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Ficções Itaú Cultural

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Categories
Country
United States
This podcast has
37 episodes
Explicit
No
Date created
2021/10/05
Latest episode
2023/11/02
Average duration
20 min.
Release period
41 days

Description

Ficções Itaú Cultural: uma série de audiodramas. Episódios semanais que trarão dramaturgias diversas protagonizadas por artistas do teatro brasileiro e criadas especialmente para se ouvir.

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Corpo Celeste
2023/11/02
Corpo celeste é um projeto de Giovanni Venturini. Criado originalmente como um videopoema, tornou-se um material fotográfico com colagem e texto, ganhou os palcos e agora é apresentado como áudio no podcast Ficções Itaú Cultural. A obra acompanha um corpo celeste errante, chamado erroneamente de “anão” e expulso do sistema por causa de seu tamanho, seu movimento excêntrico, sua rotação retrógrada – tudo fora dos padrões. E quem disse que um dia quis ser planeta? Giovanni Venturini traça paralelos entre seu próprio corpo e Plutão, o ex-planeta que também tem nanismo. Uma reflexão sobre um corpo fora das normas e sua coexistência nesse mundo. Ficha técnica Roteiro e atuação: Giovanni Venturini} Direção: Giovanni Venturini e Lívea Castro Produção sonora: Luciano Faccini Trilha original: Diego Simón Edição e mixagem de trilha: Yann Dardenne Captação de áudio: Acacio Guedes (estúdio Umakombera) Finalização de som: Léo Gumiero (Estúdio Gume) Crédito das fotos: Gilberto Goulart/Festival acessa BH  Este é o sétimo episódio da terceira temporada do podcast Ficções Itaú Cultural, cuja periodicidade é mensal. Ouça todos os episódios disponíveis clicando aqui ou pesquisando o nome do programa em aplicativos especializados, como o Spotify, o Google Podcasts e o Apple Podcasts, no celular ou no computador. FUNDAÇÃO ITAÚ Presidente do Conselho Curador: Alfredo Setubal Presidente da Fundação: Eduardo Saron  ITAÚ CULTURAL Superintendente: Jader Rosa Gerente do Núcleo de Curadorias e Programação Artística: Galiana Brasil Coordenação: Carlos Gomes Produção: Tiago Ferraz Gerente do Núcleo de Criação e Plataformas: André Furtado  Coordenação de Conteúdos Audiovisuais: Kety Fernandes Nassar Produção audiovisual: Amanda Lopes Edição e finalização de som: Cinemática Audiovisual (terceirizada) Locução da vinheta: Adriana Braga, Julio de Paula e Malu Pontes (terceirizados) Trilha musical da vinheta: “El río fluye”, de Reuven Bransburg
Solo de Marajó
2023/09/07
Solo de Marajó, do grupo Usina, é um espetáculo teatral criado a partir do romance Marajó, o segundo do escritor paraense Dalcídio Jurandir (1909-1979), considerado um expoente da literatura modernista da região Norte. A peça apresenta quatro pequenas narrativas que, reunidas, fazem uma radiografia sobre os modos de vida das populações ribeirinhas na Amazônia. Entre os temas estão expropriação de terras, precarização do trabalho, tráfico de crianças, racismo e violência contra a mulher.  Ficha técnica Obra original: Marajó (1947), romance de Dalcídio Jurandir Dramaturgia, figurino e atuação: Claudio Barros Dramaturgia, iluminação e direção: Alberto Silva Neto Colaboração na dramaturgia: Carlos Correia Santos Fotos de divulgação: JM Conduru e Arô Ribeiro ITAÚ CULTURAL Presidente: Eduardo Saron Gerente do Núcleo de Artes Cênicas, Música e Literatura: Galiana Brasil Coordenação: Carlos Gomes Produção: Tiago Ferraz Gerente do Núcleo de Audiovisual e Produtos Culturais: André Furtado Coordenação: Kety Fernandes Nassar Produção audiovisual: Amanda Lopes Edição e finalização de som: Cinemática Audiovisual (terceirizada) Locução da vinheta: Adriana Braga, Julio de Paula e Malu Pontes (terceirizados) Trilha musical da vinheta: “El río fluye”, de Reuven Bransburg  
