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Horizonte de Eventos

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★★★★★
5
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8 reviews
This podcast has
108 episodes
Explicit
No
Date created
2020/03/04
Latest episode
2026/01/29
Average duration
47 min.
Release period
21 days

Description

Podcast dedicado exclusivamente para a astronomia e ciências correlatas.

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Horizonte de Eventos - Episódio 88 - Olhos No Universo!!
2026/01/29
Você já parou para pensar nas inúmeras formas como a humanidade observa o universo? Do nosso olhar curioso para o céu noturno às lentes poderosas dos telescópios mais avançados, estamos em uma busca incessante por respostas. Neste episódio especial do **Horizonte de Eventos**, convidamos você para uma jornada através de seis olhares distintos que estão redefinindo nossa compreensão do cosmos.🌌 **O Olhar Vigilante: Nosso Guardião Solar**Começamos nossa viagem com o novo guardião da Terra, o observatório SWFO-L1 da NOAA, posicionado a 1.5 milhão de quilômetros de distância. Ele é nossa sentinela silenciosa, um sistema de alerta precoce contra a fúria das tempestades solares, protegendo nossa tecnologia e nosso modo de vida de um perigo invisível que viaja à velocidade da luz. Entenda como esse "olhar" constante para o Sol é vital para a nossa segurança.🚀 **O Olhar Retrospectivo: As Lições do Challenger**Viajamos 40 anos no passado para revisitar o desastre da Challenger. Este não é apenas um olhar de luto, mas um olhar de aprendizado. Mergulhamos na história dos O-rings, na coragem dos engenheiros que alertaram para o perigo e nas lições sobre cultura de segurança e tomada de decisão que ecoam na engenharia espacial até hoje. Uma homenagem à tripulação e um lembrete do preço do progresso.🤖 **O Olhar Artificial: Os Fantasmas de Vidro do Hubble**O que acontece quando ensinamos uma inteligência artificial a olhar para o universo? Ela descobre segredos que nossos olhos jamais viram. Acompanhe a incrível história de como uma IA, treinada por astrônomos, vasculhou décadas de dados do Telescópio Espacial Hubble e revelou mais de 300 novas lentes gravitacionais – distorções no tecido do espaço-tempo que agem como telescópios cósmicos. Um vislumbre de uma nova era de descobertas.☄️ **O Olhar Preditivo: A Chuva de Fogo em Vênus**Imagine prever uma chuva de meteoros... em outro planeta. Pela primeira vez, cientistas antecipam que Vênus será bombardeado por detritos de um asteroide em julho. Este olhar preditivo nos permite estudar a composição de mundos distantes e a dinâmica complexa do nosso sistema solar. Uma previsão que transforma o céu venusiano em um laboratório cósmico.✨ **O Olhar Violento: Fogos de Artifício no Coração da Galáxia**Apontamos nossos telescópios para o centro caótico da Via Láctea, um lugar de beleza e violência extremas. Testemunhe os "fogos de artifício estelares" ao redor do nosso buraco negro supermassivo, Sagitário A*. Estrelas nascendo e morrendo em um piscar de olhos cósmico, algumas sendo violentamente "espaguetificadas" pela gravidade colossal. Um olhar para a dança da criação e destruição que alimenta o motor da nossa galáxia.🌕 **O Olhar para o Futuro: A Promessa da Artemis II**Nossa jornada culmina na plataforma de lançamento, com o imponente foguete SLS da missão Artemis II. Este é o nosso olhar de esperança e ambição, a promessa de que a humanidade voltará à Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. Conheça a tripulação, a tecnologia e o significado deste passo gigantesco que abre um novo capítulo na exploração humana do espaço.Seis notícias, seis formas de ver o universo. Junte-se a nós no **Horizonte de Eventos** para esta exploração épica, da fúria do Sol ao nosso retorno à Lua. Dê o play e olhe para o cosmos como você nunca viu antes.
