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MULHERES DE 50

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This podcast has
166 episodes
Explicit
No
Date created
2020/03/17
Latest episode
2026/04/21
Average duration
62 min.
Release period
14 days

Description

Um dos três podcasts de saúde e bem-estar mais admirados do país pelo Prêmio Einstein 2023. Somos quatro irmãs que discutem o que significa ter 50 anos hoje: Tereza, 60, é jornalista e mora em São Paulo, capital; Lúcia, 58, é médica ginecologista e obstetra em Toledo, no Paraná; Marilza, ou Mel, 56 anos, é veterinária em Naviraí, no Mato Grosso do Sul; e Sandra, 53 anos, é advogada em Curitiba, Paraná. Uma vez por semana, as quatro se reúnem virtualmente para uma conversa descontraída sobre os desafios da idade, relembrar os ícones de sua geração e dar dicas Maduras.

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T 17 : EPS 06 - Demências | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/04/21
Quais são os sinais de demência? Trocar o nome dos filhos ou esquecer o nome de um ator, mas lembrar dois dias depois? Não, isso ainda não é sintoma de demência. Trata-se de um processo natural do envelhecimento, pois agora o cérebro demora um pouco mais para encontrar a informação. No entanto, ir ao supermercado e comprar muitos itens do mesmo produto, deixando outros de fora, ou pagar o mesmo boleto várias vezes, são sinais de preocupação. “Devemos nos preocupar quando essas pequenas coisas começam a impactar a independência e a autonomia”, diz a neurologista Raquel Molina, professora da Universidade Federal Fluminense. “Nunca é um episódio isolado; são coisas que acontecem de forma recorrente”. Nossa entrevistada falou de forma clara e objetiva sobre diagnóstico precoce – que o tratamento ainda não leva à cura – e enfatizou que sim, podemos atuar na prevenção. Segundo ela, a idade é um fator de risco não modificável, mas há fatores modificáveis que respondem por quase 50% do quadro. Esses riscos estão no início da vida (não ter acesso a educação de qualidade), no meio da vida (depressão, diabetes, obesidade, hipertensão, sedentarismo e perda auditiva) e no fim da vida (isolamento social, perda visual e surdez não tratadas). Em todas essas fases, a poluição do ar também é um risco. “As duas mais cruéis, porque não temos controle, são a educação e a poluição do ar”, diz a médica, que é doutora em Neurologia pela Faculdade de Medicina da USP. Ouça e compartilhe com uma amiga.
T 17 : EPS 05 - Perda de xixi | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/04/14
Vamos ser sinceras: tememos perder xixi. Imagine-se numa situação pública e, involuntariamente… Por muito tempo, sentir vergonha e se proteger do mundo era a única saída para uma situação muito comum: a incontinência urinária. Hoje, sabemos que é comum, mas não é normal perder urina (nem pouquinho, ao tossir ou pular). Mais importante: trata-se de uma doença tratável. Quem garante isso é o urologista Angelo Palma Contar, 56 anos, coordenador da residência médica de Urologia no Hospital Cruz Vermelha e professor de Urologia da Universidade Positivo, em Curitiba. “A incontinência é progressiva. Se não for corrigida, leva a isolamento e depressão, porque a pessoa não consegue ter uma vida social”, alerta ele. É comum em senhoras idosas, mas ocorre também em mulheres jovens. As causas mais comuns são múltiplos partos, menopausa, envelhecimento ou bexiga hiperativa. O diagnóstico é feito no consultório, e os tratamentos incluem exercícios (pilates, fisioterapia), hormônios, remédios ou cirurgia sling (coloca-se uma espécie de tipóia para segurar a uretra). Abandone a vergonha: a incontinência urinária é tratável e libertadora. Ah! Homens também têm. "Após a cirurgia, a resposta é muito rápida: opera num dia e depois de 24h a incontinência não está mais lá", diz.
T 17 : EPS 04 - Nossa pele | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/04/07
No episódio de hoje, entrevistamos a dermatologista Michele Barros Toccolini, 47 anos, de Cascavel (PR), sobre cuidados com a pele, cabelos e área dos olhos. Ela destaca a importância da saúde interna — adotar bons hábitos como alimentação equilibrada, hidratação e sono restaurador — aliada aos cuidados externos: limpeza, hidratação e regeneração. A partir dos 50 anos, a menopausa desencadeia mudanças que prejudicam a pele: perdemos colágeno e elastina, e as células, que se renovavam a cada 21 dias na juventude, agora demoram até 60 dias. O resultado? Uma pele mais fina, seca e com menor luminosidade, explica a médica. Aproveitamos a presença da especialista para detalhar a rotina ideal de cuidados, da manhã à noite. Falamos ainda sobre pés, unhas e os tratamentos disponíveis no mercado. “O céu é o limite para procedimentos com respaldo científico”, afirma ela. Só que tudo isso custa caro.
