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MULHERES DE 50

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This podcast has
170 episodes
Explicit
No
Date created
2020/03/17
Latest episode
2026/05/19
Average duration
64 min.
Release period
14 days

Description

Um dos três podcasts de saúde e bem-estar mais admirados do país pelo Prêmio Einstein 2023. Somos quatro irmãs que discutem o que significa ter 50 anos hoje: Tereza, 60, é jornalista e mora em São Paulo, capital; Lúcia, 58, é médica ginecologista e obstetra em Toledo, no Paraná; Marilza, ou Mel, 56 anos, é veterinária em Naviraí, no Mato Grosso do Sul; e Sandra, 53 anos, é advogada em Curitiba, Paraná. Uma vez por semana, as quatro se reúnem virtualmente para uma conversa descontraída sobre os desafios da idade, relembrar os ícones de sua geração e dar dicas Maduras.

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T 17 : EPS 10 - Perda auditiva | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/05/19
Você sabia que cuidar da audição é um dos fatores mais importantes para prevenir a demência? No encerramento da 17ª temporada, o Mulheres de 50 recebe o otorrinolaringologista Fernando de Andrade Balsalobre, presidente do Comitê de Comunicação da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, para um papo urgente sobre longevidade e bem-estar. Desmistificamos a presbiacusia (a perda auditiva após os 50 anos) e seus sinais sutis, como o zumbido e a dificuldade de entender conversas. O Dr. Fernando explica a conexão vital entre escutar bem e a saúde cognitiva, além de mostrar como a Inteligência Artificial revolucionou as próteses auditivas, tornando-as discretas e superconectadas. Conversamos também sobre os distúrbios do sono, como a apneia, que aumentam na pós-menopausa. 💤 Não deixe o silêncio te isolar! Siga o Mulheres de 50 — Top 3 no Prêmio Einstein — ouça o episódio completo e compartilhe com quem você ama! 🎧
T 17 : EPS 09 - O que aprendemos? Um guia de sobrevivência (e brilho!) pós-50
2026/05/12
Chegamos ao momento de olhar para trás e consolidar tudo o que essa jornada pela saúde nos ensinou! No episódio de hoje, as irmãs Gomes se reúnem na sala de estar para uma recapitulação poderosa dos 8 encontros que mudaram nossa visão sobre o envelhecimento. Cada uma de nós trouxe um destaque especial: Mel: Impactada pelas revelações sobre Demências com a Dra. Raquel Molina (UFF). Lúcia: Nossa médica destaca a aula sobre Menopausa da Dra. Dolores Pardini (Unifesp). Tereza: Impressionada com as estratégias de Saúde Cardiovascular do Dr. Leonardo Jorge de Paula (InCor). Passamos por ossos, pele, nutrição, sorrisos e até o tabu da incontinência urinária. O veredito dos especialistas? A fonte da juventude é o estilo de vida: movimento, comida de verdade e sono reparador. ✨ Siga nosso podcast, maratone os episódios 1 a 8 e transforme sua maturidade com ciência e autocuidado! 💖
T 17 : EPS 08 - Nutrição estratégica | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/05/05
Neste episódio, entrevistamos a nutricionista Claudia Gladis, 44 anos, sobre nutrição para a longevidade. Ela explica que o ganho de peso após os 50, apesar de a gente comer “a mesma coisa”, ocorre devido à queda do estrogênio, que reduz a sensibilidade à insulina e faz o corpo estocar gordura abdominal, enquanto perde massa muscular. A solução é a nutrição estratégica: - Não restrinja, mude a qualidade. Faça uma dieta anti-inflamatória, priorizando alimentos naturais ("desembalar menos e descascar mais") e mantendo proteínas, carboidratos e gorduras em equilíbrio. - Foco no cérebro: a "neblina mental" causada pela queda hormonal exige "combustível de elite": Ômega 3 (nozes, linhaça, salmão). Claudia diz que o suplemento de Ômega 3 é uma prescrição diária para mulheres 40+. Afirma também que é crucial evitar picos de açúcar, que são "veneno para o cérebro". - Foco no músculo : a proteína é essencial para nutrir músculos contra a sarcopenia. A meta é consumir de 1.2 a 1.5g de proteína por quilo de peso diariamente, distribuindo essa ingestão ao longo do dia para absorção eficiente. - Ajustes de digestão: para facilitar a digestão, fracione as refeições em porções menores e prefira alimentos cozidos. - Jejum intermitente : O JI de 12 horas não traz prejuízo, mas jejuns mais longos (14h) devem ter acompanhamento especializado. Segundo ela, perder refeições após os 50 significa perder oportunidades de consumir nutrientes essenciais para uma vida saudável. - Álcool: o consumo diário não é recomendado, pois causa inflamação e retenção de líquidos. É melhor obter antioxidantes de frutas roxas (uva, amora). Quer saber como fazer uma dieta para uma vida longa e saudável? Ouça o episódio completo. e não deixe de compartilhar com aquela amiga que você sabe que precisa ouvir.