Horizonte de Eventos - Episódio 87 - A Maior Caçada Cósmica da História
2026/01/27
Você já parou para pensar que tudo o que vemos – estrelas, planetas, galáxias – compõe apenas 5% do universo? Os outros 95% são um completo mistério, dominados por duas entidades invisíveis: a **matéria escura**, a cola gravitacional que impede as galáxias de se despedaçarem, e a **energia escura**, a força misteriosa que está acelerando a expansão do cosmos. Neste episódio de Horizonte de Eventos, mergulhamos na maior caçada cósmica da história: uma busca para mapear o invisível e entender o destino do nosso universo. Junte-se a nós enquanto exploramos os resultados de seis anos do **Dark Energy Survey (DES)**, um projeto monumental que usou uma das câmeras mais poderosas do mundo para mapear uma oitava parte do céu e capturar a luz de centenas de milhões de galáxias.Descubra como os cientistas usam técnicas como o **agrupamento de galáxias** e a **lente gravitacional fraca** – a sutil distorção da luz prevista por Einstein – para criar o mapa 3D mais preciso da matéria escura no universo recente. Este mapa revelou uma das maiores tensões na cosmologia moderna: o universo hoje parece ser um pouco menos 'grumoso' e mais 'suave' do que as previsões baseadas no universo primordial sugerem.O que essa 'tensão cósmica' significa? Nossos modelos do universo estão incompletos? Estamos à beira de descobrir uma nova física? Ou há algo que ainda não entendemos sobre a gravidade?Vamos viajar até os Andes chilenos, onde o Telescópio Victor M. Blanco e sua câmera DECam observaram o céu por seis anos. Vamos conhecer a 'guerra invisível' no cosmos: de um lado, a matéria escura tentando aglomerar tudo; do outro, a energia escura tentando afastar tudo. O destino do universo depende de quem está ganhando. Os resultados revelaram valores intrigantes que diferem das previsões por 2.6 sigma. É como ter uma foto de um bebê e uma previsão de como ele seria aos 30 anos, mas ao encontrá-lo, ele ser um pouco diferente do esperado.Aperte o play e embarque nesta jornada para desvendar os segredos da maior caçada cósmica da história. Uma história sobre ciência de ponta, colaboração internacional e a busca humana por compreender nosso lugar no universo.
Horizonte de Eventos - Episódio 86 - Uma Galáxia Em Chamas
2026/01/19
Imagine uma galáxia onde novas estrelas nascem 10 vezes mais rápido que na Via Láctea. Um lugar onde supernovas explodem constantemente, criando ventos tão poderosos que ejetam material a milhares de quilômetros por segundo. Esse lugar existe e está a apenas 12 milhões de anos-luz de distância: é M82, a Galáxia do Charuto.Neste episódio especial do Horizonte de Eventos, exploramos uma das descobertas mais impressionantes apresentadas no congresso da Sociedade Astronômica Americana (AAS 247): o Projeto Cibola. Usando o poder revolucionário do Telescópio Espacial James Webb, astrônomos conseguiram finalmente atravessar o denso véu de poeira cósmica que sempre ocultou o coração dessa galáxia starburst e, pela primeira vez, resolver individualmente mais de 16 milhões de estrelas em seu núcleo.Você vai descobrir:✨ Como a interação gravitacional com a galáxia vizinha M81 desencadeou essa explosão de formação estelar🔭 Por que o James Webb conseguiu ver o que o Hubble não podia⭐ O que os padrões de idade das estrelas revelam sobre a história violenta de M82🌌 Como supervento galáctico esculpe o meio interestelar🧬 A surpreendente descoberta de moléculas orgânicas complexas (PAH) sobrevivendo em condições extremas. Das lendárias Sete Cidades de Ouro de Cíbola à arqueologia galáctica moderna, esta é uma jornada fascinante pelos segredos de uma das galáxias mais estudadas e ainda assim mais misteriosas do universo próximo. #Astronomia #JamesWebb #JWST #M82 #Galáxias #Starburst #AAS247 #CiênciaEspacial #Astrofísica
Horizonte de Eventos - Episodio 84 - Especial AAS 247 - As Descobertas Que Estão Mudando A Astronomia
2026/01/08
Neste episódio especial do Horizonte de Eventos, trazemos uma cobertura completa do segundo dia da 247ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS 247), realizada em Phoenix, Arizona. Prepare-se para uma viagem fascinante pelos confins do universo! 🚀 O QUE VOCÊ VAI DESCOBRIR: ✨ UNIVERSO PRIMORDIAL: O Telescópio James Webb revelou que as primeiras galáxias amadureceram muito mais rápido do que imaginávamos. Elementos pesados já existiam em abundância quando o universo tinha menos de 1 bilhão de anos! 🦆 OS "ORNITORRINCOS" CÓSMICOS: Uma nova classe misteriosa de objetos que não se encaixa em nenhuma categoria conhecida. Seriam galáxias bebês extremamente jovens ou um novo tipo de núcleo galáctico ativo? ⭐ ESTRELAS-MONSTRO: Cientistas propõem que alguns dos enigmáticos "pequenos pontos vermelhos" podem ser estrelas individuais com 1 MILHÃO de vezes a massa do Sol, prestes a colapsar diretamente em buracos negros massivos. 💀 PLANETAS APÓS A MORTE: Como anãs brancas nos contam os segredos de mundos destruídos através da "poluição" de suas atmosferas, revelando a composição de exoplanetas rochosos e a possibilidade de vida ao redor de estrelas mortas. 💥 EXPLOSÕES CÓSMICAS: O filme mais longo já feito pelo Chandra mostra 25 anos de evolução do remanescente da Supernova de Kepler, expandindo a velocidades de até 14 milhões de milhas por hora!🔬 ECOS DO PASSADO: O XRISM revela que o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea foi milhares de vezes mais brilhante há apenas 100 anos. 🎓 INCLUSÃO NA CIÊNCIA: Conheça os programas CrEST que estão democratizando o acesso à astronomia para jovens de todo o mundo.Este é o universo como você nunca viu: mais estranho, mais complexo e infinitamente mais fascinante.#Astronomia #JamesWebb #Astrofísica #Ciência #DivulgaçãoCientífica #AAS247 #UniversoPrimordial #BuracosNegros #Exoplanetas #Supernovas
Horizonte de Evento - Episódio 83 - Ecos da AAS 247: Das Moléculas da Vida Aos Mundos Distantes
2026/01/07
Neste episódio especial, mergulhamos no 247º encontro da Sociedade Astronômica Americana para trazer as descobertas mais revolucionárias da astronomia mundial!Descubra como a missão OSIRIS-REx trouxe de Bennu moléculas essenciais para a vida, incluindo ribose e glicose, sugerindo que os blocos de construção da vida podem ser universais. Conheça a Cloud-9, a primeira "galáxia falida" que nunca conseguiu formar estrelas. Desvende o mistério de Betelgeuse e sua companheira secreta Siwarha, detectada através de um rastro cósmico.Testemunhe o nascimento de um planeta gigante no Hambúrguer de Gomez, onde astrônomos detectaram sinais químicos de formação planetária em tempo real. Explore como as anãs marrons se tornaram arqueólogas galácticas e por que a detecção de fosfina em suas atmosferas mudou a busca por vida extraterrestre. Das moléculas da vida em asteroides primitivos às atmosferas de exoplanetas distantes, este episódio celebra a era de ouro da astronomia. Junte-se a nós nesta jornada pelos ecos do cosmos!🔭 Horizonte de Eventos - Onde a ciência encontra a imaginação.
