1573358127
Rádio Copa

Advertise on podcast: Rádio Copa

Categories
Country
United States
This podcast has
20 episodes
Explicit
No
Date created
2021/06/22
Latest episode
2021/10/31
Average duration
106 min.
Release period
7 days

Description

Você gosta muito de Copa do Mundo? Temos boas notícias. Comandado pelo jornalista Evilásio Júnior e pelo escritor e pesquisador Américo Paim, o podcast Rádio Copa é um novo canal de informações para ampliar o seu conhecimento, com conteúdo rico e diversificado e abordagem diferente. A história contada sob vários ângulos, não apenas por seus resultados, campeões, artilheiros, craques e tudo o que você já sabe. Conheça muito mais sobre curiosidades, estatísticas, bastidores, polêmicas, contextos histórico e político, sempre com uma conversa leve e descontraída, abordando todos os mundiais,

Unlock Rádio Copa podcast Email contact info,
Listeners & Audience details

Email contact information

Direct podcast contact details

Listeners

Audience numbers & engagement insights

Audience details

Podcast Insights

Podcast episodes

Check latest episodes from Rádio Copa podcast


Rádio Copa: jovem e talentosa geração francesa chega ao bi na Rússia em mundial marcado por recordes e estreia do VAR
2021/10/31
O último episódio da primeira temporada do podcast Rádio Copa faz a retrospectiva do mundial da Rússia, em 2018, vencido pela França. No podcast, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham tudo sobre o primeiro torneio realizado no Leste Europeu, repleto de avanços tecnológicos, como a introdução do uso do Árbitro Assistente de Vídeo (VAR), e muitos recordes. Entre as marcas, 24 pênaltis marcados, o gol 1,5 mil anotado por Cristiano Ronaldo, a primeira vitória de uma equipe asiática sobre sul-americanos e o desastre germânico. A Alemanha não só sucumbiu à "maldição das campeãs", como obteve as únicas derrotas para times da Ásia e da América do Norte de todos os tempos. Também houve o inédito 2-0 do Brasil sobre a Costa Rica com tentos apenas nos acréscimo. Por falar na Seleção, o elenco era o mais caro entre as 32 participantes, com um valor de mercado avaliado em R$ 2,07 bilhões à época, e comandado pelo técnico Tite, considerado "salvador da pátria" para a maior parte dos torcedores. Apesar disso, o time não foi capaz de barrar a "grande geração" belga que, com o 3º lugar, conquistou a melhor posição do país na história.  Os diabos vermelhos só foram parados pela jovem e talentosa geração da França, com nomes do quilate de Lloris, Varane, Kanté, Pogba, Griezmann e Mbappé. A vitória de 4-2 na final sobre a surpreendente Croácia, comandada pelo bola de ouro Luka Modrić, representou o bicampeonato de "Les Bleus" e a consagração de Didier Deschamps. Com a conquista, o treinador igualou as marcas de Zagallo e Beckenbauer, únicos a erguerem a taça como técnico e jogador.  Confira tudo sobre a Copa de 2018 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: protestos, recordes, 'mineiraço' e gols da Alemanha marcam Brasil 2014
2021/10/24
O 19º episódio do podcast Rádio Copa revive o mundial do Brasil em 2014, marcado por conturbações fora de campo e quebra de vários recordes. No programa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim analisam os jogos e compartilham as suas experiências pessoais no segundo torneio abrigado pelo país. O descontentamento da população, que culminou em protestos violentos desde 2013, não foi suficiente para impedir a realização do mais caro evento já promovido pela Fifa. De acordo com institutos suíços e alemães, o custo foi avaliado em 13,3 bilhões de dólares, enquanto a entidade contabilizou um lucro de US$ 7,2 bi, sem desembolsar um centavo em pagamento de impostos. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), quase R$ 26 bilhões foram gastos em obras, muitas das quais avaliadas atualmente como "elefantes brancos". No entanto, nos gramados das novas arenas, o que se viu foi um desfile de bolas nas redes - 171, tal qual 1998 -, e de grandes atuações das seleções, exceto da anfitriã. O Brasil, que trazia de volta o técnico pentacampeão Luiz Felipe Scolari, foi um fiasco desde a estreia, com o primeiro gol contra inaugural da história do campeonato, marcado por Marcelo. Mas, se o time canarinho penava com um elenco aquém da sua tradição, do outro quem brilhava era a Fonte Nova, rebatizada de "fonte dos gols" após ser palco de duelos épicos. Entre eles, a pior estreia de uma atual campeã (Espanha 1-5 Holanda), o gol 100 da França, no triunfo de 5 a 2 sobre a Suíça, e até a emblemática troca de goleiros, que levou a Holanda a superar a surpreendente Costa Rica nas quartas.  