1173394948
Cinematório

Advertise on podcast: Cinematório

Rating
★★★★★
5
from
3 reviews
This podcast has
417 episodes
Explicit
No
Date created
2016/11/07
Latest episode
2026/08/08
Average duration
74 min.
Release period
18 days

Description

Os jornalistas e críticos Renato Silveira e Kel Gomes analisam filmes e séries e convidam especialistas para debater lançamentos no cinema e no streaming, filmes clássicos, sucessos da Sessão da Tarde e filmografias de grandes diretoras e diretores.

Unlock Cinematório podcast Email contact info,
Listeners & Audience details

Email contact information

Direct podcast contact details

Listeners

Audience numbers & engagement insights

Audience details

Podcast Insights

Social media

Check Cinematório social media presence


Podcast episodes

Check latest episodes from Cinematório podcast


Em Foco: “Ela Quer Tudo“ (1986), de Spike Lee
2026/08/08
Nesta edição do podcast Em Foco, nós analisamos "Ela Quer Tudo" (She's Gotta Have It, 1986), primeiro longa-metragem de Spike Lee ("Faça a Coisa Certa", "Infiltrado na Klan"). Este episódio especial celebra os 40 anos de lançamento do filme e traz uma entrevista exclusiva com o próprio Spike Lee. Selecionado para a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes e premiado no Independent Spirit Awards, "Ela Quer Tudo" tem como protagonista Nola Darling, uma artista independente do Brooklyn, em Nova York, que se mantém fiel a si mesma e recusa as regras tradicionais da sociedade ao se relacionar com três homens ao mesmo tempo. Ela é interpretada por Tracy Camilla Johns e seus namorados são vividos por Tommy Redmond Hicks, John Canada Terrell e Spike Lee. Uma das estreias mais impressionantes de diretores de todos os tempos, "Ela Quer Tudo" chama a atenção pela discussão feminista sobre liberdade sexual e pela representação de personagens negros fora de estereótipos de violência e miséria. Ao mesmo tempo, é um filme bem-humorado e um deleite para os olhos e ouvidos, com Spike Lee esbanjando estilo na construção de sequências inventivas e de uma narrativa envolvente e moderna (com referências que vão de "Rashomon" a "O Mágico de Oz"), embalada pela trilha sonora de jazz composta pelo lendário músico Bill Lee, pai do cineasta. Confira abaixo a minutagem dos quadros e capítulos do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:04:19 - Grande Angular: conheça a equipe por trás de “Ela Quer Tudo” 00:12:23 - Close-Up: saiba detalhes e curiosidades sobre a realização  do filme 00:19:22 - Entrevista exclusiva com Spike Lee 00:23:45 - Ponto de Vista: nossa análise do filme 00:57:12 - Zoom: nossas cenas favoritas comentadas 01:02:49 - Fora de Quadro: a série "Ela Quer Tudo" que Spike Lee dirigiu para a Netflix - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Tradução da entrevista com Spike Lee: Cinematório: “Luta de Classes” começa em um tom mais dramático até chegarmos a Denzel e Jeffrey indo atrás do sequestrador. Há tensão naquela primeira metade é claro, mas eu tive a impressão de que você quis tentar algo diferente ali, indo mais fundo no drama. Essa era a sua intenção? Spike Lee: Bem, eu não sei se posso dizer realmente que... Quero dizer, a minha intenção é sempre contar a melhor história que eu posso. E mesmo na fonte original, o filme de Akira Kurosawa, “Céu e Inferno”, as coisas realmente não começam a ficar movimentadas até o dinheiro ser pago. Digo, o dinheiro do resgate. E neste filme são $17,5 milhões de francos suíços. Então, você tem que reservar um tempo para estabelecer isso. E uma vez que está estabelecido, é quando Denzel, o personagem que ele interpreta, deixa sua cobertura e vai para o metrô. Então, eles descem lá e é aí que o filme realmente decola. Então, nós sabíamos que para chegar ali teríamos que estabelecer as bases primeiro. Cinematório: Com certeza. E já que a primeira adaptação do livro de Evan Hunter foi feita por Kurosawa, eu gostaria de saber como Kurosawa inspirou você como cineasta? Spike Lee: Minha inspiração como cineasta veio de, grande parte, do meu primeiro ano estudando na Escola de Cinema de Nova York, onde Ernest Dickerson, meu diretor de fotografia de longa data, e Ang Lee éramos colegas de sala. Foi lá que eu realmente fui apresentado ao cinema mundial. E a premissa de “Rashomon” eu usei no meu primeiro longa-metragem, “Ela Quer Tudo”. E como você pode ver, esta foto [aponta para a parede] foi autografada pelo mestre. Então, na sala de edição, imagino que ele está sempre olhando por cima do meu ombro! [risos] E eu perguntaria pra ele: “Como estamos indo, senhor? Como estamos? Está ficando bom?” E