Horizonte de Eventos - Episódio 82 - Colisões cósmicas E Novos Horizontes
2026/01/05
O início de 2026 nos presenteia com um dos episódios mais empolgantes do Horizonte de Eventos! Preparamos uma jornada fascinante pelas últimas descobertas e eventos que estão moldando nossa compreensão do universo e expandindo as fronteiras da exploração espacial.Começamos nossa viagem na Europa, onde a Dinamarca recebeu luz verde da Agência Espacial Europeia para sua primeira missão à Lua. A missão Máni, batizada em homenagem ao deus nórdico da Lua, representa um marco histórico para o país e um novo modelo de exploração lunar: missões pequenas, ágeis e de baixo custo que democratizam o acesso ao espaço. Com lançamento previsto para 2029, o satélite mapeará a superfície lunar em alta resolução, identificando locais seguros para pousos tripulados e áreas promissoras para a busca de gelo de água nos polos lunares.Em seguida, embarcamos no primeiro lançamento da SpaceX em 2026, que colocou em órbita o terceiro satélite da constelação italiana COSMO-SkyMed. Equipado com tecnologia de Radar de Abertura Sintética, este satélite possui um superpoder: enxergar através de nuvens e na escuridão total. Essa capacidade revolucionária permite monitorar desastres naturais, detectar mudanças milimétricas no solo, combater a pesca ilegal e fornecer dados cruciais para agricultura de precisão, independentemente das condições climáticas. O episódio mergulha então em um verdadeiro mistério cósmico. Fomalhaut b, celebrado como um dos primeiros exoplanetas fotografados diretamente, simplesmente desapareceu. A solução deste enigma é espetacular: nunca foi um planeta, mas sim a nuvem de destroços de uma colisão titânica entre dois asteroides gigantes. Testemunhar esse evento raro nos dá uma janela única para os processos violentos que dão origem aos planetas, incluindo possivelmente a nossa própria Terra.Ampliando nossa perspectiva, exploramos a juventude turbulenta da Via Láctea. Usando o Telescópio Espacial James Webb como uma máquina do tempo, astrônomos canadenses identificaram 877 "gêmeas" da nossa galáxia em diferentes estágios evolutivos. As descobertas revelam que nossa serena galáxia espiral teve um passado caótico, marcado por fusões violentas e explosões de formação estelar, crescendo literalmente "de dentro para fora".Para os observadores do céu, trazemos um guia completo para a espetacular oposição de Júpiter em janeiro. O gigante gasoso estará em seu ponto mais próximo e brilhante do ano, visível durante toda a noite. Com simples binóculos, você poderá ver as quatro luas galileanas, recriando uma das descobertas mais importantes da história da ciência.Finalmente, celebramos uma vitória da engenhosidade humana: após cinco anos de busca meticulosa, os cosmonautas russos conseguiram selar o vazamento persistente no segmento russo da Estação Espacial Internacional, trazendo um suspiro de alívio para toda a comunidade espacial.Este episódio especial é uma celebração da curiosidade e do espírito de exploração que nos define. Das missões inovadoras para a Lua até os mistérios em galáxias distantes, cada história nos conecta com o cosmos e nos lembra que vivemos em um universo dinâmico e repleto de maravilhas.Seja você astrônomo amador ou curioso sobre o universo, este episódio tem algo especial para você. Junte-se a nós nesta jornada pelo cosmos!
