
Advertise on podcast: FEMINA
This podcast has
118 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
Vanessa AugustoExplicit
No
Date created
2021/04/22
Latest episode
2026/01/09
Average duration
54 min.
Release period
31 days
Description
Uma mulher artista é convidada a responder quase sempre às mesmas questões. Em cada episódio, falamos das escolhas que foram necessárias, das histórias que trocaram os caminhos, das dores de crescimento, das aprendizagens pessoais e dos obstáculos que foram necessários ultrapassar, para que cada uma dessas mulheres consiga, hoje, celebrar o lugar que conquistou na cultura dos nossos dias. Este é um podcast para escutar as mulheres da nossa cultura e para compreender porque fazem o que fazem, da maneira que fazem.
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Cátia Pinheiro
2026/01/09
Cátia Pinheiro nasceu no Porto, em 1980. É formada em Teatro pela Academia Contemporânea do Espetáculo (2000). Estreou-se profissionalmente como atriz em 1999, tendo ao longo da sua carreira como atriz trabalhado com vários encenadores e estruturas como António Fonseca, Nuno Cardoso, Nuno Carinhas, Diogo Infante, Tiago Rodrigues, Nuno M. Cardoso, Marcantónio Del’Carlo, António Villareal, Philippe Quesne, Cão Solteiro, entre outros.Enquanto criadora, co-criou e interpretou os espetáculos “Receita para me Ouvires”, (2006), “A Festa”, (2008), “Geopolítica do Caos” (2009), “WTF?” (2010), “Wanted” (2015), “Uma Gaivota”(2016), “Geocide” (2017) e “The End” (2017), “M’18” (2018), “Pathos” (2019), “Party” (2019), “Língua” (2020), “F…”, “O Meu Primeiro Corpo” (2022), “descobri-quê?” (2023) e “Carta à Matilde” (2023). Em 2009 criou a Estrutura Associação Cultural com José Nunes, com quem partilha a direção artística. Foi responsável pela conceção plástica da maioria dos espetáculos da Estrutura e da instalação “Terceira Via” para o espetáculo de Rogério Nuno Costa (Festival Circular, 2013). Em 2011, foi bolseira do Centro Nacional de Cultura, onde desenvolveu o projeto de investigação “Projeto Rua”.Cátia Pinheiro participa na adaptação do texto, encenação, cenografia e interpretação de TITUS, que parte da peça Titus Andronicus, de William Shakespeare, uma das suas primeiras tragédias, marcada por uma violência extrema e por temas como o trauma de guerra, o desejo de vingança, a relação com o poder, a autocracia, a misoginia e a ausência de limites para atingir um fim, seja ele político ou pessoal. A peça estará no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, entre os dias 16 e 25 de janeiro.
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Inês Thomas Almeida (ao vivo no Festival Setentrional)
2025/12/31
Este episódio foi gravado ao vivo no Festival Setentrional a 3 de julho de 2025, a convite do Ponto C, em Penafiel. Captação de som por Pedro Guedes. Um agradecimento especial à Mónica Guerreiro e toda equipa de produção do Ponto C. Inês Thomas Almeida é musicóloga, doutorada em Ciências Musicais Históricas pela Universidade Nova de Lisboa, tendo recebido, pela sua tese O olhar alemão: as práticas musicais em Portugal no final do Antigo Regime segundo fontes alemãs, sob orientação de Rui Vieira Nery, a classificação máxima por unanimidade. Nasceu na República Domininicana, viveu na Alemanha entre 2003 e 2016, tendo-se licenciado em Canto pela Hochchule für Musik und Theater Rostock e posteriormente criado uma ONG para o apoio à comunidade portuguesa em Berlim. Neste âmbito, foi responsável por inúmeras iniciativas de cariz cultural, social e humanitário e recebeu vários prémios e distinções pelos serviços prestados à comunidade. Atualmente, é professora convidada do Doutoramento em Estudos de Género da Universidade Nova de Lisboa, onde leciona Música e Género, e responsável pela criação do curso Mulheres Compositoras: História da Composição no Feminino, que leciona na FCSH NOVA como curso livre. A sua investigação incide sobre música no século XVIII, relatos de viagem, mulheres na música e redes culturais transnacionais. Tem artigos publicados em revistas científicas da especialidade e mantém uma intensa atividade como conferencista, quer em colóquios nacionais e internacionais, quer como divulgadora musical na Fundação Calouste Gulbenkian e no Teatro Nacional de São Carlos.
