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Yogi Curioso

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This podcast has
212 episodes
Explicit
No
Date created
2021/08/09
Latest episode
2026/10/28
Average duration
16 min.
Release period
12 days

Description

Este é o meu espaço dedicado ao desenvolvimento interior, à espiritualidade e à maneira como nós interagimos e percepcionamos com a realidade, tal como a conhecemos.

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O Balanço de Oito Anos a Dois
2026/10/28
Este fim de semana festejámos os anos de casados e o aniversário da minha mulher, que calham um a seguir ao outro. Saímos sem os miúdos para um sítio que agradasse aos dois: spa para ela, atividades radicais para mim. Slide, uma descida de montanha num carrinho sobre carris, trilhos de bicicleta elétrica e uns almoços daqueles do Norte, em que a dose é sempre a dobrar. Depois, uma tarde inteira de hotel a não fazer absolutamente nada. Mas o melhor veio na viagem de regresso. Pedimos ao ChatGPT umas perguntas sobre a nossa relação e passámos mais de duas horas a conversar sobre estes oito anos, sobre nós e sobre os nossos filhos. Neste episódio, partilho porque acho que todos os casais deviam fazer este balanço uma vez por ano. Neste episódio: O Balanço Anual a Dois: O que é que fazes que o outro não aprecia, o que podes melhorar, o que sai e o que entra na rotina. Uma análise SWOT, mas sem a seca do trabalho. A Família como uma Empresa: Nós os dois como CEOs a avaliar o estado da casa. Os filhos não recebem ordenado, mas são a nossa responsabilidade, e cada um tem o seu caminho. As Regras da Casa e a Casa dos Avós: Horas de jogos, horas de YouTube, e porque é que em casa dos avós as regras são outras. Os avós são pais a dobrar. Hoje Cede Um, Amanhã Cede o Outro: Dias fora para ela, formações para mim. Quando o bem de um é o bem de todos, ninguém perde. Equipa de Dois, Família de Cinco: Num casal, a rivalidade só faz sentido na brincadeira. Na vida real, ou jogamos em equipa ou não jogamos. Com quem partilhamos a casa e a cama não se compete. Joga-se do mesmo lado. E tu, alguma vez paraste para fazer um balanço a sério da tua relação?
Vais Ficar Vesgo! Os Mitos que Ainda Contamos às Crianças
2026/10/19
Numa aula de yoga com os miúdos da primária, pedi-lhes uma coisa simples: olhar uns segundos para a ponta do nariz. A resposta foi um coro de protestos: "Vamos ficar com os olhos tortos!", "Os meus pais dizem que isso estraga os olhos!". Houve até uma miúda que me disse que nem pode olhar muito para cima ou para baixo. Neste desabafo, conto como fiquei perplexo ao perceber que, já para lá do primeiro quarto do século XXI, continuamos a passar às crianças os mesmos mitos que se contavam nos anos 80 e 90. E o que isso diz sobre a era da desinformação em que vivemos. Neste episódio: O Mito dos Olhos Tortos: Porque é que olhar para a ponta do nariz, ou para o ponto entre as sobrancelhas tão usado na meditação, não te deixa vesgo. São músculos a trabalhar, não a ficar presos. As Histórias da Avó: Do "se andas muito à roda cai-te a pila" ao facalhão de cortar bacalhau na mercearia. Os medos inventados para nos manter quietos. O Preço da Mentira Bem-Intencionada: Quando as crianças descobrem que era tudo inventado, o que fica é a desconfiança em relação a quem as educou. Previsão da Semana (18 a 24 de outubro) segundo a Astrologia Védica: Vénus retrógrado em Balança, Sol debilitado, Saturno a recuar em Peixes e Mercúrio prestes a retrogradar. Júpiter exaltado em Caranguejo, nos últimos graus antes de entrar em Leão. Datas a reter: Vijaya Dashami (terça, dia 20), Ekadashi (quarta, dia 21) e a Lua Cheia de dia 26. Com o resumo signo a signo, de Carneiro a Peixes, pelo teu signo lunar. Esta semana o céu pede para abrandar, rever e escutar antes de avançar. E tu, que mitos de infância levaste a sério durante anos?
