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Alta Definição

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Rating
★★★★★
5
from
3 reviews
This podcast has
287 episodes
Publisher
SIC
Explicit
No
Date created
2021/04/26
Latest episode
2026/10/17
Average duration
40 min.
Release period
4 days

Description

Entrevistas intimistas conduzidas por Daniel Oliveira. Todas as semanas um novo convidado no 'Alta Definição', um programa da SIC Veja a versão vídeo deste programa em Opto.sic.pt

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Diogo Amaral: “O amor da Jéssica salvou-me montes de vezes”
2026/10/17
Na conversa com Daniel Oliveira, no programa Alta Definição, Diogo Amaral, de 44 anos, traça o retrato de um homem que diz ter abandonado a necessidade de se justificar perante o olhar alheio. O ator, atualmente protagonista de uma novela da SIC, assume que o amadurecimento lhe trouxe uma relação mais serena com o ofício e com a exposição pública, ancorada numa espécie de código pessoal: viver com “boa vontade, com a mente aberta e com honestidade”. O centro de gravidade do depoimento, porém, é a família. A separação dos pais, quando tinha sete anos, e a sua própria separação, que o afastou do filho mais velho, Mateus, durante uma fase em que admite ter estado triste e menos presente, servem de contraponto à vida que reconstruiu ao lado de Jéssica, a quem descreve como “a minha melhor amiga” e a pessoa que melhor o conhece. A história do casal, feita de “altos e baixos, de idas e vindas”, culminou no pedido de casamento que ela lhe fez nas Maldivas, numa cena de contornos cómicos que o próprio relata com humor. Diogo Amaral confessa que precisou de “saber perder” para conseguir reconquistar o que tinha em risco, e que a decisão de “abrir o livro” e não ter segredos foi libertadora. Hoje, assegura, o seu propósito é ser, para os filhos, um pai presente e, acima de tudo, “um grande amigo”. Ouça o seu testemunho. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novo Podcast SIC | Pedalar Sem Idade Portugal: como uma ideia dinamarquesa ajuda a combater o isolamento em 12 cidades portuguesas
2026/10/12
Neste episódio, juntamo-nos à Pedalar Sem Idade Portugal, uma associação que promove encontros intergeracionais através de passeios gratuitos em trishaws conduzidos por voluntários. Percebemos como funciona este movimento, quem são as pessoas que o tornam possível e o impacto profundo que estes passeios têm na vida de quem vai no banco da frente, mas também de quem pedala. Falamos sobre o papel dos voluntários, sobre o cuidado presente em cada passeio, sobre o desafio de combater o isolamento e sobre a alegria que nasce quando duas gerações se encontram sem pressa. Descobrimos também como a Pedalar Sem Idade Portugal cresceu, como se organiza no dia a dia e como qualquer pessoa pode apoiar ou tornar‑se voluntária. Para isso, Mariana Monteiro conversa com Margarida Quinhones, Presidente da Direção da Pedalar Sem Idade Portugal, e António Cabral Leitão, voluntário da Associação, que nos mostram como algo tão simples pode transformar a vida de tanta gente. A Pedalar Sem Idade Portugal é uma organização sem fins lucrativos do movimento Cycling Without Age. Promove passeios em trishaws, conduzidos por voluntários, para apoiar seniores e pessoas com mobilidade reduzida, combatendo a solidão e o isolamento social. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novo Podcast SIC | Patrícia Portela sobre o que um quadro de Goya ainda nos pode ensinar
2026/10/11
Patrícia Portela, escritora, dramaturga e cenógrafa, traz o seu recém-publicado romance Hoje, 3 de Maio para a mesa de Andas a Dormir com Quem?. A autora junta-se a Júlia Pinheiro, Rita Blanco e Rui Zink para uma conversa que salta de Goya para 1808, de ursos que não sabem que são ursos para livros que desafiam leitores, passando por arte, guerra, teatro, alfarrabistas e algumas das leituras que lhes ocupam as mesas de cabeceira. A saber: Patrícia Portela: Olga Salva o Mundo, de Rui Zink; O Urso que Não Era, de Frank Tashlin; Eu, o Povo, de Mutimati Barnabé João; e O Homem sem Qualidades, de Robert Musil. Júlia Pinheiro: Maite, de Fernando Aramburu. Rita Blanco: Memórias de Adelina Abranches, de Aura Abranches, e Lutas e Metamorfoses de uma Mulher, de Édouard Louis. Rui Zink: A Noite da Iguana e Outras Histórias, de Tennessee Williams, e Estação Carandiru, de Drauzio Varella. Andas a Dormir com Quem? é um podcast original de Júlia Pinheiro, Rita Blanco e Rui Zink. Não perca, todos os domingos, um novo episódio, com música e sonoplastia de João Luís Amorim, produção de Beatriz Carvalho e coordenação de Joana Beleza. A capa é de Tiago Pereira Santos, com fotografias de Matilde Fieschi. A direção é de Daniel Oliveira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Inês Sá Frias: “‘Nunca te esqueças o quanto o pai te ama.’ Era claramente uma despedida, mas a Inês de 14 anos não percebeu”