Sara Duarte Brandão
2025/12/22
Sara Duarte Brandão nasceu no Porto em 1997, com um pé na Beira Baixa e outro em Arouca, onde, diz, teve a sorte de ter avós. Licenciada em Design de Comunicação e Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes, é Facilitadora em Criação Artística Comunitária e doutoranda em Ciências da Educação com uma bolsa da FCT. Recebeu o Prémio Literário Nortear com o conto (Ver). Cofundou a Truz Truz Editora (2020), onde é designer e autora, e a sua obra CriÁrvore (2022) foi recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Publicou o livro Descolonizar o Sujeito Poético (2023) na Editora Urutau, que recebeu uma Menção Honrosa no Prémio Glória de Sant’Anna (2024) e foi finalista da Mostra Nacional Jovens Criadores – Literatura (2024). O seu romance de estreia Quem Tem Medo dos Santos da Casa foi galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada – Romance (2023). Integra projetos que cruzam várias áreas artísticas como o teatro, as artes plásticas e a literatura. Faz tricô e prefere embalar males a cantar em vez de os espantar. Escreve por amor e teimosia e já não sabe distinguir acordos ortográficos.LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Tita Maravilha
2025/11/27
Tita Maravilha nasceu em 1993 em Pirenópolis (Brasil) e vive em Lisboa. É atriz, cantora, performer e palhaça, licenciada pela Universidade de Brasília. Através da ideia de corpo político, incorpora nos seus processos artísticos as dores e os prazeres da dissidência. Residente em Portugal desde 2018, colabora com a CIGARRA no projeto de música eletrónica e performance “TRYPAS-CORASSÃO”.É autora a solo de quatro obras: Trypas Corassão: Show em Dois Atos (2020), Tita no País das Maravilhas (2021), Exercício para artistas medianos (2021) e Exercício para um teatro pobre ou carta a Grotowski (2022).Vencedora da 5ª edição da bolsa Amélia Rey Colaço, dirigiu uma aclamada versão de “As Três Irmãs”, de Anton Tchekhov, em digressão por quatro cidades portuguesas. É diretora e curadora do Precárias: Festival de Performance, que estreou em 2022. No cinema, a sua primeira curta-metragem documental, intitulada “Pirenopolynda” estreou em 2023 no DocLisboa e já acumula cinco prémios de Melhor Filme e Melhor Fotografia.LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Inês d’Orey
2025/11/13
Inês D’Orey nasceu em 1977, no Porto. Estudou Fotografia na London College of Printing em 2002. Grande parte do seu trabalho artístico incide na transformação da identidade patrimonial da cidade contemporânea, onde o objeto arquitectónico se apresenta como sujeito de memória, mutante de significados ao longo do tempo. A arquitetura, a polis, a fronteira entre espaço público e privado, a investigação sobre os lugares e seus contextos são alguns dos elementos que constituem o seu corpo de trabalho, através da fotografia, ainda que com fusões com vídeo e instalação. Está presente em diversas colecções privadas e públicas, onde se destaca a Colecção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Fundação EDP, Colecção da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Biblioteca de Arte da Fundação de Serralves (PT), Câmara Municipal de Lisboa (PT), Câmara Municipal do Porto, Colecção Norlinda e José Lima (PT), Oliva Arauna Coleción (Espanha) e Galleri Image (Dinamarca).Tem sido premiada pelo seu trabalho, nomeadamente com o prémio Novo Talento Fotografia FNAC 2007. É representada pela Galeria das Salgadeiras (Lisboa) e pela Galeria Presença (Porto).