T 17 : EPS 03 - Nossos osssos | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/03/31
Quer proteger seus ossos? Atenção ao tripé da prevenção de doenças ósseas, como a osteoporose: ingestão de cálcio, atividade física e exposição ao sol. Quem diz isso é a fisiatra Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e diretora do Comitê de Ensino e Treinamento da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABMFR). “O cálcio é fundamental para a vida inteira, inclusive para o coração bater”, afirma. A quantidade ideal diária pode ser obtida, além de uma dieta equilibrada, com a ingestão de um pote de iogurte, um copo de leite e uma fatia grossa de queijo todos os dias. No quesito exercícios físicos, “qualquer um é melhor que nenhum”, mas, para cuidar dos ossos, a médica recomenda aqueles que pressionam o osso, como musculação e exercícios de impacto (pular corda ajuda). Anote para não esquecer: mulheres sedentárias podem perder até 2% de massa óssea por ano. O terceiro pilar é a vitamina D, que a fisiatra indica obter com exposição ao sol — ou, para quem não pode, comprando suplemento na farmácia. “Este tripé é importante, mas não é suficiente para tratar osteoporose. Quem já tem a doença precisa de tratamento medicamentoso que impede a perda e estimula a formação de novo osso”, alerta a médica. Compartilhe este episódio com uma amiga.
T 17 : EPS 02 - Nosso coração | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/03/24
Os cientistas sabem há muito tempo que homens desenvolvem doenças do coração mais cedo que as mulheres. O motivo é que, até a meia-idade, o estrogênio nos protege, mas essa proteção desaparece com a menopausa. Para entender melhor essa questão, entrevistamos o cardiologista Leonardo Jorge de Paula, 45 anos, médico do InCor-HCFMUSP e professor na Faculdade Brasileira de Medicina, em São Paulo. Segundo ele, a reposição hormonal não reverte tudo, mas reduz os riscos cardiovasculares porque melhora a disposição para os exercícios, a qualidade do sono e os indicadores do metabolismo, que ajudam o coração. As mulheres com mais de 60 anos são as mais vulneráveis ao infarto, insuficiência cardíaca, arritmias e outras doenças coronárias. O médico diz que “três coisas reduzem drasticamente o risco de doenças do coração: mexer o corpo, cuidar do prato e dormir bem”. Ele ainda recomenda check-up anual para saber como andam a pressão arterial, o colesterol e a glicemia, entre outros fatores de risco. “90% dos fatores de risco do coração são administráveis. Só 10% é genética”, diz. Sobre exercícios, ele lembra o protocolo: misturar aeróbico (caminhada ou corrida) e força, priorizando a recorrência à duração. É melhor fazer 30 minutos de caminhada três vezes por semana do que duas horas apenas no domingo. Na entrevista você vai saber também o que é síndrome do coração partido que, sim, é uma doença do coração.
T 17 : EPS 01 - Nossos hormônios | Saúde e bem-estar depois dos 50
2026/03/17
Estamos de volta com mais uma temporada do Mulheres de 50. Ao longo de 10 episódios, vamos falar sobre saúde e bem-estar, com foco na prevenção de doenças que podem comprometer um envelhecimento saudável, como as cardiovasculares, os cânceres e os transtornos de saúde mental. E por que começar pela menopausa? Porque, quando não é acompanhada e tratada adequadamente, ela pode impactar a saúde física e mental pelo resto da vida. E não estamos falando apenas dos calorões que atrapalham o sono. “O risco cardiovascular aumenta só de a mulher entrar na menopausa”, afirma a endocrinologista Dolores Pardini, 74 anos, pesquisadora e chefe do Ambulatório de Menopausa da disciplina de Endocrinologia da Unifesp. Há ainda a perda de massa muscular, o aumento de gordura abdominal e alterações cognitivas, entre outros danos. “Hoje temos muitos recursos. Mulheres na menopausa podem levar uma vida saudável, dormir bem e manter disposição para o trabalho. Sofre apenas quem não tem informação ou é mal orientada”, diz a médica. Nesta entrevista, a especialista responde a dúvidas frequentes: terapia hormonal engorda? Aumenta o risco de câncer de mama? Testosterona é indicada? Ouça e compartilhe com uma amiga.
T 1 - EPS 01: O primeiro episódio Mulheres de 50
2025/12/04
O que significa ser mulher de 50 nos dias atuais? Com esta pergunta, lançamos em 10 de março de 2020 - um dia antes do início oficial da pandemia da COVID-19 - o podcast “Mulheres de 50”. A ideia original era compartilhar experiências sobre saúde, família, lazer, trabalho e também informações e notícias úteis para essa geração de mulheres que, como dissemos naquele primeiro episódio, se recusa a aceitar a velhice esperada pela sociedade. Para nós, a idade não define como essa mulher contemporânea pensa, age e faz escolhas. Recentemente, aquele primeiro episódio foi excluído pelo Spotify por termos usado um trechinho da música “Pretty Woman”, de Roy Orbison. Agora, reeditado, o republicamos.