Dom Casmurro
2023/08/03
Publicado em 1899 por Machado de Assis, Dom Casmurro é um dos maiores romances realistas do mundo. A obra conta a história de Bentinho, um sujeito que se apaixona pela bela Capitu, sua amiga de infância “com olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. A trama aborda discussões que seguem presentes no cotidiano hoje, como o machismo, o racismo e as consequências de tais problemas. Ficha técnica Elenco: Amanda Pessoa e Antônio Junior Direção e adaptação: Ligia Prieto Trilha sonora e música original: Caroline Mazeto, Fernando Averaldo, Giulia Schroder, Leonardo de Castro, Ligia Prieto e Vinicius Rocha Produção e equipe técnica: Fernando Averaldo, Jessica Santos e Kelly Figueiredo Mixagem e masterização: Leonardo de Castro Produção geral: Grupo Casa ITAÚ CULTURAL Presidente: Eduardo Saron Gerente do Núcleo de Artes Cênicas, Música e Literatura: Galiana Brasil Coordenação: Carlos Gomes Produção: Tiago Ferraz Gerente do Núcleo de Audiovisual e Produtos Culturais: André Furtado Coordenação: Kety Fernandes Nassar Produção audiovisual: Amanda Lopes Edição e finalização de som: Cinemática Audiovisual (terceirizada) Locução da vinheta: Adriana Braga, Julio de Paula e Malu Pontes (terceirizados) Trilha musical da vinheta: “El río fluye”, de Reuven Bransburg
Áfricas
2023/07/17
O espetáculo África, do Bando de Teatro Olodum, traz à cena o continente africano por meio de sua história, seu povo, seus mitos e sua religiosidade. A peça aborda o universo mítico em uma tentativa de suprir a escassez de referenciais africanos no imaginário infantil, povoado de fábulas e protagonistas eurocêntricos. Os personagens revelam o modo de ser do povo africano, as formas de se relacionar com a natureza e com o sagrado e os traços que unem o Brasil, em especial a Bahia, ao continente negro. Não se trata, no entanto, de uma África singular, com imagens estereotipadas de animais selvagens, doenças e fome, e sim de um continente complexo, formado por mais de 50 países e centenas de dialetos e povos com histórias diferenciadas, formas de resistência e sobrevivência e um rico modo de se relacionar com o sagrado. Enfim, a África no plural.  Ficha técnica  Texto: Bando de Teatro Olodum e Chica Carelli   Direção: Chica Carelli Assistência: Fabio Espírito Santo Coreografia: Zebrinha Música e direção musical: Jarbas Bittencourt Preparação vocal: Marcelo Jardim Iluminação: Fábio Espírito Santo e Rivaldo Rio Engenharia de som: Mauricio Roque Figurino e adereços: Zuarte Junior Assessoria de imprensa: André Luis Santana Elenco: Arlete Dias, Auristela Sá, Cássia Valle, Cell Dantas, Ednaldo Muniz, Ella Nascimento, Érico Brás, Fábio Santana, Gerimias Mendes, Jamile Alves, Jorge Washington, Leno Sacramento, Ridson Reis, Sérgio Laurentino, Telma Souza e Valdinéia Soriano Músicos: Daniel Vieira (Nine) e Maurício Lourenço Realização: Bando de Teatro Olodum Produção do podcast: Cássia Valle, Fábio Santana, Maise Xavier, Merry Batista, Naira da Hora e Valdineia Soriano Engenharia de som/som direto: Napoleão Cunha Técnica de som/microfonista: Hilário Passos