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Cristina Carvalhal
2025/03/07
Cristina Carvalhal nasceu em Lisboa, em 1966. É atriz, encenadora, pedagoga e directora artística da Causas Comuns desde 2004. Formou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema e mais tarde, nesta mesma escola, concluiu uma Licenciatura bi-etápica em Teatro e Educação. Foi co-fundadora da Escola de Mulheres – Oficina de Teatro, em 1995.Como encenadora, começou por adaptar textos literários não dramáticos, privilegiando a criação de universos oníricos como forma de amplificar narrativas. O seu interesse pela dramaturgia clássica e contemporânea levou à criação de diversos espectáculos, maioritariamente estreados em Lisboa, em diferentes tipos de espaços. Trabalha em teatro, cinema e televisão. Ao FEMINA, Cristina Carvalhal vem apresentar o espetáculo “Quem cuida do jardim”, em cena no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, dias 8 e 9 de março. Passará também por Lisboa, Penafiel e Torres Vedras.Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Vanessa Pires
2025/02/22
Vanessa Pires é violoncelista, gestora cultural e programadora artística. Formou-se em violoncelo pela ESMAE e é mestre em Gestão de Instituições e Empresas Culturais pela Universidade de Barcelona. É violoncelista da Casa da Música há mais de 20 anos – membro efetivo da Orquestra Barroca – e é também professora na Escola Superior de Música e Artes do espectáculo, no Porto. Fez nascer um projeto chamado Artway – um motor importante de divulgação da música erudita portuguesa na Europa. Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Mafalda Veiga
2025/02/08
Mafalda Veiga leva já mais de 30 anos de carreira e é uma das vozes, artistas, guitarristas e compositoras mais acarinhadas do país. Editou o primeiro disco em 1987 – “Pássaros Do Sul” – um sucesso brutal de vendas que a catapultou diretamente para um lugar de topo no meio musical.Hoje, continua a compor, a editar e a tocar ao vivo, experimentando-se sempre que possível em novos lugares. Editou em 2024 o disco EP “Geografia Particular” e no final do ano passado presenteou-nos com uma canção nova chamada “A Fonte”. É autora de algumas das canções mais emblemáticas da música portuguesa contemporânea. Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Maria Almeida
2025/01/24
Maria Almeida cresceu no Porto, é jornalista e diz-se não obcecada pela verdade – mas antes pelas várias verdades. Gosta de escutar boas histórias, mas também de as escrever.Maria Almeida é uma das co-fundadoras do podcast de jornalismo de investigação Fumaça, um projeto progressista e dissidente, que ambiciona coletivamente corrigir desequilíbrios e desigualdades através de diferentes narrativas mediáticas. Recentemente, a equipa Fumaça disponibilizou os episódios de uma nova série com o nome “Quase da Família” – uma série sobre as mulheres que limpam e cuidam do mundo e o põem a mexer, feita em parceria com a estrutura de criação artística Cassandra. Esses episódios podem ser escutados aqui. Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Joana von Mayer Trindade
2025/01/07
Joana von Mayer Trindade é coreógrafa, bailarina e professora. Mestre em SODA Solo/ Dance/ Authorship pela Universidade das Artes de Berlim UDK/HZT e licenciada em Psicologia pela FPCEUP, Joana von Mayer Trindade fundou com Hugo Calhim Cristovão a NuIsIs ZoBoP – Associação Cultural de Criação, Investigação e Formação no Domínio das Artes Performativas.Dedica-se à investigação e prática da craft e arte do bailarino/performer com uma metodologia própria e abordagem singular, marcada por uma confluência de linguagens entre dança ocidental e oriental, forte fisicalidade e expressão, forte componente de dramaturgia e investigação teóricas com contributo de psicologia e filosofia. Procura sempre alargar os seus horizontes artísticos e culturais com outros modos de fazer, de pesquisar, de investigar através de estadias prolongadas em França, Alemanha, Índia e Japão, entre outros, saindo constantemente da sua zona de conforto. Este episódio tem o patrocínio do podcast de jornalismo de Investigação Fumaça. Ouve aqui a nova série “Quase da Família“, uma série sobre as mulheres que limpam e cuidam do mundo e o põem a mexer, feita em parceria com a estrutura de criação artística Cassandra.Links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Lika (ao vivo no Festival Vodafone Paredes de Coura)
