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Universo Produção

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Categories
Country
United States
This podcast has
209 episodes
Explicit
No
Date created
2019/10/04
Latest episode
2026/07/23
Average duration
109 min.
Release period
12 days

Description

Debates sobre o cinema brasileiro e internacional realizados durante os eventos produzidos pela Universo Produção, responsável pela Mostra de Cinema de Tiradentes, Mostra de Cinema de Ouro Preto - CineOP, Mostra de Cinema de Belo Horizonte - CineBH e Brasil CineMundi.

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21ª - MEMÓRIAS DOS PRIMEIROS FILMES, PARTE 3: CINEMA E IMAGINAÇÃO
2026/07/23
A fabulação poética contamina a fatura realista de Cristais de Sangue (1975) e Girimunho (2011). O  filme pioneiro de Luna Alkalay é uma mitologia fantástica do coração da Chapada Diamantina , enquanto o primeiro longa de Clarissa Campolina, em parceria com Helvécio Martins Jr, ficcionaliza o cotidiano encantado do sertão mineiro. Apesar da distância temporal de quase quatro décadas que apartam as obras e de suas singularidades autorais, essas duas realizadoras reimaginam as possibilidades de libertação de suas figuras femininas, enlaçadas em lutas e lutos, convidando-nos a mergulhar em seus mistérios.    Convidadas: Clarissa Campolina – diretora, montadora e professora – Anavilhana | MGLuna Alkalay – diretora | SPMediação: Juliana Gusman – curadora Temática Histórica | MG
21ª - MEMÓRIAS DOS PRIMEIROS FILMES, PARTE 2: CINEMA E PODER
2026/07/23
Tata Amaral despontou nos áridos anos 1990, enquanto Juliana Antunes viabilizou seu primeiro longa no final da última década. Se quase vinte anos separam a crueza urgente e realista de “Um céu de estrelas” (1996) e o realismo fabulativo, mundano e sedutor de “Baronesa” (2017), as duas realizadoras se encontram no desvelamento e nas esquivas de um poder cotidiana e interseccionalmente opressor, que insiste em se infiltrar, até mesmo, em nossos espaços mais íntimos. Convidadas: Juliana Antunes – diretora | MGTata Amaral – produtora e diretora – Tangerina Entretenimento | SP Mediação: Juliana Gusman – curadora Temática Histórica | MG
21ª CINEOP - MEMÓRIAS DOS PRIMEIROS FILMES, PARTE 1: HELENA SOLBERG E LUCIA MURAT CONTRA AUTORITARISMOS
2026/07/23
Helena Solberg é uma das mais longevas cineastas no Brasil, mulher rara na direção nos anos 1960, quando começou, associada ao feminismo de então. Lúcia Murat tem uma das filmografias mais contínuas, politizadas e extensas no cinema brasileiro. As duas cineastas, que não se limitam a formas e gêneros cinematográficos únicos, estrearam com filmes de envergadura política que, de alguma forma, estabeleceram nortes para suas carreiras: uma, ao início na ditadura militar, outra ao final. Suas obras distintas são entrelaçadas pela linha fina das agruras da repressão e das tentativas emancipatórias de contorná-las. Convidadas: Helena Solberg – cineasta homenageada 21ª CineOP | RJLucia Murat – diretora e produtora | RJMariana Tavares – professora e pesquisadora de cinema – UFMG | MG Mediação: Juliana Gusman – curadora Temática Histórica | MG
14ª MCTSP - SOBERANIA IMAGINATIVA: QUESTÕES PARA UM DEBATE
2026/03/26
“Soberania” refere-se à autonomia econômica e à livre expressão da vontade popular, sem interferências externas, tema absolutamente atual. Porém, soberania também tem a ver com a dimensão simbólica que é o campo da arte, da criação da imaginação. Por “soberania imaginativa”, tema da Mostra de Tiradentes, entende-se a capacidade de conceber o improvável, abrir caminhos inesperados e forjar novas imagens do que podemos ser e pensar. Nesse novo cenário internacional da indústria das imagens, qual é o lugar do cinema, em especial o do cinema brasileiro? No cenário contemporâneo, em que as Big Techs concentram o controle global da infraestrutura digital e das lógicas algorítmicas que organizam a informação, esse debate torna-se central no Brasil, onde a economia do audiovisual e as políticas públicas têm buscado criar condições para existir soberanamente. Diante desse contexto, colocam-se algumas questões centrais: que papel o cinema, em especial o brasileiro, pode desempenhar nesse processo? Para além da economia, o que significa o pleno exercício da soberania imaginativa no cinema? Convidados: Lincoln Péricles – cineasta | SPRodrigo Teixeira – produtor RT Features | SPMediação: Francis Vogner dos Reis – curador da Mostra Tiradentes | SP
LANÇAMENTO DA PUBLICAÇÃO DO 4º FÓRUM DE TIRADENTES + DEBATE
2026/03/18
No episódio de hoje, você acompanha o lançamento da publicação do 4º Fórum de Tiradentes – Encontro pelo Audiovisual Brasileiro, realizado durante a 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes – edição São Paulo. Apresentamos os principais resultados e reflexões construídos ao longo do Fórum, que reúne diferentes agentes do setor para pensar, de forma coletiva, os caminhos do audiovisual brasileiro. Na sequência, você confere um debate conceitual que parte de uma provocação central: não basta ter filme, como conectar o cinema brasileiro aos seus públicos? Se você gostou desse episódio, não esquece de seguir @universoproducao nas redes sociais para acompanhar mais conteúdos como este.