ele me daria o polegar para cima! [risos] Cinematório: Maravilhoso! E você poderia falar sobre a música? Tanto a música escrita e cantada por Ayanna, que é linda, e a música composta por Howard Drossin, que me pareceu tão épica para um drama tão pessoal. Spike Lee: Bem, a música é uma das ferramentas mais importantes que tenho na minha caixa. Para melhor ou pior, dependendo de quem são as pessoas, para mim a música é tão importante quanto a fotografia, a montagem, a direção de arte, o figurino. É uma ótima ferramenta se você usá-la corretamente. E para mim nunca foi apenas sobre fazer uso da música como se fosse uma jukebox onde você pega um monte de músicas de sucesso e põe para tocar, a menos que seja talvez em um filme de época. Um filme que se passe em uma determinada época. Mas eu amo música. E eu conheço o poder da música. Porque eu sei, veja bem, o público no cinema não sabe como uma cena fica sem a música e depois com a música... E eu sei o que estou fazendo sem a música. É uma ferramenta, da mesma forma que as outras que eu mencionei, fotografia, montagem... É uma ferramenta para contar a sua história. -- O podcast Em Foco é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Aqui você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema. Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected] Este episódio contém trechos meramente ilustrativos da trilha sonora de "Ela Quer Tudo", composição de Bill Lee. Todos os direitos reservados aos artistas.
De Volta Para o Sofá: “Mestres do Universo“ (1987)
2026/07/28
Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1987 para revisitarmos "Mestres do Universo", primeira adaptação em live-action das aventuras de He-Man, sucesso absoluto dos desenhos animados dos anos 80. Também comparamos o filme clássico com a nova adaptação, lançada nos cinemas em 2026. O filme tem direção de Gary Goddard e no elenco principal estão Dolph Lundgren (He-Man), Frank Langella (Esqueleto), Meg Foster (Maligna), Jon Cypher (Mentor), Billy Barty (Gwildor) e uma novata Courteney Cox. Empunhe a sua espada mágica e aperte o play para revisitar "Mestres do Universo" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez. Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:06:45 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora? 00:12:24 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades 00:33:04 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais 00:47:16 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas 00:53:56 - Comentários sobre o filme de 2026 01:08:07 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia 01:16:35 - Música de Encerramento - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Em "Mestres do Universo" -- filme escrito por David Odell, baseado nos personagens criados por Roger Sweet e lançados pela Mattel --, He-Man e seus amigos Mentor e Teela fogem para a Terra após serem derrotados por Esqueleto e sua horda. Acompanhados do astuto Gwildor, os heróis recebem a ajuda de dois jovens terráqueos para usar a poderosa Chave Cósmica e evitar que as forças do mal dominem Eternia para sempre. No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mestres do Universo" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção. O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco. O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos do tema principal de "Mestres do Universo", composição de Bill Conti, e da música "He-Man", gravação do Trem da Alegria, composição de Michael Sullivan e Paulo Massadas. Todos os direitos reservados aos artistas.
Impressão Crítica: “Natal Amargo” e a introspecção metalinguística de Almodóvar
2026/06/26
Em sua volta à língua espanhola, Pedro Almodóvar olha para dentro e propõe uma profunda reflexão sobre a dor, a alegria e a ética do processo de criação artística. No longa, selecionado para competir pela Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, nós acompanhamos o cineasta Raúl (Leonardo Sbaraglia) que, em meio a um bloqueio criativo, usa os dramas reais de pessoas próximas para escrever um roteiro autoficcional. A obra ganha vida em 2004 através de seu alter ego, a publicitária Elsa (Bárbara Lennie), uma mulher marcada por tragédias pessoais. Alternando entre a Madrid do passado e o verão de 2026 nas Ilhas Canárias, "Natal Amargo" usa a metalinguagem para conectar as linhas temporais em uma narrativa que nos envolve nas perdas e paixões, memórias e inspirações de seus personagens, distanciando-se completamente de um conto natalino tradicional. Almodóvar assina o roteiro e a direção de "Natal Amargo", uma produção da El Deseo com distribuição da Warner Bros. Escute ou veja o podcast com a crítica de "Natal Amargo" por Renato Silveira e Kel Gomes, com participação de Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG. Gostou do podcast? Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema. Visite o nosso site para saber como participar. NATAL AMARGO (Amarga Navidad, 2026, Espanha) Direção: Pedro Almodóvar Roteiro: Pedro Almodóvar Produção: Agustín Almodóvar Elenco: Bárbara Lennie, Leonardo Sbaraglia, Aitana Sánchez-Gijón, Victoria Luengo, Patrick Criado, Milena Smit, Quim Gutiérrez, Rossy de Palma Fotografia: Pau Esteve Birba Montagem: Teresa Font Música: Alberto Iglesias Duração: 1h 52min Distribuição: Warner Bros. Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]
Impressão Crítica: “Backrooms” e o horror psicológico entre padrões e contrastes
2026/06/19
Dos fóruns da internet para as telas de cinema, "Backrooms: Um Não-Lugar" traz o realismo para o fantástico com uso de found footage e cenários surrealistas. Dirigido pelo novato Kane Parsons, mais jovem cineasta contratado pela produtora A24, o filme traz Chiwetel Ejiofor ("12 Anos de Escravidão", "Coisas Belas e Sujas") no papel de Clark, um arquiteto que passa por uma crise pessoal após o fim do casamento e a frustração com a carreira profissional. Vivendo como vendedor de móveis, ele descobre acidentamente uma passagem para uma dimensão paralela em sua loja e adentra um mundo de imensas salas e corredores labirínticos que guardam perigos imprevisíveis. Intrigada com a história de Clark, a psicológa Mary, vivida por Renate Einsve ("Valor Sentimental", "A Pior Pessoa do Mundo"), tenta ajudá-lo, mas no caminho também se lança ao risco de se perder. Situado nos anos 90, "Backrooms" se apropria de códigos do cinema de horror e estéticas surrealistas, que passam por Lewis Carroll, Escher e David Lynch, para criar uma noção de nostalgia distorcida na qual objetos, lugares e imagens de conforto se convertem em formas ameaçadoras e inóspitas. Veja ou escute a crítica de "Backrooms" por Renato Silveira e Kel Gomes. Gostou do podcast? Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema. Visite o nosso site para saber como participar. BACKROOMS: UM NÃO-LUGAR (Backrooms, 2026, EUA) Direção: Kane Parsons Roteiro: Will Soodik (baseado na web série criada por Kane Parsons) Produção: James Wan, Shawn Levy, Osgood Perkins Elenco: Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell Fotografia: Jeremy Cox Montagem: Greg Ng Música: Edo Van Breemen, Kane Parsons Duração: 1h 40min Distribuição: A24, Imagem Filmes Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]
Impressão Crítica: “O Mandaloriano e Grogu” é o pior “Star Wars“ em muito tempo
2026/06/04
Com muita ação e um fiapo de história, filme derivado da série "The Mandalorian" traz novamente Pedro Pascal no papel-título, acompanhado do pequeno e poderoso Grogu. Dirigido por Jon Favreau, criador da série, o longa-metragem traz o caçador de recompensas Din Djarin percorrendo a galáxia atrás de ex-líderes militares do Império. No caminho, ele e Grogu recebem uma missão do clã Hutt para resgatar Rotta, filho do falecido Jabba. Grogu continua roubando a cena, mas o enredo do filme não engata e frustra quem espera saber mais sobre os personagens e ver a trajetória deles avançar dentro da franquia "Star Wars". Veja ou escute a crítica por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema O MANDALORIANO E GROGU (The Mandalorian and Grogu, 2026, EUA) Direção: Jon Favreau Roteiro: Jon Favreau, Dave Filoni, Noah Kloor Produção: Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy, Ian Bryce Elenco: Pedro Pascal, Jeremy Allen White, Brendan Wayne, Lateef Crowder, Jonny Coyne, Martin Scorsese, Sigourney Weaver Fotografia: David Klein Montagem: Rachel Goodlett Katz, Dylan Firshein Música: Ludwig Göransson Duração: 2h 12min Distribuição: Disney Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected].
De Volta Para o Sofá: “Mortal Kombat“ (1995)
2026/05/30
Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1995 para revisitarmos "Mortal Kombat", primeira adaptação para o cinema do popular jogo de luta. O filme tem direção de Paul W.S. Anderson (que mais tarde também levaria "Resident Evil" para a telona) e no elenco principal estão Robin Shou (Liu Kang), Cary-Hiroyuki Tagawa (Shang-Tsung), Christopher Lambert (Rayden), Bridgette Wilson (Sonya Blade), Linden Ashby (Johnny Cage) e Talisa Soto (Kitana). Prepare o seu Fatality e aperte o play para revisitar "Mortal Kombat" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez. Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:01:23 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora? 00:22:02 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades 00:44:12 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais 01:03:53 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas 01:14:59 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia 01:38:17 - Música de Encerramento - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Em "Mortal Kombat", três relutantes lutadores -- Liu Kang, Sonya Blade e Johnny Cage -- são enviados para uma ilha remota onde enfrentarão adversários perigosos em um torneio no qual o destino da Terra está em jogo. Com a ajuda do poderoso Lord Rayden, eles terão que passar por combates mortais até chegarem ao confronto final contra o temido feiticeiro Shang-Tsung. Lançado quando os jogos de "Mortal Kombat" já eram uma febre mundial, o filme fez sucesso de bilheteria, mas foi alvo de críticas por retirar quase que integralmente a violência extrema e o sangue que fizeram a fama do game e o tornaram o principal concorrente de "Street Fighter" nos fliperamas. O longa teve uma continuação, "Mortal Kombat - A Aniquilação" (1997), e mais tarde a franquia ganhou séries de TV e um reboot no cinema, em 2021. No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mortal Kombat" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção. O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco. O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Techno Syndrome (Mortal Kombat)" (1995), de The Immortals, e "Breathe" (1996), de The Prodigy. Todos os direitos reservados aos artistas.
Impressão Crítica: “O Diabo Veste Prada 2” renova o guarda-roupa 20 anos depois
2026/05/13
Jornalismo e moda voltam a se encontrar em “O Diabo Veste Prada 2” (2026). A continuação do sucesso de duas décadas atrás busca atualizar as bases nem sempre confortáveis da relação entre a jornalista idealista Andy Sachs e a poderosa e cruel editora Miranda Priestly -- que agora se aproxima da aposentadoria enquanto compete pela publicidade na revista Runaway em meio ao declínio da mídia impressa. O filme traz o retorno do elenco original, com Anne Hathaway, Meryl Strepp, Emily Blunt e Stanley Tucci. A direção e o roteiro são novamente assinados por David Frankel e Aline Brosh McKenna, respectivamente. Crítica do filme por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
Impressão Crítica: “Michael” acerta na música e no ritmo em cinebiografia incompleta
2026/05/08
Um dos lançamentos mais aguardados do ano, “Michael” (2026) é a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson. O filme é um deleite para os fãs do astro, mas interferências externas -- devido ao envolvimento de sua família com o projeto e às acusações de abuso sexual contra ele -- fizeram os realizadores omitirem e/ou suavizarem as passagens mais polêmicas da vida do artista. Na tela, Michael Jackson é interpretado pelo próprio sobrinho, Jaafar Jackson, que faz sua estreia como ator. O filme acompanha a trajetória de Michael do sucesso com os irmãos no grupo Jackson 5 até o estrelato da carreira solo, marcada por muita pressão da sua vida pessoal e da grande mídia. Também estrelando Nia Long e Colman Domingo, “Michael” tem direção de Antoine Fuqua, de filmes como "Dia de Treinamento" e "O Protetor". O roteiro foi escrito por John Logan, indicado ao Oscar por "Gladiador", "O Aviador" e "A Invenção de Hugo Cabret". Crítica do filme "Michael" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
Impressão Crítica: “O Drama” expõe a hipocrisia dos relacionamentos
2026/05/07
O filme "O Drama" (2026), estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, é uma comédia romântica desconstruída que trabalha a ideia de que a gente nunca conhece completamente a pessoa que está ao nosso lado. O longa, escrito e dirigido pelo norueguês Kristoffer Borgli, de filmes como “O Homem dos Sonhos” e “Doente de Mim Mesma”, parte de uma situação aparentemente simples: um casal prestes a se casar vê tudo estremecer depois que a noiva revela um segredo do passado. Emma, vivida por Zendaya, e Charlie, interpretado por Robert Pattinson, são aquele casal que, à primeira vista, parece perfeito. Mas o filme vai desmontando essa imagem aos poucos. Crítica do filme "O Drama" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
cinematório café: Devorando estrelas e ventos uivantes
2026/04/09
Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos filmes aos quais assistimos após o Oscar 2026, entre eles "Devoradores de Estrelas" (Project Hail Mary), da dupla Phil Lord e Christopher Miller, com Ryan Gosling e Sandra Hüller, e "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Emerald Fennell, estrelando Margot Robbie e Jacob Elordi. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós também falamos sobre a nossa participação no Golden Globes Tribute Gala e comentamos a animação "Super Mario Galaxy", o romance de horror "A Noiva!", que traz Jessie Buckley e Christian Bale vivendo um casal de monstros em fuga, os filmes brasileiros "#SalveRosa" e "Narciso", o thriller sci-fi "Matar. Vingar. Repetir." e a comédia "Quando o Céu Se Engana", estrelada por Aziz Ansari, Seth Rogen e Keanu Reeves. Confira a minutagem em que cada filme é abordado: 00:00:00 - Introdução e Golden Globes Tribute Gala 00:09:25 - Uma reflexão sobre podcasts 00:22:50 - Devoradores de Estrelas 00:39:06 - Super Mario Galaxy 00:43:36 - O Morro dos Ventos Uivantes 01:09:54 - A Noiva! 01:21:07 - #SalveRosa e Narciso 01:38:40 - Matar. Vingar. Repetir. e Quando o Céu Se Engana O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
cinematório café: Louvados “Pecadores“
2026/03/05
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Pecadores" (Sinners, 2025), de Ryan Coogler, recordista de indicações do Oscar 2026 e da história da premiação. O longa concorre a 16 estatuetas, incluindo as de Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Ator para Michael B. Jordan, Atriz Coadjuvante para Wunmi Mosaku e Ator Coadjuvante para Delroy Lindo. No Globo de Ouro, o longa venceu os prêmios de Melhor Trilha Sonora Original, composta por Ludwig Göransson, e Realização Cinematográfica e de Bilheteria. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos -- com spoilers -- como "Pecadores" mescla o drama racial com o cinema de horror, reinventando e honrando características próprias dos filmes de vampiros. Nós também comentamos aspectos do longa que envolvem o desenho de som, a trilha sonora, o visual requintado e conceitos como tempo espiralar e imortalidade. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é a crítica, curadora, pesquisadora e professora Yasmine Evaristo. Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Introdução 00:06:42 - Um novo tipo de filme de vampiros 00:14:28 - Criando cenas com o som 00:19:04 - Visual requintado, beleza diferenciada 00:30:47 - Fogo, Fumaça e Fuligem 00:36:08 - A sequência sublime e o tempo espiralar 00:42:34 - Sammie, Buddy Guy, o dom e o poder 00:57:26 - Imortalidade e infinito 01:03:32 - Vampirismos 01:10:52 - Montagem, razão de aspecto e memória oral 01:18:33 - Considerações finais O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
cinematório café: Sem pirraça com “O Agente Secreto“
2026/02/12
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "O Agente Secreto" (2025), de Kleber Mendonça Filho. O longa é o representante oficial do Brasil no Oscar 2026 e concorre a quatro estatuetas: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Elenco. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos os vários aspectos que levaram "O Agente Secreto" a se tornar um filme brasileiro tão celebrado mundialmente nesta temporada, desde os prêmios conquistados no Festival de Cannes até o Globo de Ouro e o Oscar. Aspectos que incluem o uso cada vez mais aprimorado da linguagem cinematográfica por Kleber e sua equipe, a união perfeita de imagem e trilha sonora e, claro, o elenco formidável que conta com a grande revelação do ano: Tânia Maria, intérprete da impagável Dona Sebastiana. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Introdução com carnaval e expectativa para o Oscar 00:06:43 - Um filme melhor após o outro 00:11:41 - (Re)criando memórias 00:19:24 - O verdadeiro agente secreto 00:25:20 - Os grandes coadjuvantes 00:29:17 - O que aconteceu com Armando? 00:35:37 - A Perna Cabeluda 00:40:17 - Divisão em capítulos 00:44:46 - A elite e os matadores 00:52:41 - Elza e Hans 00:56:15 - Memórias analógicas e musicais 01:06:19 - Considerações finais e cenas ou momentos favoritos O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
cinematório café: O final de “Stranger Things“
2026/01/30