Tolerância Quase Zero: Maturidade ou Falta de Paciência?
2026/10/13
Houve um tempo em que eu facilitava: prazos esticados, segundas oportunidades e uma paciência de santo para quem não entregava trabalhos ou faltava a testes. Mas algo mudou. Já não sei se é a idade a pesar, se é o tal alinhamento dos astros, ou se é apenas o cansaço de ver gente com potencial a escolher o caminho da menor resistência. Neste episódio, partilho um sentimento que tem vindo a crescer em mim dentro e fora das aulas: a paciência para o facilitismo e para a desculpa pós-prazo simplesmente esgotou-se. Nesta conversa, vamos dissecar: O Fim das Desculpas de Segunda-Feira: Porque é que decidi fechar a porta às justificações convenientes que só aparecem depois do prazo acabar. Empatia vs. Paternalismo: A diferença entre compreender a dificuldade de alguém e carregar o fardo dessa pessoa às costas. A Provocação do Osho: Será que ser tolerante é apenas passar um atestado de incompetência ao outro e tratá-lo como um coitadinho? O Paradoxo da Complacência: Como o excesso de condescendência cria pessoas folgadas que acham que podem tudo — e como isso acaba por rebentar com quem tenta ajudar. A tolerância sem limites não puxa ninguém para cima; só nivela o jogo por baixo. Chegaste a um ponto na tua vida em que a tua paciência também entrou em modo "tolerância zero"? Vamos falar sobre isso.
Astrologia Védica: O Céu Não Manda em Ti, Mas Dá-te o Boletim Meteorológico
2026/10/05
Já alguma vez sentiste que o teu signo solar ocidental não bate certo com quem realmente és? Neste episódio especial, partilho uma nova aventura de estudo: o Jyotish, a tradicional "ciência da luz" indiana. Ao contrário da astrologia ocidental (tropical), a astrologia védica baseia-se no zodíaco sideral — alinhado com as estrelas fixas reais. A diferença é de cerca de 24 graus. Resultado prático? Passei a vida a achar que era Carneiro e afinal, no céu védico, sou Peixes. Neste episódio, descomlico os conceitos fundamentais (Rashis, Nakshatras, Grahas e os nós lunares Rahu e Ketu) e faço uma análise a fundo do clima astrológico para a semana de 4 a 10 de outubro, com previsão signo a signo (pelo teu signo lunar, Chandra Rashi, ou pelo teu ascendente, Lagna). O que vais ouvir: O Céu Global da Semana: Júpiter Exaltado: A reta final de um ciclo generoso em Caranguejo antes da mudança para Leão. Vénus Retrógrado em Balança: Por que é uma péssima altura para casamentos e compras por impulso, mas excelente para reconciliações e reavaliação de valores. Saturno Retrógrado em Peixes: A necessidade de paciência, silêncio e disciplina interior. Lua Nova em Hasta (Sábado, dia 10): O encerramento do Pitru Paksha (homenagem aos antepassados) e a preparação para o Sharad Navaratri. Guia Prático Signo a Signo: Descobre onde estão os teus maiores apoios e os pontos que pedem prudência (Carneiro a Peixes). Lembra-te: o céu não decide a tua vida nem anula a tua vontade. O céu apenas mostra o clima — cabe-te a ti decidir se levas casaco ou guarda-chuva.
