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Rating
5from
This podcast has
173 episodes
Language
Portuguese (Brazil)Publisher
Formiga ElétricaExplicit
No
Date created
2015/06/09
Latest episode
2022/06/24
Average duration
117 min.
Release period
14 days
Description
O FormigaCast é o podcast do projeto Formiga Elétrica, dedicado ao universo da cultura pop geral! Cinema, quadrinhos, séries e muito mais, em um papo descontraído, mas com conteúdo!
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Cyberpunk no Cinema | FormigaCast 175
2022/06/24
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Conheça o Podcast Cinemaventura: https://open.spotify.com/show/57boNKAYKKbiwYxcA96bFA
A ficção científica sempre esteve presente no cinema, mesmo que o audiovisual muitas vezes precisasse diluir conceitos mais complexos para atingir audiências maiores. A própria literatura, no entanto, viu o surgimento de uma vertente mais urbana e menos cósmica no começo dos anos 80, quando William Gibson apresentou ao mundo seu Neuromancer. Foi a largada do Cyberpunk, que se caracterizou por conceitos de domínio corporativo sobre o povo comum, com implantes cibernéticos fazendo parte da rotina das pessoas. O avanço tecnológico, no entanto, não reduz a desigualdade. Esse tipo de cenário não demorou para chegar às telas, com resultados que variam bastante.
Neste episódio do FormigaCast, a conversa foi sobre filmes - bons e ruins - que investiram nestes conceitos, de formas mais diretas ou não. Ouça e descubra nossas impressões sobre obras que dialogaram com essa época específica, cujas ideias e temores continuam atuais. Contamos com a participação do grande Marcos Damiani Lobo, do Podcast Cinemaventura.
Quer discordar da gente de forma veemente e furiosa? Fique à vontade para nos dizer. Conte para nós o que achou deste programa e do formato geral dos nossos podcasts, pois queremos muito saber. Mande sua opinião sobre esse episódio ou mesmo uma sugestão de tema para os próximos programas aí nos comentários ou pelo email [email protected].
40 anos de Conan, o Bárbaro | FormigaCast 174
2022/06/10
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Há 40 anos, um austríaco de nome impronunciável protagonizou um papel que catapultou sua carreira, com um personagem que já era extremamente popular graças aos quadrinhos: Conan, o Bárbaro. Graças às revistas da Marvel, a criação de Robert E. Howard já tinha um apelo enorme no público fã de fantasia e o produtor Edward R. Pressman achou que caía como uma luva para um certo campeão de fisiculturismo que vinha tentando a sorte nas telas há algum tempo. O ano era 1977 e o projeto teve o envolvimento de Oliver Stone como roteirista, mas o filme só estrearia cinco anos depois, com John Millius na direção colocando toda sua paixão na tarefa. Um marco indiscutível para a época, mas também o ponto de virada para Arnold Schwarzenegger.
Confira nosso papo sobre essa obra que envelheceu bem e continua valendo a discussão. Detalhes de produção e impressões pessoais se misturaram nesta conversa, refletindo sobre quais elementos tornaram o filme especial e onde ele poderia dar errado. E falando em dar errado, a continuação de Conan e Guerreiros de Fogo também foram lembrados.
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O Império dos Gibis (com Manoel de Souza e Maurício Muniz) - FormigaCast 173
2022/05/27
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Escrito por Manoel de Souza e Maurício Muniz, o livro O Império dos Gibis (Editora Heroica) se propôs a mapear o caminho da Editora Abril, desde a ascensão até a queda, dentro do recorte das publicações de quadrinhos. No segmento de HQs, a empresa reinou durante os anos 80 e 90, amargando diversos problemas depois em meio a uma queda brusca de leitores. Essa história gloriosa e melancólica foi coberta com uma riqueza de detalhes que traz novas perspectivas, até mesmo sobre as escolhas mais polêmicas da redação, entre o formatinho, cortes de páginas e traduções. Falamos aqui sobre esse momento histórico editorial importante e nostálgico para muitos.
Para esse papo, trouxemos até os próprios autores do livro, que puderam falar da pesquisa em si, do mercado de ontem e hoje e muitos outros detalhes interessantes para quem acompanha quadrinhos no Brasil. Confira mais uma conversa legal recheada de informações. Só dar o play!
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O outro Sergio do Faroeste Italiano | FormigaCast 172
2022/05/13
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No caso do faroeste italiano, existe um consenso sobre o melhor cineasta. Sergio Leone, com a trilogia dos dólares e Era Uma Vez no Oeste, marcou seu nome e também inaugurou uma moda graças ao sucesso e reconhecimento em 1964. Só que o ciclo também contou com seu xará e amigo, Sergio Corbucci, que trouxe uma voz muito pessoal ao segmento com os filmes que dirigiu e escreveu. Django, em 1966, revelou Franco Nero e foi uma febre que gerou inúmeros imitadores. Mesmo assim, essa não seria sua obra prima e seus trabalhos no western seguiram surpreendendo, com O Vingador Silencioso sendo apontado como seu grande filme, entre tantos outros que marcaram sua época e gerações à frente. A influência sobre um certo Quentin Tarantino é bem conhecida.