CONVERGÊNCIAS ENTRE CINEMA E FORMAÇÃO: SABERES, TERRITÓRIOS E PRÁTICAS PARA UMA OUTRA EDUCAÇÃO
2026/03/03
FÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT FORMAÇÃO O painel articula ensino superior, educação básica e práticas não formais para afirmar o cinema como direito cultural e campo de disputa simbólica. Apresenta desafios das convergências entre produção, distribuição/circulação, difusão/exibição, visando à formação de plateias para o cinema brasileiro em diferentes territórios educativos. Aborda o cinema como linguagem artística, memória e produção coletiva de conhecimento. Destaca a inclusão social, a diversidade e o enfrentamento das desigualdades estruturais. Afirma o cinema como prática formativa plural e profundamente política.
PROPOSIÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DE POLÍTICAS PARA O AUDIOVISUAL BASEADAS EM EVIDÊNCIAS
2026/02/27
FÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT OBSERVATÓRIOS Em 2026, o GT Observatórios do Audiovisual propõe debater a importância e os desafios da implementação e do fortalecimento de políticas culturais baseadas em evidências. A mesa reunirá experiências de grupos já consolidados na produção de pesquisas e dados técnicos, voltados ao apoio à tomada de decisões por órgãos públicos, setor privado e terceiro setor, com o objetivo de construir respostas coletivas para o cinema e o audiovisual a partir de dados empíricos.
PRESERVAR PARA EXISTIR: MEMÓRIA, SOBERANIA CULTURAL E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O AUDIOVISUAL BRASILEIRO
2026/02/27
ÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT PRESERVAÇÃO Este painel propõe um diálogo transversal que afirma a preservação audiovisual como um dispositivo estratégico de promoção de direitos, cidadania, soberania cultural e disputa simbólica no Brasil contemporâneo. Embora reconhecida como elemento estruturante do setor audiovisual, esse reconhecimento ainda não se traduziu em ações concretas por parte do poder público, tanto na esfera executiva quanto legislativa, capazes de contribuir para o equilíbrio e a sustentabilidade desse ecossistema. A partir de reflexões e casos concretos, o painel destacará o impacto da preservação na produção contemporânea, na difusão e circulação de obras em diferentes janelas e mercados, bem como na formação de profissionais e na construção de repertórios, referências, identidades e de um projeto de país plural e diverso.
A DISTRIBUIÇÃO E A CIRCULAÇÃO COMO GESTO DE SOBERANIA E ENCONTRO COM OS PÚBLICOS
2026/02/27
FÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT DISTRIBUIÇÃO / CIRCULAÇÃO A distribuição e a circulação de filmes nacionais, tanto no cenário nacional quanto no internacional, configuram-se como dimensões fundamentais para nossa soberania imaginativa e democracia. Ao mesmo tempo em que é necessário disputar espaços de exibição já consolidados e garantir isonomia nas políticas públicas, é possível observar tecnologias brasileiras que tensionam e desestabilizam o modelo tradicional. Diante de uma concepção plural, circular e não binária, coloca-se o desafio: como ampliar o horizonte de imaginação para políticas públicas que assegurem modos próprios de distribuir e circular obras audiovisuais, fortalecendo a experiência social e política de encontro com os públicos?
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: DIVERSIDADE, EQUILÍBRIO E SUSTENTABILIDADE NO AUDIOVISUAL
2026/02/27
Reunião do FÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT PRODUÇÃO. Este grupo de trabalho propõe investigar práticas de produção audiovisual que reconheçam a diversidade de agentes, narrativas, territórios e modelos de atuação como elemento central para o fortalecimento do setor. O debate parte da necessidade de construir relações mais equilibradas entre criação, mercado e políticas públicas, compreendendo a produção como um espaço de negociação permanente entre dimensões artísticas, econômicas e institucionais. Ao valorizar o trabalho coletivo, as redes de colaboração e os diferentes arranjos produtivos, o GT busca refletir sobre caminhos que promovam maior estabilidade, profissionalização e continuidade das atividades no audiovisual.
ESTRATÉGIAS PARA A AMPLIAÇÃO DO ACESSO E PARA A SUSTENTABILIDADE DO SETOR DE EXIBIÇÃO NO NOVO ECOSSISTEMA AUDIOVISUAL
2026/02/26
FÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT EXIBIÇÃO / DIFUSÃO A necessidade de expansão e diversificação do circuito exibidor e das formas de difusão audiovisual é consensual e urgente. A partir da compreensão da realidade trazida por profissionais com experiências ligadas às salas comerciais, a plataformas de streaming independentes, a festivais e circuitos públicos, esta mesa mapeará as prioridades políticas e as necessidades estruturais de um segmento que está no centro das transformações trazidas pela tecnologia.
