
Advertise on podcast: Conversas Sinceras
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5from
This podcast has
164 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
inFINITOExplicit
No
Date created
2021/03/23
Latest episode
2026/08/25
Average duration
40 min.
Release period
23 days
Description
A morte precisa ser integrada à nossa existência. Mas isso não significa que seja fácil. O Movimento inFINITO nasce da vontade de ser um espaço de conversas sinceras sobre o viver e o morrer. Um lugar de acolhimento, conforto e informação. Nestes encontros, Tom Almeida, fundador do movimento, chama para estas conversas convidadas(os) para lá de especiais que nos ajudam a atravessar de maneira mais natural possível os processos de envelhecimento, adoecimento, terminalidade, morte e luto.
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#11: ESPECIAL OUVINTES | Pra quando eu morrer
2026/08/25
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
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Esse episódio não estava programado. Mas a gente ficou sabendo de tanta história boa de ouvintes que não dava pra deixar tudo guardado sem dividir por aqui.
Durante toda a temporada Pra quando eu morrer, você acompanhou a minha jornada: na consulta médica, no escritório de advocacia, no cemitério e tudo mais. Agora, sou eu que vou de carona com os ouvintes.
No mês de oito anos de aniversário do Movimento inFINITO, a gente vai conhecer oito das cinco mil pessoas que se inscreveram pra participar da jornada. De oito cidades diferentes. Oito histórias diferentes. Oito relações com a vida e com a morte diferentes.
Pessoas que não se conhecem, mas que chegaram até aqui com o mesmo propósito: reduzir a quantidade de dores de cabeça de quem amam depois da própria partida. E, nessas, spoiler: estão tomando a rédea da própria vida e vivendo melhor!
É um relato mais lindo que o outro. Pra nós aqui do inFINITO, uma declaração de amor.
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Estratégia de Mídia: Ellien Saccaro
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich
#10: RESUMÃO | Pra quando eu morrer
2026/08/04
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
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Você ta perdido, chegou agora ou quer recapitular tudo? Dá aqui a mão que a gente vai junto.
Esse episódio é um resumão de toda a temporada “Pra quando eu morrer”, que é o início de um movimento de transformação enorme, com milhares de pessoas. Muita gente que está participando já deu passos concretos e teve um salto de amadurecimento impressionante!
Em pouco mais de 20 minutos te explicamos toda a ideia da jornada “Pra quando eu morrer” e o que você encontra em cada episódio da temporada.
Cinco mil pessoas já estão participando e tirando um baita peso das costas! Muitos dos relatos são de alívio, amor e bem-estar.
Seja bem-vinda, seja bem-vindo!
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Estratégia de Mídia: Ellien Saccaro
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich
#9 ENTREVISTA ALEXANDRE COIMBRA AMARAL | Para quando eu morrer
2026/07/14
Cá estamos com um episódio bônus pra você! Tom Almeida e Juliana Dantas entrevistam o psicólogo e escritor Alexandre Coimbra Amaral. Essa conversa faz parte da temporada Pra quando eu morrer, do Conversas Sinceras, o podcast do Movimento inFINITO.
Um bate-papo informal e gentil com uma das maiores vozes da psicologia brasileira da atualidade. Tom e Juliana conduzem, com a maior leveza possível (inclusive com momentos de descontração), um diálogo sobre questões que envolvem a morte, indicando saídas para que este caminho seja menos complexo.
Você vai encontrar reflexões sobre a importância da comunicação, sobre herança digital, sobre cuidados de fim de vida, sobre legado e muito mais. Uma ferramenta prática e também um abraço para momentos que podem ser difíceis. Seja bem-vinda, seja bem-vindo!
Conheça a temporada:
Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento de organização e redução do sofrimento evitável.
Os oito episódios dessa temporada foram o registro de Tom Almeida tomando decisões pra quando morrer - e te convidando a tomar as suas decisões também. Tom é fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer.
“Eu decidi me resolver de uma vez por todas. Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.”
Tom Almeida
Este é o link que te dá acesso aos conteúdos extras dos 8 episódios da temporada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
#8: COMO SER LEMBRADO DEPOIS DA MORTE? | Pra quando eu morrer
2026/06/30
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
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Este é o 8º e último episódio desta temporada. A gente vai falar sobre como a gente quer ser lembrado depois da morte. Seja por atitudes que ficaram amplamente conhecidas ou por gestos mais singelos, o legado tem a ver com impacto. O impacto que você deixa na sua família, no seu bairro, no seu trabalho ou em uma causa em que você acredita. No fim da sua vida, quando você olhar pra trás… vai ver que o mundo ficou um pouquinho melhor ou um pouquinho pior com a sua passagem por aqui?