2026/10/10
A última chamada do pai de Inês Sá Frias chegou pouco antes de falecer: “Nunca te esqueças o quanto o pai te ama”. Aos 14 anos, não percebeu que era uma despedida e passou anos a culpar-se por não ter acordado a mãe e o irmão. Nesta conversa com Daniel Oliveira no programa Alta Definição, a atriz de 31 anos aborda a sua experiência enquanto criadora da série que idealizou para homenagear o pai, a morte inesperada da cadela Trufa e como, nesse luto, aprendeu a pedir ajuda.Na conversa com Daniel Oliveira, Inês confessa as dificuldades que sente em dirigir outros atores, isto por ela própria ser também da área. Em conjunto, recuam até à infância da atriz até aos tempos  em que vendia brigadeiros às escondidas para conseguir comer e como, mais tarde, conquistou, depois de uma relação de oito anos, uma vida que não imaginava construir sozinha.Perdas sem atalhos, luto, conquistas e vitórias. A trajetória de Inês Sá Frias está marcada de altos e baixos, mas, sobretudo, de aprendizagens e lições: “Sou genuinamente bem disposta desde que nasci. Estou sempre a recordar-me que, um dia, vou ter imensas saudades daquilo que estou a viver agora”.Ouça o programa Alta Definição em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novo podcast SIC com Mariana Monteiro: Portugal Solidário mostra por dentro os projetos que estão a mudar o país
2026/10/05
Há histórias que mudam vidas longe dos holofotes. No Portugal Solidário, Mariana Monteiro conversa com quem transforma comunidades todos os dias: voluntários, associações e pessoas que fazem da solidariedade uma missão. Este é um podcast especial sobre projetos que unem, inspiram e mostram que é possível construir um Portugal mais justo, um passo de cada vez. Não perca, a partir de 12 de outubro e todas as segundas-feiras, um novo episódio. Para ouvir na SIC, na SIC Notícias, no Expresso ou na app onde subscreve os seus podcasts.Portugal Solidário é um podcast editorial da SIC com apoio do BPI e da Fundação ‘La Caixa’. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andas a Dormir com Quem? O podcast que os portugueses precisavam (mas não sabiam)
2026/10/03
O que acontece quando três apaixonados por livros se sentam à mesma mesa para falar das histórias que os acompanham? Em Andas a Dormir com Quem?, Rita Blanco, Rui Zink e Júlia Pinheiro recebem, todos os domingos, um convidado para conversas cheias de leituras, gargalhadas e surpresas. Neste podcast original da SIC, os livros são o ponto de partida para falar de tudo. Andas a Dormir com Quem? é a companhia que os leitores portugueses precisavam, mas ainda não sabiam. Daqui até ao Natal, não perca, todos os domingos, um novo episódio. A primeira temporada tem o patrocínio da FNAC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuno Markl: “Tinha medo da morte. Depois de ter estado perto desdramatizei e fiquei mais apaziguado”
2026/10/03
Após vencer o Globo de Ouro de “Personalidade do Ano” na categoria de Entretenimento, recordamos a entrevista a Nuno Markl, no Alta Definição em podcast. O locutor das “Manhãs da Comercial” e apresentador do programa “Taskmaster Portugal” partilhou, pela primeira vez, a experiência que mudou a sua vida: os dois AVCs sofridos no espaço de poucas semanas. Foi o seu filho Pedro que ligou para o 112, recusando-se a aceitar a sugestão do pai de que “podia ser só cansaço”. “Não sei o que teria acontecido se não fosse ele”, admite Markl. O humorista recorda a tristeza demolidora da dependência total e o medo de nunca mais voltar a mexer o braço ou andar sem apoio. “As pessoas talvez não tenham noção do nível atómico de tristeza e solidão que se pode sentir sozinho num quarto