Os faroestes de Sergio Corbucci foram comentados neste episódio do podcast, que contou com os três articulistas que participaram do lançamento do Blu Ray de Dajngo no Brasil, Daniel Fontana, Bianca Zasso e Carlos Thomaz Albornoz. Um papo que pegou esse recorte da filmografia de um grande cineasta em seu auge. Dá o play aí e confira!
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HQs que me emocionaram | FormigaCast 171
2022/04/29
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As Histórias em Quadrinhos, como qualquer pessoa sabe, podem abranger uma gama enorme de gêneros como qualquer outra mídia. Exatamente por isso, leitores de HQs mais dedicados tem em seu coração as lembranças de determinadas obras que foram além da pura diversão escapista e marcaram pelo envolvimento emocional. Por isso, viemos aqui para comentar determinados momentos da nossa vida em que nossas emoções foram fisgadas pelas páginas dos quadrinhos, em histórias de temáticas bem variadas.´
Playlist do nosso convidado: https://open.spotify.com/playlist/3NpqcerpkfObULaT1L75R2
Confira a seguir nosso bate papo que passou por super-heróis (quando as mortes significavam alguma coisa), mangás, dramas nacionais e muito mais. Participação especial do jornalista e redator especializado em Quadrinhos, André Morelli. Só dar o play e embarcar nesta viagem com a gente.
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Filme bom, mas o final... | FormigaCast 170
2022/04/15
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Confira também o podcast Cinemaventura: https://open.spotify.com/show/57boNKAYKKbiwYxcA96bFA?si=Vg6SzL-pSDSAaORIBgzifQ&utm_source=copy-link
Obras absolutamente perfeitas não são tão comuns. Isso em qualquer mídia, mas, especificamente sobre o cinema, onde realizadores são muitas vezes submetidos à vontade do estúdio, fica um tanto mais difícil manter a narrativa nos trilhos até o final. Porém, isso é só um lado da nossa pauta aqui, já que também não é impossível que o roteiro não tenha uma finalização que faça jus ao que foi visto, ou que o diretor perca a mão já próximo do fim com uma decisão questionável. Por isso, nos juntamos aqui para comentar algumas obras e circunstâncias em que o filme é bom, mas o final tropeça e entrega um encerramento problemático, que incomoda o público em graus diferentes, dependendo da tolerância de cada um.
Trouxemos vários exemplos de filmes que gostamos, mas mudaríamos alguma coisa bem perto de acabar. Muita coisa que pode gerar polêmica, e esse papo acaba complementando outro episódio: Ideia boa, execução ruim. Confira a seguir mais um episódio do FormigaCast, com mais uma participação especial de Marcos Damiani Lobo, do podcast Cinemaventura, e do roteirista James Salinas.
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Por Que Esse Desprezo Por Super-Heróis? - FormigaCast 169
2022/04/01
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Um movimento que existe desde a efervescência da Era de Ouro dos Quadrinhos é a resistência que alguns artistas tem em relação à figura dos super-heróis, usando como exemplo as próprias declarações de Will Eisner, que colocou uma máscara em seu Spirit apenas por pressão comercial. Na linha de montagem brutal do mercado norte-americano, ele não era o único e as transformações do cenário que culminaram no surgimento do underground exacerbaram esses sentimentos na geração seguinte. Compreensível, já que o super-herói virou um símbolo de status quo dentro de um sistema cuja juventude não aceitava.
Além de outros grandes nomes das HQ's que endossam esse pensamento, não podemos deixar de ligar essa situação com a moda dos filmes de super-heróis, onde cineastas consagrados também expressam sua insatisfação. A declaração mais famosa, de que Marvel não é cinema, partiu de de Martin Scorsese. Obviamente, foi uma fala muito mais longa, mas é exatamente esse trecho que ficou marcado. Além dele, William Friedkin também se manifestou de forma mais discreta há alguns anos e sabemos que ele não são os únicos a torcer o nariz. Confira nossa conversa sobre esse ranço que parte de grandes artistas.
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Shakespeare na Cultura Pop - FormigaCast 168
2022/03/18
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O alcance da obra de William Shakespeare é tamanho que até mesmo as pessoas que nunca leram ou viram montagens de suas peças sabem quem ele é, além de já terem uma boa ideia na cabeça sobre esse texto. Extrapolando esse raciocínio, existem pessoas que nem sabem que algo que gostam muito tem uma influência forte da obra do Bardo, que influenciou não apenas o Romantismo, como também deixou vários tropos sobre a natureza humana que são sempre reutilizados em maior ou menor grau. Quem não pensa em Romeu e Julieta quando ouve falar de amor impossível?