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Se você é paciente ou familiar, a Casa Lavanda é pra você: um espaço virtual de acolhimento, informação e conexão pra quem vive os impactos de uma doença grave. É de graça, é só chegar:
https://casa-lavanda.circle.so/home
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich
#7: COMO EU QUERO MEUS RITUAIS? | Pra quando eu morrer
2026/06/23
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
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Este é o 7º e penúltimo episódio da nossa série. Agora, a gente vai falar com mais detalhes sobre rituais de despedida. A importância, as possibilidades e algumas coisas que já estão sendo revistas para que essa experiência não seja pior do que já é. A ética, a estética e os significados que são atribuídos a cada parte desse processo podem ajudar a pessoa que perdeu alguém querido a ter um luto mais saudável.
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Neste episódio, também com entrevista de Larissa Barros
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich
#6: COMO FICA A MINHA VIDA DIGITAL? | Pra quando eu morrer
2026/06/16
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
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O tema desse sexto episódio é herança digital - ou legado digital. A gente vai tentar entender quanto da nossa vida está no digital, qual é o impacto disso na hora em que a gente morre e, principalmente, como evitar que seja mais uma dor de cabeça em meio ao luto de quem fica. E a gente vai escutar junto algumas mensagens enviadas pelos ouvintes que tão fazendo essa jornada comigo.
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Neste episódio, também com entrevista de Larissa Barros
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich
#5: COMO CUIDAR DE QUESTÕES LEGAIS? | Pra quando eu morrer
2026/06/09
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Neste quinto episódio a gente vai falar sobre questões legais. Legais no sentido de lei. Mas vai ser legal no outro sentido também, porque a gente vai falar sobre burocracia sem ser burocrático. E você vai entender que a burocracia não é só uma chatice: é também uma via de expressar amor.
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
Abraços,
Tom
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FICHA TÉCNICA
Idealização e apresentação: Tom Almeida
Estruturação de projeto: Flávio Vieira
Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio
Neste episódio, também com entrevista de Larissa Barros
Criação de conceito visual: Marcela Street
Direção de arte e distribuição: Maju Almeida
Ensaio fotográfico: Bruna Albino
Produção: Gabriela Ferigato
Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves
Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions
Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros
Patrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital
Apoio: Instituto Olga Rabinovich
#4: COMO TOMAR DECISÕES FUNERÁRIAS? | Pra quando eu morrer
2026/06/02
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
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Neste quarto episódio a gente vai falar sobre planejamento funerário.
Se você tem algum pé atrás com esse tema ou torce o nariz só de imaginar os bastidores do setor funerário, eu te peço um voto de confiança. A gente foi atrás de histórias e inovações que mostram que as coisas estão mudando pra melhor.
Você vai comigo conhecer um cemitério-parque enorme, com metade da área sendo de preservação ambiental, animais circulando livremente e obras de arte por toda a parte. Um lugar diferente de tudo o que eu já tinha visto, com projetos de paisagismo e de arquitetura totalmente pensados para acolher pessoas em momentos difíceis.
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por ai “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
Abraços,
Tom
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#3: COMO EU QUERO MEUS CUIDADOS? | Pra quando eu morrer
2026/05/26
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Neste terceiro episódio eu vou descobrir sobre o que eu preciso pensar sobre meus cuidados de saúde caso eu não esteja podendo me comunicar. E eu vou dividir tudo contigo pra que você pense sobre os seus desejos. Existe um documento que serve pra gente deixar todas essas nossas vontades registradas desde já. É o chamado testamento vital.
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Conheça a nossa Casa Lavanda: é um espaço que oferece acolhimento, informação e conexão para pessoas que convivem com doenças graves - sejam elas pacientes ou familiares.
Tudo de graça! Se você está atravessando a jornada de uma doença grave ou é cuidador de uma pessoa que recebeu um diagnóstico, é mais do que bem-vinda ou bem-vindo a participar: casa-lavanda.circle.so/
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Pra quando eu morrer é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por ai “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.
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Abraços,
Tom
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#2: COMO CONVERSAR SOBRE A MORTE? | Pra quando eu morrer
2026/05/19
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Não existe um botão ou um manual pra conversas que dão frio na barriga, principalmente quando o assunto é delicado, como a finitude.
Ter medo do fim é natural. Ter medo de perder quem a gente ama é natural. Então é compreensível que muitas vezes a gente fuja dessa conversa. Mas se as partidas já são desafiadoras por si só, imagina se a gente não conversar sobre pequenas e grandes questões. Tudo pode ficar ainda mais dolorido.