INTERNACIONALIZAÇÃO DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO: ESTRATÉGIAS, DESAFIOS E POTENCIALIDADES
2026/02/13
O audiovisual brasileiro vive um momento de ampliação de sua presença no cenário global. A mesa propõe debater políticas públicas, estratégias e desafios da internacionalização do setor no contexto contemporâneo, com foco na circulação internacional de obras, nas coproduções e na participação do Brasil em mercados e festivais. Estarão em pauta programas e iniciativas da APEX Brasil, da ANCINE e da Secretaria do Audiovisual (SAV), além de trocas de experiências, identificação de potencialidades e perspectivas para o aprimoramento dos mecanismos de fomento e estratégias que fortalecem a presença do audiovisual brasileiro no mundo. Convidados: André Araújo Virgens – Coordenador de Políticas para Difusão e Internacionalização – Sav / MinC | DFDaniel Tonacci – coordenador de Programas Internacionais da Ancine | RJJúnia Matsuura – produtora, distribuidora We Are Here / Abrasia | AlemanhaMariele Christ – coordenadora de indústria e serviços da  Apex Brasil | DFRodrigo Teixeira – RT Features | SPMediação: Débora Ivanov – Coordenadora Geral do 4º Fórum de Tiradentes | SP
REGULAÇÃO DAS PLATAFORMAS DE STREAMING BRASIL: O QUE ESTÁ EM DEBATE NESTE MOMENTO?
2026/02/13
A mesa aborda os Projetos de Lei nº 2.331/2022 e nº 8.889/2017, em trâmite no Congresso Nacional, com foco nos tópicos que têm se mostrado os mais sensíveis: a alíquota, os descontos e o formato da tributação sobre os diferentes modelos de plataforma; as garantias de estímulo à produção brasileira independente; a cota de conteúdo nacional; e a garantia de uma janela entre cinema e VoD. O objetivo desta conversa é esclarecer os aspectos não só setoriais, mas também políticos desse debate que está há nove anos no Legislativo. Convidados: Jandira Feghali – Deputada Federal – PcdoB | RJJoão Brant – Secretário de Políticas Digitais – Secom – Presidência da República | DFMariza Leão – Produtora Audiovisual | RJPatrícia Barcelos – Diretora da Ancine |RJTiago de Aragão – Diretor Centro-Oeste da API | DFMediação: Ana Paula Sousa – coordenadora GT Exibição / Difusão | SP
CONVERGÊNCIAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS NA GESTÃO DE FOMENTO AUDIOVISUAL: PNAB, ARRANJOS REGIONAIS E FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL (FSA)
2026/02/13
A mesa discute a articulação das políticas públicas para o audiovisual brasileiro a partir de modelos nacionalizados de gestão compartilhada, com foco no Programa Nacional Aldir Blanc (PNAB), nos Arranjos Regionais e no Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O debate reúne gestores públicos para analisar modelos de governança federativa, mecanismos de fomento e desafios de implementação na relação entre União, estados e municípios, destacando a descentralização de recursos e o fortalecimento dos ecossistemas audiovisuais regionais. Lançamento do Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025, que consolida um amplo diagnóstico sobre a estrutura e o funcionamento das políticas públicas de audiovisual em estados e municípios participantes da Linha de Arranjos Regionais.Convidados: Eliane Parreiras – Secretária Municipal de Cultura e Belo Horizonte e Presidente do Fórum Nacional de Secretários Municipais de Cultura das Capitais | MGMilena Evangelista – diretora de Formação e Inovação Audiovisual – SAv/MinC | DFRoberta Cristina Martins – Secretária de Articulação Federativa e Comitês de Cultura – MinC | DFMediação: Alessandra Meleiro – coordenação GT Observatórios | SP
SOBERANIA IMAGINATIVA: QUESTÕES PARA UM DEBATE
2026/02/11
“Soberania” refere-se à autonomia econômica e à livre expressão da vontade popular, sem interferências externas. No cenário contemporâneo, em que as Big Techs concentram o controle da infraestrutura digital, dos fluxos de dados e das lógicas algorítmicas que organizam a informação em escala global, esse debate torna-se especialmente central no Brasil. A verticalização de serviços, a opacidade contratual e a evasão fiscal caracterizam essas empresas, que também impõem ritmos, modos e formas de percepção capazes de moldar desejos, medos e experiências, dentro e fora do campo audiovisual. O resultado é uma uniformização da experiência sensível e um progressivo empobrecimento da imaginação. Por “soberania imaginativa”, entende-se a retomada da autonomia de sentir e imaginar: a capacidade de conceber o improvável, abrir caminhos inesperados e forjar novas imagens do que podemos ser e pensar. Diante desse contexto, colocam-se algumas questões centrais: que papel o cinema pode desempenhar nesse processo? O que significa o pleno exercício da soberania imaginativa no cinema? Convidados: Hernani Heffner – editor, ator, programador e consultor | RJ Julia Alves – produtora | MG/SP Lincoln Péricles – cineasta, roteirista e produtor |SP Mediação: Juliano Gomes – curador de longas da 29ª Mostra Tiradentes | SP

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