2024/12/20
Lika (ao vivo no Festival Vodafone Paredes de Coura)
nasceu em Alma-Ata, no Cazaquistão, e é compositora, cantora, guitarrista, professora de música. Criou a sua primeira banda de rock aos 14 anos, e mais tarde estudou e deu aulas no Tchaikovsky Almaty Music College. Já em Portugal, estudou no Hot Club de Lisboa.Em 2019 editou o primeiro álbum de originais – Back to ZerØ. Criou, recentemente, uma aplicação online para aprendizagem autónoma de guitarra. Um conselho principal para as mulheres criadoras: Não perder tempo.Este episódio foi gravado ao vivo no Festival Vodafone Paredes de Coura 2024, no âmbito da programação paralela “Sair da Sombra”. *Este episódio foi patrocinado por Quinta do Crasto*YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Mafalda Mendonça
2024/12/12
Mafalda Mendonça nasceu em 1988 e é mestre em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (MIARQ-FAUP, 2012), com a dissertação intitulada “Um lugar para a Dança” – no âmbito da relação entre Arquitectura, Cenografia e Dança.Mafalda Mendonça desenvolve ainda a sua atividade como pintora, tendo participado em várias exposições individuais e colectivas. Encontra-se, com muito orgulho, representada na Colecção da Fundação Manuel Cargaleiro – uma das pessoas mais generosas que já conheceu. Colabora ainda, como professora e no âmbito de projectos de criação coreográfica, com a Companhia Instável e com a Escola de Dança Ginasiano, onde fez também a sua formação profissional como bailarina. YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Joana Mosi
2024/12/05
Joana Mosi
é artista visual e autora de banda desenhada. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde é atualmente doutoranda e professora, Joana Mosi é também Mestre em Cinema, na vertente de Realização, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. “A Educação Física” é o novo livro de Joana Mosi e tem o selo da Iguana (Penguin Livros). Das suas obras em banda desenhada destacam-se “Nem Todos os Cactos têm Picos”, “Both Sides Now”, “The Apartment” e “O Mangusto”. YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Paula Gicovate
2024/11/27
Paula Gicovate
nasceu em Campos dos Goytacazes, em 1985, e mora no Rio de Janeiro desde 2003. Paula Gicovate é escritora, guionista e autora dos livros “Este é Um Livro Sobre Amor” e “Notas Sobre a Impermanência” – obra que foi semifinalista do Prémio Oceanos, em 2022. Um dos seus contos integrou também a coletânea “Vivo muito vivo” – 15 contos inspirados nas canções de Caetano Veloso.A edição portuguesa do livro “Notas Sobre a Impermanência” tem o selo da editora À Parte.YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Filipa Fonseca Silva
2024/11/06
Filipa Fonseca Silva
nasceu no Barreiro, em 1979, e licenciou-se em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica em 2002. Preferiu a publicidade ao jornalismo, tendo trabalhado como criativa publicitária até 2017. Em 2011, iniciou a sua carreira literária com a edição do livro “Os 30 — Nada é Como Sonhámos”, cuja versão inglesa fez com que se tornasse na única autora portuguesa a atingir o Top 100 da Amazon. Desde então, publicou mais quatro romances, dois livros de humor e inúmeras crónicas, contos e ensaios. Um desses livros – “O Elevador”, além de ter sido finalista do Livro do Ano Bertrand, vai ser adaptado para cinema, estreando neste mês de Novembro. Filipa Fonseca Silva é autora do novo livro “Admirável Mundo Verde” e ainda fundadora do Clube das Mulheres Escritoras. YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/feminaO podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
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