de hospital, cheio de incertezas”, explica. Markl reflete sobre a habitual rotina antes do acidente, que descreve como “uma cavalgada insana”, o hábito de ignorar os sinais do corpo e o medo de ir ao médico. O processo de recuperação, que descreve como “o projeto mais importante da minha vida”, ensinou-lhe a valorizar as pequenas vitórias diárias e a aprender a dizer 'não'. “Antes disto acontecer, quando descansava sentia culpa por não estar a fazer mais. Agora já não.” O humorista fala ainda sobre o amor e a amizade que o sustentaram nestes meses, sobre a relação com a namorada Teresa, com a mãe, com a irmã e com os amigos que encheram o seu quarto de hospital. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, com Daniel Oliveira, emitido originalmente em julho de 2026. *A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Afonso Laginha: “A gaguez foi quase como uma menos-valia e tornou-se um bocado um superpoder. Significa que tenho de trabalhar mais que os outros”
2026/09/26
Afonso Laginha, ator de 23 anos e filho de Pedro Laginha, fala sobre os desafios que marcaram a construção da sua identidade, no Alta Definição em podcast, com Daniel Oliveira. A gaguez, presente desde a infância, tornou-se um elemento determinante na sua relação com a linguagem e acabou por contribuir para o desenvolvimento de uma maior confiança. O teatro, iniciado na escola secundária, foi fundamental nesse processo de autodescoberta e afirmação pessoal. Na emissão de 26 de setembro, Afonso Laginha recorda também o tumor diagnosticado aos nove anos, que ocupava parte significativa do pulmão direito e o levou a ser operado aos onze. Fala dos anos de tratamento, das marcas físicas e emocionais deixadas pela doença e de uma posterior passagem pela depressão. Apesar das dificuldades, o ator encontrou na curiosidade pelo futuro uma força para continuar. Afonso reflete ainda sobre a necessidade de ultrapassar a procura constante por aprovação e de aprender a enfrentar os próprios desafios, revelando uma personalidade marcada pela vulnerabilidade, pela resiliência e por uma vontade permanente de se conhecer melhor. Ouça aqui a conversa em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Palma (1950-2026): “Gosto da vida e apetecia-me viver mais, sempre mais”
2026/09/22
Poeta, compositor e defensor intransigente da liberdade, Jorge Palma revelou-se numa conversa rara com Daniel Oliveira, em 2011. Republicamos esta entrevista no dia da sua morte, aos 76 anos, como homenagem a uma das vozes mais marcantes da música portuguesa. Jorge Palma esteve em destaque no programa Alta Definição, onde, aos 61 anos, falou com franqueza sobre a vida, os excessos e a consciência crescente da finitude. Recordou a juventude, a fuga à guerra colonial, os anos como músico de rua em Paris e episódios marcados por riscos e liberdade. Abordou também a hepatite C, as dependências e as desigualdades sociais, criticando a subserviência e o medo instalados na sociedade portuguesa. Jorge Palma morreu esta segunda-feira à noite, aos 76 anos, vítima de uma paragem cardiorrespiratória, anunciou a família e a agência do músico. Com uma carreira de mais de meio século, Jorge Palma deixa uma obra considerada marcante na história da música e da cultura portuguesas, além de uma vasta rede de amigos conquistados pela sua generosidade e genialidade. See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Senti-me completamente estilhaçada”: Beatriz Godinho fala pela primeira vez sobre a perda gestacional, o fim da relação e os dias em que duvidou de si própria
2026/09/19
Tem 34 anos, um sorriso que não esconde nada e uma história que muitas mulheres conhecem em silêncio. Beatriz Godinho sentou-se para falar de tudo aquilo que normalmente se guarda: a gravidez que não estava planeada mas estava desejada, a perda que se seguiu, o corpo que demorou a deixar ir, a relação que não sobreviveu ao peso de tudo isso — e os dias em que ficou na dúvida se conseguia levantar-se da cama. Numa conversa rara, desarmada e corajosa, a atriz fala de luto, de fé, de dança em casa às três da tarde e da mulher que ainda não sabe bem quem é, mas que está, com unhas e dentes, determinada a descobrir. "Ainda não acabei", diz ela — e quando o diz, acredita-se. See omnystudio.com/listener for privacy information.