Horizonte de Eventos - Episódio 81 - Um Telescópio Do Tamanho do Sol
2026/01/05
Já imaginou poder enxergar a superfície de um planeta a anos-luz de distância com detalhes suficientes para distinguir oceanos, continentes e, quem sabe, os primeiros sinais de vida? Atualmente, nossos telescópios mais poderosos veem esses mundos distantes como meros pontos de luz. Neste episódio de Horizonte de Eventos, mergulhamos em um dos projetos mais ambiciosos e visionários da história da exploração espacial: a Lente Gravitacional Solar. Descubra como cientistas planejam transformar nosso próprio Sol em um telescópio de proporções cósmicas, uma lupa gravitacional capaz de ampliar a imagem de um exoplaneta em 100 bilhões de vezes.Baseado na Teoria da Relatividade de Einstein, o conceito parece ficção científica, mas a física é sólida. A missão, no entanto, apresenta desafios de engenharia monumentais. Junte-se a nós enquanto exploramos a jornada épica de enviar uma frota de naves espaciais a uma distância três vezes maior que a da Voyager 1, usando tecnologias de ponta como velas solares para uma viagem de 25 anos até o ponto focal do Sol. Vamos desvendar como os cientistas pretendem capturar a luz distorcida em um "Anel de Einstein" e reconstruí-la em uma imagem de alta resolução, superando obstáculos como a comunicação a laser em distâncias interplanetárias e a autonomia das sondas.O que poderíamos encontrar ao final dessa jornada? Uma imagem de 800x800 pixels de uma segunda Terra, revelando sua geografia, seu clima e, talvez, a cor de sua biosfera. Este episódio não é apenas sobre tecnologia; é sobre a busca fundamental pela resposta à pergunta "estamos sozinhos no universo?". Aperte o play e embarque conosco nesta incrível aventura até os limites do sistema solar, em uma missão que pode redefinir nosso lugar no cosmos e o futuro da humanidade.
Horizonte de Eventos - Episódio 80 - O Voo 9 do Starship: Falha ou Sucesso?
2025/05/28
A SpaceX encontrou outro obstáculo em sua busca por "tornar a vida multiplanetária". Durante o nono voo de seu foguete integrado Starship-Super Heavy na terça-feira, o veículo mais uma vez falhou em completar o voo completo conforme o planejado, perdendo a capacidade de controlar sua orientação pouco mais de 20 minutos após o início do voo. A SpaceX interrompeu a exibição de imagens ao vivo do estágio superior por cerca de 10 minutos. Quando as imagens das câmeras foram retomadas, cerca de 30 minutos após o início do voo, a Starship pôde ser vista começando a girar. “A Starship atingiu o corte programado do motor da nave, uma grande melhoria em relação ao último voo! Além disso, não houve perda significativa das placas de proteção térmica durante a subida”, disse o fundador da SpaceX, Elon Musk, em um comunicado pós-lançamento no X. “Vazamentos causaram perda de pressão do tanque principal durante a fase de navegação costeira e reentrada. Muitos dados úteis para revisar.” A missão, batizada de Starship Flight 9, foi a terceira tentativa da SpaceX de voar a versão atualizada do Bloco 2 de seu estágio superior. Nos dois voos anteriores, a nave perdeu o controle de atitude antes do desligamento de seus seis motores Raptor, menos de nove minutos após o início de suas respectivas subidas. Em um comunicado divulgado pela Administração Federal de Aviação, a agência disse estar "ciente de que uma anomalia ocorreu durante a missão SpaceX Starship Flight 9, que foi lançada na terça-feira, 27 de maio, da Starbase, Texas, e está trabalhando ativamente com a SpaceX no evento". “Não há relatos de ferimentos públicos ou danos à propriedade pública neste momento”, disse a FAA. Antes da missão Starship Flight 9, Musk disse que realizaria uma palestra da empresa, intitulada "O Caminho para Tornar a Vida Multiplanetária", que, segundo ele, seria transmitida ao vivo. No entanto, a palestra estava originalmente agendada para antes do lançamento, mas foi adiada para depois e agora parece estar descartada por enquanto. Musk conversou com alguns veículos de notícias antes do lançamento, incluindo a Ars Technica. Nessa conversa , ele disse que havia "80% de chance de resolver esses problemas" relacionados ao estágio superior. "Para realmente termos 100% de chance, é necessária a iteração do projeto do motor. E parte disso foi que tivemos que descobrir que precisávamos apertar os parafusos que prendiam a câmara de empuxo à cabeça do injetor após o disparo", disse Musk a Eric Berger, da Ars Technica. Musk disse na entrevista que a SpaceX pretende lançar a terceira versão de seu motor Raptor até o final do ano. Ele acrescentou que "a versão 3 da nave e do propulsor tem um redesenho bastante radical". Embora o estágio superior da Starship Versão 2 usado neste voo, número de cauda S35, tenha superado as falhas observadas com as S33 e S34, ele sofreu vários contratempos, incluindo um problema que impediu a abertura da porta do compartimento de carga. A SpaceX pretendia lançar oito painéis grandes que simulassem o tamanho e a massa dos satélites Starlink Versão 3. A perda do controle de atitude do estágio superior também impediu a SpaceX de realizar o reacendimento planejado de um dos motores Raptor no espaço. Este é um recurso que a SpaceX precisará em missões futuras para permitir que a Starship desorbite com segurança e realize queimas secundárias durante uma missão. As imagens das câmeras de bordo foram irregulares em alguns momentos, mas duraram mais de 45 minutos de voo. Após o término da missão, Jared Isaacman, o indicado para ser o próximo administrador da NASA, aplaudiu o esforço da SpaceX.
