
Advertise on podcast: Tendências de Mercado e Consumo - Celia Linsingen
This podcast has
121 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
Célia LinsingenExplicit
No
Date created
2019/03/30
Latest episode
2026/04/23
Average duration
43 min.
Release period
11 days
Description
Toda tendência conta uma história sobre o que está mudando no consumo, no marketing e nas marcas. No podcast Tendências de Mercado e Consumo, eu, Célia Linsingen, trago uma ou mais tendências por episódio e mostro como elas podem — e devem — ser exploradas no mercado. Enquanto você apaga incêndios, eu acendo faróis. Faço a curadoria, corto o ruído e entrego o que importa — com alma, contexto, coragem e aquele tipo de provocação que não impõe, mas faz pensar. Aqui, tendência não é modinha: é ferramenta estratégica pra quem quer criar futuro com intenção.
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#121 PREMIUNIZAÇÃO SELETIVA
2026/04/23
O consumidor de 2026 não é rico nem pobre. Ele é estrategista.
Ele compra o arroz mais barato do supermercado e coloca o azeite mais caro no carrinho. Paga o iPhone à vista e compartilha senha de streaming. Viaja em classe econômica e escolhe um jantar especial ao chegar.
Esse comportamento tem nome — e ele está derrubando décadas de modelos de segmentação por renda. No episódio de hoje, eu exploro a Premiumização Seletiva: o fenômeno em que o consumidor decide, com intenção, onde vai pagar mais e onde vai economizar — e o critério não é quanto ele ganha, mas o que ele valoriza.
Discuto por que isso está acontecendo agora, quais categorias revelam esse comportamento com mais clareza (alimentação, saúde, tecnologia, viagens e pet economy), e o que isso muda de forma concreta para marcas, times de produto e estratégia comercial. Tem um bloco dedicado ao Brasil, porque o fenômeno aqui tem uma camada cultural que nenhum relatório internacional consegue capturar sozinho. E tem um bloco de riscos — porque premiumização seletiva também tem armadilhas que o mercado ainda não está discutindo com profundidade.
#120 FILHOS DE QUATRO PATAS - Quando o afeto muda o mercado
2026/04/09
Você chama “vem com a mamãe”… e alguém vem correndo.
Pequeno, peludo, às vezes dramático, quase sempre convencido — mas ocupando um espaço enorme na rotina, no orçamento e nas decisões da casa.
Neste episódio, eu parto de uma cena simples com o meu maltês, Theodoro Francisco, para discutir uma mudança muito maior: os pets deixaram de ser coadjuvantes e passaram a ocupar um lugar central na vida — e, claro, no consumo.
O que está por trás disso?Menos filhos, novas formas de família, mais gente morando sozinha, mais busca por vínculo e estabilidade emocional.
E o mercado? Está correndo atrás.
Falamos sobre:– como o pet virou linha fixa do orçamento– por que o consumo mudou de “produto” para “cuidado”– o impacto em turismo, varejo, moradia e trabalho– o papel da Gen Z e da causa animal– as inovações que estão surgindo a partir disso– e para onde esse mercado está indo
Mais do que um episódio sobre pets, essa é uma conversa sobre comportamento, afeto e o que acontece quando a forma de viver muda — e o consumo acompanha.
Porque, no fim, talvez a pergunta não seja “por que o mercado pet cresce?”
Mas sim:o que esse crescimento revela sobre a forma como estamos construindo nossas relações hoje?
#119 RITUAIS: entre velas, pausas e pequenos prazeres
2026/03/26
Nem sempre o que sustenta um dia difícil vem de grandes mudanças.
Às vezes, vem de coisas muito pequenas: um café feito sem pressa, uma luz mais baixa no fim da tarde, um banho que marca o fim do expediente, um cheiro que muda o clima da casa, uma pausa quase invisível que devolve um pouco de eixo.
Neste episódio, eu falo sobre o retorno dos rituais cotidianos e por que eles estão ganhando tanta força agora. Mais do que uma tendência bonita, eles revelam uma busca muito concreta por conforto, presença e pequenas formas de reorganizar a vida num tempo acelerado demais. Uma conversa sobre velas, pausas, pequenos prazeres e o que tudo isso diz sobre consumo, cuidado e o jeito como a gente está tentando viver melhor sem precisar transformar tudo.