T 17 : EPS 07 - Sorriso é saúde | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/04/28
Quer saber por que mastigar bem nos ajuda a viver mais? A saúde da sua boca pode influenciar diretamente o seu coração e até o funcionamento do seu cérebro. No episódio de hoje, as irmãs Gomes recebem o Dr. Eurípedes Vedovato para desmistificar a ideia de que perder dentes é "coisa da idade". Segundo ele, a ciência já provou que "doença da boca não tratada causa doenças em outras lugares." Descubra como a falta de dentes impacta a absorção de nutrientes essenciais e por que a saúde bucal é um pilar até no combate ao declínio cognitivo. Conversamos também sobre como a queda de estrogênio na menopausa e o uso de antidepressivos afetam o sorriso, além de dicas valiosas sobre bruxismo e autocuidado. 🧠 No final da entrevista, ele faz um alerta: "Seu dentista precisa saber se você tem risco de osteopenia." Ouça e entenda a razão. 👉 Gostou? Siga o podcast e compartilhe com uma amiga!
T 17 : EPS 06 - Demências | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/04/21
Quais são os sinais de demência? Trocar o nome dos filhos ou esquecer o nome de um ator, mas lembrar dois dias depois? Não, isso ainda não é sintoma de demência. Trata-se de um processo natural do envelhecimento, pois agora o cérebro demora um pouco mais para encontrar a informação. No entanto, ir ao supermercado e comprar muitos itens do mesmo produto, deixando outros de fora, ou pagar o mesmo boleto várias vezes, são sinais de preocupação. “Devemos nos preocupar quando essas pequenas coisas começam a impactar a independência e a autonomia”, diz a neurologista Raquel Molina, professora da Universidade Federal Fluminense. “Nunca é um episódio isolado; são coisas que acontecem de forma recorrente”. Nossa entrevistada falou de forma clara e objetiva sobre diagnóstico precoce – que o tratamento ainda não leva à cura – e enfatizou que sim, podemos atuar na prevenção. Segundo ela, a idade é um fator de risco não modificável, mas há fatores modificáveis que respondem por quase 50% do quadro. Esses riscos estão no início da vida (não ter acesso a educação de qualidade), no meio da vida (depressão, diabetes, obesidade, hipertensão, sedentarismo e perda auditiva) e no fim da vida (isolamento social, perda visual e surdez não tratadas). Em todas essas fases, a poluição do ar também é um risco. “As duas mais cruéis, porque não temos controle, são a educação e a poluição do ar”, diz a médica, que é doutora em Neurologia pela Faculdade de Medicina da USP. Ouça e compartilhe com uma amiga.
T 17 : EPS 05 - Perda de xixi | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/04/14
Vamos ser sinceras: tememos perder xixi. Imagine-se numa situação pública e, involuntariamente… Por muito tempo, sentir vergonha e se proteger do mundo era a única saída para uma situação muito comum: a incontinência urinária. Hoje, sabemos que é comum, mas não é normal perder urina (nem pouquinho, ao tossir ou pular). Mais importante: trata-se de uma doença tratável. Quem garante isso é o urologista Angelo Palma Contar, 56 anos, coordenador da residência médica de Urologia no Hospital Cruz Vermelha e professor de Urologia da Universidade Positivo, em Curitiba. “A incontinência é progressiva. Se não for corrigida, leva a isolamento e depressão, porque a pessoa não consegue ter uma vida social”, alerta ele. É comum em senhoras idosas, mas ocorre também em mulheres jovens. As causas mais comuns são múltiplos partos, menopausa, envelhecimento ou bexiga hiperativa. O diagnóstico é feito no consultório, e os tratamentos incluem exercícios (pilates, fisioterapia), hormônios, remédios ou cirurgia sling (coloca-se uma espécie de tipóia para segurar a uretra). Abandone a vergonha: a incontinência urinária é tratável e libertadora. Ah! Homens também têm. "Após a cirurgia, a resposta é muito rápida: opera num dia e depois de 24h a incontinência não está mais lá", diz.
T 17 : EPS 04 - Nossa pele | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/04/07
No episódio de hoje, entrevistamos a dermatologista Michele Barros Toccolini, 47 anos, de Cascavel (PR), sobre cuidados com a pele, cabelos e área dos olhos. Ela destaca a importância da saúde interna — adotar bons hábitos como alimentação equilibrada, hidratação e sono restaurador — aliada aos cuidados externos: limpeza, hidratação e regeneração. A partir dos 50 anos, a menopausa desencadeia mudanças que prejudicam a pele: perdemos colágeno e elastina, e as células, que se renovavam a cada 21 dias na juventude, agora demoram até 60 dias. O resultado? Uma pele mais fina, seca e com menor luminosidade, explica a médica. Aproveitamos a presença da especialista para detalhar a rotina ideal de cuidados, da manhã à noite. Falamos ainda sobre pés, unhas e os tratamentos disponíveis no mercado. “O céu é o limite para procedimentos com respaldo científico”, afirma ela. Só que tudo isso custa caro.