Neste segundo episódio de Pra quando eu morrer a gente vai refletir junto e achar caminhos para as conversas importantes e desafiadoras que fazem parte deste percurso. Esse é o DNA do inFINITO: conversas sinceras sobre viver e morrer. Esse tema vai seguir com a gente durante toda essa temporada, mas a gente considera tão importante que ele ganhou um episódio só dele, e logo no comecinho desse nosso trajeto.
Conversas são feitas por duas pessoas ou mais, cada uma com um ponto de vista, com uma visão de mundo… Cada conversa tem um objetivo, as palavras importam, o tom de voz importa… Isso sem falar nos sentimentos com os quais não sabemos lidar muito bem, e às vezes mal sabemos reconhecer, como medo, vergonha, mágoas… Tudo importa.
Só com informação e conversa é que a gente pode tomar as decisões mais alinhadas aos nossos valores.
Pra quando eu morrer é a nova temporada do nosso podcast - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize. Você está convidado para fazer parte disso: entre no nosso site, conheça detalhes e se inscreva para participar do nosso grupo de WhatsApp, onde haverá informações, materiais extras e troca de figurinhas para que você saiba tudo o que precisa pra começar. É de graça, é só chegar!
https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase
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Beijos e abraços,
Tom
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#1: COMO EU ME ORGANIZO PRA QUANDO EU MORRER? | Pra quando eu morrer
2026/05/12
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Eu não estou doente, espero ainda poder viver muitos e muitos anos. Mas, colocando a mão na consciência, decidi que não quero dar dores de cabeça extras para a minha família quando eu partir. Quero proporcionar a quem me ama a vivência só da dor do luto, não camadas extras de sofrimento. O luto já é suficientemente desafiador.
Deixar a partida organizada envolve coisa que a gente mais ou menos sabe, tipo testamento de bens, plano funerário… Mas muito disso está em uma espécie de ponto cego, cheio de pormenores que a gente nem imagina. Fazer tudo isso sozinho pode ser chato e também emocionalmente desafiador. Mas meu convite é pra que você se organize junto comigo.
Eu estou começando essa trilha agora e quero te dar o caminho das pedras pra que você inicie a sua também. Eu vou estar alguns passos à frente e vou te contando tudo, ta?
Esse é um episódio de bastidores. Você está comigo nas tomadas de decisão pra essa missão de deixar tudo pronto pra quando eu morrer e nas escolhas que a gente aqui do inFINITO está fazendo pra dividir essas informações do melhor jeito contigo.
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Pra quando eu morrer é a nova temporada do nosso podcast - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize. Você está convidado para fazer parte disso: entre no nosso site, conheça detalhes e se inscreva para participar do nosso grupo de WhatsApp, onde haverá informações, materiais extras e troca de figurinhas para que você saiba tudo o que precisa pra começar. É de graça, é só chegar!
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Beijos e abraços, Tom
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Nova temporada: Pra quando eu morrer, por Tom Almeida
2026/04/22
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
Todo mundo tem ou já ouviu alguma história de dor de cabeça que surgiu na hora da morte: um gasto gigantesco não planejado, uma discussão com um parente ao pé do leito, um inventário difícil de resolver, e muuuuita burocracia quando o pensamento e o coração tão em outro lugar.
Pra quando eu morrer é a nova temporada do nosso podcast - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.
Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove Conversas Sinceras sobre Viver e Morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.
Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.
Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por ai “a morte é a única certeza que temos”, né?
A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.
E eu decidi me resolver de uma vez por todas.
Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.
Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e vc vamos fazer isso juntos o meu convite é para que vc entre no nosso grupo de WhatsApp.
Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer
Eu to chegando dia 12 de maio com o primeiro episódio no seu tocador de podcasts favorito.
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#04 - O IMPACTO DO DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA GRAVE NA FAMÍLIA
2025/10/23
O impacto do diagnóstico de doença grave na família
Um diagnóstico de uma doença grave nunca afeta só o paciente, mas toda a sua família e seu núcleo mais próximo de relações.
Muitas vezes, ele cria ou aprofunda silêncios, transforma relações, altera papéis sociais e dinâmicas familiares. Os sentimentos tendem a ficar mais aflorados, as interrogações circulam por toda a parte e a comunicação pode ficar complexa.
A lida do cuidado, das idas a hospitais, acompanhamento e efeitos de tratamentos também alteram a rotina.
Neste quarto e último episódio do 5º Fórum AnaMi de Cuidados para Pessoas com Doenças Graves, vamos ver que é valioso identificar as cascas de banana que podem surgir por falta de comunicação para evitar que novas camadas de sofrimento surjam em um momento que já é suficientemente desafiador.