Horizonte de Eventos - Episódio 79 - A Busca Por Vida Em Europa
2025/05/07
Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos. E no programa de hoje!!! Vamos mergulhar fundo na missão Europa Clipper da NASA, uma jornada audaciosa até a lua gelada de Júpiter, Europa! Descobriremos por que este mundo distante, com seu vasto oceano escondido sob uma crosta de gelo, é um dos lugares mais promissores para buscar sinais de vida extraterrestre no nosso Sistema Solar. Exploraremos a história fascinante de sua descoberta, desde Galileu até as sondas Voyager e Galileo, entenderemos a geologia única de sua superfície e o incrível fenômeno do aquecimento de maré que pode manter seu oceano líquido. Detalharemos os objetivos científicos da Clipper, seus instrumentos de ponta, os desafios monumentais que ela enfrenta, como a radiação intensa de Júpiter, e o que a possível descoberta de um ambiente habitável – ou até mesmo vida – significaria para a humanidade. Preparem-se para uma viagem aos confins do Sistema Solar em busca de respostas para a pergunta: estamos sozinhos? Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!! Olá, entusiastas do cosmos e mentes curiosas! Sejam bem-vindos a mais uma jornada pelo universo aqui no nosso podcast. Hoje, vamos embarcar em uma das aventuras científicas mais empolgantes do nosso tempo, uma viagem a um mundo distante, gelado, mas que pulsa com a promessa de descobertas extraordinárias. Falaremos sobre a missão Europa Clipper da NASA, uma sonda espacial destinada a desvendar os segredos de Europa, uma das luas mais intrigantes de Júpiter. Por que tanto interesse nesse pequeno mundo coberto de gelo, orbitando um gigante gasoso a centenas de milhões de quilômetros da Terra? A resposta é tão simples quanto profunda: Europa pode abrigar vida. Imaginem só: sob uma crosta espessa e congelada, cientistas acreditam existir um vasto oceano de água salgada, um oceano global que pode conter mais água do que todos os oceanos da Terra juntos. E onde há água líquida, calor e os ingredientes químicos certos, a possibilidade de vida, como a conhecemos ou talvez de formas que nem imaginamos, torna-se real. A missão Europa Clipper não vai pousar em Europa, nem perfurar o gelo em busca direta de organismos. Sua missão é investigar se as condições para a vida realmente existem por lá. É uma missão de reconhecimento astrobiológico, uma busca pela *habitabilidade* de um mundo alienígena. No grande palco do Sistema Solar, onde planetas rochosos, gigantes gasosos e inúmeras luas dançam em uma coreografia cósmica regida pela gravidade, a busca por vida além da Terra sempre fascinou a humanidade. Por muito tempo, Marte, o planeta vermelho, foi o principal foco dessa busca, com suas evidências de água passada e uma atmosfera tênue. Mas as descobertas das últimas décadas nos mostraram que a vida pode ser mais resiliente e adaptável do que pensávamos, prosperando em ambientes extremos aqui mesmo na Terra, como nas profundezas escuras e pressurizadas dos nossos oceanos, perto de fontes hidrotermais vulcânicas. E isso abriu nossos olhos para outros candidatos potenciais no Sistema Solar, lugares frios e distantes do Sol, mas que poderiam ter fontes internas de calor e água líquida escondida. Europa emergiu como um dos principais candidatos nessa nova fronteira da astrobiologia.