T 17 : EPS 03 - Nossos osssos | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/03/31
Quer proteger seus ossos? Atenção ao tripé da prevenção de doenças ósseas, como a osteoporose: ingestão de cálcio, atividade física e exposição ao sol. Quem diz isso é a fisiatra Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e diretora do Comitê de Ensino e Treinamento da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABMFR). “O cálcio é fundamental para a vida inteira, inclusive para o coração bater”, afirma. A quantidade ideal diária pode ser obtida, além de uma dieta equilibrada, com a ingestão de um pote de iogurte, um copo de leite e uma fatia grossa de queijo todos os dias. No quesito exercícios físicos, “qualquer um é melhor que nenhum”, mas, para cuidar dos ossos, a médica recomenda aqueles que pressionam o osso, como musculação e exercícios de impacto (pular corda ajuda). Anote para não esquecer: mulheres sedentárias podem perder até 2% de massa óssea por ano. O terceiro pilar é a vitamina D, que a fisiatra indica obter com exposição ao sol — ou, para quem não pode, comprando suplemento na farmácia. “Este tripé é importante, mas não é suficiente para tratar osteoporose. Quem já tem a doença precisa de tratamento medicamentoso que impede a perda e estimula a formação de novo osso”, alerta a médica. Compartilhe este episódio com uma amiga.
T 17 : EPS 02 - Nosso coração | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/03/24
Os cientistas sabem há muito tempo que homens desenvolvem doenças do coração mais cedo que as mulheres. O motivo é que, até a meia-idade, o estrogênio nos protege, mas essa proteção desaparece com a menopausa. Para entender melhor essa questão, entrevistamos o cardiologista Leonardo Jorge de Paula, 45 anos, médico do InCor-HCFMUSP e professor na Faculdade Brasileira de Medicina, em São Paulo. Segundo ele, a reposição hormonal não reverte tudo, mas reduz os riscos cardiovasculares porque melhora a disposição para os exercícios, a qualidade do sono e os indicadores do metabolismo, que ajudam o coração. As mulheres com mais de 60 anos são as mais vulneráveis ao infarto, insuficiência cardíaca, arritmias e outras doenças coronárias. O médico diz que “três coisas reduzem drasticamente o risco de doenças do coração: mexer o corpo, cuidar do prato e dormir bem”. Ele ainda recomenda check-up anual para saber como andam a pressão arterial, o colesterol e a glicemia, entre outros fatores de risco. “90% dos fatores de risco do coração são administráveis. Só 10% é genética”, diz. Sobre exercícios, ele lembra o protocolo: misturar aeróbico (caminhada ou corrida) e força, priorizando a recorrência à duração. É melhor fazer 30 minutos de caminhada três vezes por semana do que duas horas apenas no domingo. Na entrevista você vai saber também o que é síndrome do coração partido que, sim, é uma doença do coração.
T 17 : EPS 01 - Nossos hormônios | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/03/17
Estamos de volta com mais uma temporada do Mulheres de 50. Ao longo de 10 episódios, vamos falar sobre saúde e bem-estar, com foco na prevenção de doenças que podem comprometer um envelhecimento saudável, como as cardiovasculares, os cânceres e os transtornos de saúde mental. E por que começar pela menopausa? Porque, quando não é acompanhada e tratada adequadamente, ela pode impactar a saúde física e mental pelo resto da vida. E não estamos falando apenas dos calorões que atrapalham o sono. “O risco cardiovascular aumenta só de a mulher entrar na menopausa”, afirma a endocrinologista Dolores Pardini, 74 anos, pesquisadora e chefe do Ambulatório de Menopausa da disciplina de Endocrinologia da Unifesp. Há ainda a perda de massa muscular, o aumento de gordura abdominal e alterações cognitivas, entre outros danos. “Hoje temos muitos recursos. Mulheres na menopausa podem levar uma vida saudável, dormir bem e manter disposição para o trabalho. Sofre apenas quem não tem informação ou é mal orientada”, diz a médica. Nesta entrevista, a especialista responde a dúvidas frequentes: terapia hormonal engorda? Aumenta o risco de câncer de mama? Testosterona é indicada? Ouça e compartilhe com uma amiga.