O Desabafo de um Professor
2026/09/28
Sentes que a energia do mundo está a ferver? No Yoga, chamamos-lhe energia rajásica: excesso de ação, agressividade à flor da pele, buzinas, intolerância e um descontrolo que parece saído de uma panela de pressão. Mas o pior não é só o que se passa no trânsito — é o que isto revela sobre os nossos espaços coletivos.Neste episódio, abro o jogo como professor (no Yoga para os miúdos da primária e na universidade com adultos). O diagnóstico é simples: estamos a infantilizar uma geração inteira por falta de consequências.Neste desabafo sem filtros: A Falta de Consequências: Da primária onde os pais vão tirar satisfações ao professor, à universidade onde adultos de 20 anos ainda precisam de controlo de faltas para entrar na sala.Corpos Adultos, Mentes do 7.º Ano: Como o desrespeito e o "estar à vontadinha" prejudicam quem realmente quer aprender — e porque é que já não me calo nem tolero conversa fiada.A Hipocrisia das Presenças: Prefiro dar-vos o código de presença e que se ponham a andar do que ter a sala minada de barulho. Mas porque é que ninguém tem a coragem de assumir a porta de saída?O Papel do Professor: O que perdemos como sociedade quando desvalorizámos a autoridade de quem ensina para passar a mão pelo pelo a quem perturba.Isto não é sobre nostalgia barata de "no meu tempo é que era bom levar nas orelhas". É sobre civilidade, respeito pelo tempo alheio e saber estar.
Astrologia Védica: De Cético a Peixe (e o choque do mapa)
2026/09/21
Como é que um gajo com formação em engenharia e cabeça analítica se mete a estudar Astrologia Védica (Jyotish) e Vastu Shastra? Neste episódio, conto como passei de cético de bancada a aluno destas ciências antigas, e o choque de descobrir que, afinal, o Carneiro que achei que era a vida toda dá lugar a um Peixe com ascendente em Leão e Lua em Caranguejo.Entre mapas astrais feitos há mais de 20 anos que já previam o Yoga no meu percurso e o estudo dos padrões que Carl Jung e outros cérebros respeitavam, partilho o desafio real de tentar encaixar esta complexidade toda na cabeça sem forçar a barra.Nesta partilha sincera, falo sobre: A Mente Lógica vs. os Astros: Por que é que figuras da ciência e da psicologia olhavam para isto com olhos sérios — e o que me fez dar o benefício da dúvida.O Desfasamento Zodíaco: A diferença entre a astrologia ocidental e a védica, e o alívio que senti ao perceber que o meu desapego e falta de apetite para lideranças chatas soam muito mais a Peixe do que a Carneiro.A Conexão com o Ayurveda e o Vastu: Como os Doshas, a disposição dos espaços e o fluxo energético do espaço e do tempo estão todos interligados.A Falta de Vontade para Estudar: O respeito pelo ritmo: forçar a mente quando o corpo pede descanso é tempo perdido; por que é que esperar pela conjetura certa faz parte do processo.A Astrologia Védica não é uma cartilha de adivinhações fáceis; é uma camada de subtileza que exige sensibilidade num mundo que só quer respostas instantâneas.Se também sentes as flutuações de energia do dia a dia e queres entender o que se move nos bastidores da realidade, carrega no play e vem acompanhar esta viagem.
O Teatro da Vida, o Mapa Védico e o Peso do Desapego
2026/09/14
Depois de uma pausa sem avisos prévios (e sem segundas intenções de ghosting), estou de regresso com uma partilha saída diretamente de uma corrida matinal. Entre reflexões sobre a loucura do mundo moderno e o estudo do meu próprio mapa na astrologia védica, percebi que o desapego não é apenas um conceito que estudo ou ensino: é o padrão estrutural da minha vida. Mas como é que se vive com desapego quando temos contas para pagar, filhos para criar e papéis sociais para desempenhar? Neste episódio de reflexão aberta, abordo: A Amnésia do Significado: Nada na vida tem significado intrínseco. Somos nós que atribuímos valor às coisas, aos carros, aos edifícios e aos títulos. O que acontece quando paras de lhes dar importância? O Mapa Védico e a Lição do Desapego: Como a análise astrológica confirmou um traço que sempre tive desde miúdo: deixar ir sem drama, do primeiro carro à ausência de vaidade com a imagem. Manter o "Teatro" com Responsabilidade: A diferença entre desapego e niilismo irresponsável. Podes não estar agarrado ao estatuto e, ainda assim, cumprir com brio os papéis de pai, profissional e cidadão. Ambição vs. Presença: A pressão social (e familiar) para ter mais, subir na carreira e acumular versus a escolha consciente de trocar o status pelo tempo com os filhos antes que eles cresçam. O desapego liberta-te da corrida dos ratos, mas coloca-te frente a frente com o que realmente importa: onde é que estás a colocar a tua presença hoje?