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Se você é paciente ou familiar impactado por uma doença grave, é mais do que bem-vindo à nossa Casa Lavanda: uma rede social que abriga uma comunidade virtual de acolhimento e informação. Um ambiente de trocas entre iguais, grupos de apoio, aulas, encontros e tudo o que pode te beneficiar a atravessar essa jornada de uma maneira melhor. Você pode participar da cidade, estado ou país onde estiver e é tudo de graça! É só chegar :)
https://casa-lavanda.circle.so/c/boas-vindas/
....................
Instituto Ana Michelle Soares e A.C.Camargo Cancer Center apresentam:
5º Fórum AnaMi de Cuidados para pessoas com Doenças Graves
Uma produção do Movimento inFINITO
Produção: Maju Almeida, Larissa Barros e Flavio Vieira
Direção-geral e produção-executiva: Gustavo Cabral
Apresentação e roteiro: Juliana Dantas e Tom Almeida
Edição e fotografia: Vitor Bergomi
Maquiagem: Larissa Oliveira
Gravado no estúdio Jacarandá Áudio, em São Paulo.
Alimentação: Casa Catering
Pré-Produção: Camila Santos
Operadores de câmera: Rafael Bonini, Caio Brandão e Thiago Trindade
Operadora de áudio: Jennifer Rodrigues
Agradecimentos especiais: Alvenir Soares, Samuel Soares e a todo o staff de voluntariado da Casa Lavanda.
Siga: https://www.instagram.com/paliativas/
#03 - EP03 - POR QUE TEMOS MEDO DE DAR TRABALHO AO FICAR DOENTE?
2025/10/16
Por que temos medo de dar trabalho ao ficar doente?
Quantas vezes você já ouviu ou mesmo disse a frase “não quero dar trabalho”?
Esse jeito de falar não é novo, mas a velocidade dos dias atuais nos empurra ainda mais para este lugar. Quer exemplos?
Se antes um amigo ou um parente nos oferecia uma sopa quando ficávamos resfriados, hoje, com alguns poucos cliques no celular, conseguimos que a comida chegue na porta da nossa casa. Se antes pedíamos a alguém próximo nos buscar no aeroporto na volta de uma viagem, hoje rapidamente conseguimos um carro por aplicativo que cumpre a função.
Não dá para negar que sejam comodidades, mas são comportamentos que vão nos afastando de uma vida em comunidade, da vinculação com outras pessoas e, principalmente, de saber pedir e aceitar ajuda.
Contaram pra gente que a autossuficiência é um grande valor e a gente acreditou. E aí, se em algum momento precisamos de cuidados, de maneira temporária ou definitiva, não estamos minimamente preparados para aceitá-los e para conviver com uma dependência parcial ou total dos outros.
Neste terceiro episódio do 5º Fórum AnaMi de Cuidados para Pessoas com Doenças Graves, vamos falar sobre os desafios de se deixar cuidar. Como podemos tirar o cuidado de um lugar tão negativo quanto é o pânico de “dar trabalho”? Como não nos sentirmos um fardo? Como enxergar as oportunidades de vínculo e conexão que moram em oferecer e aceitar ajuda? Como mudar a mentalidade que só vê um paciente como alguém passivo e reconhecer o quão ativos podemos ser no nosso próprio cuidado?
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Apoio: Instituto Olga Rabinovich
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#02 - COMO TORNAR O TRATAMENTO DE UMA DOENÇA GRAVE MAIS EFICAZ
2025/10/09
Como tornar o tratamento de uma doença grave mais eficaz
Doenças graves trazem consigo sintomas, os tratamentos para elas trazem consigo efeitos colaterais e tudo isso é sinônimo de sofrimento e desconforto para pacientes e familiares.
Mas e se a gente te contasse que já existem maneiras de tornar o tratamento de uma doença grave mais eficaz minimizando ou mesmo zerando esses incômodos todos?
Mapeamos os perfis de pessoas que convivem com doenças graves e detectamos que quanto mais informação de qualidade cada paciente e cada familiar tiver, mais condições de administrar o dia a dia da jornada de adoecimento eles terão.
Afinal, a autonomia e o poder de decisão só são reais mesmo quando todas as cartas estão na mesa.
Neste segundo episódio do 5º Fórum AnaMi de Cuidados para Pessoas com Doenças Graves, vamos falar sobre como buscar o alívio de sintomas e de efeitos colaterais, dos impactos positivos dessa busca na qualidade de vida e, consequentemente, nos efeitos dos tratamentos. O cuidado integral, o controle da dor, o apoio emocional e o resgate da autonomia são fundamentais para garantir que a voz do paciente seja ouvida, validada e norteadora no dia a dia do cuidado.
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