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Tendências de Mercado e Consumo - Celia Linsingen

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Categories
Country
Brazil
This podcast has
131 episodes
Explicit
No
Date created
2019/03/30
Latest episode
2026/10/08
Average duration
41 min.
Release period
17 days

Description

Toda tendência conta uma história sobre o que está mudando no consumo, no marketing e nas marcas. No podcast Tendências de Mercado e Consumo, eu, Célia Linsingen, trago uma ou mais tendências por episódio e mostro como elas podem — e devem — ser exploradas no mercado. Enquanto você apaga incêndios, eu acendo faróis. Faço a curadoria, corto o ruído e entrego o que importa — com alma, contexto, coragem e aquele tipo de provocação que não impõe, mas faz pensar. Aqui, tendência não é modinha: é ferramenta estratégica pra quem quer criar futuro com intenção.

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#131 ECONOMIA DO PERTENCIMENTO
2026/10/08
Sábado, seis e meia da manhã, um grupo de corrida se aquecendo no parque. Gente que três meses atrás não se conhecia e que hoje percebe quando alguém falta. Neste episódio, eu parto dessa cena para entender por que, depois de duas décadas de tecnologia prometendo nos conectar com todo mundo, as pessoas estão acordando cedo, pagando taxa e lendo livro inteiro para pertencer a algo pequeno, presencial e recorrente. A gente passa pelo relatório da OMS que trata a solidão como questão de saúde pública, pela leitura da WGSN sobre comunidade como direção de marca para 2027 e pelo paradoxo de um país que perde leitores enquanto os clubes de leitura crescem. Também falo do boom dos grupos de corrida no Brasil, dos jantares com desconhecidos e do papel da curadoria num futuro em que cada vez mais escolhas vão ser delegadas a algoritmos. Nos cases, entram a Olympikus e sua cocriação com os crews de corrida, a The Hardest Run aqui de Curitiba e outras marcas que entenderam que comunidade não se compra, se hospeda. E, como sempre, tem leitura crítica: a comunidade de fachada, o pertencimento que vira privilégio de quem pode pagar e a comunidade que cansa mais do que acolhe. Para quem trabalha com marketing, branding e estratégia, o episódio termina com perguntas práticas para levar para a próxima reunião, e com uma que vale para a marca e para a vida: onde alguém notaria a sua ausência se você não aparecesse?
#130 IA DE COMPANHIA: afeto sob demanda?
2026/09/24
IA DE COMPANHIA: AFETO SOB DEMANDA? Uma inteligência artificial que nunca está ocupada, nunca perde a paciência e sempre sabe o que responder pode ser considerada companhia? Neste episódio do Cada Vez+, investigo por que tantas pessoas estão criando vínculos emocionais com inteligências artificiais — e o que esse fenômeno revela sobre solidão, comportamento e consumo. A conversa passa pelas relações parassociais, pela intimidade unilateral e pelo affection washing: quando marcas simulam cuidado e proximidade para obter mais dados, permanência ou consumo. A IA escuta, lembra, responde e se adapta. Mas não precisa ser escutada de volta. Para as marcas, isso abre possibilidades de relacionamento, mas também exige limites claros. A questão não é apenas até onde a tecnologia consegue simular proximidade. É o que as empresas pretendem fazer com a intimidade que essa proximidade produz.
#129 WELLWASHING - Quando o discurso do bem-estar promete mais do que entrega
2026/08/20
Bem-estar virou uma das palavras mais valorizadas do mercado. Está nos alimentos, nos cosméticos, nos suplementos, nos ambientes de trabalho e até na identidade visual das marcas. Mas quanto dessa promessa se sustenta quando buscamos as evidências? Neste episódio, vamos falar sobre WELLWASHING: o uso da linguagem, dos símbolos e da estética do bem-estar para transmitir benefícios que podem ser vagos, exagerados ou difíceis de comprovar. Você vai entender como cores, embalagens, influenciadores, depoimentos e expressões como “natural”, “cientificamente comprovado” e “promove o equilíbrio” ajudam a construir uma aparência de saúde. Para separar compromisso de decoração, proponho três testes: a promessa precisa ser real, rastreável e repetível. Um episódio sobre marketing, saúde, responsabilidade e o limite cada vez mais estreito entre comunicar bem-estar e apenas parecer saudável.