Devaneios das férias
2026/08/06
Diretamente de um passeio de bicicleta e em pleno modo de férias, este é um episódio curto, mas sem panos quentes. A partir de um vídeo de uma psicóloga infantil com 40 anos de carreira, reflito sobre a grande mudança na educação das crianças: passámos de as educar para o respeito, para o trabalho e para o "desenrasca-te", para uma obsessão onde o único objetivo é que elas "sejam felizes". Mas será que a felicidade constante existe? Ou estamos apenas a criar seres humanos incapazes de tolerar a menor frustração?
O Yoga Nidra não é uma sesta
2026/07/27
A Default Mode Network é a rede que produz o teu monólogo interior — a voz que comenta a tua vida como se fosse um documentário. Um estudo publicado na Scientific Reports em junho de 2024, com 61 participantes no IIT Delhi, mediu essa rede durante a prática de Yoga Nidra. Nos meditadores experientes, as regiões da rede deixaram de comunicar entre si; nos principiantes, a conectividade aumentou. E a magnitude do efeito correlacionava-se com as horas de prática acumuladas ao longo da vida. Neste episódio ligamos esse achado ao quarto estado de consciência da Mandukya Upanishad — Turiya — e ao Ahamkara, a função que fabrica o sentido de "eu". Com um desafio prático de dez minutos por noite. Discutimos também porque é que o Yoga Nidra não é relaxamento nem sesta, mas Pratyahara sistematizado — o quinto membro do yoga de Patanjali, e o degrau que quase toda a gente salta. E resistimos deliberadamente à tentação de dizer que "a ciência provou o que os antigos já sabiam": um estudo com 61 pessoas estabelece uma correlação, não uma causa, e uma descrição em primeira pessoa de uma experiência não é a mesma coisa que uma medição de fluxo sanguíneo. O que é notável não é a prova — é a convergência. Fonte: Fialoke, S., Tripathi, V., et al. (2024). Functional connectivity changes in meditators and novices during yoga nidra practice. Scientific Reports 14, 12957. nature.com/articles/s41598-024-63765-7
Quem és tu quando dormes?
2026/07/20
Passamos a vida a rodar entre três estados: Jagrat (vigília), Svapna (sonho) e Sushupti (sono profundo). Mas a Mandukya Upanishad diz que há um quarto. E que nem sequer tem nome próprio: Turiya significa, literalmente, "o quarto". Neste episódio: a casa com quatro divisões, o ecrã de cinema onde passam os três filmes da tua vida, o mapa secreto do OM, e um desafio para os dois extremos do teu dia.
Nachiketa e Yama: a história que define o Yoga
2026/07/13
A Katha Upanishad conta a história de Nachiketa, um jovem que desce ao reino da Morte e recusa todos os prazeres do mundo em troca de uma única resposta: o que há para lá da morte? Neste episódio percorremos a narrativa completa, a hipocrisia do pai, os três desejos, o teste de Yama, até chegarmos à parábola da carruagem, onde a Morte entrega a Nachiketa a definição original de Yoga: corpo, sentidos, mente e razão atrelados ao serviço da alma. Com a distinção essencial entre shreya (o bem) e preya (o agradável), e um desafio prático para a semana.