Edição do podcast: Maise Xavier Coro adicional: Deilton José, Denise Correia, Jarbas Bittencourt, Pedro Morais e Satyra Carvalho Este é o quarto episódio da terceira temporada do podcast Ficções Itaú Cultural, cuja periodicidade é mensal. Ouça todos os episódios disponíveis em aplicativos especializados como o Spotify, o Google Podcasts e o Apple Podcasts, no celular ou no computador. ITAÚ CULTURAL Presidente: Eduardo Saron Gerente do Núcleo de Artes Cênicas, Música e Literatura: Galiana Brasil Coordenação: Carlos Gomes Produção: Tiago Ferraz Gerente do Núcleo de Audiovisual: André Furtado Coordenação: Kety Fernandes Nassar Produção audiovisual: Amanda Lopes Edição e finalização de som: Cinemática Audiovisual (terceirizada) Locução da vinheta: Adriana Braga, Julio de Paula e Malu Pontes (terceirizados) Trilha musical da vinheta: “El río fluye”, de Reuven Bransburg
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
2023/06/01
Vencedor do Prêmio Arte Negra, da Fundação Nacional de Artes (Funarte), o espetáculo Todo camburão tem um pouco de navio negreiro, do grupo Nóis de Teatro, conta a história de Natanael, uma espécie de anti-herói que habita as periferias, um menino negro que, inserido num contexto de opressão e violência, é levado a tomar decisões que lhe custarão um julgamento popular.  Há um forte debate sobre o extermínio da juventude negra nas periferias, sobre a desmilitarização da polícia e sobre a política brasileira. A dramaturgia é um fragmento da peça original – que teve sua estreia em 2014 – e chega neste novo formato como uma experiência transmídia, na qual o público é convidado a interagir como júri popular, votando através de uma enquete. Acesse a enquete neste link. Ficha técnica Direção e dramaturgia: Altemar Di Monteiro Produção: Bruno Sodré Instrumentos: Batuta e Bruno Sodré Trilha sonora: Bruno Sodré Mix, masterização e edição: Batuta Técnico de gravação: Plínio Câmara Vozes: Altemar Di Monteiro, Amanda Quebrada, Batuta, Doroteia Ferreira, Henrique Gonzaga, Kelly Enne Saldanha, Irene Rodrigues e Magno Rodrigues Locação: Estúdio Varanda Criativa  Este é o terceiro episódio da terceira temporada do podcast Ficções Itaú Cultural, cuja periodicidade é mensal. Ouça todos os episódios disponíveis clicando aqui ou pesquisando o nome do programa em aplicativos especializados, como o Spotify, o Google Podcasts e o Apple Podcasts, no celular ou no computador. ITAÚ CULTURAL Presidente: Eduardo Saron Gerente do Núcleo de Artes Cênicas, Música e Literatura: Galiana Brasil Coordenação: Carlos Gomes Produção: Tiago Ferraz Gerente do Núcleo de Audiovisual: André Furtado Coordenação: Kety Fernandes Nassar Produção audiovisual: Amanda Lopes Edição e finalização de som: Cinemática Audiovisual (terceirizada) Locução da vinheta: Adriana Braga, Julio de Paula e Malu Pontes (terceirizados) Trilha musical da vinheta: “El río fluye”, de Reuven Bransburg
O laboratório das alucinações
2023/05/05
O laboratório das alucinações é uma peça de horror cuja estreia aconteceu em 1916 no Théâtre du Grand-Guignol, na cidade de Paris. A Vigor Mortis, companhia especializada no gênero, adaptou a obra, mantendo os horrores construídos pelo autor André de Lorde. A trama envolve traição, horror e lobotomia. Dr. Gorlitz, neurocirurgião, realiza experimentos nada ortodoxos enquanto sua esposa busca o amor com um arqueólogo. Um acidente de carro abrirá as portas para um reino de terror, tortura e alucinações. Ficha técnica Texto: André de Lorde (1869-1942) Tradução, adaptação, direção e edição: Paulo Biscaia Filho Elenco: Caroline Roehrig, Kenni Rogers e Paulo Biscaia Filho Produção: Vigor Mortis