#128 FEITO POR GENTE - autoria e valor na era da inteligência artificial
2026/08/06
Em um mundo no qual textos, imagens, serviços e produtos podem ser criados em poucos segundos, aquilo que revela autoria, conhecimento e participação humana começa a ganhar outro valor. Neste episódio, conversamos sobre o interesse crescente pelo artesanal, pelo crochê, pela cerâmica, pela escrita à mão e por outras atividades que recuperam a experiência de fazer. Mas a discussão vai além do trabalho manual: chega à forma como as marcas demonstram procedência, responsabilidade, curadoria e intervenção humana em suas entregas. O que as pessoas realmente acrescentam a um produto ou serviço? Como tornar essa contribuição visível sem transformar o “feito por gente” em mais uma estética fabricada? E o que essa tendência representa para branding, inovação, atendimento e experiência do consumidor? Um episódio sobre tecnologia, autoria e o valor de acompanhar alguma coisa tomando forma, inclusive quando o resultado não sai perfeitamente igual aos outros.
#127 A CULTURA DO BASTIDOR
2026/07/23
Durante décadas, a embalagem bonita vendeu mais do que o produto. Hoje, o que prende atenção é a bagunça antes da embalagem: a cera derretendo, a parede que precisou ser refeita, o prato sendo montado três vezes até sair certo.A gente já sabe como termina. Mesmo assim, fica vendo.Neste episódio eu uso quatro conceitos da psicologia cognitiva (Curiosity Gap, Efeito Zeigarnik, IKEA Effect e Narrative Transportation) para explicar por que o processo virou tão interessante quanto o resultado, e o que isso mudou na forma como marcas constroem confiança. De "acredite em mim" para "venha ver": os dados mostram que o consumidor não quer mais a afirmação, quer a prova (e tem números específicos sobre origem e matéria-prima que talvez expliquem, sozinhos, boa parte do fenômeno).Também entro no lado que pouca gente discute: o que acontece quando o bastidor é encenado, e por que essa encenação custa mais caro pra marca do que nunca ter mostrado processo nenhum.Quando foi que a gente começou a gostar tanto do caminho?
#126 ECONOMIA DA LONGEVIDADE
2026/07/06
A longevidade deixou de ser um tema restrito à saúde, à estética ou à chamada “terceira idade”. Ela começou a atravessar mercados muito diferentes: beleza, alimentação, farmácias, construção civil, tecnologia, turismo, trabalho, dinheiro e cidades. Neste episódio do Tendências de Mercado e Consumo, Célia Linsingen fala sobre a economia da longevidade como uma nova lógica de consumo e estratégia. Não estamos falando apenas de viver mais, nem daquela promessa meio fantasiosa de juventude eterna. A conversa aqui é sobre como as pessoas querem atravessar melhor o tempo: com autonomia, saúde, segurança financeira, mobilidade, prazer, vínculos e relevância. O episódio passa por mudanças na beleza, que sai do discurso “anti-idade” e começa a falar mais de saúde da pele; pela farmácia e pelos suplementos, que deixam de ser compras isoladas e entram na lógica de protocolos de cuidado; pela casa e pela cidade, que precisam acompanhar corpos e rotinas em transformação; e pelo dinheiro, porque viver mais também muda a forma como pensamos trabalho, aposentadoria, cuidado e planejamento. No fundo, a pergunta para as marcas muda bastante: não é só como vender para pessoas mais velhas, mas como continuar fazendo sentido ao longo das diferentes fases da vida. Um episódio sobre envelhecer, sim, mas principalmente sobre mercado, comportamento e os negócios que vão precisar aprender a acompanhar uma vida mais longa.