T 1 - EPS 01: O primeiro episódio Mulheres de 50
2025/12/04
O que significa ser mulher de 50 nos dias atuais? Com esta pergunta, lançamos em 10 de março de 2020 - um dia antes do início oficial da pandemia da COVID-19 - o podcast “Mulheres de 50”. A ideia original era compartilhar experiências sobre saúde, família, lazer, trabalho e também informações e notícias úteis para essa geração de mulheres que, como dissemos naquele primeiro episódio, se recusa a aceitar a velhice esperada pela sociedade. Para nós, a idade não define como essa mulher contemporânea pensa, age e faz escolhas. Recentemente, aquele primeiro episódio foi excluído pelo Spotify por termos usado um trechinho da música “Pretty Woman”, de Roy Orbison. Agora, reeditado, o republicamos.
T 16 - EPS 10: Há vida depois do divórcio
2025/12/02
Chegamos ao último episódio desta temporada sobre Amor Maduro. E o tema agora é a coragem para acreditar que merecemos tudo o que a vida pode nos oferecer. Afinal, depois dos 50, a gente não tem tempo a perder. O tempo é curto para ficarmos presas a relacionamentos infelizes ou que já não nos completam. Esse foi o tema da conversa com a jornalista Lucinda Pinto, 55 anos, divorciada desde 2018 do homem com quem começou a namorar aos 17. "A gente já não tinha a mesma satisfação a dois; perdemos a tolerância, tudo incomodava", contou Lucinda, mãe de duas filhas adultas. A separação lhe trouxe liberdade e confiança para fazer suas próprias escolhas, como decidir morar sozinha pela primeira vez. Lucinda também se tornou adepta das trilhas, algo que nunca havia experimentado — e foi em uma delas que conheceu o atual namorado. O casal mora em cidades diferentes, e Lucinda está adorando isso: "Tem sido ótimo morar longe". Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe. Até a próxima temporada.
T 16 - EPS 09: Malu e o Casamento às cegas 50+
2025/11/25
Maria Luiza Bruzatto, 64 anos, a Malu, achava que seria difícil encontrar o amor no reality Casamento às Cegas 50+, mas tinha esperanças. Por isso, a gaúcha, que é separada, mãe de dois filhos adultos e empresária, aceitou participar da 5ª temporada do programa que está na Netflix, só com participantes acima de 50 anos. Nesta entrevista, ela conta como foi sua experiência e por que já no primeiro dia dos encontros às cegas soube que não havia se interessado por nenhum dos 15 homens do experimento. O normal seria ela deixar o programa, pois não seguiria para as próximas fases, mas sua capacidade de articulação e humor a alçou à condição de uma espécie de comentarista do programa. O resultado é que Malu, que tinha 600 seguidores no Instagram, agora tem mais de 60 mil. A exposição, no entanto, não a ajudou a encontrar o amor. Ela continua sozinha, mas diz que está pronta para o amor. "Estou feliz com a minha própria vida, mas é bom namorar, gostar de alguém", diz.
T 16 - EPS 08: Redescobri o amor depois dos 60
2025/11/18
Neste episódio, em que estamos falando sobre o amor maduro, trazemos um caso inspirador: aos 63 anos, Eliani Prado conta como redescobriu o amor à beira dos 60, depois da separação de um casamento de duas décadas. Diagnosticada com esclerose múltipla, um pouco antes da pandemia, ela reencontrou um amigo de adolescência, Ettore, também separado e que morava na Argentina. A conexão foi intensa, com longas conversas por texto antes do reencontro presencial, o que resultou em uma relação profunda, companheira e livre de dependências. Por conta do confinamento, o casal passou a morar junto em São Paulo e nunca mais se separou.Eliani destaca a importância do autoconhecimento, afirmando que o amor amadurecido na maturidade é baseado na vontade sincera de estar junto, no respeito, no cuidado mútuo e na diversão, sem pressões ou ciúmes. Ela também ressalta que, mesmo com limitações físicas, o sexo continua sendo uma parte importante e prazerosa do relacionamento, agora sem pressa nem cobranças, celebrando o corpo com suas marcas da vida.Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe.
T 16 - EPS 07: Prefiro ficar sozinha
2025/11/11
Pesquisas mostram que muitas mulheres com mais de 50 anos decidem redescobrir o que realmente importa e optam por viver sozinhas. Os motivos podem incluir a dificuldade de encontrar parceiros compatíveis, o desgaste do processo de encontros ou a busca por autonomia e realização pessoal. A executiva Heloisa Ribeiro, 56 anos, é um exemplo: após a separação, tentou reencontrar o amor, mas se frustrou tanto nos aplicativos quanto na vida real. "Às vezes dá tanto trabalho que não vale o esforço." Atualmente, ela prefere investir seu tempo em amizades, trabalho, leitura e viagens. Para ela, a liberdade de escolher como viver é essencial. “Gosto muito da minha autonomia”, afirma. Heloisa não teme envelhecer sozinha e ressalta que não estar em um relacionamento não significa solidão, mas sim um estilo de vida consciente e pleno. Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe.

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