T 16 - EPS 10: Há vida depois do divórcio
2025/12/02
Chegamos ao último episódio desta temporada sobre Amor Maduro. E o tema agora é a coragem para acreditar que merecemos tudo o que a vida pode nos oferecer. Afinal, depois dos 50, a gente não tem tempo a perder. O tempo é curto para ficarmos presas a relacionamentos infelizes ou que já não nos completam. Esse foi o tema da conversa com a jornalista Lucinda Pinto, 55 anos, divorciada desde 2018 do homem com quem começou a namorar aos 17. "A gente já não tinha a mesma satisfação a dois; perdemos a tolerância, tudo incomodava", contou Lucinda, mãe de duas filhas adultas. A separação lhe trouxe liberdade e confiança para fazer suas próprias escolhas, como decidir morar sozinha pela primeira vez. Lucinda também se tornou adepta das trilhas, algo que nunca havia experimentado — e foi em uma delas que conheceu o atual namorado. O casal mora em cidades diferentes, e Lucinda está adorando isso: "Tem sido ótimo morar longe". Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe. Até a próxima temporada.
T 16 - EPS 09: Malu e o Casamento às cegas 50+
2025/11/25
Maria Luiza Bruzatto, 64 anos, a Malu, achava que seria difícil encontrar o amor no reality Casamento às Cegas 50+, mas tinha esperanças. Por isso, a gaúcha, que é separada, mãe de dois filhos adultos e empresária, aceitou participar da 5ª temporada do programa que está na Netflix, só com participantes acima de 50 anos. Nesta entrevista, ela conta como foi sua experiência e por que já no primeiro dia dos encontros às cegas soube que não havia se interessado por nenhum dos 15 homens do experimento. O normal seria ela deixar o programa, pois não seguiria para as próximas fases, mas sua capacidade de articulação e humor a alçou à condição de uma espécie de comentarista do programa. O resultado é que Malu, que tinha 600 seguidores no Instagram, agora tem mais de 60 mil. A exposição, no entanto, não a ajudou a encontrar o amor. Ela continua sozinha, mas diz que está pronta para o amor. "Estou feliz com a minha própria vida, mas é bom namorar, gostar de alguém", diz.
T 16 - EPS 08: Redescobri o amor depois dos 60
2025/11/18
Neste episódio, em que estamos falando sobre o amor maduro, trazemos um caso inspirador: aos 63 anos, Eliani Prado conta como redescobriu o amor à beira dos 60, depois da separação de um casamento de duas décadas. Diagnosticada com esclerose múltipla, um pouco antes da pandemia, ela reencontrou um amigo de adolescência, Ettore, também separado e que morava na Argentina. A conexão foi intensa, com longas conversas por texto antes do reencontro presencial, o que resultou em uma relação profunda, companheira e livre de dependências. Por conta do confinamento, o casal passou a morar junto em São Paulo e nunca mais se separou.Eliani destaca a importância do autoconhecimento, afirmando que o amor amadurecido na maturidade é baseado na vontade sincera de estar junto, no respeito, no cuidado mútuo e na diversão, sem pressões ou ciúmes. Ela também ressalta que, mesmo com limitações físicas, o sexo continua sendo uma parte importante e prazerosa do relacionamento, agora sem pressa nem cobranças, celebrando o corpo com suas marcas da vida.Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe.
T 16 - EPS 07: Prefiro ficar sozinha
2025/11/11
Pesquisas mostram que muitas mulheres com mais de 50 anos decidem redescobrir o que realmente importa e optam por viver sozinhas. Os motivos podem incluir a dificuldade de encontrar parceiros compatíveis, o desgaste do processo de encontros ou a busca por autonomia e realização pessoal. A executiva Heloisa Ribeiro, 56 anos, é um exemplo: após a separação, tentou reencontrar o amor, mas se frustrou tanto nos aplicativos quanto na vida real. "Às vezes dá tanto trabalho que não vale o esforço." Atualmente, ela prefere investir seu tempo em amizades, trabalho, leitura e viagens. Para ela, a liberdade de escolher como viver é essencial. “Gosto muito da minha autonomia”, afirma. Heloisa não teme envelhecer sozinha e ressalta que não estar em um relacionamento não significa solidão, mas sim um estilo de vida consciente e pleno. Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe.
T 16 - EPS 06: Vale a pena investir nos aplicativos de namoro?