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos a 5ª e última temporada de "Stranger Things". Após quase uma década, a nostálgica série da Netflix, criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, encerra a história situada nos anos 80 de maneira apoteótica e dividindo opiniões. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos os desfechos de cada núcleo de personagens e quais deles funcionaram ou não. Nós também debatemos se o formato de lançamento da última temporada, dividido em três partes, prejudicou a experiência do público. Nosso convidado para este episódio é Matheus Monteiro, crítico, roteirista, cineclubista e professor, autor do Cinegrafia. Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Os quase 10 anos de coming of age de "Stranger Things" 00:15:39 - Dividir a temporada em volumes foi uma boa ideia? Os problemas de roteiro 00:43:54 - Max, Holly e Vecna 00:52:50 - A prisão narrativa de Eleven 01:01:50 - Os heróis não são os meninos 01:08:28 - A revelação de Will 01:25:55 - Nancy, Jonathan e Cia. 01:34:10 - Acabou mesmo? O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
cinematório café: Os vencedores do Globo de Ouro 2026
2026/01/15
Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos o Globo de Ouro 2026. Renato Silveira e Kel Gomes, votantes internacionais da premiação, analisam o resultado da 83ª edição -- incluindo as vitórias históricas de "O Agente Secreto" e de Wagner Moura como Melhor Ator em Filme de Drama. Confira também recomendações dos melhores filmes que não foram premiados. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, além de "O Agente Secreto", nós analisamos as vitórias dos filmes "Uma Batalha Após a Outra", "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet", "Pecadores", "Valor Sentimental", "Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria" e "Guerreiras do KPop", e como ficam as chances de cada um para o Oscar 2026. Também comentamos o novo prêmio de Melhor Podcast e as séries vencedoras, incluindo "Adolescência". Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:07:46 - "O Agente Secreto", Wagner Moura e as chances (e concorrentes) no Oscar 00:37:44 - "Hamnet" surpreende e se recoloca na corrida da temporada de premiações 00:47:15 - Melhores Atrizes: Jessie Buckley e Rose Byrne vencem disputa aberta e acirrada 00:58:38 - "Nouvelle Vague" e "Blue Moon": dois Linklaters não fizeram frente a um Paul Thomas Anderson 01:06:09 - Melhor Animação: "Guerreiras do KPop" era favorito de longe, mas concorrentes também são ótimos filmes 01:12:32 - "Pecadores" é o melhor e mais importante blockbuster do ano 01:19:16 - Melhor Trilha, Melhor Canção e... Melhor Podcast 01:28:27 - "The Pitt" e "Adolescência": as melhores séries? O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].
cinematório café: "Abre Alas" e o cinema como espaço de escuta e acolhida
2025/12/12
Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com a diretora Ursula Rösele sobre o filme "Abre Alas" (2025), primeiro longa dirigido por ela. Filmado em Belo Horizonte, o documentário é um retrato sensível sobre experiências femininas e se propõe como espaço de escuta e acolhida de sete mulheres, entre 53 e 85 anos de idade, para que elas contem as histórias de suas vidas. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:02:53 - As origens de "Abre Alas" 00:08:54 - Chegando às sete personagens 00:17:51 - Os contrastes entre Walkíria e Lorena 00:23:30 - Os espelhos no cenário 00:28:22 - As cenas entre os depoimentos 00:36:45 - As músicas do filme 00:41:04 - Influências e referências 00:44:15 - Próximo projeto 00:45:57 - O filme como um renascimento Em "Abre Alas", Ursula trabalha com variações de um mesmo cenário, composto por espelhos que multiplicam e revelam as muitas facetas dessas mulheres vindas de diferentes contextos socioeconômicos. Diante da câmera, elas compartilham vivências, revisitam escolhas e, por vezes, arriscam confissões. O filme entrou em cartaz nos cinemas em 11 de dezembro de 2025, em um momento em que o Brasil enfrenta um aumento alarmante da violência contra as mulheres. Um novo dado do Conselho Nacional de Justiça diz que acontece um feminicídio a cada 44 minutos no nosso país. Manifestações massivas sobre o assunto tomaram as ruas de várias cidades brasileiras poucos dias antes do lançamento do documentário. Assim, é interessante pensar como o filme nasce como gesto de escuta e cuidado, mas também se mostra uma forma de resistência, de memória coletiva de mulheres, de reivindicação do direito à vida. Premiado no Femina 2025 – Festival Internacional de Cinema Feminino, “Abre Alas” é produzido por Ursula Rösele e Simone Martins, por meio da Sanar Produções, com distribuição da Embaúba Filmes. A fotografia é da Jenny Cardoso, a direção de arte é da Rimenna Procópio e a montagem é da Beatriz Pomar. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].

Podcast reviews

Read Cinematório podcast reviews


5 out of 5
3 reviews

Podcast sponsorship advertising

Start advertising on Cinematório relevant audience podcasts


What do you want to promote?