Por falar em marcas, nada mais humilhante do que a conquistada pela equipe brasileira diante da Alemanha, que ainda consagrou o atacante Klose como o maior goleador do torneio, superando justamente Ronaldo, que estava presente no Mineirão. A goleada de 7 a 1 foi a derrota mais acachapante da Seleção na história, o maior placar em uma semifinal de Copa e o pior resultado obtido por um país-sede em todos os mundiais. Coube apenas a "Dona Lúcia", suposta remetente da carta lida pelo auxiliar Carlos Alberto Parreira na coletiva pós-vexame, perdoar a enxurrada de gols alemães e acalentar o ego dos responsáveis pelo "mineiraço". Campeões sobre a Argentina de Lionel Messi, eleito craque da edição, os germânicos quebraram a sina dos europeus, que jamais haviam erguido a taça em território americano, com direito ao inédito gol do título marcado por um atleta que saiu do banco de reservas: Mário Götze.  Confira tudo sobre a Copa de 2014 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: Espanha do 'tiki-taka' se consagra no mundial da África, das vuvuzelas e da Jabulani
2021/10/17
O 18º episódio do Rádio Copa viaja à África do Sul para contar os detalhes do primeiro, e até hoje único, mundial realizado no continente, em meio a todo um cenário de desconfiança, gastos excessivos e obras atrasadas.  No podcast, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim comentam os motivos que levaram à consagração do chamado estilo "tiki-taka" da Espanha de Vicente Del Bosque, embora não tenha apresentado o mesmo futebol vistoso das Eurocopas de 2008 e 2012.  Entre as buzinas ensurdecedoras das vuvuzelas, o "vidente" polvo Paul, o "pé-frio" de Mick Jagger e a polêmica bola Jabulani, que muitas vezes parecia ter vida própria, a edição foi palco de surpresas, como as seleções de Gana e do Paraguai, do ressurgimento do Uruguai, capitaneado pelo experiente Diego Forlán, e da aparição de novos craques. Entre eles, os espanhóis David Villa, Xabi Alonso e Andrés Iniesta; os alemães Bastian Schweinsteiger, Mesut Özil e Thomas Müller; o uruguaio Luis Suárez e os holandeses Wesley Sneijder e Arjen Robben. No Brasil, após o fracasso da badalada equipe de 2006, o então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, interveio pessoalmente e sacou da cartola um novo técnico, sem qualquer experiência, a fim de implantar um novo padrão de comportamento, recuperar a autoestima da amarelinha e fomentar os "valores patrióticos".  O designado para a missão foi Dunga, o capitão do tetra, que até obteve sucesso nas eliminatórias e nas copas América de 2007 e das Confederações de 2009, conhecido pelo perfil combativo. O treinador rompeu com a imprensa por insistir, por exemplo, em sobrecarregar Kaká, que vinha de contusão, improvisar Michel Bastos e não convocar as revelações do Santos, Neymar e Paulo Henrique Ganso. O ambiente tenso culminou em uma equipe instável, simbolizada pelo destempero de Felipe Melo, que esbarrou no talento da Holanda. Ao final, apesar de estrear com derrota diante da Suíça, de 1 a 0 em 1 a 0, a econômica Fúria levantou a taça a quatro minutos do fim da prorrogação e impôs o terceiro vice-campeonato da história da Laranja Mecânica. Confira tudo sobre a Copa de 2010 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: Brasil se engasga no estrelismo, Zidane perde a cabeça e Itália chega ao tetra em mundial marcado pela violência
2021/10/10
O 17º episódio do podcast Rádio Copa retorna à Alemanha após 32 anos para o mundial de 2006, em que a aspiração da renovada anfitriã era tão somente mostrar um país unificado, multirracial e tecnológico, mas o favorito Brasil se engasgou no próprio estrelismo. Enquanto o badalado time de Parreira alimentava o clima de "já ganhou" desde a preparação na cidade suíça de Weggis e apostava no talento do "quadrado mágico" — Ronaldo, então no Real Madrid; Kaká, estrela no Milan; Ronaldinho Gaúcho, melhor do planeta no Barcelona; e Adriano, o "imperador" da Internazionale —, a Itália, tal qual 1982, fechou o grupo para superar mais uma crise. A menos de um mês do torneio, o país da bota viu explodir um novo escândalo de compra de árbitros, o chamado Calciopoli, que