Mas as coisas vão muito além disso, já que conteúdo shakespeariano pode ser encontrado em The Sopranos, Sons of Anarchy, O Poderoso Chefão e O Rei Leão, para citar somente alguns. Nos juntamos aqui para investigar algumas dessas ramificações na cultura contemporânea, falando também da adaptações diretas que foram bem sucedidas e seus intérpretes mais ilustres. Confira!
Textos referenciados no episódio:
https://ir.ua.edu/handle/123456789/7846
https://core.ac.uk/download/pdf/9837743.pdf
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Como Furar a Bolha? - FormigaCast 167
2022/03/04
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A cena dos Quadrinhos no Brasil, isso incluindo publicações gringas licenciadas ou produção nacional, enfrenta um problema visível que se arrasta e aumenta ao longo dos anos. Público que não se renova, divulgação que circula somente dentro do nicho cada vez mais restrito, preços que afastam até fãs, concorrência de outras mídias e a lista não para por aí. Comparando com que o que era visto até o fim dos anos 90, é algo desolador para quem realmente aprecia essa forma de arte, ainda mais quando se constata qual a mentalidade média brasileira a respeito das HQ's.
Nos juntamos aqui para debater essa bolha, que corre o risco não de estourar, mas de implodir. O que pode ser feito e como separamos as causas dos sintomas nessa história toda. Vieram como convidados para este papo Lucas Souza, da editora Ultimato do Bacon, e Thiago Modenesi, da editora Quadriculando. Confira essa conversa que levantou questões interessantes sobre esse assunto mais do que complexo.
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O Que Faz uma Obra ser COOL? - FormigaCast 166
2022/02/18
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Tem filme, quadrinho ou série que a gente até considera cool, mas na hora de explicar o motivo dessa adjetivação a coisa trava. Nada mais natural, já que o conceito parece bem simples, mas esbarra em uma porrada de percepções individuais e na fronteira do cult. O filme é cult ou é cool? Ou seria os dois ao mesmo tempo? Uma classificação exclui a outra? Enfim, quando pensamos em filme cool já tem um monte que vem na cabeça, como Matrix, Pulp Fiction, Warriors e vários outros, mas nos juntamos aqui para conversar sobre isso e expor nossas percepções.
Confira esse papo, onde cada um trouxe uma impressão que não era a mesma do outro e pudemos discutir essas questões. Foram citações de filmes aos montes, gêneros específicos, estilos, recepção do público da época, costumes e muito mais. Dá um play aí e confira!
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Metal Hurlant - FormigaCast 165
2022/02/04
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Entre as revistas do segmentos de Quadrinhos, a Metal Hurlant é facilmente a mais influente entre elas. Além disso, também surge de uma reunião de notáveis da cena francesa, que explodiram para o mundo a partir da iniciativa. Jean-Pierre Dionnet, Philippe Druillet e Jean "Moebius" Giraud , junto do administrador Bernard Farkas, criaram um produto que expandiu as fronteiras artísticas e criativas dos Quadrinhos franceses, privilegiando a fantasia e a ficção científica.
Surgindo em 1975, a Metal Hurlant foi responsável por uma revolução conceitual e estética que é sentida até hoje. Dela, surgiram obras primas como Incal, com a dupla Jodorowsky e Moebius, e Exterminador 17, de Dionnet e Enki Bilal. Este último, aliás, responsável por influenciar Katsuhiro Otomo para a criação de Akira. Confira nosso papo sobre esse terremoto da Nona Arte, que reverbera até hoje, contando com a participação do Professor Nobu Chinen, das jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos da USP.
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Aventuras do Formigueiro - FormigaCast 164
2022/01/21
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Depois da pauta anterior, que foi um tanto pessimista, já que abordava os impactos da pandemia em nossa vida de consumidores de cultura, resolvemos descontrair nesta. Agora o foco é nas aventuras como produtores de conteúdo, desde a gênese do projeto Formiga Elétrica e os acasos que fizeram esse grupo se juntar. Prepare-se para conhecer episódios engraçados e surreais que fizeram essa jornada mais divertida. Bem, algumas coisas são hoje divertidas de se comentar, mas na hora não foi bem assim.
Dá um play aí e saiba mais sobre a nossa estrada e o que já passamos em nome da marca Formiga Elétrica. Uma pauta mais de boa para o segundo episódio do ano. Daniel, Raphael e Gustavo jogando conversa fora e comentando aventuras locais e interestaduais.
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