,despolarizem, a liberdade de expressão tem as costaslargas quando é para impormos limitesà liberdade dos outros, já não se admite fora datradição, ai a tradição, ai; o corpo é de quem?, é dequem, o corpo?, porque é que o corpo é de quem otem?, então e a família?, a família só é família se fortradicional, tomem lá a conversa de que nos queremobrigar a coisas mesmo quando só querem éque não vos obriguemos a coisas que só a vós dizemrespeito; tomem lá o discurso de que vivem acima dasvossas possibilidades, agradeçam terem empregosequer, engulam esta de que os imigrantes exploradosé que têm a culpa da crise, esqueçam os lucros dabanca e os salários miseráveis, tomem lá banda larga emuito circo, chupem gourmet, chupem low cost, roamum papo-seco e façam filhos, que esta Disneylândia precisade quem produza riqueza para os acionistas; em cadarosto igualdade?, não: em cada filho um colaboradorfuturo, trabalhador não, co-la-bo-ra-dor, um colaborador
é mais empenhado, o empenho prescinde direitos,querem que isto avance ou não querem?, um passoatrás de cada vez, 50, 49, 48, sempre a puxar para trás,rumo a 74, a antes do 25, então não se estava tãobem?, antes é que era”; e a resposta é, hoje e sempre,só pode ser: não, não, não, não passarão, nãopassarão, não passarão.”
ERRATA: A propósito da frase que Filipe Homem Fonseca citou, de Sísifo ter de gostar da pedra (a frase correcta é “Há que imaginar Sísifo feliz”) – Filipe atribuiu-a a Vitor Hugo quando é, na verdade, de Albert Camus.
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Podcast reviews
Read A Beleza das Pequenas Coisas podcast reviews
Fernando Lino 2023/10/19
Relaxado depois de ouvir um episódio
Ouvi o episódio com a Catarina Vasconcelos e gostei muito. Vou ouvir mais.
Marianaispires 2019/09/30
Desilusão
Antes este podcast era fantástico, depois começaram a entrevistar apenas celebridades que já foram entrevistadas 500x com o apresentador só a trocar e...
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