derrubou a gigante Juventus para a Serie B e arranhou o próprio técnico da Squadra Azzurra, Marcello Lippi, que teria sido influenciado nas escalações pelo ex-cartola da Vecchia Signora Luciano Moggi. Apesar das denúncias, a federação bancou a manutenção do treinador, que formou um grande time, com atletas como Buffon, Cannavaro, Pirlo, Camoranesi, De Rossi, Totti e Del Piero. Em campo, apesar da tentativa da Fifa de recuperar o nível das arbitragens após o vexame de 2002, os grandes confrontos culminaram em um recorde negativo de expulsões — 28 no total, com contribuição decisiva da "Batalha de Nuremberg", em que Portugal e Holanda se digladiaram na partida com o maior número de cartões da história: 16 amarelos e quatro vermelhos. Por falar em violência, depois da catástrofe francesa no torneio anterior, Zidane ressurgiu das cinzas com grandes exibições, sobretudo diante da equipe canarinha, levou sua seleção à final, mas perdeu a cabeça na decisão, ao revidar uma provocação do zagueiro Materazzi com a icônica cabeçada, decisiva para o tetracampeonato italiano e que marcou o encerramento melancólico de uma brilhante carreira. Confira tudo sobre a Copa de 2006 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: com Ronaldo inspirado, Brasil da família Scolari ganha o penta no mundial das polêmicas de arbitragem
2021/10/03
O episódio 16 do Rádio Copa chega ao primeiro mundial realizado na Ásia, em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.  No podcast, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim relatam tudo sobre um evento marcado pelas polêmicas de arbitragem e pelo desempenho espetacular de Ronaldo que, acompanhado de craques como Roberto Carlos, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho, foi o artilheiro com oito gols, dois deles na final contra a Alemanha, marca conquistada pela última vez em 1974 pelo polonês Lato. Em uma edição com todos os campeões mundiais em campo, houve surpresas, a exemplo dos bons desempenhos dos anfitriões e da Turquia e queda prematura de três gigantes ainda na primeira fase, sobretudo a atual campeã França, que fez a pior defesa de título da história, voltou para casa sem fazer gols e obteve o desonroso 28º lugar na classificação geral. Em relação ao apito, foram muitas decisões controversas, notadamente em benefício dos sul-coreanos contra Itália, que teve nada menos do que cinco gols anulados ao longo do torneio, e Espanha, eliminada invicta de forma bizarra nas quartas-de-final. Também favorecido diante de Turquia e Bélgica, dentro de campo o Brasil foi inconteste. Desacreditado após fiasco na Copa das Confederações, que culminou na demissão de Émerson Leão, e dificuldades nas eliminatórias, em que se classificou apenas em terceiro lugar, atrás de Argentina e Equador, o time se reergueu com a chamada "família" do técnico Luiz Felipe Scolari. Criticado por atuar com três zagueiros, tal qual Sebastião Lazaroni em 1990, barrar Romário e bancar a ida do "Fenômeno", que vinha de sérias contusões, o treinador conseguiu levar a Seleção ao pentacampeonato com 100% de aproveitamento, um recorde no número de vitórias de uma mesma edição.   Confira tudo sobre a Copa de 2002 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: sob euforia do 'allez les bleus', França de Zidane passeia em casa e Brasil alimenta 'teorias da conspiração'
2021/09/27
O 15º episódio do podcast Rádio Copa desembarca na França para esmiuçar o mundial de 1998, vencido com justiça pelos anfitriões em meio a teorias da conspiração alimentadas pelos brasileiros. No programa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham a primeira edição com 32 equipes, competição marcada por goleadas, bons jogos e pela estreia do dramático "gol de ouro". Entre os atletas, destaques para os holandeses Van der Sar, Davids, Kluivert e Bergkamp; os dinamarqueses Brian e Michael Laudrup; os argentinos Batistuta, Ortega e Verón; os ingleses Beckham e Owen; os italianos Paolo Maldini e Christian Vieri; o croata Davor Šuker; os paraguaios Gamarra e Chilavert; além de Roberto Carlos, Rivaldo e Ronaldo do Brasil e os campeões Barthez, Thuram, Deschamps, Djorkaeff e Zidane. Com uma campanha irretocável, detentora dos melhores ataque e defesa, a seleção comandada pelo técnico Aimé Jacquet demonstrou regularidade, segurança e elenco entrosado. Do outro lado, a inconsistência defensiva no esquema de