Resenha do livro: O poder dos momentos:
https://youtu.be/iLf9AldBcP8?si=aCKQ03RwBLTEqm8B
#118 MIDDLESCENCE: 55–75 e a nova meia-idade, sem estereótipo
2026/03/12
Neste episódio, eu te apresento o conceito de middlescence: a fase dos 55 aos 75 em que propósito, poder e prazer se encontram e em que muita gente vive um “segundo começo”. A ideia é simples, mas muda tudo: essa etapa não é uma “ponte” para o fim da vida. Ela vira um novo centro de decisões, de identidade e de consumo, porque a vida ficou mais longa e o mercado ainda não atualizou o jeito de enxergar a meia-idade.
Com dados da Edelman Longevity Lab e da OMS, eu explico por que o crescimento da população 60+ e a expansão da longevidade criam uma janela maior de relacionamento com marcas, produtos e experiências. E mostro como middlescence redefine a lógica de segmentação: não é só idade cronológica, é uma fase com mais autonomia, repertório e intenção de escolha. Isso muda o que as pessoas valorizam (clareza, consistência, qualidade, confiança), muda como elas decidem (menos impulso, mais confirmação) e muda o tipo de marca que ganha espaço (a que respeita o ritmo da vida real, sem estereótipos).
A gente também conversa sobre o principal descompasso apontado pela Edelman: o mercado ainda subestima esse público na comunicação, mesmo quando ele tem grande peso econômico e influencia categorias inteiras. Ou seja: middlescence não é nicho. É uma lente nova para entender o consumo contemporâneo.
Fontes:Edelman Longevity Lab – The 100-Year Life: https://www.edelman.com/expertise/longevity-lab/100-year-lifeOMS – Ageing and health: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/ageing-and-health
#117 O COLAPSO DO FUNIL DE VENDAS CLÁSSICO
2026/02/26
O funil de vendas morreu?
Ou pior: ele continua sendo usado como se ainda explicasse o comportamento real?
Durante anos, estruturamos marketing digital, inbound, marketing de conteúdo e automação em cima de uma lógica clara: topo, meio e fundo de funil. Atrair. Nutrir. Converter.
Só que o consumidor parou de obedecer essa ordem.
Hoje ele descobre no TikTok, valida no Reclame Aqui, pesquisa no Google, compara no YouTube, pergunta no grupo da família e compra pelo WhatsApp. Às vezes nessa ordem. Às vezes não.
Consultorias como McKinsey, Google e BCG já mostram há anos que a jornada não é linear. Ela é circular, dinâmica e fragmentada. O chamado “Messy Middle” virou o território real da decisão.
Neste episódio, eu analiso:
• Por que o funil clássico deixou de explicar o mercado
• Como o inbound marketing herdou essa estrutura linear
• O impacto dos algoritmos na formação do “topo”
• O papel da reputação pública e do Reclame Aqui na decisão
• Por que métricas tradicionais já não são suficientes
• E o que entra no lugar do funil
Mais do que discutir modelo, este episódio é um convite para repensar estratégia, estrutura organizacional e forma de medir marketing.
Porque talvez o colapso do funil não seja o fim da jornada.
Seja o fim da ilusão de controle.
Se você trabalha com marketing, branding, growth, estratégia ou liderança, este episódio vai reorganizar a forma como você enxerga aquisição, reputação e decisão de compra.
A pergunta é simples:
Se o consumidor já está vivendo em um modelo novo…
Sua empresa já está?
#116 EFEITO OZEMPIC: Como as Canetas Emagrecedoras Estão Redefinindo o Consumo
2026/02/11
Ozempic, Mounjaro, Saxenda, semaglutida, tirzepatida.Os medicamentos à base de GLP-1 deixaram de ser apenas tratamentos para diabetes e obesidade e passaram a influenciar o comportamento do consumidor e diversos mercados globais.