#125 CONTRATENDÊNCIAS: o futuro também anda na contramão
2026/06/18
A gente costuma olhar para tendências como se fossem setas apontando para cima: inteligência artificial, automação, wellness, personalização, sustentabilidade, digitalização. Mas o comportamento de consumo nem sempre segue uma linha reta... Quanto mais a automação cresce, mais o consumidor valoriza atendimento humano. Quanto mais o algoritmo decide, mais as pessoas buscam curadoria real. Quanto mais o wellness promete performance, mais aparece o desejo por descanso sem culpa. Quanto mais marcas falam de sustentabilidade, mais o público cobra prova e coerência. Neste episódio do Tendências de Mercado e Consumo, exploro o conceito de contratendências: forças que surgem como reação, exaustão ou desvio de tendências dominantes. Com exemplos de IA, desinfluência, consumo analógico, reparo, wellness, sustentabilidade e reputação digital no Brasil, o episódio mostra por que marcas não devem apenas seguir tendências, mas entender os atritos que elas criam. Porque o futuro não anda só para frente. Ele desvia, recua, mistura caminhos e, muitas vezes, aparece justamente na contramão.
#124 LER É O NOVO STATUS
2026/06/04
Enquanto o Brasil registra o menor índice de leitores da série histórica da pesquisa Retratos da Leitura, o mercado editorial cresce, as vendas aumentam e os livros voltam a ocupar um espaço relevante na cultura e no comportamento de consumo. Parece contraditório. E é exatamente essa aparente contradição que dá origem ao episódio de hoje. Neste episódio do Tendências de Mercado e Consumo, eu exploro um dos movimentos culturais mais interessantes da atualidade: a transformação da leitura em símbolo de identidade, pertencimento e estilo de vida. Falamos sobre o fenômeno BookTok, a ascensão dos clubes de leitura, os Silent Book Clubs, o crescimento do turismo literário e a aproximação cada vez maior entre literatura, bem-estar e mercado de luxo. Por que jovens que cresceram em vídeos de poucos segundos estão voltando aos livros? Como a leitura se tornou uma forma de resistência à economia da distração? E o que marcas de qualquer setor podem aprender com comunidades que se formam em torno de histórias, ideias e repertório? Mais do que um episódio sobre livros, esta é uma conversa sobre atenção, profundidade, cultura e comportamento de consumo.
#123 O CONSUMIDOR EDITOR. A curadoria feita por mim, para mim
2026/05/21
Durante décadas, outros decidiram por nós. A marca dizia o que era desejável. O algoritmo dizia o que era relevante. A publicidade dizia o que era aspiracional. O roteiro social dizia quando era hora de comprar o imóvel, ter filhos, se aposentar.Esse modelo está sendo desmontado silenciosamente, seletivamente, umintermediário de cada vez.Neste episódio, apresento o conceito de Consumidor Editor: alguém que assumiu a curadoria da própria vida e das próprias escolhas e que está demitindo, com critério, todo intermediário que perdeu legitimidade.Com dados da Mintel, Euromonitor, Kantar, Forrester, Edelman, McKinsey, IBM e outros, a gente entende: 1. Quais são os 5 intermediários sendo demitidos e por que cada demissão tem sua própria lógica 2. Quem o consumidor escolheu para substituí-los e com que critérios 3. O que tem de específico nesse movimento no Brasil 4. O que o mercado ainda não entendeu sobre esse consumidor 5. O que muda, de forma concreta, para marcas, estratégia e pessoas que trabalham com consumo E uma provocação que atravessa tudo: a pergunta que importa não é mais como recuperar a atenção do consumidor. É como merecer ser escolhida por alguém que escolhe com critério próprio.