Zagallo ficou patente desde a primeira fase, não só pela derrota para a Noruega, mas por falhas que cobraram seu preço na decisão. Apesar de o problema de saúde apresentado pelo "Fenômeno", que sofreu convulsão horas antes da partida, ter afetado o grupo, mais dramática foi a falta de qualidade canarinha para conter os empolgados franceses, motivados a conquistar o primeiro título pela euforia do cântico "allez les bleus" vindo tanto das arquibancadas, quanto de todos os cantos do país. Confira tudo sobre a Copa de 1998 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios 24h antes da maioria e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: É tetra! Brasil de Romário e Bebeto bate a Itália de Baggio e quebra jejum de 24 anos
2021/09/19
O episódio 14 do podcast Rádio Copa vai aos Estados Unidos, sede do mundial de 1994, em que o Brasil capitaneado por Romário e Bebeto quebrou o jejum de 24 anos sem títulos e, enfim, chegou ao tão esperado tetracampeonato. O jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham a edição cheia de novidades, a exemplo de três pontos por vitórias, goleiros proibidos de pegar as bolas recuadas com as mãos e numeração frontal e nomes dos jogadores às costas das camisas. Naqueles 30 dias, entre 17 de junho e 17 de julho, o país do baseball, do basquete e do football viu o "soccer" reinar e superar todas as expectativas negativas. Embora às vésperas do torneio, uma pesquisa do jornal USA Today ter revelado que apenas 15% da população sabia da realização do evento, o saldo foi de um campeonato com o maior sucesso financeiro da história e de maior média de público: quase 69 mil torcedores por partida. Favorita sob desconfiança, em função de dificuldades nas eliminatórias, como a inédita derrota para Bolívia e vitória dramática para o Uruguai, bem como a relação conflituosa do "baixinho" com o técnico Carlos Alberto Parreira, adepto do esquema conservador do "erro zero", a Seleção não chegou a ser brilhante, mas com a regularidade de um relógio e momentos de genialidade conseguiu pela primeira vez levar a taça Fifa para casa. A final foi dramática. No calor de Pasadena, o Rose Bowl foi palco da primeira decisão por pênaltis da história, em que o herói italiano das fases anteriores Roberto Baggio passou a vilão e o improvável Taffarel entrou para os anais como único goleiro a defender na disputa e sair com o caneco. Confira tudo sobre a Copa de 1994 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios 24h antes da maioria e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: Maradona divide Nápoles, Argentina elimina anfitriões, mas Alemanha chega ao tri e se iguala a Brasil e Itália
2021/09/13
O episódio 13 do podcast Rádio Copa chega ao Mundial da Itália, em 1990, considerado o "mais feio" entre todas as edições, em função da pior média de gols da história (2,21 por partida).  O jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham os pormenores do campeonato e explicam o porquê de o estilo de jogo mais pragmático e defensivo apresentado pelas seleções ter culminado na mudança de regras, a exemplo da proibição de recuo com os pés para os goleiros e a adoção de três pontos por vitória. Apesar disso, houve desfile de grandes estrelas nos gramados dos belíssimos estádios da sede, que não poupou investimentos para construir novas praças e reformar as antigas. Entre os destaques, os alemães Illgner, Brehme, Matthäus, Völler e Klinsmann, os argentinos Goycochea, Maradona e Caniggia, os italianos Zenga, Baresi, Maldini, Donadoni, Schilacci e Baggio e os ingleses Lineker, Gascoigne e Platt.  O primeiro torneio após a queda do muro de Berlim marcou ainda a última participação de Tchecoslováquia e União Soviética. Se de um lado havia grande expectativa para a Holanda, campeã europeia de 1988, com astros do quilate de Van Basten, Gullit e Rjikaard, as surpresas foram Camarões, de Milla e N'Kono, e a Colômbia, de Higuita e Valderrama. No Brasil, a falta de criatividade e a disciplina tática de Sebastião Lazaroni custaram o preço de uma eliminação nas oitavas de final para a arquirrival e marcação de apenas quatro gols em quatro confrontos. Embora o elenco contasse com nomes de peso, como Mauro Galvão, Alemão, Müller, Careca, Dunga, Bebeto e Romário - convocado às pressas por ter fraturado o perônio quatro meses antes - o esquema 3-5-2 se mostrou pouco empolgante e eficiente. Outra frustação