Neste episódio do Tendências de Mercado e Consumo, analisamos o chamado Efeito Ozempic sob a perspectiva de mercado, branding e estratégia empresarial.
Você vai entender:
• Como o crescimento do uso de GLP-1 está alterando padrões de consumo• O impacto na indústria alimentícia, especialmente snacks, fast food e bebidas alcoólicas• O avanço de produtos ricos em proteína e suplementação• As mudanças no mercado de beleza, dermocosméticos e procedimentos estéticos• A transformação do setor fitness e academias• O efeito macroeconômico, incluindo o impacto da Novo Nordisk no PIB da Dinamarca• O surgimento de um consumidor menos impulsivo e mais seletivo
Este episódio não discute prescrição médica.Discute tendências de mercado, comportamento do consumidor e os aprendizados estratégicos para marcas que precisam se adaptar a um novo ritmo de consumo.
Se você trabalha com marketing, branding, inovação, desenvolvimento de produtos ou gestão estratégica, este conteúdo oferece uma leitura aprofundada sobre como o GLP-1 pode redefinir cadeias produtivas, portfólios e comunicação.
🎧 Assista ou ouça agora e entenda como uma inovação farmacêutica está remodelando o mercado global.
#115 ANTIFUTURO OU NOSTALGIA?
2026/02/04
E se o que a gente chama de nostalgia não for saudade, mas critério?
Neste episódio, a conversa parte de um incômodo silencioso: por que, em um mundo cheio de tecnologia, inovação e promessas futuristas, tanta gente está voltando ao simples, ao manual, ao conhecido?
Crochê, caderno de papel, profissões artesanais, produtos que não mudam, varejos que resistem, escolhas que parecem “antigas”, mas fazem cada vez mais sentido.
Não é fuga do futuro.É negociação com ele.
Aqui, a gente diferencia claramente nostalgia de antifuturo.Uma olha para trás por afeto.A outra olha para trás por funcionalidade.
O episódio propõe uma leitura mais madura do consumo, do trabalho e da cultura: talvez não seja regressão. Talvez seja lucidez.
Afinal, será que a gente finalmente parou de confundir novidade com progresso?
Dê o play e venha pensar junto.
#114 CANSAÇO DA VIDA "CARA": O custo invisível do dia a dia
2026/01/28
Viver parece exigir mais hoje.Mais decisões, mais cálculo, mais contenção.
Neste episódio, a conversa não é sobre preços ou índices econômicos, mas sobre a experiência cotidiana de sustentar a vida em um contexto que pesa no bolso, no tempo, na energia e na cabeça. Um cenário em que consumir muda de lógica, o bem-estar entra na conta e muitas pessoas passam a viver em modo contenção — não por escolha estética, mas por necessidade.
Ao longo do episódio, falamos sobre como esse contexto afeta o consumo, as escolhas do dia a dia, a relação com marcas, serviços, lazer e até com o próprio descanso. Não como julgamento, mas como leitura de um tempo em que o foco saiu da expansão e foi para a sustentação.
A pergunta que atravessa a conversa é simples e profunda ao mesmo tempo: quando viver passou a exigir tanto?
Um episódio para quem sente que o cotidiano ficou mais trabalhoso, para quem percebe mudanças silenciosas no jeito de consumir e para quem quer entender melhor o comportamento das pessoas — sem romantizar, sem dramatizar, mas com atenção ao que está realmente acontecendo.
#113 SINGLE ECONOMY - O singular no centro do consumo
2026/01/21
Single Economy é quando o “eu” vira unidade econômica. É a vida organizada para uma pessoa só: morar sozinho, decidir sozinho, consumir de outro jeito. Não é fase de transição, nem intervalo entre uma coisa e outra. É estrutura. E ela cresce rápido no Brasil.
Esse episódio parte exatamente desse tipo de situação cotidiana para conversar sobre a Single Economy e sobre como viver sozinho deixou de ser exceção para virar realidade. O que muda quando o “eu” vira unidade de consumo? Muda o jeito de comprar, de pagar, de morar, de se relacionar com marcas — e até de definir o que é sucesso na vida adulta.
Um papo sem drama e sem glamourização. Só leitura de mercado, comportamento e cultura, do jeito que dá para usar na vida real e no trabalho.