# 122 VIDA BETA
2026/05/07
Estamos vivendo uma era em que quase nada parece definitivo. Carreira, relacionamentos, consumo, identidade… tudo parece provisório, ajustável, em constante atualização. Como se a vida inteira tivesse entrado em modo teste. Neste episódio, eu exploro a lógica da “Vida Beta”: um modelo de existência inspirado no universo da tecnologia, onde nada precisa estar pronto e tudo pode ser revisado. A partir de autores como Zygmunt Bauman, Byung-Chul Han, Anthony Giddens e Barry Schwartz, conversamos sobre liberdade, excesso de possibilidades, ansiedade de escolha e o cansaço de estar sempre “em construção”. Também mergulho em como essa mentalidade já transformou o mercado. Do Spotify ao Duolingo, da Shein ao Nubank, marcas passaram a operar em modo beta contínuo: testando produtos, ajustando experiências e aprendendo em público. Mas até que ponto flexibilidade é evolução — e quando ela começa a virar instabilidade? Um episódio sobre comportamento, consumo, identidade e o desafio de sustentar escolhas em um mundo que nunca para de atualizar. Porque talvez maturidade hoje não seja escolher certo. Talvez seja escolher… e sustentar.
#121 PREMIUNIZAÇÃO SELETIVA
2026/04/23
O consumidor de 2026 não é rico nem pobre. Ele é estrategista.  Ele compra o arroz mais barato do supermercado e coloca o azeite mais caro no carrinho. Paga o iPhone à vista e compartilha senha de streaming. Viaja em classe econômica e escolhe um jantar especial ao chegar. Esse comportamento tem nome — e ele está derrubando décadas de modelos de segmentação por renda. No episódio de hoje, eu exploro a Premiumização Seletiva: o fenômeno em que o consumidor decide, com intenção, onde vai pagar mais e onde vai economizar — e o critério não é quanto ele ganha, mas o que ele valoriza.  Discuto por que isso está acontecendo agora, quais categorias revelam esse comportamento com mais clareza (alimentação, saúde, tecnologia, viagens e pet economy), e o que isso muda de forma concreta para marcas, times de produto e estratégia comercial. Tem um bloco dedicado ao Brasil, porque o fenômeno aqui tem uma camada cultural que nenhum relatório internacional consegue capturar sozinho. E tem um bloco de riscos — porque premiumização seletiva também tem armadilhas que o mercado ainda não está discutindo com profundidade.
#120 FILHOS DE QUATRO PATAS - Quando o afeto muda o mercado
2026/04/09
Você chama “vem com a mamãe”… e alguém vem correndo. Pequeno, peludo, às vezes dramático, quase sempre convencido — mas ocupando um espaço enorme na rotina, no orçamento e nas decisões da casa. Neste episódio, eu parto de uma cena simples com o meu maltês, Theodoro Francisco, para discutir uma mudança muito maior: os pets deixaram de ser coadjuvantes e passaram a ocupar um lugar central na vida — e, claro, no consumo. O que está por trás disso?Menos filhos, novas formas de família, mais gente morando sozinha, mais busca por vínculo e estabilidade emocional. E o mercado? Está correndo atrás. Falamos sobre:– como o pet virou linha fixa do orçamento– por que o consumo mudou de “produto” para “cuidado”– o impacto em turismo, varejo, moradia e trabalho– o papel da Gen Z e da causa animal– as inovações que estão surgindo a partir disso– e para onde esse mercado está indo Mais do que um episódio sobre pets, essa é uma conversa sobre comportamento, afeto e o que acontece quando a forma de viver muda — e o consumo acompanha. Porque, no fim, talvez a pergunta não seja “por que o mercado pet cresce?” Mas sim:o que esse crescimento revela sobre a forma como estamos construindo nossas relações hoje?