foi a da Azzurra, com uma ótima geração e a motivação de jogar em casa, mas eliminada invicta pelos portenhos na "Batalha de Nápoles", que expôs ao mundo o preconceito do norte com o sul da Bota, após Maradona conseguir dividir a torcida local, à qual tinha premiado com os únicos dois únicos Scudetti ostentados pela equipe da cidade do Vesúvio, nas temporadas 1986–87 e justamente a anterior, 1989–90. Aos anfitriões, restou o título de melhor terceira colocada de todos os tempos, enquanto os adversários da semifinal foram os piores vices. Entre êxitos e decepções, se consolidou a máxima britânica de que "o futebol é um esporte em que 22 jogadores correm atrás da bola e no fim a Alemanha sempre vence", com Beckenbauer igualando a marca de Zagallo, campeão como jogador e técnico, e a chegada dos germânicos ao tricampeonato já obtido por Itália, em 1982, e Brasil, em 1970, além do uniforme mais bonito dos mundiais. Confira tudo sobre a Copa de 1990 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios 24h antes da maioria e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: com 'la mano de Dios', 'gol do século' e exibições fantásticas, Maradona vira mito e leva Argentina à segunda conquista
2021/09/05
A 13ª Copa do Mundo, realizada no México, em 1986, após a desistência da Colômbia "por dificuldades econômicas crônicas", consagrou um novo mito do futebol: Diego Armando Maradona. No episódio 12 do podcast Rádio Copa, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim contam em detalhes os bastidores e as crônicas da segunda conquista da Argentina. Apesar de o país enfrentar um grande terremoto, de 8,1 na escala Richter, com mais de 10 mil mortos, meses antes do torneio, a alegria da população e o desfile de estrelas inspiradas voltaram a marcar a disputa nos campos da privilegiada nação norte-americana, palco da aclamação do Brasil de Pelé 16 anos antes. Por falar na "amarelinha", após o fracasso da grande equipe de 1982 e de uma campanha tumultuada com o técnico Evaristo de Macedo nas eliminatórias, Telê Santana estava de volta, mas com um grupo menos talentoso e envelhecido. Enquanto Toninho Cerezo foi cortado por lesão, Renato Gaúcho por indisciplina e Leandro por "solidariedade", Zico e Falcão viajaram contundidos. Com os desfalques, a Seleção se apoiou no talento de Sócrates e Júnior e contou com reforço de novatos como Careca, Casagrande, Müller, Sillas e Júlio César. Não foi suficiente para bater a França de Michel Platini, atual campeã europeia e candidata ao título. O Mundial ainda teria como destaques a badalada "Dinamáquina" de Laudrup, Olsen e Larsen, a Inglaterra de Shilton e Lineker e a Bélgica de Pfaff, Scifo e Ceulemans, mas foram os hermanos comandados pelo desacreditado Carlos Bilardo que fizeram história. Inspirado, Maradona, que já tinha levado o improvável Napoli ao seu primeiro Scudetto na Serie A italiana, foi muito além de "la mano de Dio" e do "gol do século" na batalha contra os britânicos - motivada pela guerra das Malvinas -, e entrou definitivamente no pavilhão dos heróis do esporte.  Confira tudo sobre a Copa de 1986 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios 24h antes da maioria e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: Itália de Rossi supera crise e chega ao tri; Brasil de Telê, Sócrates e Zico encanta, mas entra no hall de Hungria e Holanda
2021/08/29
O podcast Rádio Copa viaja à Espanha no 11º episódio para detalhar o torneio de 1982, um mundial de marcas incríveis – o primeiro com 24 seleções, fórmula única de disputa, inédita estreia com derrota da atual campeã (Bélgica 1-0 Argentina), inaugural disputa de pênaltis, recorde de estádios (17) e cidades (14), do ainda hoje maior placar da história (Hungria 10-1 El Salvador) e até da presença de um sheik em campo.   Para além das quatro linhas, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim tentam desvendar o motivo para o sucesso da surpreendente Itália de Enzo Bearzot, Dino Zoff, Cabrini, Tardelli e companhia e o fracasso da maravilhosa equipe comandada por Telê Santana, na chamada "Tragédia do Sarriá", em Barcelona. A amarelinha contava com astros do quilate de Oscar, Leandro, Júnior, Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Éder e Zico, encantou o planeta pelo futebol ofensivo, com qualidade técnica e lindos gols, mas não conteve a inspiração de Paolo Rossi e entrou para o hall de grandes times aclamados pelo público e pela crítica que não ergueram o troféu, a exemplo da Hungria de 1954 e a Holanda de 1974. Já a Azzurra adotou a lei do silêncio, superou o ambiente conturbado – marcado por escândalos do esquema de apostas – e, apesar da classificação conquistada para a etapa de triangulares semifinais com apenas três empates na primeira fase, arrancou para levantar a taça 48 depois e igualar o tricampeonato brasileiro.  