Horizonte de Eventos - Episódio 78 - KOSMOS 482 O Satélite Russo Que Vai Cair Na Terra
2025/05/05
Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Space Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos. E no programa de hoje!!! Vamos desenterrar a incrível e pouco conhecida saga da Kosmos 482, uma missão soviética destinada a Vênus em 1972 que falhou logo após o lançamento. Descobriremos como essa falha, em plena Guerra Fria, levou à queda de destroços misteriosos na Nova Zelândia e deixou uma cápsula espacial, um verdadeiro 'fantasma de Vênus', orbitando a Terra por mais de 50 anos! Exploraremos os desafios de pousar no inferno venusiano, os segredos por trás da missão, sua longa jornada orbital e o que sua história nos ensina sobre a exploração espacial e o crescente problema do lixo espacial. Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!! Imaginem o cenário: estamos em 1972, no auge da Corrida Espacial. A União Soviética, após ver os americanos cravarem a bandeira na Lua, está determinada a manter sua dianteira na exploração dos planetas. O alvo da vez é Vênus, o nosso vizinho mais próximo, um mundo coberto por nuvens densas e com uma superfície tão hostil que desafia a imaginação. Uma nave sofisticada, parte do lendário programa Venera, é lançada com a missão de penetrar essa atmosfera esmagadora e talvez até pousar em solo venusiano. Mas algo, algo crucial, dá terrivelmente errado logo após o lançamento. O último estágio do foguete falha. A nave, em vez de seguir sua jornada interplanetária, fica presa, girando e girando ao redor da Terra numa órbita elíptica e instável, como um **carro que patina no gelo e não consegue sair do lugar**. O que poderia ter acontecido? E a história só fica mais estranha a partir daí. Poucos dias depois, objetos metálicos misteriosos começam a cair do céu na Nova Zelândia, do outro lado do mundo, causando espanto e teorias mirabolantes. Eram esferas de titânio com inscrições em russo! Seriam destroços da missão fracassada? O governo soviético nega veementemente qualquer relação. Por que tanto segredo? Enquanto isso, a nave principal se desfaz em órbita, seus pedaços reentrando na atmosfera ao longo dos anos... exceto um. Um fragmento específico, que muitos acreditam ser a parte mais importante da missão – a cápsula de descida, projetada para suportar o inferno de Vênus – permanece lá em cima. Por décadas! Cinquenta anos orbitando a Terra como um espectro silencioso da Guerra Fria, um segredo soviético flutuando no espaço, como uma **mensagem numa garrafa que nunca chegou ao seu destino**. O que aconteceu com essa cápsula? Ela ainda está lá? Ou já caiu? O que era exatamente essa missão Venera-72? Por que ela falhou de forma tão dramática? Que segredos essa cápsula perdida guardou por tanto tempo em sua jornada solitária? E o que a queda dos seus destroços nos ensina sobre a exploração espacial e seus perigos? Para entendermos completamente a história da Kosmos 482, precisamos primeiro ajustar nossos relógios e calendários. Voltemos para o início da década de 1970, mais precisamente para o ano de 1972. A Guerra Fria, aquela disputa tensa e multifacetada entre os Estados Unidos e a União Soviética, estava em pleno vapor, e um dos seus palcos mais visíveis e simbólicos era, sem dúvida, o espaço. Mas por que o espaço se tornou um campo de batalha tão importante nessa disputa ideológica?
Horizonte de Eventos - Episódio 77 - Buraco Coronal, Estudo do Sol, Marte
2025/04/30
Bem-vindos a mais uma jornada pelo cosmos! No episódio de hoje, vamos mergulhar em algumas das notícias mais fascinantes da astronomia recente. Começaremos olhando para a nossa própria estrela, o Sol, desvendando os mistérios dos buracos coronais e como eles geram ventos solares ultrarrápidos, além de conhecermos a futura sentinela espacial da ESA, a missão Vigil, que promete revolucionar a previsão do clima espacial. Em seguida, viajaremos até Marte, onde o rover Perseverance encontrou novas e surpreendentes pistas sobre o passado aquoso do Planeta Vermelho, analisando cristais que contam histórias de antigos ambientes subterrâneos. Por fim, pegaremos carona com a sonda Lucy da NASA em seu recente encontro com o asteroide Donaldjohanson, um prelúdio emocionante para sua exploração dos fósseis do sistema solar, os asteroides Troianos de Júpiter. Preparem-se para uma viagem desde o coração do nosso sistema solar até seus confins mais primitivos!
Horizonte de Eventos - Episódio 76 - Lucy, Neutrinos e Marte
2025/04/28
Primeiro, vamos falar sobre a missão Lucy da NASA, querecentemente realizou um sobrevoo histórico do asteroide Donaldjohanson e estáa caminho de explorar os misteriosos asteroides troianos de Júpiter. Esta missão ambiciosa promete revelarsegredos sobre a formação do nosso Sistema Solar.Em seguida, mergulharemos no mundo subatômico para discutir uma descobertarecente sobre os neutrinos, as chamadas "partículas fantasmas" queatravessam nossos corpos aos trilhões a cada segundo. Cientistas estabeleceramum novo limite superior para a massa destas partículas enigmáticas, comprofundas implicações para nossa compreensão da física fundamental e dacosmologia.Por fim, viajaremos até o Planeta Vermelho para conhecer as últimas descobertasdo rover Perseverance da NASA na Cratera Jezero, especialmente nas intrigantesformações rochosas conhecidas como "Richie Outcrops". Estasdescobertas estão reescrevendo nossa compreensão da história geológica de Martee seu potencial para ter abrigado vida no passado.Vamos começar nossa jornada hoje falando sobre uma das missões espaciaismais ambiciosas da atualidade: a missão Lucy da NASA. Em abril de 2025, a sonda espacial Lucyrealizou um sobrevoo histórico do