Duhkha e Sukha
2026/07/08
Quando pensamos em sofrimento no contexto do Yoga, imaginamos conceitos místicos, carma, coisas pesadas. Mas a língua sânscrita é surpreendentemente concreta: Duhkha, a palavra usada há milénios para "sofrimento", significa à letra "ter um mau buraco no eixo" — uma roda de carroça mal furada, que oscila e torna a viagem instável. E Sukha, "felicidade", é o oposto exato: um eixo bem alinhado, com espaço vazio no centro que permite à roda girar. Neste episódio, partimos de um carrinho de supermercado com a roda torta para desmontar estas duas palavras e as suas implicações práticas: porque é que o sofrimento é um desalinhamento e não um defeito de fabrico, porque é que a felicidade precisa de espaço vazio no centro (e porque é que a nossa cultura insiste em entupir todos os espaços), e o que é que Patanjali quis mesmo dizer com "sthira sukham asanam". Termina com um desafio de observação para os próximos sete dias. Referências: Yoga Sutras de Patanjali, II.46.
Soma
2026/06/29
Quando foi a última vez que ficaste parado, sem telemóvel na mão, e te sentiste bem? Mesmo bem, sem aquela comichão de ir buscar qualquer coisa? Para a maioria das pessoas, a resposta é: não me lembro. Neste episódio falamos de uma palavra com milhares de anos que descreve a nossa vida moderna com uma precisão quase assustadora: Soma. O néctar interior da felicidade — aquele bem-estar que o corpo produz naturalmente quando está em equilíbrio. O problema? Trocámo-lo por "Somas externos": açúcar, álcool e, acima de tudo, os ecrãs. Vais perceber como os media alteram a química do cérebro e criam uma dependência igual à das drogas, porque é que consumimos sobretudo o negativo — violência, escândalo, desgraça — e como a estimulação de fora gera, no fim, vazio cá dentro. Um episódio sobre deixar de ser espectador inerte da vida e voltar a produzir a tua própria felicidade.
A Matemática da Mente
2026/06/22
Já te aconteceu saberes exatamente o que devias fazer — e fazeres o contrário na mesma? Não é falta de informação. É que não és tu que estás a conduzir. Neste episódio entramos na psicologia do yoga pela mão de Yogi Bhajan e da sua obra sobre a mente. Vais descobrir que a tua mente não é uma coisa só: são três mentes a funcionar em simultâneo — a Negativa, que te protege e te enche de alarmes; a Positiva, que te empurra para a frente; e a Neutra, o árbitro que quase nunca consegue falar. E vais perceber como cada pensamento passa por três filtros — Manas, Ahangkar e Buddhi — antes de virar ação. No fim, junta-se tudo na "matemática da mente": 27 maneiras diferentes de a tua cabeça torcer uma única situação. Não admira que andemos baralhados. Um episódio sobre deixar de ser conduzido e começar a conduzir.
Samadhi
2026/05/18
Samadhi: O Regresso a Casa e o Fim da Ilusão 🎙️✨ Chegámos ao topo da montanha. Neste episódio de fecho da nossa maratona pelos oito membros do Ashtanga Yoga, mergulhamos no estado mais mistificado e, ao mesmo tempo, mais libertador de todos: o Samadhi. Esquece a ideia de que o Samadhi é um transe impossível reservado apenas a ascetas. Vamos desconstruir este conceito e entender como a "absorção total" é, na verdade, um regresso à nossa natureza mais pura. Neste episódio, vais descobrir: A Metáfora da Boneca de Sal: Por que razão a iluminação não é algo que "ganhas", mas sim algo em que te "derretes". Engenharia Mental: A diferença entre Savikalpa e Nirvikalpa Samadhi e como estes estados funcionam como um "reset" para o teu sistema nervoso. O Incêndio dos Traumas: Como o foco profundo queima as sementes dos teus automatismos (Samskaras) e liberta o teu futuro do peso do passado. Yoga de Olhos Abertos: O que é o Sahaja Samadhi e como manter a clareza e a unidade enquanto geres faturas, trânsito e reuniões. O mapa de Patanjali termina aqui, mas a tua prática a sério começa agora. Estás pronto para deixar cair a barreira entre o "eu" e o resto do universo? Ouve agora e descobre por que razão o Samadhi é o fecho perfeito para a tua jornada no tapete e na vida. Namastê e boas práticas!

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