#119 RITUAIS: entre velas, pausas e pequenos prazeres
2026/03/26
Nem sempre o que sustenta um dia difícil vem de grandes mudanças. Às vezes, vem de coisas muito pequenas: um café feito sem pressa, uma luz mais baixa no fim da tarde, um banho que marca o fim do expediente, um cheiro que muda o clima da casa, uma pausa quase invisível que devolve um pouco de eixo. Neste episódio, eu falo sobre o retorno dos rituais cotidianos e por que eles estão ganhando tanta força agora. Mais do que uma tendência bonita, eles revelam uma busca muito concreta por conforto, presença e pequenas formas de reorganizar a vida num tempo acelerado demais. Uma conversa sobre velas, pausas, pequenos prazeres e o que tudo isso diz sobre consumo, cuidado e o jeito como a gente está tentando viver melhor sem precisar transformar tudo. Resenha do livro: O poder dos momentos: https://youtu.be/iLf9AldBcP8?si=aCKQ03RwBLTEqm8B
#118 MIDDLESCENCE: 55–75 e a nova meia-idade, sem estereótipo
2026/03/12
Neste episódio, eu te apresento o conceito de middlescence: a fase dos 55 aos 75 em que propósito, poder e prazer se encontram e em que muita gente vive um “segundo começo”. A ideia é simples, mas muda tudo: essa etapa não é uma “ponte” para o fim da vida. Ela vira um novo centro de decisões, de identidade e de consumo, porque a vida ficou mais longa e o mercado ainda não atualizou o jeito de enxergar a meia-idade. Com dados da Edelman Longevity Lab e da OMS, eu explico por que o crescimento da população 60+ e a expansão da longevidade criam uma janela maior de relacionamento com marcas, produtos e experiências. E mostro como middlescence redefine a lógica de segmentação: não é só idade cronológica, é uma fase com mais autonomia, repertório e intenção de escolha. Isso muda o que as pessoas valorizam (clareza, consistência, qualidade, confiança), muda como elas decidem (menos impulso, mais confirmação) e muda o tipo de marca que ganha espaço (a que respeita o ritmo da vida real, sem estereótipos). A gente também conversa sobre o principal descompasso apontado pela Edelman: o mercado ainda subestima esse público na comunicação, mesmo quando ele tem grande peso econômico e influencia categorias inteiras. Ou seja: middlescence não é nicho. É uma lente nova para entender o consumo contemporâneo. Fontes:Edelman Longevity Lab – The 100-Year Life: https://www.edelman.com/expertise/longevity-lab/100-year-lifeOMS – Ageing and health: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/ageing-and-health
#117 O COLAPSO DO FUNIL DE VENDAS CLÁSSICO
2026/02/26
O funil de vendas morreu? Ou pior: ele continua sendo usado como se ainda explicasse o comportamento real? Durante anos, estruturamos marketing digital, inbound, marketing de conteúdo e automação em cima de uma lógica clara: topo, meio e fundo de funil. Atrair. Nutrir. Converter. Só que o consumidor parou de obedecer essa ordem. Hoje ele descobre no TikTok, valida no Reclame Aqui, pesquisa no Google, compara no YouTube, pergunta no grupo da família e compra pelo WhatsApp. Às vezes nessa ordem. Às vezes não. Consultorias como McKinsey, Google e BCG já mostram há anos que a jornada não é linear. Ela é circular, dinâmica e fragmentada. O chamado “Messy Middle” virou o território real da decisão. Neste episódio, eu analiso: • Por que o funil clássico deixou de explicar o mercado • Como o inbound marketing herdou essa estrutura linear • O impacto dos algoritmos na formação do “topo” • O papel da reputação pública e do Reclame Aqui na decisão • Por que métricas tradicionais já não são suficientes • E o que entra no lugar do funil Mais do que discutir modelo, este episódio é um convite para repensar estratégia, estrutura organizacional e forma de medir marketing. Porque talvez o colapso do funil não seja o fim da jornada. Seja o fim da ilusão de controle. Se você trabalha com marketing, branding, growth, estratégia ou liderança, este episódio vai reorganizar a forma como você enxerga aquisição, reputação e decisão de compra. A pergunta é simples: Se o consumidor já está vivendo em um modelo novo… Sua empresa já está?

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