asteroide Donaldjohanson, localizado nocinturão principal de asteroides entre Marte e Júpiter. Este encontro não foiapenas uma oportunidade científica incrível, mas também um teste crucial paraos sistemas da espaçonave antes de seus encontros com os asteroides troianos deJúpiter, que são os alvos principais da missão.Mas antes de entrarmos nos detalhes deste sobrevoo, vamos entender por que estamissão recebeu o nome de "Lucy". O nome é uma homenagem direta aofamoso fóssil de australopiteco descoberto na Etiópia em 1974 por DonaldJohanson e sua equipe. Este fóssil, com 3,2 milhões de anos, revolucionou nossacompreensão sobre a evolução humana e recebeu o nome de "Lucy"inspirado na música "Lucy in the Sky with Diamonds" dos Beatles, quetocava no acampamento na noite da descoberta.O asteroide Donaldjohanson, com aproximadamente 3 quilômetros de diâmetro, nãofoi escolhido aleatoriamente como alvo para este sobrevoo. Seu nome homenageiaDonald Johanson, o paleoantropólogo que descobriu o fóssil Lucy, criando assimuma bela simetria entre a missão espacial e sua inspiração terrestre.Localizado no cinturão principal de asteroides, Donaldjohanson pertence a umafamília de asteroides relativamente jovem, formada há apenas cerca de 130milhões de anos após uma colisão cataclísmica entre corpos maiores.Durante o sobrevoo, a espaçonave Lucy passou a uma distância de aproximadamente500 quilômetros do asteroide, uma proximidade suficiente para obter imagensdetalhadas de sua superfície e coletar dados sobre sua composição, estrutura epropriedades físicas. O que torna este encontro ainda mais impressionante é queele foi realizado de forma completamente autônoma pela sonda.A superfície de Donaldjohanson revelou-se mais complexa do que os cientistasinicialmente esperavam. Crateras de diversos tamanhos pontilham sua superfícieirregular, contando a história de inúmeros impactos ao longo de sua existência.Variações sutis na coloração e textura sugerem uma composição heterogênea,possivelmente resultante da natureza fragmentária de sua formação após umacolisão maior.Para realizar sua ambiciosa missão, a NASA desenvolveu uma espaçonave querepresenta o estado da arte em tecnologia de exploração espacial. Comaproximadamente 14 metros de comprimento quando seus painéis solares estãototalmente estendidos, Lucy é uma obra-prima da engenharia aeroespacial.
Horizonte de Eventos - Episódio 75 - Grande Reserva de Hélio No Núcleo da Terra
2025/04/24
O hélio, se liberado na atmosfera, escapa para o espaço sideral e desaparece para sempre. É por isso que o mundo está lenta, mas inevitavelmente, ficando sem reservas de hélio. Mas um grupo de cientistas agora diz que há muito hélio escondido no núcleo do nosso planeta.O mundo já viu quatro escassez de hélio. A mais recente durou cerca de um ano e terminou no início de 2024. Foi causada por interrupções não planejadas em grandes instalações de produção de hélio, principalmente nos EUA e no Catar, e causou algumas dores de cabeça na indústria de semicondutores.Sim, você ouviu direito, o hélio é essencial para produzir microchips. Não é porque o hélio mantém os microchips flutuando. Pelo menos eu acho que não é isso que eles querem dizer com computação em nuvem. É porque a indústria de semicondutores usa hélio para processos de produção como gravação de plasma ou controle de temperatura durante a litografia ultravioleta extrema. Eles usam hélio porque ele tem uma excelente condutividade térmica e, como um gás nobre, é em grande parte quimicamente inerte. É por isso que são chamados de gases "nobres". Eles não se misturam com a classe trabalhadora da tabela periódica.Mas o hélio tem outros usos, e não me refiro apenas a balões de festa e vozes do Mickey Mouse. Ele é usado em muitas indústrias para refrigeração. Isso ocorre porque o hélio tem um ponto de ebulição extremamente baixo, de apenas 4,2 Kelvin, e à pressão atmosférica normal não congela. Se você tiver hélio líquido e o colocar em contato com uma amostra quente, o hélio evaporará. Isso transporta energia e resfria a amostra até que ela fique abaixo de 4,2 Kelvin. E como o hélio permanece líquido, você pode mergulhar a amostra nele. É por isso que o hélio é usado para resfriar grandes ímãs, em máquinas de ressonância magnética, aceleradores de partículas e computadores quânticos.Simplesmente não há outro elemento químico que se comporte dessa maneira, e é por isso que o hélio é basicamente insubstituível. Mas como a demanda na indústria de semicondutores está aumentando vertiginosamente, nossos recursos de hélio estão diminuindo rapidamente. Os preços do hélio têm subido e subido, em mais de um fator de 5 nos últimos 20 anos.As reservas restantes de hélio no mundo foram estimadas em aproximadamente 50 a 70 bilhões de metros cúbicos. As maiores participações no Catar, Rússia e Estados Unidos. Esse hélio fica preso em rochas porosas, geralmente junto com metano, e é extraído da mesma forma, e frequentemente junto com gás natural.Nas taxas de demanda de 2022, as reservas globais poderiam ter durado de 200 a 300 anos. Mas os rápidos desenvolvimentos da IA ​​aumentaram a demanda por semicondutores e, com isso, por hélio. Se não encontrarmos uma solução, parece que ficaremos sem hélio neste século.No novo artigo agora , pesquisadores do Japão e de Taiwan relatam uma descoberta surpreendente. Eles dizem que quando o hélio e os minerais ricos em ferro são aquecidos e colocados sob alta pressão, como no núcleo da Terra, eles podem se ligar. Eles reproduziram condições semelhantes às do núcleo da Terra em laboratório e descobriram que a capacidade de ligação do hélio era 5.000 vezes maior do que o esperado. Isso é surpreendente porque o hélio geralmente não reage.