Confira tudo sobre a Copa de 1982 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios 24h antes da maioria e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: em meio à ditadura de Videla e polêmicas, Argentina vence em casa na Copa de 1978
2021/08/22
O podcast Rádio Copa chega ao 10º e polêmico episódio do mundial da Argentina em 1978. O jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim viajam ao país vizinho para detalhar o cenário tenso que envolveu o torneio. Pouco mais de dois anos antes do evento, a ditadura chefiada pelo general Jorge Rafael Videla, que viria a deixar mais de 30 mil mortos, derrubou o governo de Maria Estela Perón. Mesmo assim, dentro de campo, o técnico Cesar Luiz Menotti, embora contrário ao regime, conseguiu montar um excelente grupo e ter a liberdade de trabalhar e desintoxicar os jogadores da propaganda ufanista e do conturbado ambiente político externo.   Os bastidores contaram com gastos excessivos, falta de transparência, campanha pró-boicote, manifestações populares, visibilidade das "mães da Plaza de Mayo", presença de militares nos estádios e até mesmo nos vestiários, bem como a desistência de craques como Johan Cruyff, da Holanda, que vivia um drama familiar, e Paul Breitner, da Alemanha, declaradamente comunista. Também dominado por militares, o Brasil foi comandado pelo capitão Claudio Coutinho, oriundo do vôlei, escolhido pelo almirante Heleno Nunes, então comandante da Confederação Brasileira de Desportos (CBD). Com um time pouco criativo, lento e excessivamente defensivo, sem convocar astros como Sócrates e Falcão, coube à equipe reclamar dos 6-0 aplicados pelos anfitriões sobre o Peru, que tiraram a amarelinha da decisão. Afinal, a Argentina teve mérito ao erguer sua primeira taça? A Seleção tinha razão em se proclamar "campeão moral"? Confira tudo sobre a Copa de 1978 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios 24h antes da maioria e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.
Rádio Copa: Alemanha de Beckenbauer barra Laranja Mecânica de Cruyff e chega ao segundo título
2021/08/15
Após a posse definitiva da Taça Jules Rimet com o tricampeonato do Brasil, a décima Copa do Mundo, a primeira na Alemanha, marcou a estreia do novo troféu esculpido pelo italiano Silvio Cazzaniga, com 18 quilates de ouro, cinco quilos e 36 centímetros de altura – o mesmo disputado até hoje, já que a confecção de uma nova peça está prevista para 2038. Em campo, o jornalista Evilásio Júnior e o escritor e pesquisador Américo Paim detalham tudo o que marcou a busca pelo valioso artefato no 9º episódio do podcast Rádio Copa. Sem Gerson, Carlos Alberto e Pelé, que se despediu da equipe nacional em julho de 1971, além de Clodoaldo, contundido, e Tostão, aposentado depois de um descolamento da retina, a Seleção passou por uma drástica reformulação. Dos craques de 1970, restaram apenas Rivellino e Jairzinho, o que obrigou o técnico Zagallo a optar por uma formação conservadora e extremamente cautelosa. Se de um lado a amarelinha estava ofuscada, por outro brilharam a Laranja Mecânica, do chamado "carrossel" de Rinus Michels, com jogadores sem posição fixa e a genialidade de Johan Cruyff, e os disciplinados donos da casa, atuais campeões europeus.  Sob o comando de Helmut Schöen, os alemães contaram com astros do quilate de Sepp Maier, Paul Breitner, Wolfgang Overath, Gerd Müller e os zagueiros Vogts e Beckenbauer, para, assim como em 1954 contra a grande Hungria, barrar os revolucionários do futebol total e erguer o seu segundo título. Saiba tudo sobre a Copa de 1974 em seu agregador de áudio favorito, assine o podcast em sua plataforma para receber as notificações de novos episódios 24h antes da maioria e nos siga nas redes sociais: @radio_copa.

Podcast reviews

Read Rádio Copa podcast reviews


0 out of 5
0 reviews

Podcast sponsorship advertising

Start advertising on Rádio Copa relevant audience podcasts


What do you want to promote?