TokTok Quem Fala?: Oiça o trailer do novo podcast da SIC sobre as estrelas do TikTok em Portugal
2026/09/16
Milhares conhecem-lhes a cara, mas poucos sabem realmente quem são. Os convidados deste podcast são figuras reconhecidas pela sua presença no TikTok, mas o público muitas vezes só se apercebe da “personagem” que aparece nos vídeos. No TokTok, Quem Fala?, queremos perceber quem são estas pessoas, como vivem, o que sentem, como começaram e como lidam com a exposição digital. Tudo isto numa conversa informal, descontraída, com humor, espontaneidade e espaço para revelações inesperadas. Todas as segundas-feiras, na sua plataforma de podcasts preferida, com Lisandra Maravilha e Liliana Pedro. O primeiro episódio vai para o ar dia 28 de setembro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sara Barradas:‌ “Desde muito cedo que queria ser atriz. Eu ficava em frente à televisão e dizia que queria ir para dentro da caixinha”
2026/09/12
A atriz de 35 anos, que cresceu num bairro social ao lado dos avós maternos, confessou que as fotografias dessa época revelam uma criança com um olhar carregado de tristeza, fruto de um ambiente familiar que a impediu, não de perseguir os seus sonhos profissionais, mas de ser plenamente quem era. Foi, paradoxalmente através da representação, arte que abraçou aos onze anos após um casting visto na televisão, que Sara encontrou a infância que lhe havia sido negada, descrevendo o palco e as câmaras como o espaço onde pôde, pela primeira vez, esquecer tudo e habitar outras vidas com liberdade. Ao longo da conversa, Sara Barradas fala também sobre a maternidade como processo de revisão e cura interior, sublinhando que a chegada da filha Lua a obrigou a confrontar feridas antigas e a desconstruir os mecanismos de defesa que havia erguido ao longo dos anos. A atriz defende uma parentalidade assente na liberdade emocional e na validação dos sentimentos da criança, em contraciclo com a educação que recebeu, e assume que a terapia foi uma ferramenta essencial neste percurso de autodescoberta. O Alta Definição foi conduzido por Daniel Oliveira e exibido na SIC a 12 de setembro. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Toy: “Costumo dizer que foi preciso chegar aos 60 anos para descobrirem que sabia cantar. Toda a gente agora quer gravar comigo, é ótimo”
2026/09/05
O cantor Toy é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Regressado ao programa depois de 14 anos, fala sobre uma carreira construída degrau a degrau, longe dos atalhos e das subidas a pico. O músico recorda os anos difíceis na Alemanha, onde varreu fábricas, carregou caixas de 80 kg e deu aulas de português a filhos de emigrantes, tudo para juntar dinheiro suficiente para apostar na música. Fala também do AVC que sofreu e que nunca o assustou verdadeiramente, tendo conseguindo manter o sentido de humor até no hospital. O cantor abre o coração sobre as perdas que mais o marcaram: a mãe, que nunca chegou a ver o filho triunfar, e o pai, que perdeu primeiro para o Alzheimer e só depois fisicamente. “Eu não perdi o meu pai quando ele desapareceu. Perdi-o quando ele deixou de me conhecer”, explica. *A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Manuel João Vieira: “Pode-se aprender o amor, mas teremos sempre dentro de nós algum amor torto”
2026/08/29
Manuel João Vieira é conhecido por ser o inesperado candidato à Presidência da República que traz para a mesa do debate temas pouco expectáveis na política, como o amor, a arte, o álcool e reflexões existenciais sobre a vida. A sua carreira política já conta com cinco candidaturas a este cargo e a mais recente, em 2026, mereceu mesmo um artigo no jornal britânico The Guardian, com o título “Ferraris para todos e vinho canalizado: candidato satírico faz tremer as eleições presidenciais portuguesas”. Apesar de ser reconhecido o tom humorístico das suas intervenções, nesse mesmo ano a sua campanha valeu-lhe 1,08% dos votos. No Alta Definição, vamos conhecê-lo de uma outra forma. Como foi a sua infância? Como foram os seus primeiros namoros? Que problemas de saúde tem? E será que a sua candidatura política é apenas uma sátira ou representa verdadeiramente aquilo que pensa? O também vocalista dos Ena Pá 2000 reconhece, neste programa, que já teve problemas com o álcool e explica como estes se relacionavam com a sua vida artística. “Recorria muito à bebida para subir ao palco. Agora tento não beber um copinho ou um café com bagaço antes do espetáculo. Já consegui libertar-me dessa necessidade.”  A conselho da sua médica, está a tentar não beber há quatro meses e reconhece estar melhor assim, apesar de ainda pensar no “bife de lombo com um copo de vinho” que espera apreciar daqui a outros quatro meses, “sem abusar”. Sobre a infância e o seu passado, recorda as histórias com o primo, a mãe que sofreu de tuberculose e o pai distante. “Eu não consigo compreender a minha infância, fiz alguma psicanálise, mas os grandes problemas que existem a nível emocional são muito complicados”, admite. Quando Daniel Oliveira lhe pergunta se, mesmo assim, ainda é possível aprender a amar, responde: “Pode-se aprender, mas teremos sempre dentro de nós algum amor torto.” Ouça a conversa em formato podcast, emitida na SIC a 29 de agosto. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rui Bandeira: "Ser pai é, sem dúvida, a minha melhor música"
2026/08/24
Aos 12 anos, Rui Bandeira fugiu de casa para ir viver com a mãe. Nesta conversa, o cantor revisita uma infância marcada pela separação dos pais, os anos em que viveu longe da mãe, os conflitos familiares que o levaram a fugir de casa e o papel decisivo da música e da fé na sua vida. Fala ainda do avô que o inspirou a ser músico, do sucesso no Festival da Canção, das dificuldades da pandemia, da relação com a mulher e de como os filhos se tornaram a sua maior conquista. Um testemunho emotivo que vale a pena ouvir no Alta Definição emitido na SIC em 22 de agosto de 2026. See omnystudio.com/listener for privacy information.

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