Dá o play.
#112 A NOVA BELEZA
2026/01/14
A beleza está mudando — não porque perdeu importância, mas porque ficou cansativa do jeito que foi construída.
Por muito tempo, beleza significou correção, controle e performance. Um projeto contínuo de melhoria que nunca termina. Só que o consumidor começou a recuar. Não por rejeição à estética, mas por exaustão.
A chamada nova beleza não elimina produtos, rotinas ou desejo. Ela desloca o sentido. Menos promessa de transformação. Mais conforto, pertencimento e verdade. Menos espetáculo. Mais continuidade.
Neste episódio do Tendências de Mercado e Consumo, a conversa não é sobre maquiagem ou skincare da moda. É sobre comportamento, consumo e marcas lidando com corpos reais, tempos reais e expectativas mais humanas.
Não é um ataque nem uma defesa da indústria da beleza.É uma leitura de mercado.
Porque entender a nova beleza é entender o que as pessoas estão tentando preservar quando escolhem consumir de outro jeito.
#111 O FUTURO DAS FÉRIAS
2026/01/07
Férias mudaram de status.
Elas deixaram de ser um intervalo improvisado entre duas obrigações e passaram a ocupar um lugar estratégico na vida das pessoas. Planejadas, protegidas e cada vez mais associadas à qualidade do tempo, ao bem-estar e à sensação de escolha bem feita.
Neste episódio, eu exploro o futuro das férias na era 2026+.Por que descanso virou ativo.Como a personalização transforma o jeito de escolher destinos.O crescimento do JOMO, das férias sem checklist.O impacto do overtourism e a busca por lugares mais respiráveis.A ascensão dos destination dupes como alternativa inteligente aos destinos óbvios.E o amadurecimento do set jetting, onde o que se busca não é o cenário, mas a sensação.
Com dados de Euromonitor, Expedia, Kayak, Mintel e exemplos culturais que ajudam a sentir o ritmo dessa nova fase, este episódio é um convite para repensar férias, lazer e experiência — como consumidor e como marca.
Porque, daqui pra frente, férias não são sobre ir mais longe.São sobre ir melhor.
Dê o play.
#110 ANTI-ALGORITMO - A volta da escolha humana
2025/12/17
Por anos, a promessa foi simples: deixe comigo.O feed escolhe, recomenda, antecipa, organiza.
Só que, aos poucos, a conveniência virou condução.E o que parecia ajuda começou a parecer piloto automático.
Neste episódio, eu exploro o movimento Anti-Algoritmo.Não como rejeição à tecnologia, mas como desejo de recuperar agência.Agência sobre o que entra na cabeça. Sobre o que vira desejo. Sobre o que vira compra. Sobre o que vira rotina.
Tem um link direto com o episódio Consumidor Líquido.Se a identidade muda o tempo todo, o algoritmo tenta congelar um recorte e insistir nele.O Anti-Algoritmo é a fluidez pedindo direção própria.
Ao longo do episódio, eu destrincho como esse comportamento aparece na prática.Trocar feed por busca. Preferir formatos fechados, com começo, meio e fim. Recorrer à curadoria humana para simplificar escolhas. Criar regras simples para não viver em loop.
E eu puxo isso para estratégia no Brasil.O que muda quando o consumidor sai do “me mostra” e volta para o “me ajuda a decidir”.Varejo, conteúdo, saúde e beleza, educação, turismo e B2B. Tudo muda quando clareza vira valor.
A Mintel nomeia essa tendência.E o debate sobre transparência e escolha do usuário aparece também em discussões regulatórias e em estudos sobre como a ordem do feed afeta percepção e comportamento.
No fim, eu fecho com um ponto que atravessa o próprio podcast.Podcast é curadoria. Tem tese. Tem ritmo. Tem fim.E, hoje, isso já é um gesto Anti-Algoritmo.
Se este episódio te fizer ajustar uma coisa pequena, já valeu.Uma busca no lugar do feed. Um comparativo antes do clique. Um conteúdo fechado no lugar do infinito.