A borracheira
2023/04/06
Em cena, humanos narram memórias e interpretam histórias que se passam no seringal, no meio da Floresta Amazônica, buscando refletir a humanidade e suas relações. O espetáculo lança reflexões sobre temas importantes, como a atuação das mulheres e o silenciamento de suas vozes nos seringais, e questões de justiça e poder, além de discutir o próprio sentido da vida. A borracheira é fruto de estudo e pesquisa cênica sobre narrativas de mulheres que viveram e vivem em um ambiente extremamente hostil e dominado pelo “pensamento-homem” nos seringais do Vale do Guaporé, na Amazônia, região do estado de Rondônia limítrofe com a Bolívia. O espetáculo foi concebido e realizado pelo grupo Imaginário, que coleciona mais de 30 prêmios nacionais. Ficha técnica Elenco: Amanara Brandão, Edmar Leite, Flávia Diniz e Zaine Diniz Dramaturgia: Daniel Graziane Captação de áudio, edição e assistência de direção: Édier William Roteiro e direção: Chicão Santos
A alma “lavada e enxaguada” de Odorico Paraguaçu
2023/01/09
Esse é um pequeno trecho adaptado da obra "O bem amado", de Dias Gomes, que procura tecer um rápido solo do personagem central, Odorico Paraguaçu, prefeito que tem como principal objetivo conseguir um defunto para inaugurar a sua grande obra: o cemitério da cidade de Sucupira. O dia-a-dia transcorre entre o apoio de conhecidos personagens da trama, como as irmãs Cajazeiras e Dirceu Borboleta, que servem para a construção de um imaginário em sintonia com os tempos de agora e que se complementam pela citação de personagens emblemáticos como Zeca Diabo e pelo linguajar popularesco de Odorico. Por fim, essa é uma sátira muito atual e divertidíssima da elite e da política brasileira, colocada aqui como um breve fragmento adaptado em podcast.
Vou dar a luz
2023/01/09
Crônica de Dias Gomes, criada em 1996 para o jornal O Dia, onde o autor fala sobre o processo de estreia de suas obras. 
Nos tempos de Dulcina
2023/01/09
Crônica de Dias Gomes, criada em 1996 para o jornal O Dia em homenagem a vida e obra da atriz e produtora Dulcina de Moraes.
Tratores para derrubar terreiros
2022/09/01
Terreiros de candomblé são demolidos e prédios são construídos em átimos de segundos. O tempo, guardião das memórias, entrecruza os caminhos de Janaína, Odé e da lendária mãe Beata, que se encontram em um processo de descoberta da ancestralidade. Forma-se, assim, uma teia entre presente, passado e futuro. No 11º episódio da segunda temporada do Ficções Itaú Cultural, o Grupo Clariô de Teatro interpreta, novamente, um texto do dramaturgo Jhonny Salaberg. Tratores para derrubar terreiros Texto: Jhonny Salaberg Elenco: Martinha Soares, Naloana Lima e Washington Gabriel
Espuma
2022/08/18
Campo de algodão. Dois colhedores escravizados. Tula e Zé confabulam sobre um grande muro que existe no fim das plantações e a tão sonhada fuga para o outro lado. Sonhos e medos costuram o valioso tempo, que se repete e se esgota em meio ao trabalho pesado. No décimo episódio da segunda temporada do “Ficções Itaú Cultural”, o Grupo Clariô de Teatro interpreta um texto do dramaturgo Jhonny Salaberg. Espuma Texto: Jhonny Salaberg Direção: Naruna Costa Elenco: Alexandre Souza, Naruna Costa e Rager Luan

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