2025/11/04
Seja para marcar um encontro especial, conhecer alguém interessante ou simplesmente viver novas conexões, os apps de namoro viraram grandes aliados de mulheres e homens de todas as idades. Natalia Brasil, 43, que você já ouviu aqui no podcast com o tema do amor-próprio, conta que começou a usar apps aos 37 anos, superando preconceitos e frustrações. Ela recomenda criar regras pessoais para se proteger, investir em um perfil com texto interessante e boas fotos, e manter conversas no app antes de avançar. Para o primeiro encontro, o ideal é escolher locais públicos e observar sinais como incoerências e postura. Natália destaca a importância da paciência, pois é comum enfrentar encontros ruins e ghosting (a pessoa desaparece). Para o público 50+, há os apps especializados como Coroa Metade, Our Time e FINALLY, mas não ignore as opções mais gerais, como Tinder e Bumble. O amor na era digital exige prática e autoconhecimento, mas pode proporcionar relacionamentos incríveis em qualquer fase da vida. Natália, por exemplo, não está mais nos aplicativos porque encontrou seu match perfeito e está morando com ele na Espanha.
T 16 - EPS 05: 5 segredos dos relacionamentos que duram
2025/10/28
Você está (ou pretende estar) em um relacionamento duradouro? Eis os cinco segredos - constatados por pesquisas científicas - para fazê-lo prosperar: mantenha uma proporção de cinco interações positivas para cada negativa; preserve o desejo sexual e o olhar amoroso; compartilhe a vida — tarefas, conversas e decisões; comemore rituais e conquistas, que renovam o vínculo; e busque crescimento conjunto, mantendo a relação viva e interessante. Quem recomenda essas práticas é Ailton Amélio, 77 anos, psicólogo, escritor, comunicador e professor universitário. Ailton é autor, entre outros, do livro Como Conversar: A Arte da Conversa para o Sucesso Pessoal, Amoroso e Profissional. Segundo ele, casais com valores, atitudes e estilos de vida semelhantes têm mais chances de estabilidade — a ideia de que “os opostos se atraem” é rara. Por outro lado, a indiferença (ou “esvaziamento emocional”, como ele define), as brigas frequentes e a traição são os maiores inimigos de um relacionamento duradouro. “O amor é maravilhoso, mas precisa de admiração, diálogo, parceria e renovação constante para durar”, nos disse nesta entrevista imperdível.
T 16 - EPS 04: Amor-próprio: a base de tudo
2025/10/21
Amor-próprio exige prática diária. É a base da nossa saúde emocional. Quem diz isso é Natália Brasil, autora do livro “O amor que vem de dentro: Os pilares do amor-próprio – a base da vida autêntica e plena”. Segundo ela, o amor próprio se sustenta em 12 pilares, entre eles autoconhecimento, autogentileza e autoresponsabilidade. Ela define autogentileza como acolher-se com compaixão, sem exigir perfeição, e agir como uma amiga que oferece cuidado e respeito. Já a autoresponsabilidade significa assumir as próprias decisões, parar de se vitimizar e agir para mudar o que está ao nosso alcance. Outro pilar do amor-próprio, é a autoestima, a opinião que você tem sobre o tipo de pessoa que é. "Quem cultiva amor próprio aprende a impor limites, se conhecer profundamente e se amar antes de amar alguém", diz Natália, catarinense que mora na Espanha e começou a pesquisar o assunto quando fotografava mulheres. "Não é egoísmo se colocar em primeiro lugar, mas um gesto de respeito consigo mesma que fortalece os relacionamentos", diz a autora. Ouça, comente e compartilhe com suas amigas.
T 16 - EPS 03: O amor tem idade?
2025/10/13
Globalmente, a diferença média de idade em casais heterossexuais é de cerca de 4,2 anos, sendo os homens normalmente mais velhos. Um estudo com 36 mil casais em 28 países revelou que os homens tendem a preferir parceiras significativamente mais jovens conforme envelhecem (a cada 5 anos, a idade preferida aumenta 1 ano). Para as mulheres, a diferença de idade do parceiro aumenta cerca de 1 ano a cada 10 anos da sua idade. Isso mostra que, por diversos motivos, são mais raros os relacionamentos entre mulheres mais velhas com homens mais novos. Para discutir esse assunto, o podcast recebeu a psiquiatra Cintia Sayd, 56 anos. Na entrevista, falamos sobre o preconceito, que ainda persiste, e sobre a importância do autoconhecimento para valorizar a própria trajetória e aceitar as transformações do corpo e da vida. “As diferenças (de idade) podem ser pontes; a experiência de um pode se complementar com a energia do outro; o mais importante é a compatibilidade, a conexão emocional e sexual, o respeito e a admiração”, afirma ela. Ouça, comente e compartilhe com suas amigas.

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