#109 NOVA SUSTENTABILIDADE - O prazer de regenerar
2025/12/10
A sustentabilidade que conhecemos por anos foi pesada.Urgente, carregada de culpa, cheia de proibições e sempre com um alerta no fundo do peito.Só que algo está mudando — de forma silenciosa, sensorial e profundamente humana.
As pessoas não querem mais ouvir sobre o fim do mundo.Querem participar do começo de um outro.E essa participação não nasce do medo: nasce do prazer, da estética e da imaginação.
Neste episódio, exploro por que a nova sustentabilidade troca o “faça a sua parte” por “venha experimentar”.Por que o futuro deixa de ser aviso e volta a ser convite.E como marcas, cidades e experiências estão transformando regeneração em algo vivo, leve e desejável — algo que faz sentido repetir porque faz bem, não porque pesa.
A nova sustentabilidade é isso:menos moral da história, mais experiência sensorial.menos sacrifício, mais encantamento.menos “não pode”, mais “olha que bonito viver assim”.
Se você trabalha com comportamento, marcas, inovação — ou simplesmente deseja enxergar o planeta com mais leveza — este episódio é um respiro.
Um convite para imaginar futuros possíveis.E, principalmente, para vivê-los de forma prazerosa no presente.
#108 CONSUMIDOR LÍQUIDO - Segmentação em upgrade
2025/12/03
Hoje eu te convido a olhar para o consumidor com outros olhos.Não como um perfil fixo, uma persona rígida ou um segmento bem comportado.Mas como alguém em movimento constante.
Afinal, quem somos nós ao longo de um único dia?A versão produtiva da manhã?A versão criativa das três da tarde?A versão introspectiva da noite?
Se nós mudamos o tempo todo, por que o mercado ainda insiste em nos tratar como estáticos?
Neste episódio, exploramos o Consumidor Líquido — essa pessoa que flui entre humores, contextos, desejos e narrativas com a mesma naturalidade com que troca de playlist.Falamos da crise silenciosa da segmentação tradicional, da inspiração nas tendências da WGSN e das oportunidades para marcas que conseguem acompanhar essas múltiplas versões do cliente.
E para deixar tudo mais vivo, tem história, tem exemplos reais, tem reflexão estratégica…Tem tudo aquilo que ajuda a transformar comportamento em direção.
Se você trabalha com marketing, branding, inovação, produtos, pesquisa ou simplesmente gosta de entender gente, esse episódio é um abraço e um convite.
Mencionei um livro ao final do episódio: Muito além da sorte - Processos inovadores para entender o que os clientes querem Livro do autor Clayton Christensen que explica a teoria dos trabalhos: JOBS TO BE DONE: https://youtu.be/azDyMjYfLGw
#107 O FUTURO "FALA ASIÁTICO"
2025/11/26
A Ásia não está apenas influenciando o mundo.Ela está reorganizando a forma como a gente vive, consome, cria, sente e se relaciona com o cotidiano. Do design japonês que acalma ao ritmo coreano que emociona, da fluidez tecnológica chinesa às práticas de bem-estar indianas, apresença asiática deixou de ser tendência distante para se tornar parte da rotina de milhões de pessoas.
Neste episódio, mergulhamos na Next AsianWave, a tendência apontada pela Euromonitor como uma das forças mais transformadoras dos próximos anos. Mas não pela superfície. Observamos o que está por trás da estética, dos rituais, das tecnologias e das narrativas que vêm moldando novos padrões de consumo e comportamento.
A Coreia mostra como cultura pode virar sistema. O Japão revela a beleza do essencial. A China antecipa fluxos digitaisque o Ocidente ainda tenta acompanhar. A Índia oferece profundidade e propósito. E o Sudeste Asiático traz uma criatividade jovem que se espalha sem esforço.
O resultado é um futuro mais múltiplo, mais sensorial, mais integrado e, principalmente, mais humano. Um futuro que chega sem barulho, mas muda tudo. Porque ele não é imposto. Ele convive.
Neste episódio, você vai entender por que a Ásia não está apenas definindo tendências. Está abrindo caminhos. E o que isso significa para marcas, para consumo e para a forma como vivemos.
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