Horizonte de Eventos - Episódio 74 - Lucy Visita O Asteroide Donaldjohanson
2025/04/22
Em seu segundo encontro com um asteroide, a sonda espacial Lucy da NASA observou de perto um fragmento de formato único de um asteroide que se formou há cerca de 150 milhões de anos. A sonda começou a enviar imagens coletadas enquanto voava a aproximadamente 960 km do asteroide Donaldjohanson em 20 de abril de 2025. O asteroide já havia sido observado apresentando grandes variações de brilho ao longo de um período de 10 dias, então algumas das expectativas da equipe de Lucy foram confirmadas quando as primeiras imagens mostraram o que parecia ser um binário de contato alongado (um objeto formado pela colisão de dois corpos menores). No entanto, a equipe ficou surpresa com o formato peculiar do pescoço estreito que conecta os dois lóbulos, que se assemelha a duas casquinhas de sorvete aninhadas. “O asteroide Donaldjohanson tem uma geologia extremamente complexa”, afirma Hal Levison, pesquisador principal de Lucy no Southwest Research Institute, em Boulder, Colorado. “À medida que estudamos as estruturas complexas em detalhes, elas revelarão informações importantes sobre os blocos de construção e os processos de colisão que formaram os planetas do nosso Sistema Solar.” A partir de uma análise preliminar das primeiras imagens disponíveis coletadas pelo gerador de imagens L'LORRI da sonda espacial, o asteroide parece ser maior do que o estimado originalmente, com cerca de 8 km de comprimento e 3,5 km de largura em seu ponto mais largo. Neste primeiro conjunto de imagens de alta resolução enviadas pela sonda espacial, o asteroide completo não é visível, pois é maior do que o campo de visão do gerador de imagens. A equipe levará até uma semana para baixar o restante dos dados do encontro da sonda espacial; esse conjunto de dados fornecerá uma imagem mais completa da forma geral do asteroide. Assim como Dinkinesh, o primeiro alvo de sobrevoo do asteroide Lucy, Donaldjohanson não é um alvo científico primário da missão Lucy. Conforme planejado, o sobrevoo de Dinkinesh foi um teste de sistema para a missão, enquanto este encontro foi um ensaio geral completo, no qual a equipe conduziu uma série de observações densas para maximizar a coleta de dados. Os dados coletados pelos outros instrumentos científicos do Lucy, o gerador de imagens coloridas e o espectrômetro infravermelho L'Ralph e o espectrômetro infravermelho térmico L'TES, serão recuperados e analisados ​​nas próximas semanas. A sonda Lucy passará a maior parte do restante de 2025 viajando pelo cinturão principal de asteroides. Lucy encontrará o primeiro alvo principal da missão, o asteroide troiano de Júpiter, Eurybates, em agosto de 2027. “Estas primeiras imagens de Donaldjohanson demonstram mais uma vez a tremenda capacidade da sonda Lucy como motor de descoberta”, disse Tom Statler, cientista do programa da missão Lucy na sede da NASA em Washington. “O potencial para realmente abrir uma nova janela para a história do nosso sistema solar quando Lucy chegar aos asteroides troianos é imenso.”
Horizonte de Eventos - Episódio 73 - Lixo Espacial, Missão Euclid, Poeira Marciana e Missões Privadas
2025/04/21
Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!! Vamos conversar sobre quatro notícias que foram destaque na astronomia nos últimos dias e deixar todos vocês atualizados de tudo que acontece no nosso universo.Vamos falar sobre a crescente crise do lixo espacial e as soluções revolucionárias sendo desenvolvidas para combatê-la; os desafios únicos que a poeira marciana representa para futuras missões tripuladas ao Planeta Vermelho; a ambiciosa missão da sonda Euclid, que está desvendando os mistérios da energia escura; e a nova era de missões privadas de astronautas que está transformando fundamentalmente quem tem acesso ao espaço e por quê.Estas quatro fronteiras representam não apenas os desafios técnicos e científicos que enfrentamos na exploração espacial, mas também refletem questões mais amplas sobre sustentabilidade, colaboração internacional, e a crescente comercialização do espaço. Então, apertem os cintos e preparem-se para uma viagem através das fronteiras mais empolgantes da exploração espacial contemporânea.Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!

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5 out of 5
8 reviews
★★★★★
elabrarego 2022/01/31
Divulgando a Ciencia pra todos os publicos
Sacani comprova a enorme habilidade de comunicar e divulgar ciencia pra qualquer um que queira ouvir! Excelente podcast. Please Sacani, nao pare!
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